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Dentre as 39 pessoas que fizeram pedidos em uma lanchonete no período da tarde, 10 pediram hambúrguer, sem acompanhamento, e 15 somente um cachorro-quente, também sem acompanhamento. Duas pessoas escolheram apenas um suco de laranja. O número de pessoas que pediu um hambúrguer e um suco de laranja foi o dobro do número de pessoas que pediram um cachorro-quente com o mesmo acompanhamento. O número de pedidos de suco de laranja foi:

A 13.
B 12.
C 17.
D 10.
E 14.

COP 30 é a 30ª edição de Conferência das Partes, que acontecerá na cidade de Belém, no estado brasileiro do Pará. A COP é a reunião de países signatários da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima (UNFCCC), e tem como objetivo discutir questões relacionadas ao aquecimento global e as mudanças climáticas. (Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br ) Um dos desafios da COP30, que será sediada no Brasil, em 2025, será o de

A mobilizar financiamento climático adequado para os países considerados em desenvolvimento.
B estabelecer o valor de um imposto global de carbono a ser aplicado aos países subdesenvolvidos.
C reduzir as barreiras burocráticas para subsidiar a exploração de combustíveis fósseis.
D garantir a redução de gastos dos países industrializados nas negociações climáticas.
E promover a expansão de monoculturas intensivas em áreas de floresta tropical para solucionar a insegurança alimentar.

A Lei Federal n o 13.146/2015, em seu Artigo 27, estabelece que A educação constitui direito da pessoa com deficiência, assegurados sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo de toda a vida, de forma a alcançar o máximo desenvolvimento possível de seus talentos e habilidades físicas, sensoriais, intelectuais e sociais, segundo suas características, interesses e necessidades de aprendizagem . Considerando o estabelecido nesse artigo, a escola e seus profissionais devem

A desenvolver atividades das quais os alunos com deficiência consigam participar, para não os desestimular e integrá-los à turma.
B solicitar a presença de um profissional que auxilie no cuidado com os alunos com deficiência, para atender aos demais estudantes.
C promover a inclusão dos alunos com deficiência que possuam condições de desenvolver as atividades propostas pelos professores das classes comuns.
D garantir que os alunos com deficiência sejam atendidos por professores especializados, pois estes compreendem melhor os problemas destes estudantes.
E assegurar a inclusão dos alunos com deficiência, de forma planejada e condizente com as necessidades de cada estudante.

É na Grécia clássica que a tradição cultural ocidental estabelece a origem da linguagem conceitual, onde uma nova forma de falar constitui-se em oposição à forma originária que comunicava por metáforas situações vividas pelo narrador. Essa nova forma de falar descreve e demonstra o pensamento entendedor das coisas: as propriedades destas são pensadas analiticamente como existindo sem nenhuma dependência dos processos emocionais de quem as compreende. As duas formas de linguagens, mencionadas no parágrafo acima, são

A senso-comum e bom-senso.
B teologia e ciência.
C mythos e logos.
D linguagem popular e linguagem erudita.
E religião e filosofia.

Com relação a se ter uma organização do plano de ensino de filosofia para o ensino médio ou centrado na história da filosofia, ou tendo como foco temas a serem, de alguma maneira, definidos pelo professor, Lídia Maria Rodrigo afirma que ?não é obrigatória a opção por uma dessas alternativas, havendo possibilidade de mesclá-las em um programa composto por uma parte histórica e outra temática?. (2009, p. 53). Pensando assim ela diz ser favorável à organização do plano de ensino de filosofia que tenha a história da filosofia não como centro e sim como referencial. Tomando por base suas afirmações, pode-se dizer que esta autora:

A descarta totalmente a presença da produção dos filósofos ocorrida ao longo da história.
B afirma ser a opção por se organizar a programação do ensino de filosofia no ensino médio aquela que tenha unicamente por base as temáticas filosóficas.
C propõe uma organização do plano de ensino de filosofia que não descarta a história da filosofia e sim que a tenha como referencial.
D indica que o professor jamais poderia ter com alternativa organizar seu plano de ensino de filosofia tendo como centro a história da filosofia.
E sugere que a história da filosofia seja o referencial para os temas a serem trabalhados nas salas de filosofia.

