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108 questões encontradas

Uma pesquisa com todos os alunos de uma escola revelou que 165 alunos praticam esporte mas não se alimentam adequadamente, e que 107 alunos se alimentam adequadamente mas não praticam esporte. A pesquisa indicou que um total de 122 alunos não praticam esporte, e que um total de 203 alunos se alimentam adequadamente. O número de alunos dessa escola é

A 383.
B 368.
C 597.
D 507.
E 456.
Texto associado
Atenção: Leia a crônica a seguir para responder a questão. O substituto da vida Quando meu instrumento de trabalho era a máquina de escrever, eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, fazia eventuais emendas e, se fosse o caso, batia o texto a limpo. Relia-o para ver se era aquilo mesmo, fechava a máquina, entregava a matéria e ia à vida. Se trabalhasse num jornal, isso incluiria discutir futebol com o pessoal da editoria de esporte, paquerar a diagramadora do caderno de turismo, ir à esquina comer um pastel. Se estivesse numa das fases de trabalhar em casa, ao terminar de escrever eu fechava a máquina e abria um livro, escutava um disco, dava um pulo rapidinho à praia. Só reabria a máquina no dia seguinte. Hoje, diante do computador, termino de produzir um texto, vou à lista de mensagens para saber quem me escreveu, deleto mensagens inúteis, respondo às que precisam de resposta, eu próprio mando mensagens inúteis, entro em jornais e revistas on-line. Quando me dou conta, já é noite lá fora e não saí da frente da tela. Com o smartphone seria pior ainda. Ele substituiu a caneta, o bloco, a agenda, o telefone, a banca de jornais, a máquina fotográfica, o álbum de fotos, a câmera de cinema, o DVD, o correio, a secretária eletrônica, o relógio de pulso, o despertador, o gravador, o rádio, a TV, o CD, a bússola, os mapas, a vida. É por isto que nem chego perto dele – temo que me substitua também. ?(Adaptado de: CASTRO, Ruy. A arte de querer bem . Rio de Janeiro, Estação Brasil, 2018, p. 67-68)

... eu me sentava a ela, punha uma folha de papel no rolo, escrevia o que tinha de escrever, tirava o papel, lia o que escrevera, fazia eventuais emendas... (1º parágrafo) Nesse trecho, as vírgulas servem ao propósito de

A apresentar atividades tidas como hipotéticas.
B ordenar fatos em uma hierarquia, do mais ao menos importante
C encadear eventos que ocorrem em concomitância.
D separar ações que se sucedem cronologicamente.
E listar acontecimentos que se ligam aleatoriamente.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão. Como vamos lidar com robôs em casa, na educação e no trabalho? A combinação entre a imaginação dos escritores de ficção e a tendência a aceitar desafios dos cientistas costuma gerar revoluções nas nossas vidas. Assim também foi com o surgimento dos robôs. O nome foi usado pela primeira vez em uma peça teatral da década de 1920 para designar um ciborgue ficcional que tinha como principal tarefa servir à humanidade. Desde então, passamos a ver robôs em todos os lugares: nas indústrias, montando ou soldando peças; nos atendimentos telefônicos; e até nos comandos de voz que damos aos assistentes digitais dos nossos smartphones. No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs. “Para se tornar um robô é preciso ser físico, como um carro autônomo ou um robô de operação industrial”, frisa Flavio Tonidandel, professor do Centro Universitário FEI e pesquisador de robótica e inteligência artificial (IA). Além de ter um corpo físico, outro pré-requisito é mover-se de forma autônoma, semiautônoma ou controlada a distância, bem como ser capaz de interagir com o ambiente. “Existe uma grande confusão entre os conceitos de robôs e de inteligência artificial”, afirma Tonidandel. Simplificando bastante, o professor explica que a IA seria o equivalente ao cérebro do robô, capaz de dar a ele potencial de tomada de decisão, raciocínio, aprendizagem e reconhecimento de padrões. O desenvolvimento interdependente entre as tecnologias de IA e robótica trouxe uma nova geração de robôs, capazes de interagir com os humanos para executar tarefas, transitar pelos mesmos lugares que as pessoas e atuar como assistentes nas tarefas do dia a dia. É a chamada robótica de serviços, que promete levar robôs para dentro de casas, empresas, hospitais e até escolas. Conviver com esses seres autônomos e com tendência a nos servir, contudo, traz novas questões. A que regras eles estarão sujeitos? O que poderão (ou não) fazer? Como fica o mercado de trabalho com a robotização de serviços que hoje ainda são feitos pelos humanos? São perguntas bem difíceis de responder, mas que fazem parte da próxima fronteira para a evolução da robótica. (Adaptado de: LAFLOUFA, Jacqueline. Disponível em: https://revistagalileu.globo.com. 30/05/2019) Com o deslocamento da expressão sublinhada em No entanto, nem todas essas automações são exatamente robôs (2º parágrafo), a frase que está pontuada corretamente é:

A Nem todas essas automações, no entanto, são exatamente robôs.
B Nem todas essas automações no entanto, são exatamente robôs.
C Nem todas essas automações, no entanto são exatamente robôs.
D Nem todas essas automações são, no entanto exatamente robôs.
E Nem todas essas automações são no entanto, exatamente robôs.

Todos os vocábulos estão grafados corretamente em:

A Jornalista renomado, Ruy Castro já produziu textos para diversos veiculos da emprensa brasileira.
B Além de jornalista, Ruy Castro é ezímio biografo. Seus livros sobre Nelson Rodrigues e Garrincha são famosos.
C Grande parte da produção jornalística de Ruy Castro foi eternisada em livros, os quais são elogiados pelos criticos.
D Em seu livro Chega de Saudade, Ruy Castro conclue uma reconstituição historica do período da Bossa Nova no Brasil.
E Ruy Castro fala de seus hábitos como jornalista desde a época em que redigia os textos à máquina de escrever.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão Ai, que vergonha... Sou tímida. Já nasci assim, veio de algum gene que meus pais me transmitiram, o que não deixa de ser estranho, já que sou incomparavelmente mais tímida que os dois juntos. Só quem é tímido - e não me refiro aí aos falsos tímidos, aqueles que têm uma timidezinha boba de vez em quando, por exemplo, ao chegar a uma festa sem conhecer ninguém - sabe a dificuldade de se dizer “não” a um amigo ou de cobrar alguma coisa de alguém. E só nós tímidos sabemos também o quanto nos custa entrar em uma loja e experimentar uma roupa. O verdadeiro tímido tem vergonha de tudo e de todos. Hoje em dia, depois de anos de teatro e terapia, melhorei demais. Muita gente me afronta e diz que não sou tímida nada, que eu nunca subiria em um palco se minha timidez fosse de verdade. Eu digo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O palco possui uma parede invisível, e quando subo nele é como se não visse ninguém. Além disso, quando as pessoas vão a alguma das minhas apresentações, é esperado que eu cante. Muito diferente é ir a um churrasco e me pedirem para tocar violão. Morro de vergonha. As pessoas param de conversar e ficam me olhando, na expectativa. A minha voz nem sai direito, tamanha a vontade de desaparecer do recinto. Os psicólogos dizem que timidez, na verdade, é orgulho. O tímido seria alguém com tal mania de perfeição que não se dá o direito de errar. Não concordo. Eu digo que o tímido é alguém que tem vergonha de errar, de acertar, de ser julgado ignorante, de ser considerado inteligente, de ser taxado de prepotente... Eu tenho vergonha de tudo. Mas já descobri - até há bastante tempo - o antídoto da timidez. Quando gosto e quero realmente alguma coisa, vergonha nenhuma me impede. Aí eu finjo que sou uma outra pessoa, coloco uma base no rosto para disfarçar a vermelhidão e vou em frente. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar. (Adaptado de: PIMENTA, Paula. Disponível em: www.patio.com.br. 13/12/2006) Está correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

