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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
74 questões encontradas
Uma empresa está projetando um sistema automatizado para gerenciar os fluxos de mercadorias em um armazém. Existem três zonas de armazenamento distintas: A, B e C. As mercadorias são transportadas por robôs programados para seguir determinadas regras: • Se uma mercadoria é armazenada na Zona A, ela deve passar pela Zona B antes de ser enviada para a Zona C. • Mercadorias que não passam pela Zona B não podem chegar à Zona C. • Mercadorias que passam pela Zona C só podem retornar à Zona A se houver uma autorização de transporte especial. • Quando uma mercadoria entra na Zona C, ela não pode mais retornar à Zona B. Com base nas relações fornecidas, responda à seguinte questão: dada a estrutura do sistema de transporte, qual das conclusões abaixo pode ser deduzida corretamente?
Uma fábrica possui três tipos de máquinas: X, Y e Z. As máquinas X e Y precisam de manutenção após 1000 horas de uso, enquanto a máquina Z pode operar até 1500 horas sem precisar de manutenção. Todas as máquinas devem passar por uma pausa de segurança de 4 horas após cada ciclo de 500 horas. Uma nova política de segurança foi implementada na fábrica, estabelecendo que, se uma das máquinas X ou Y falhar antes das 1000 horas, a máquina Z deve ser imediatamente desligada, independentemente do tempo de operação. Considerando as regras de manutenção e a nova política de segurança, qual das afirmações abaixo está correta?
Uma equipe de manutenção segue um protocolo específico para realizar reparos em um edifício comercial. O procedimento exige que, antes de começar qualquer reparo, o técnico responsável faça o seguinte: desligar o sistema elétrico, verificar a pressão hidráulica e confirmar o funcionamento dos sistemas de alarme de incêndio. Se qualquer uma dessas condições não for atendida, o técnico não pode iniciar os reparos. Além disso, os técnicos só podem trabalhar em um andar por vez. Se ocorrer um alarme de incêndio durante o reparo, o técnico deve evacuar imediatamente o andar em que está trabalhando e só pode retornar após receber uma liberação oficial da equipe de segurança. Qual das seguintes conclusões pode ser deduzida corretamente com base nas regras estabelecidas para o procedimento de manutenção?
Em um mundo fictício, três reinos (Aldor, Brenor e Calia) possuem relações diplomáticas complexas e determinadas por uma série de eventos. Essas relações seguem as seguintes regras: 1. O Reino de Aldor só aceita alianças com Brenor se Calia estiver em guerra com outro reino. 2. Se Aldor e Brenor formam uma aliança, Calia é automaticamente excluída de qualquer negociação de paz. 3. Quando Brenor declara guerra a outro reino, Aldor imediatamente suspende todas as suas alianças com Calia. 4. O Reino de Calia só negocia com Brenor quando está em paz com Aldor. 5. Se Calia for atacada por outro reino, ela pode solicitar o apoio tanto de Aldor quanto de Brenor, mas não simultaneamente. Com base nessas regras, analise as afirmações abaixo e determine se são verdadeiras (V) ou falsas (F)
( ) Se Aldor e Brenor formarem uma aliança, Calia ainda pode participar de negociações de paz com Brenor.
( ) Se Calia estiver em guerra com outro reino, Aldor pode formar uma aliança com Brenor.
( ) Se Brenor declarar guerra a Calia, Aldor manterá suas alianças com Calia até que a guerra termine.
( ) Se Calia estiver em paz com Aldor, pode negociar com Brenor independentemente das relações entre Aldor e Brenor.
( ) Se Calia for atacada por outro reino, ela pode solicitar o apoio de Aldor e Brenor ao mesmo tempo para se defender. A sequência correta é:
Em uma reunião de trabalho, o gerente de uma equipe diz a seguinte frase: "Precisamos encontrar soluções rápidas, mas eficientes, sem sacrificar a qualidade. No entanto, não podemos esquecer que o tempo é um fator crucial. Prioridades devem ser ajustadas." Baseando-se nas informações da frase, responda: qual das alternativas abaixo representa corretamente a mensagem transmitida pelo gerente?
Uma empresa realizou as seguintes operações durante o exercício social: • Aumento de capital social mediante emissão de novas ações no valor de R$ 200.000. • Distribuição de dividendos no valor de R$ 50.000. • Reconhecimento de uma reavaliação positiva de imóveis no valor de R$ 100.000. • Aquisição de ações próprias (tesouraria) no valor de R$ 30.000. • Lucro líquido apurado no exercício, de R$ 150.000. Considerando os fatos contábeis acima, qual das alternativas a seguir reflete corretamente a alteração no patrimônio líquido da empresa?
