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10 questões encontradas

Em relação a temas do Direito Administrativo, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) As resoluções em sentido estrito são atos administrativos expedidos por autoridades, como auxiliares diretos do Poder Executivo ou órgãos colegiados, visando estabelecer normas gerais ou adotar providências individuais no âmbito de suas competências.
( ) Na desconcentração administrativa, ocorre a distribuição interna de competências, no âmbito da mesma pessoa jurídica, tendo como consequência o surgimento de órgãos públicos.
( ) Ocorre a descentralização por serviços (funcional ou técnica) quando a Administração Pública celebra contrato ou edita ato unilateral, transferindo unicamente a execução de determinado serviço público à pessoa jurídica de direito privado, conservando a sua titularidade.
( ) O motivo e o objeto formam o denominado mérito do ato administrativo, e somente nos atos discricionários é que haverá análise de mérito.

A F – V – V – F.
B V – V – F – V.
C F – F – F – V.
D V – V – V – F.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.

Texto 1

A diferença entre o tudólogo e o curioso? Um acha que fechará a discussão; o outro quer fomentá-la

Temos acesso a um universo de conhecimento que está literalmente no nosso bolso, mas para tirar real proveito, há dois segredos: o tempo e a qualidade das fontes

A coluna de hoje é diferente: sem gráficos, sem dados quantitativos, mas uma reflexão qualitativa sobre os famosos “tudólogos”, tão frequentes nas redes sociais. Quem me acompanha deve ter notado que abordo uma miríade de temas. Seria eu um tudólogo?
Segundo a Infopédia, é a “pessoa que opina sobre todo e qualquer assunto, assumindo-se sempre como pretenso especialista, independentemente da matéria em questão.” É um qualificativo depreciativo, pois ninguém consegue ser especialista em tudo.
No meio online, vemos a mesma pessoa opinando de forma autoritativa sobre temas tão diversos quanto geopolítica e virologia. Boa parte se guia por manchetes, por resultado de buscas no Google ou por respostas de IA. Isto não é busca de conhecimento.
Não sou contrário a opinar sobre uma ampla gama de temas, pelo contrário, considero louvável ter interesses variados. Mas copiar/colar uma resposta não é expressar uma opinião, é apenas propagar conteúdo de terceiros de forma acrítica.
Temos acesso a um universo de conhecimento que está literalmente no nosso bolso, mas para tirar real proveito, há dois segredos: o tempo e a qualidade das fontes.
O tempo é fundamental para consumir o conteúdo completo, pensar e formular a opinião – mas a busca do engajamento em redes sociais estimula a pressa em postar. A forma mais cômoda e rápida é simplesmente delegar o assunto à inteligência artificial. Mas igualar uma resposta de IA a uma opinião própria é desprezar nossa capacidade analítica. Fato é: pensar profundamente exige tempo. Infelizmente, virou comum usar a IA como perna e não como a muleta que deveria ser.
Chegamos ao segundo fator: a qualidade das fontes. Sempre encontraremos fontes que corroborem nossas crenças, mesmo as mais absurdas. A existência de uma fonte online não garante sua validade. O provérbio “o papel aceita tudo” vale também para o meio virtual. Um bom critério para reconhecer uma fonte de qualidade é o quanto ela é usada e validada por outros autores ou organismos de reputação, como o Our World in Data, que se vale de dados compilados pelo Banco Mundial. Importante: relatos individuais, mesmo de especialistas, não são condição suficiente para autoridade; é preciso checar se há validação por pares.
E finalmente chegamos à minha maneira de apresentar os temas: não me vejo como um tudólogo. Não sou multiespecialista (que existem, mas são raros: os chamados polímatas). Mas sou curioso: quero entender o mundo que me cerca com seus grandes problemas e desafios. E gosto de trazer esta inquietação a público. Mostrar qual foi o embasamento quantitativo e a fonte das minhas análises – o que automaticamente abre a possibilidade de outros também pesquisarem os dados e tirarem suas próprias conclusões.
Enfim, quanto à amplitude de temas mencionada no início, o tudólogo e o curioso se parecem. O que os diferencia: o tudólogo considera que sua contribuição é suficiente para fechar a discussão; já o curioso quer fomentá-la. E longe da soberba intelectual.

Disponível em: https://www.estadao.com.br/ciencia/frankito-o-curioso/a-diferenca-entre-o-tudologo-e-o-curioso-um-acha-que-fechara-a-discussao-o-outro-quer-fomenta-la/. Acesso em: 05 jan. 2026.