Diversos estudiosos de metodologia de ensino de filosofia insistem na necessidade de não apenas oferecer informações filosóficas aos alunos, mas também, em buscar, nas aulas de filosofia, desenvolver neles algumas características próprias do filosofar. Alguns destes estudiosos reportam-se a uma fala de Kant posta desta forma: não se deve ensinar filosofia e sim a filosofar. Lídia M. Rodrigo

( 2009 ) diz algo a respeito: ?Retoma-se, assim, a perspectiva posta pelos PCN sobre o ensino de filosofia, ao propor que a aquisição de um conteúdo filosófico esteja vinculada à apropriação de um método de acesso a esse conhecimento?. Ao se referir a alguns estudiosos, diz ela que eles apontam três aspectos como ?definidores da prática do ensino de filosofia: problematizar, conceituar e argumentar?. A partir do texto acima, é correto afirmar:

A Não se deve ensinar, nas aulas de filosofia, o pensamento de algum filósofo, mas sim deve-se ensinar a filosofar.
B Aulas de filosofia devem exclusivamente ensinar ou oferecer ajuda aos alunos para que saibam problematizar, conceituar e argumentar.
C Kant era contra o ensino de filosofia.
D Aulas de filosofia devem ser exercícios de filosofar sem preocupação com qualquer conteúdo especificamente filosófico, visto que o que interessa é que o aluno saiba perguntar, problematizar e argumentar.
E No ensino de filosofia, segundo certa maneira de pensá-lo por parte de alguns estudiosos, deve-se aliar ao estudo de certos conteúdos, a busca de desenvolvimento, nos alunos, de aspectos que caracterizam o filosofar.

Partindo do pressuposto que cabe ao professor de filosofia definir a temática filosófica com a qual trabalhará com os alunos, uma pergunta que se coloca é a seguinte: como desencadear o processamento da aula? Lídia Maria Rodrigo (2009, p. 57) indica o seguinte: ?Definido o tema filosófico a ser abordado, pode-se promover uma primeira aproximação, ainda pré-filosófica, empregando recursos e materiais que sejam familiares e do interesse do estudante, como por exemplo, música, poesia, trechos literários, textos de jornal, filmes, etc.? Ao mesmo tempo esta autora afirma que ?esse ponto de partida deve ser rapidamente superado, se quisermos ingressar no terreno da filosofia, uma vez que uma postura filosófica implica a ruptura com uma visão comum de mundo?. A partir do que é dito acima, considere as afirmações abaixo.

I. Poesia, literatura, filmes, textos de jornais têm pouco valor na educação por serem expressões do senso-comum, ou de uma visão comum de mundo.

II. Só há uma maneira de fazer ocorrer aulas de filosofia no ensino médio: utilizar recursos relacionados à experiência dos alunos, como os da poesia, da música, dos trechos literários, dos filmes, de textos de jornais, etc.

III. Pontos de partida não são pontos de chegada. São iniciadores de uma caminhada que, no caso da caminhada em direção a uma formação filosófica de estudantes do ensino médio, devem ser superados com o alcance do ponto de chegada que é a superação de uma visão comum de mundo.

IV. Filmes, músicas, poesias ou quaisquer outras formas literárias não devem ser utilizadas como conteúdos em aulas de filosofia no ensino médio.

V. Os recursos mencionados no enunciado desta questão, familiares e do interesse dos alunos, podem ser utilizados com proveito como desencadeadores do processo reflexivo e crítico do filosofar que se deseja instaurar nas aulas de filosofia com o objetivo de promover a ruptura ou superação da maneira de pensar, própria do senso comum, relativa aos temas filosóficos. Está correto o que se afirma APENAS em:

A I e IV.
B II e V.
C II, IV e V.
D III e V.
E I e III.

Para a indagação: por que os sujeitos sociais não percebem o vínculo entre o poder econômico e o poder político? Marx observa que os trabalhadores se veem como indivíduos isolados (cada qual com sua família, seus parentes e amigos) que conhecem seu próprio trabalho, mas ignoram os trabalhos das outras categorias de trabalhadores, isto é, não se percebem como formando uma classe social única. Por não se perceberem como classe social, não se reconhecem como produtores da riqueza e das coisas. Esse fenômeno Marx chama de:

A materialismo dialético.
B mais valia e lucro.
C alienação econômica e ideológica.
D consciência de classe e representação.
E superestrutura e infraestrutura econômica.

Segundo Aranha, há diversas características presentes no discurso ideológico, tais como: naturalização, abstração, universalização, lacuna e inversão. Considere o seguinte exemplo de discurso ideológico: segundo a ideologia burguesa, a desigualdade social resulta de diferenças individuais, porque os indivíduos são desiguais por natureza, e a desigualdade social é, portanto, inevitável. O exemplo aponta para a característica da ideologia de

A Naturalização.
B Abstração e aparecer social.
C Universalização.
D Lacuna.
E Inversão.