Durante o exercício social, a empresa "Alfa S.A." realizou as seguintes transações: • Recompra de ações próprias por R$ 50.000. • Incorporação de reservas ao capital social no valor de R$ 100.000. • Reconhecimento de prejuízo líquido de R$ 30.000. • Recebimento de prêmio de emissão de debêntures no valor de R$ 20.000. • Declaração de dividendos antecipados no valor de R$ 40.000. Qual é o impacto total dessas transações no patrimônio líquido da empresa?
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Leia o texto a seguir e responda à questão. Silvio Santos: o dono do auditório Silvio Santos vai ser sempre lembrado como referência na história da TV mundial. Como apresentador, passou por todas as fases da TV brasileira Artigo de Cláudio Ferreira, jornalista e estudioso de televisão* Todas as reverências são poucas para homenagear Silvio Santos. Mesmo quem o considerava brega, ultrapassado, muitas vezes inconveniente tem que reconhecer: ele foi um empreendedor nato, desafiou vários padrões da televisão brasileira e pode ser considerado, sem medo, sinônimo do gênero programa de auditório. Como apresentador, passou por todas as fases da TV brasileira: em preto e branco ou em cores, ao vivo ou gravado, com poucos ou muitos recursos tecnológicos. Ele era sempre a atração principal, dividindo os holofotes seja com artistas conhecidos, seja com os calouros anônimos ou as “colegas de trabalho”. Paletós com padronagens estranhas, o microfone pendurado no peito, o cacoete da língua nos lábios. Nosso amigo íntimo. Como empresário de TV, não descansou até conseguir montar sua rede de emissoras e lutou pela liderança de audiência — na maior parte do tempo, ficou com a vice ou o terceiro lugar. Era conhecido pela interferência direta na programação, o que provocava uma inconstância de horários de exibição e a retirada repentina de programas do ar. Mas deixava claro: quem mandava era ele. Consolidou o programa de auditório como atração televisiva. A fórmula certeira — carisma do apresentador + atrações variadas + plateia animada — foi exaustivamente copiada e assimilada. Chegou a ficar 12 horas no ar aos domingos, tornando-se, junto com a missa e a macarronada, parte do cardápio do fim de semana. Quem era criança a partir dos anos 1960 com certeza tem lembranças dos vários programas que Silvio Santos apresentou ao longo da carreira gigantesca. A narração sempre exagerada, o desfile de artistas populares, o jeito espontâneo — muitas vezes, até demais —, são muitas as características da presença do apresentador na TV. Tanto que o Rei dos Domingos povoa a internet com memes, que já existiam antes de serem batizados com essa expressão. Mesmo antes da TV fechada e dos streamings, muita gente já torcia o nariz para os exageros da TV aberta. E Silvio Santos era sinônimo de exagero: a cobertura jornalística da morte dele, que ocupou a programação de várias emissoras [...], destacou cenas hilárias, com o apresentador montando um burro no palco, caindo n’água ou escorregando num tapete. Era essa a mágica. O mesmo homem de bilhões de reais parecia o tiozão do pavê, aquele que dá vexame no fim da festa de casamento. Ao mesmo tempo em que exaltava o tamanho dos estúdios do SBT às margens da Via Anhanguera, em São Paulo, ele falava com o público como se estivesse dentro da casa das pessoas. Arriscou-se na política, sempre foi alinhado aos governos conservadores, colocou no ar, durante alguns anos, a Semana do Presidente, programete que resumia os feitos dos presidentes da República. Por outro lado, sempre abriu espaço para os artistas LGBTQIA + nos seus programas, o que só veio a acontecer em outras emissoras muito tempo depois. Incoerente total. Sei que muita gente agora vai dizer que “nunca assistiu Silvio Santos”. Humm. Desconfie. Que atire a primeira pedra quem não tentou adivinhar as melodias ocultas do Qual é a Música. Ou os mais jovens, que, no fim do domingo, completaram mentalmente alguma palavra do Roda a Roda Jequiti. Fora os da minha geração, que se lembram, com certeza, do Boa Noite, Cinderela, da infância, ou da Porta da Esperança, da juventude. Silvio Santos vai ser sempre lembrado como referência na história da TV mundial: o dono de emissora que cultivou no brasileiro o gosto por novelas mexicanas mesmo diante de uma produção nacional de qualidade reconhecida ou o multiempresário que, a partir da TV, fez negócios de sucesso, como a Telessena e os perfumes da Jequiti, que arrebatam até os artistas das concorrentes. Eu tenho um arsenal de lembranças, outro de críticas, mas, como estudioso de televisão, seria injusto deixar de reconhecer o valor de SS. Os acadêmicos já se debruçaram sobre essa história, há livros publicados sobre o fenômeno, registrando a grande herança de Silvio Santos: a capacidade de se comunicar com o público. Que me perdoem os influenciadores do presente, mas, nisso, ele era o mestre maior. FERREIRA, Cláudio. Silvio Santos: o dono do auditório. Correio Braziliense, 18 de agosto de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/08/6922583-odono-do-auditorio.html. Acesso em: 21 ago. 2024. Adaptado.