Assinale a alternativa correta quanto à acentuação gráfica e à pontuação.

A O vocábulo “contrário”, no quarto parágrafo do texto, possui dupla grafia, pois também pode ser escrito sem o acento agudo, mantendo o mesmo sentido.
B No excerto “A coluna de hoje é diferente: sem gráficos, sem dados quantitativos […]”, os dois-pontos da primeira oração poderiam ser substituídos por travessão, sem prejuízo de sentido.
C O vocábulo “fechará”, presente no título, pode ser escrito sem o acento agudo, mantendo o mesmo tempo verbal.
D No trecho “Chegamos ao segundo fator: a qualidade das fontes.”, os dois-pontos podem ser substituídos por ponto final, sem prejuízo sintático ou semântico ao texto.
Texto associado
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Texto 1

A diferença entre o tudólogo e o curioso? Um acha que fechará a discussão; o outro quer fomentá-la

Temos acesso a um universo de conhecimento que está literalmente no nosso bolso, mas para tirar real proveito, há dois segredos: o tempo e a qualidade das fontes

A coluna de hoje é diferente: sem gráficos, sem dados quantitativos, mas uma reflexão qualitativa sobre os famosos “tudólogos”, tão frequentes nas redes sociais. Quem me acompanha deve ter notado que abordo uma miríade de temas. Seria eu um tudólogo?
Segundo a Infopédia, é a “pessoa que opina sobre todo e qualquer assunto, assumindo-se sempre como pretenso especialista, independentemente da matéria em questão.” É um qualificativo depreciativo, pois ninguém consegue ser especialista em tudo.
No meio online, vemos a mesma pessoa opinando de forma autoritativa sobre temas tão diversos quanto geopolítica e virologia. Boa parte se guia por manchetes, por resultado de buscas no Google ou por respostas de IA. Isto não é busca de conhecimento.
Não sou contrário a opinar sobre uma ampla gama de temas, pelo contrário, considero louvável ter interesses variados. Mas copiar/colar uma resposta não é expressar uma opinião, é apenas propagar conteúdo de terceiros de forma acrítica.
Temos acesso a um universo de conhecimento que está literalmente no nosso bolso, mas para tirar real proveito, há dois segredos: o tempo e a qualidade das fontes.
O tempo é fundamental para consumir o conteúdo completo, pensar e formular a opinião – mas a busca do engajamento em redes sociais estimula a pressa em postar. A forma mais cômoda e rápida é simplesmente delegar o assunto à inteligência artificial. Mas igualar uma resposta de IA a uma opinião própria é desprezar nossa capacidade analítica. Fato é: pensar profundamente exige tempo. Infelizmente, virou comum usar a IA como perna e não como a muleta que deveria ser.
Chegamos ao segundo fator: a qualidade das fontes. Sempre encontraremos fontes que corroborem nossas crenças, mesmo as mais absurdas. A existência de uma fonte online não garante sua validade. O provérbio “o papel aceita tudo” vale também para o meio virtual. Um bom critério para reconhecer uma fonte de qualidade é o quanto ela é usada e validada por outros autores ou organismos de reputação, como o Our World in Data, que se vale de dados compilados pelo Banco Mundial. Importante: relatos individuais, mesmo de especialistas, não são condição suficiente para autoridade; é preciso checar se há validação por pares.
E finalmente chegamos à minha maneira de apresentar os temas: não me vejo como um tudólogo. Não sou multiespecialista (que existem, mas são raros: os chamados polímatas). Mas sou curioso: quero entender o mundo que me cerca com seus grandes problemas e desafios. E gosto de trazer esta inquietação a público. Mostrar qual foi o embasamento quantitativo e a fonte das minhas análises – o que automaticamente abre a possibilidade de outros também pesquisarem os dados e tirarem suas próprias conclusões.
Enfim, quanto à amplitude de temas mencionada no início, o tudólogo e o curioso se parecem. O que os diferencia: o tudólogo considera que sua contribuição é suficiente para fechar a discussão; já o curioso quer fomentá-la. E longe da soberba intelectual.

Disponível em: https://www.estadao.com.br/ciencia/frankito-o-curioso/a-diferenca-entre-o-tudologo-e-o-curioso-um-acha-que-fechara-a-discussao-o-outro-quer-fomenta-la/. Acesso em: 05 jan. 2026.

Assinale a alternativa cujo termo em destaque seja uma palavra polissêmica.