A Quando pedem para que a autora toque violão em um churrasco, ela não esquiva-se o pedido, mesmo envergonhada.
B Pôr gostar de escrever, a autora enfrenta sua timidez e se expõe em suas crônicas, de que não deixa de publicar.
C Os psicólogos dispõem de uma teoria acerca da timidez da qual a autora discorda completamente.
D A timidez é um problema que impede muitas pessoas em desenvolverem uma vida social, levando-os ao isolamento.
E A terapia é recomendável, para todos que buscam conhecerem-se, mas especialmente daqueles que querem superar a timidez.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão Ai, que vergonha... Sou tímida. Já nasci assim, veio de algum gene que meus pais me transmitiram, o que não deixa de ser estranho, já que sou incomparavelmente mais tímida que os dois juntos. Só quem é tímido - e não me refiro aí aos falsos tímidos, aqueles que têm uma timidezinha boba de vez em quando, por exemplo, ao chegar a uma festa sem conhecer ninguém - sabe a dificuldade de se dizer “não” a um amigo ou de cobrar alguma coisa de alguém. E só nós tímidos sabemos também o quanto nos custa entrar em uma loja e experimentar uma roupa. O verdadeiro tímido tem vergonha de tudo e de todos. Hoje em dia, depois de anos de teatro e terapia, melhorei demais. Muita gente me afronta e diz que não sou tímida nada, que eu nunca subiria em um palco se minha timidez fosse de verdade. Eu digo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O palco possui uma parede invisível, e quando subo nele é como se não visse ninguém. Além disso, quando as pessoas vão a alguma das minhas apresentações, é esperado que eu cante. Muito diferente é ir a um churrasco e me pedirem para tocar violão. Morro de vergonha. As pessoas param de conversar e ficam me olhando, na expectativa. A minha voz nem sai direito, tamanha a vontade de desaparecer do recinto. Os psicólogos dizem que timidez, na verdade, é orgulho. O tímido seria alguém com tal mania de perfeição que não se dá o direito de errar. Não concordo. Eu digo que o tímido é alguém que tem vergonha de errar, de acertar, de ser julgado ignorante, de ser considerado inteligente, de ser taxado de prepotente... Eu tenho vergonha de tudo. Mas já descobri - até há bastante tempo - o antídoto da timidez. Quando gosto e quero realmente alguma coisa, vergonha nenhuma me impede. Aí eu finjo que sou uma outra pessoa, coloco uma base no rosto para disfarçar a vermelhidão e vou em frente. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar. (Adaptado de: PIMENTA, Paula. Disponível em: www.patio.com.br. 13/12/2006) Ao comparar os verdadeiros tímidos com os falsos tímidos, no 2o parágrafo, a autora insinua que uma diferença essencial entre eles está relacionada com

A o isolamento causado por sua timidez.
B as reações físicas do problema.
C a frequência com que se sentem inibidos.
D a origem psicológica do problema.
E as desculpas usadas para evitar a exposição.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão Ai, que vergonha... Sou tímida. Já nasci assim, veio de algum gene que meus pais me transmitiram, o que não deixa de ser estranho, já que sou incomparavelmente mais tímida que os dois juntos. Só quem é tímido - e não me refiro aí aos falsos tímidos, aqueles que têm uma timidezinha boba de vez em quando, por exemplo, ao chegar a uma festa sem conhecer ninguém - sabe a dificuldade de se dizer “não” a um amigo ou de cobrar alguma coisa de alguém. E só nós tímidos sabemos também o quanto nos custa entrar em uma loja e experimentar uma roupa. O verdadeiro tímido tem vergonha de tudo e de todos. Hoje em dia, depois de anos de teatro e terapia, melhorei demais. Muita gente me afronta e diz que não sou tímida nada, que eu nunca subiria em um palco se minha timidez fosse de verdade. Eu digo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O palco possui uma parede invisível, e quando subo nele é como se não visse ninguém. Além disso, quando as pessoas vão a alguma das minhas apresentações, é esperado que eu cante. Muito diferente é ir a um churrasco e me pedirem para tocar violão. Morro de vergonha. As pessoas param de conversar e ficam me olhando, na expectativa. A minha voz nem sai direito, tamanha a vontade de desaparecer do recinto. Os psicólogos dizem que timidez, na verdade, é orgulho. O tímido seria alguém com tal mania de perfeição que não se dá o direito de errar. Não concordo. Eu digo que o tímido é alguém que tem vergonha de errar, de acertar, de ser julgado ignorante, de ser considerado inteligente, de ser taxado de prepotente... Eu tenho vergonha de tudo. Mas já descobri - até há bastante tempo - o antídoto da timidez. Quando gosto e quero realmente alguma coisa, vergonha nenhuma me impede. Aí eu finjo que sou uma outra pessoa, coloco uma base no rosto para disfarçar a vermelhidão e vou em frente. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar. (Adaptado de: PIMENTA, Paula. Disponível em: www.patio.com.br. 13/12/2006) Observe o seguinte trecho do 5º parágrafo. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar ... Preservando a correção e a relação de sentido estabelecida com o elemento sublinhado, a frase acima pode ser completada com a seguinte expressão:

A de divulgá-la.
B de divulgá-lo.
C de divulgar-lhe.
D de divulgar-lhes.
E de divulgá-las.

