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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
91 questões encontradas
O conhecimento do universal in abstracto é conhecimento especulativo; o conhecimento do universal in concreto é conhecimento comum. O conhecimento filosófico é conhecimento especulativo da razão e começa, portanto, onde o uso comum da razão começa a tentar o conhecimento do universal in abstracto . Immanuel Kant. Manual dos cursos de lógica geral . Considerando o texto precedente e aspectos a ele relacionados, julgue o item subsequente. Não há diferença entre o uso comum da razão e seu uso especulativo, porque o conhecimento humano deve ser universal.
É evidente que nem um juízo verdadeiro, nem uma proposição verdadeira podem ser contrários de outro juízo verdadeiro e de outra proposição verdadeira. As proposições contrárias são as que afirmam e predicam qualidades contrárias, enquanto as proposições verdadeiras são suscetíveis de ser verdadeiras ao mesmo tempo: ora, os contrários não podem pertencer simultaneamente ao mesmo sujeito. Aristóteles. Órganon . Considerando o assunto do texto apresentado, julgue o item que se segue. O juízo é um ato do espírito pelo qual é possível afirmar ou negar uma coisa de outra.
É evidente que nem um juízo verdadeiro, nem uma proposição verdadeira podem ser contrários de outro juízo verdadeiro e de outra proposição verdadeira. As proposições contrárias são as que afirmam e predicam qualidades contrárias, enquanto as proposições verdadeiras são suscetíveis de ser verdadeiras ao mesmo tempo: ora, os contrários não podem pertencer simultaneamente ao mesmo sujeito. Aristóteles. Órganon . Considerando o assunto do texto apresentado, julgue o item que se segue. Proposições contrárias derivam de proposições verdadeiras, porque afirmam e predicam qualidades verdadeiras, porém contrárias.
Texto associado
Nietzsche chamava também os “últimos homens” de macacos-aranha saltitantes. Parecem o “rebanho” que “salta de lá para cá, há pouco amarrado em seu desejo e desalento, estacado no momento”. Hoje, os “últimos homens” de Nietzsche saltam diante da câmera. Surge um novo homem: Homo saliens — o homem saltitante. Embora pelo seu som seja parente do Homo sapiens , nele se esvaneceu completamente a virtude do discernimento e da sabedoria que caracterizava o Homo sapiens . Salta para chamar a atenção. Byung-Chull Han. Capitalismo e impulso de morte.
A partir do texto anterior, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da filosofia e da consciência cotidiana para Nietzsche. Ao apresentar a figura do “último homem” associada à do seu contrário, o “além do homem” ou “super-homem”, Nietzsche anunciava uma nova perspectiva de sentido para a humanidade.
Texto associado
Nietzsche chamava também os “últimos homens” de macacos-aranha saltitantes. Parecem o “rebanho” que “salta de lá para cá, há pouco amarrado em seu desejo e desalento, estacado no momento”. Hoje, os “últimos homens” de Nietzsche saltam diante da câmera. Surge um novo homem: Homo saliens — o homem saltitante. Embora pelo seu som seja parente do Homo sapiens , nele se esvaneceu completamente a virtude do discernimento e da sabedoria que caracterizava o Homo sapiens . Salta para chamar a atenção. Byung-Chull Han. Capitalismo e impulso de morte.
A partir do texto anterior, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da filosofia e da consciência cotidiana para Nietzsche. No texto apresentado, Byung-Chull Han atualiza a crítica nietzscheana ao apresentar a figura do “ Homo saliens ”, pela qual indica a decadência humana observada no cotidiano atual.
Texto associado
Nietzsche chamava também os “últimos homens” de macacos-aranha saltitantes. Parecem o “rebanho” que “salta de lá para cá, há pouco amarrado em seu desejo e desalento, estacado no momento”. Hoje, os “últimos homens” de Nietzsche saltam diante da câmera. Surge um novo homem: Homo saliens — o homem saltitante. Embora pelo seu som seja parente do Homo sapiens , nele se esvaneceu completamente a virtude do discernimento e da sabedoria que caracterizava o Homo sapiens . Salta para chamar a atenção. Byung-Chull Han. Capitalismo e impulso de morte.
A partir do texto anterior, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da filosofia e da consciência cotidiana para Nietzsche. O “super-homem” (ou “além do homem”) constitui uma figura para ilustrar o aperfeiçoamento da existência humana por meio da moral e da religião.
Texto associado
Criar conceitos sempre novos é o objeto da filosofia. É porque o conceito deve ser criado que ele remete ao filósofo como àquele que o tem em potência, ou que tem sua potência e sua competência. Não se pode objetar que a criação se diz antes do sensível e das artes, já que a arte faz existir entidades espirituais e que os conceitos filosóficos são também sensibilia. Para falar a verdade, as ciências, as artes, as filosofias são igualmente criadoras, mesmo se compete apenas à filosofia criar conceitos no sentido estrito. Os conceitos não nos esperam inteiramente feitos, como corpos celestes. Não há céu para os conceitos. Eles devem ser inventados, fabricados ou antes criados, e não seriam nada sem a assinatura daqueles que os criam. Deleuze e Guattari. O que é a filosofia?
Com relação ao tema abordado no texto anterior e a assuntos pertinentes à filosofia, à arte e às ciências, julgue o próximo item. Desde Aristóteles, a filosofia é pensada como reminiscência, e essa característica é o que a distingue das artes e das ciências.
Texto associado
Criar conceitos sempre novos é o objeto da filosofia. É porque o conceito deve ser criado que ele remete ao filósofo como àquele que o tem em potência, ou que tem sua potência e sua competência. Não se pode objetar que a criação se diz antes do sensível e das artes, já que a arte faz existir entidades espirituais e que os conceitos filosóficos são também sensibilia. Para falar a verdade, as ciências, as artes, as filosofias são igualmente criadoras, mesmo se compete apenas à filosofia criar conceitos no sentido estrito. Os conceitos não nos esperam inteiramente feitos, como corpos celestes. Não há céu para os conceitos. Eles devem ser inventados, fabricados ou antes criados, e não seriam nada sem a assinatura daqueles que os criam. Deleuze e Guattari. O que é a filosofia?
Com relação ao tema abordado no texto anterior e a assuntos pertinentes à filosofia, à arte e às ciências, julgue o próximo item. A criação dos conceitos é subordinada à criação nas artes e nas ciências, o que faz da filosofia uma arte ou ciência das verdades.
Texto associado
Criar conceitos sempre novos é o objeto da filosofia. É porque o conceito deve ser criado que ele remete ao filósofo como àquele que o tem em potência, ou que tem sua potência e sua competência. Não se pode objetar que a criação se diz antes do sensível e das artes, já que a arte faz existir entidades espirituais e que os conceitos filosóficos são também sensibilia. Para falar a verdade, as ciências, as artes, as filosofias são igualmente criadoras, mesmo se compete apenas à filosofia criar conceitos no sentido estrito. Os conceitos não nos esperam inteiramente feitos, como corpos celestes. Não há céu para os conceitos. Eles devem ser inventados, fabricados ou antes criados, e não seriam nada sem a assinatura daqueles que os criam. Deleuze e Guattari. O que é a filosofia?