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Muitos dispositivos na indústria trabalham com sinais contínuos e por isso requerem sinais analógicos que sejam compatíveis com sua aplicação. O sinal padrão de transmissão eletrônico é o de 4 a 20 mA dc (24Vdc), recomendado pela International Electromechanical Commission (IEC) . No entanto, dispositivos com sinal de transmissão de 4 a 20 mA, 1 a 5 Vdc, são utilizados, mas esses podem apresentar inadequação, visto que

A não admitem sensores para a emissão de sinais
B não apresentam entradas analógicas.
C há atenuação na transmissão da tensão.
D não podem ser utilizados em válvulas proporcionais.
E transmitem a tensão de manipulação, externamente ao dispositivo.

No final do último mês de maio, os jornais divulgaram que a Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto detectou a presença de uma doença transmitida por um mosquito silvestre. São Paulo é o segundo estado do Sudeste a registrar o vírus causador da doença que pode se transformar em urbana se for transmitida ao homem por mosquito infectado . (Disponível em: https://bit.ly/2XnqGgD . Acesso em 31.06.2019) A transmissão se dá pela picada do Haemagogus janthinomys , que transmite o vírus da

A febre do Nilo ocidental.
B chikungunya.
C filariose.
D mayaro.
E leishmaniose.

Considere:

I. Em fevereiro de 2019, os governantes dos dois países se encontraram em Hanói, no Vietnã, mas o encontro terminou mais cedo do que o previsto pelo cronograma original porque os dois lados não chegaram a um acordo sobre a retirada de sanções e o programa de desnuclearização imposto.

II. Em maio de 2019, novas provocações entre os dois países. Um deles fez novo teste de mísseis, indicando que pode estar retomando o programa que havia interrompido após a primeira cúpula entre os dois governantes, em 2018. Os protagonistas dos eventos acima foram, respectivamente,

A Estados Unidos e Coreia do Norte.
B Estados Unidos e Irã.
C Rússia e Turquia.
D Rússia e Coreia do Norte.
E Estados Unidos e Turquia.

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, revela que as carências seguem praticamente inalteradas ao longo dos últimos anos. De acordo com os números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), mais de 90% das casas brasileiras têm um banheiro de uso exclusivo, mas um terço delas (33,7%) não têm escoamento do esgoto por rede geral ou mesmo fossa – um porcentual que permanece estável desde 2016 . (Disponível em: https://bit.ly/2QDC711 . Acesso em 28.05.2019. Adaptado) O número, no entanto, é muito mais alto nas seguintes regiões:

A Norte e Nordeste.
B Norte e Centro-Oeste.
C Centro-Oeste e Nordeste.
D Centro-Oeste e Sul.
E Sul e Sudeste.

Em janeiro de 2019, o ministro do Meio Ambiente afirmou que o Brasil continuará no Acordo de Paris e que o presidente concordou com a posição. Ele argumentou que há pontos importantes no acordo que podem trazer recursos para o país. (Disponível em : https://oglobo.globo.com. Acesso em 26.mai.2019) O Acordo de Paris

A tem como objetivo proteger a biodiversidade e, portanto, combater os desequilíbrios ambientais, principalmente nas regiões pobres.
B determina que os países signatários assumam o compromisso de combater o desmatamento e a degradação dos solos.
C estabelece metas para combater o aquecimento global a partir da redução da emissão de gases que causam o efeito estufa.
D propõe medidas universais de combate ao consumismo a partir da adoção de hábitos de consumo racionais e sustentáveis.
E reestabelece as doutrinas de desenvolvimento sustentável criadas na década de 1970 e abandonadas pelo neoliberalismo.

Ao criar uma tabela na ferramenta Microsoft Access 2016, em Português, um Analista de TI precisou descrever os nomes dos campos e suas características. Os nomes, controles e objetos nessa ferramenta podem ter até

A 32 caracteres e começar com espaços à esquerda.
B 128 caracteres e não podem começar com espaços à esquerda.
C 64 caracteres e começar com espaços à esquerda.
D 64 caracteres e não podem começar com espaços à esquerda.
E 32 caracteres e não podem começar com espaços à esquerda.

A atual revolução tecnológica lança, a cada ano, novas formas de leitura, mudando não só o modo como a literatura é distribuída, mas também como é escrita, à medida que os autores se ajustam a essas novas realidades. Ao mesmo tempo, alguns dos termos que começamos a usar recentemente parecem momentos anteriores da longa história da literatura. Hoje, muitos já leem em uma tela. No dispositivo, o leitor irá virar páginas ou rolar um texto. Dois milênios após o rolo de papiro ter dado lugar ao livro de pergaminho, esse movimento de rolagem voltou, visto que a infindável sequência de palavras armazenadas pelos computadores está mais próxima de um pergaminho do que de páginas separadas. E, como os antigos escribas, mais uma vez nos sentamos curvados sobre “tabuletas”. A narração oral também retornou. Como bem se sabe, palavras “escritas” podem ser apenas ouvidas em um dispositivo de áudio. Mas a revolução tecnológica por si só não assegura o futuro da literatura. A única garantia de sobrevivência de uma obra é o uso contínuo: um texto precisa permanecer relevante o suficiente e ser lido, traduzido, transcrito e transcodificado pelas gerações futuras para persistir ao longo do tempo . (Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita . Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, edição digital) No texto, estabelece-se relação de causa e consequência, respectivamente, entre:

