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De acordo com Felipe

( 2007 ), para os estudiosos, um classificador é uma forma que existe em número restrito em uma língua e estabelece um tipo de concordância. Na Libras, os classificadores são configurações de mãos que, relacionadas à coisa, pessoa, ao animal e veículo, funcionam como

A prefixos e sufixos para indicação específica de número.
B indicadores de incapacidade linguística.
C desinências estritamente temporais.
D marcadores de concordância.
E flexores de gênero, exclusivamente.

De acordo com Felipe

( 2007 ), na Libras, como em Português, os pronomes demonstrativos e os advérbios de lugar estão relacionados às pessoas do discurso e representam, na perspectiva do emissor, o que está bem próximo, perto ou distante. De base no excerto, é correto afirmar que os pronomes demonstrativos e os advérbios de lugar

A têm a mesma configuração de mãos dos pronomes pessoais, mas os pontos de articulação e as orientações do olhar são diferentes.
B são sinalizados unicamente por expressão facial e dependem necessariamente da presença física do objeto do discurso.
C são sinalizados unicamente por expressão facial apesar de não dependerem necessariamente da presença do objeto do discurso.
D apresentam configuração de mãos que variam em função do regionalismo, são realizados sempre nos mesmos pontos de articulação e não contam com expressão facial.
E têm diferentes configurações de mãos entre si, são sinalizados nos mesmos pontos e articulação e não contam com a participação dos olhares.

De acordo com Felipe

( 2007 ), na Libras não há marca de tempo nas formas verbais. O tempo é marcado sintaticamente com advérbios temporais que indicam se a ação está ocorrendo no presente, ocorreu no passado, ou ocorrerá no futuro. Os advérbios geralmente vêm no começo da frase, mas podem ser usados também no final. Quando não há, na frase, um advérbio de tempo específico, geralmente assume-se que a frase está no Quando não há, na frase, um advérbio de tempo específico, geralmente assume-se que a frase está no

A pretérito perfeito.
B pretérito imperfeito.
C pretérito mais que perfeito.
D presente.
E futuro.

Ana é uma criança com deficiência auditiva que foi matriculada na escola comum. De acordo com Almeida, Santos e Lacerda

( 2015 ), será necessário respeitar suas demandas linguísticas para que ela

A entre em contato com a língua portuguesa falada.
B desenvolva competências comunicativas por português sinalizado com ouvintes.
C estruture pensamento e linguagem em línguas estrangeiras.
D possa se apropriar integramente dos conteúdos ministrados em sala de aula.
E aprenda a língua oral e possibilite sua comunicação com seus pares.

Almeida, Santos e Lacerda

( 2015 ) afirmam que, embora a língua brasileira de sinais (Libras) seja considerada a língua natural das pessoas surdas, sua aquisição não é automática ou garantida apenas pela condição de surdez. Nesse sentido, para que uma pessoa surda torne-se usuária de Libras, é necessário que

A esteja inserida em ambientes propícios à troca dialógica de experiências com outros falantes dessa língua.
B conviva com familiares e comunidade que utilizam formas alternativas de comunicação, ampliando o repertório cultural.
C tenha acesso a materiais visuais e tecnológicos que estimulem a observação de sinais em situação de abstração.
D frequente instituições que priorizem métodos orais e visuais no processo de ensino e aprendizagem da língua.
E desenvolva estratégias próprias para compreender o mundo ao seu redor de maneira proprioceptiva e sensorial.

Jorge, um jovem surdo, aprendeu a língua de sinais desde cedo, mas ainda não se apropriou da segunda língua. Segundo Almeida, Santos e Lacerda

( 2015 ), o surdo, como um cidadão brasileiro, tem o direito de se apropriar

A de processos comunicativos que viabilizem a aprendizagem de outras línguas na modalidade oral.
B da língua de sinais em contextos comunicativos com ouvintes e surdos oralizados.
C da língua majoritária na modalidade escrita para garantia do direito de cidadania.
D da Libras em todos os ambientes sociais, devendo a língua portuguesa escrita ser de uso dos ouvintes.
E dos conteúdos curriculares ministrados em língua portuguesa na modalidade escrita e oral.

De acordo com Moura (em Lacerda e Santos, 2014) o desenvolvimento da linguagem deve acontecer em contextos significativos, de maneira natural e prazerosa. Portanto,

A leituras de textos prévios à alfabetização são importantes.
B repetições sem sentido não fazem parte do processo.
C treinos para fixação de frases isoladas são indicados.
D o uso de dicionários de língua portuguesa apoia a aprendizagem da língua de sinais.
E a reprodução de sinais isolados de Libras é importante.

Leia o texto a seguir: Geralmente, aqui no Brasil, quando as pessoas são apresentadas umas às outras, elas dizem seus primeiros nomes após os cumprimentos (...). No mundo dos Surdos, a pessoa, além de dizer o nome em datilologia, ela, primeiro, se apresenta pelo seu sinal (...). (Tanya A. Felipe, Libras em contexto: curso básico, livro do estudante cursista, 2007) De acordo com a autora, o sinal pessoal pode ser

A indicado por comunidade ouvinte ao surdo.
B determinado por ouvintes usuários da língua.
C uma representação visual de uma pessoa ou um atributo.
D escolhido pela própria pessoa que tem interesse na Libras.
E uma atribuição a partir dos gostos culturais.

De acordo com Felipe

( 2007 ), as línguas de sinais, por serem de modalidade gestual-visual, utilizam como elemento gramatical a tridimensionalidade do espaço para a comunicação. Portanto, uma pessoa que está aprendendo uma dessas línguas precisa ficar atenta para a visualização das informações no espaço, pois

A elas sempre estão sob a perspectiva do emissor da mensagem e precisa-se apreendê-las ao inverso.
B a sinalização é realizada a partir da percepção do receptor, então quem sinaliza precisa inverter o sinal.
C a movimentação das mãos e do corpo confere informações que precisam ser lidas individualmente para a compreensão.
D os sinais podem ser realizados em diferentes pontos e a mensagem pode ser perdida se não apreendida individualmente.
E a língua de sinais tem a complexidade de agrupar vários elementos ao mesmo tempo, que podem ser decodificados individualmente.