Na oração “Eu tenho um arsenal de lembranças, outro de críticas [...]” (11º parágrafo), as expressões sublinhadas exercem a função sintática de:
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Leia o texto a seguir e responda à questão. Silvio Santos: o dono do auditório Silvio Santos vai ser sempre lembrado como referência na história da TV mundial. Como apresentador, passou por todas as fases da TV brasileira Artigo de Cláudio Ferreira, jornalista e estudioso de televisão* Todas as reverências são poucas para homenagear Silvio Santos. Mesmo quem o considerava brega, ultrapassado, muitas vezes inconveniente tem que reconhecer: ele foi um empreendedor nato, desafiou vários padrões da televisão brasileira e pode ser considerado, sem medo, sinônimo do gênero programa de auditório. Como apresentador, passou por todas as fases da TV brasileira: em preto e branco ou em cores, ao vivo ou gravado, com poucos ou muitos recursos tecnológicos. Ele era sempre a atração principal, dividindo os holofotes seja com artistas conhecidos, seja com os calouros anônimos ou as “colegas de trabalho”. Paletós com padronagens estranhas, o microfone pendurado no peito, o cacoete da língua nos lábios. Nosso amigo íntimo. Como empresário de TV, não descansou até conseguir montar sua rede de emissoras e lutou pela liderança de audiência — na maior parte do tempo, ficou com a vice ou o terceiro lugar. Era conhecido pela interferência direta na programação, o que provocava uma inconstância de horários de exibição e a retirada repentina de programas do ar. Mas deixava claro: quem mandava era ele. Consolidou o programa de auditório como atração televisiva. A fórmula certeira — carisma do apresentador + atrações variadas + plateia animada — foi exaustivamente copiada e assimilada. Chegou a ficar 12 horas no ar aos domingos, tornando-se, junto com a missa e a macarronada, parte do cardápio do fim de semana. Quem era criança a partir dos anos 1960 com certeza tem lembranças dos vários programas que Silvio Santos apresentou ao longo da carreira gigantesca. A narração sempre exagerada, o desfile de artistas populares, o jeito espontâneo — muitas vezes, até demais —, são muitas as características da presença do apresentador na TV. Tanto que o Rei dos Domingos povoa a internet com memes, que já existiam antes de serem batizados com essa expressão. Mesmo antes da TV fechada e dos streamings, muita gente já torcia o nariz para os exageros da TV aberta. E Silvio Santos era sinônimo de exagero: a cobertura jornalística da morte dele, que ocupou a programação de várias emissoras [...], destacou cenas hilárias, com o apresentador montando um burro no palco, caindo n’água ou escorregando num tapete. Era essa a mágica. O mesmo homem de bilhões de reais parecia o tiozão do pavê, aquele que dá vexame no fim da festa de casamento. Ao mesmo tempo em que exaltava o tamanho dos estúdios do SBT às margens da Via Anhanguera, em São Paulo, ele falava com o público como se estivesse dentro da casa das pessoas. Arriscou-se na política, sempre foi alinhado aos governos conservadores, colocou no ar, durante alguns anos, a Semana do Presidente, programete que resumia os feitos dos presidentes da República. Por outro lado, sempre abriu espaço para os artistas LGBTQIA + nos seus programas, o que só veio a acontecer em outras emissoras muito tempo depois. Incoerente total. Sei que muita gente agora vai dizer que “nunca assistiu Silvio Santos”. Humm. Desconfie. Que atire a primeira pedra quem não tentou adivinhar as melodias ocultas do Qual é a Música. Ou os mais jovens, que, no fim do domingo, completaram mentalmente alguma palavra do Roda a Roda Jequiti. Fora os da minha geração, que se lembram, com certeza, do Boa Noite, Cinderela, da infância, ou da Porta da Esperança, da juventude. Silvio Santos vai ser sempre lembrado como referência na história da TV mundial: o dono de emissora que cultivou no brasileiro o gosto por novelas mexicanas mesmo diante de uma produção nacional de qualidade reconhecida ou o multiempresário que, a partir da TV, fez negócios de sucesso, como a Telessena e os perfumes da Jequiti, que arrebatam até os artistas das concorrentes. Eu tenho um arsenal de lembranças, outro de críticas, mas, como estudioso de televisão, seria injusto deixar de reconhecer o valor de SS. Os acadêmicos já se debruçaram sobre essa história, há livros publicados sobre o fenômeno, registrando a grande herança de Silvio Santos: a capacidade de se comunicar com o público. Que me perdoem os influenciadores do presente, mas, nisso, ele era o mestre maior. FERREIRA, Cláudio. Silvio Santos: o dono do auditório. Correio Braziliense, 18 de agosto de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/08/6922583-odono-do-auditorio.html. Acesso em: 21 ago. 2024. Adaptado.