A a revolução tecnológica por si só não assegura o futuro da literatura // muitos já leem em uma tela.
B A atual revolução tecnológica lança, a cada ano, novas formas de leitura // à medida que os autores se ajustam a essas novas realidades.
C muitos já leem em uma tela // nos sentamos curvados sobre “tabuletas”.
D palavras “escritas” podem ser apenas ouvidas em um dispositivo de áudio // A narração oral também retornou.
E a infindável sequência de palavras armazenadas pelos computadores está mais próxima de um pergaminho do que de páginas separadas // esse movimento de rolagem voltou.

A atual revolução tecnológica lança, a cada ano, novas formas de leitura, mudando não só o modo como a literatura é distribuída, mas também como é escrita, à medida que os autores se ajustam a essas novas realidades. Ao mesmo tempo, alguns dos termos que começamos a usar recentemente parecem momentos anteriores da longa história da literatura. Hoje, muitos já leem em uma tela. No dispositivo, o leitor irá virar páginas ou rolar um texto. Dois milênios após o rolo de papiro ter dado lugar ao livro de pergaminho, esse movimento de rolagem voltou, visto que a infindável sequência de palavras armazenadas pelos computadores está mais próxima de um pergaminho do que de páginas separadas. E, como os antigos escribas, mais uma vez nos sentamos curvados sobre “tabuletas”. A narração oral também retornou. Como bem se sabe, palavras “escritas” podem ser apenas ouvidas em um dispositivo de áudio. Mas a revolução tecnológica por si só não assegura o futuro da literatura. A única garantia de sobrevivência de uma obra é o uso contínuo: um texto precisa permanecer relevante o suficiente e ser lido, traduzido, transcrito e transcodificado pelas gerações futuras para persistir ao longo do tempo . (Adaptado de: PUCHNER, Martin. O mundo da escrita . Trad. Pedro Maia Soares. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, edição digital) No contexto, o segmento

A palavras “escritas” podem ser apenas ouvidas em um dispositivo de áudio (2° parágrafo) é uma comprovação de que os dispositivos eletrônicos asseguram a permanência da literatura.
B à medida que os autores se ajustam a essas novas realidades (1° parágrafo) é uma alusão a dificuldades impostas pelas novas tecnologias de escrita.
C para persistir ao longo do tempo (3° parágrafo) assinala noção de conformidade.
D mais uma vez nos sentamos curvados sobre “tabuletas” (2° parágrafo) expressa uma ironia a respeito do caráter pouco inovador das tecnologias de leitura.
E A única garantia de sobrevivência de uma obra é o uso contínuo (3° parágrafo) exprime uma convicção do autor.

Em entrevista, na sede de sua empresa em Campinas (SP), o empresário César Gon fala sobre os desafios que as empresas do século XX enfrentam no século XXI. As empresas do século XX precisam se adaptar ao ambiente digital? Não dá para competir no mundo moderno sem que o software e a informação sejam o coração do seu negócio. Mas é preciso ir além da tecnologia e fomentar uma mudança de cultura e no modo de pensar. A competição entre as empresas no século XXI está obsessivamente focada na velocidade com que, a partir da análise de dados, entendemos e surpreendemos o cliente. Mas as grandes corporações são lentas por natureza e não estão preparadas para enfrentar essa realidade. Elas olham para o lado e encontram empresas que já nasceram no ambiente digital e são muito mais rápidas. Além da adaptação a novas tecnologias, seria também preciso firmar uma nova relação com os consumidores? Sem dúvida. A forma como nos relacionamos com as marcas é radicalmente diferente de 10 anos atrás. Nosso desejo é mais volátil, temos menos apego à tradição. Queremos saber se aquela marca resolve nossos problemas, se nos trata de maneira única . (Adaptado de: entrevista de VASCONCELLOS, Yuri. Disponível em: revistapesquisa.fapesp.br ) Mantém-se o sentido original substituindo-se o segmento sublinhado pelo que se encontra entre parênteses em:

A e fomentar (resgatar) uma mudança de cultura e no modo de pensar (3° parágrafo)
B Nosso desejo é mais volátil (efetivo) (5° parágrafo)
C empresas que já nasceram no (adversas ao) ambiente digital (3° parágrafo)
D sem que o software e a informação sejam o coração (cerne) do seu negócio (3° parágrafo)
E não estão preparadas para enfrentar (pôr em vigor) essa realidade (3° parágrafo)