Um Estagiário está utilizando o navegador Google Chrome, em português, em condições ideais, e deseja fazer uma pesquisa para tentar encontrar na internet a imagem de um manancial da Sabesp que está armazenada em uma pasta de seu computador. Neste caso, o Estagiário

A não terá como fazer a pesquisa, pois o Google Chrome somente realiza a pesquisa a partir do URL da imagem.
B deve primeiro transformar a imagem do manancial em um link usando o GoogleLinks para depois fazer a pesquisa por imagem.
C deve primeiro digitar google.pictures na linha de endereço do navegador para que o Chrome acione a pesquisa por imagens.
D deve clicar no ícone em forma de máquina fotográfica que fica no canto superior direito para acionar a pesquisa por imagens do Chrome, clicar em Selecionar o arquivo da imagem e abrir o arquivo com a imagem do manancial na pasta do seu computador.
E deve entrar no Google Imagens, clicar no ícone em forma de máquina fotográfica para iniciar a pesquisa por imagem, clicar na aba Envie uma imagem e selecionar o arquivo com a imagem do manancial na pasta do seu computador.

Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão Ai, que vergonha... Sou tímida. Já nasci assim, veio de algum gene que meus pais me transmitiram, o que não deixa de ser estranho, já que sou incomparavelmente mais tímida que os dois juntos. Só quem é tímido - e não me refiro aí aos falsos tímidos, aqueles que têm uma timidezinha boba de vez em quando, por exemplo, ao chegar a uma festa sem conhecer ninguém - sabe a dificuldade de se dizer “não” a um amigo ou de cobrar alguma coisa de alguém. E só nós tímidos sabemos também o quanto nos custa entrar em uma loja e experimentar uma roupa. O verdadeiro tímido tem vergonha de tudo e de todos. Hoje em dia, depois de anos de teatro e terapia, melhorei demais. Muita gente me afronta e diz que não sou tímida nada, que eu nunca subiria em um palco se minha timidez fosse de verdade. Eu digo que uma coisa não tem nada a ver com a outra. O palco possui uma parede invisível, e quando subo nele é como se não visse ninguém. Além disso, quando as pessoas vão a alguma das minhas apresentações, é esperado que eu cante. Muito diferente é ir a um churrasco e me pedirem para tocar violão. Morro de vergonha. As pessoas param de conversar e ficam me olhando, na expectativa. A minha voz nem sai direito, tamanha a vontade de desaparecer do recinto. Os psicólogos dizem que timidez, na verdade, é orgulho. O tímido seria alguém com tal mania de perfeição que não se dá o direito de errar. Não concordo. Eu digo que o tímido é alguém que tem vergonha de errar, de acertar, de ser julgado ignorante, de ser considerado inteligente, de ser taxado de prepotente... Eu tenho vergonha de tudo. Mas já descobri - até há bastante tempo - o antídoto da timidez. Quando gosto e quero realmente alguma coisa, vergonha nenhuma me impede. Aí eu finjo que sou uma outra pessoa, coloco uma base no rosto para disfarçar a vermelhidão e vou em frente. É assim inclusive com essas crônicas, que tenho vergonha de publicar, mas gosto demais de escrever para parar. (Adaptado de: PIMENTA, Paula. Disponível em: www.patio.com.br. 13/12/2006) Duas palavras do 4º parágrafo associadas a ideias que se correspondem, do ponto de vista da autora, são

A orgulho e timidez.
B vergonha e timidez.
C perfeição e timidez.
D ignorante e prepotente.
E errar e acertar.

A estudante gaúcha Juliana Estradioto, de 18 anos, batizará um asteroide com seu nome. A oportunidade é dada para os vencedores que ficam em primeiro e segundo lugar de cada categoria da maior feira de ciências do mundo. A jovem conquistou a premiação máxima na categoria de Ciências Materiais. (Disponível em: https://jovempan.uol.com.br. Adaptado) A pesquisa da brasileira é sobre

A a utilização da folha da mandioca.
B o aproveitamento da casca da macadâmia.
C o reaproveitamento de canudos plásticos.
D a reciclagem de peças de computadores.
E o uso de materiais orgânicos em tecidos.