A “[…] sem dados quantitativos, mas uma reflexão qualitativa sobre os famosos ‘tudólogos’, tão frequentes nas redes sociais.”.
B “No meio online, vemos a mesma pessoa opinando de forma autoritativa sobre temas tão diversos quanto geopolítica e virologia.”.
C “Boa parte se guia por manchetes, por resultado de buscas no Google ou por respostas de IA.”.
D “Mas sou curioso: quero entender o mundo que me cerca com seus grandes problemas e desafios.”.
Texto associado
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Texto 2

Seu cérebro para de se desenvolver aos 25 anos? A neurociência mostra que isso é um mito

Estudos recentes apontam que o lobo frontal, relacionado à tomada de decisões, continua se modificando até os 32 anos

Se você navegar pelo TikTok ou Instagram por tempo suficiente, inevitavelmente se deparará com a frase: “Seu lobo frontal ainda não está totalmente desenvolvido”. Essa se tornou a explicação padrão da neurociência para decisões ruins, como pedir uma bebida a mais no bar ou enviar uma mensagem para um ex que você jurou não contatar mais.
O lobo frontal desempenha um papel central em funções de nível superior, como planejamento, tomada de decisão e julgamento.
É fácil encontrar conforto na ideia de que existe uma desculpa biológica para por que às vezes nos sentimos instáveis, impulsivos ou como uma obra em construção. A vida aos 20 e 30 anos é imprevisível, e a ideia de que seu cérebro simplesmente não terminou de se desenvolver pode ser estranhamente reconfortante.
Mas a noção de que o cérebro, particularmente o lobo frontal, para de se desenvolver aos 25 anos é um equívoco generalizado na psicologia e na neurociência. Como muitos mitos, a ideia dos “25 anos” tem origem em descobertas científicas reais, mas é uma simplificação excessiva de um processo muito mais longo e complexo.
Na realidade, novas pesquisas sugerem que esse desenvolvimento se estende até os 30 anos. Essa nova compreensão muda a forma como vemos a idade adulta e sugere que os 25 anos nunca foram considerados a linha de chegada.

De onde surgiu o mito dos “25 anos”?

O “número mágico” tem origem em estudos de imagem cerebral realizados no final da década de 1990 e início da década de 2000. Em um estudo de 1999, pesquisadores acompanharam as mudanças cerebrais por meio de exames repetidos em crianças e adolescentes. Eles analisaram a chamada massa cinzenta, que consiste em corpos celulares e pode ser considerada o componente “pensante” do cérebro.
Os pesquisadores descobriram que, durante a adolescência, a massa cinzenta passa por um processo chamado poda. No início da vida, o cérebro constrói um número enorme de conexões neurais. À medida que envelhecemos, ele gradualmente elimina as que não são usadas com muita frequência, fortalecendo as que permanecem.
Este trabalho inicial destacou que o crescimento e a perda de volume da massa cinzenta são fundamentais para o desenvolvimento do cérebro.
Em um influente trabalho de monitoramento liderado pelo neurocientista Nitin Gogtay, participantes com apenas quatro anos de idade tiveram seus cérebros examinados a cada dois anos. Os pesquisadores descobriram que, dentro do lobo frontal, as regiões amadurecem da parte posterior para a anterior.
As regiões mais primitivas, como as áreas responsáveis pelo movimento muscular voluntário, se desenvolvem primeiro, enquanto as regiões mais avançadas, importantes para a tomada de decisões, a regulação emocional e o comportamento social, ainda não estavam totalmente maduras nas últimas tomografias cerebrais, realizadas por volta dos 20 anos.
Como os dados pararam aos 20 anos, os pesquisadores não puderam dizer com precisão quando o desenvolvimento terminou. A idade de 25 anos tornou-se a melhor estimativa para o ponto final presumido e acabou se consolidando no imaginário cultural.

Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/seu-cerebro-para-de-se-desenvolver-aos-25-anos-a-neurociencia-mostra-que-isso-e-um-mito/. Acesso em: 05 jan. 2026.

Assinale a alternativa correta a respeito da concordância verbal.

A Em “É fácil encontrar conforto na ideia de que existe uma desculpa biológica para por que às vezes nos sentimos instáveis […]”, caso a expressão destacada fosse substituída por “desculpas biológicas”, o verbo “existe” iria para o plural.
B Em “Como muitos mitos, a ideia dos ‘25 anos’ tem origem em descobertas científicas reais […]”, o verbo destacado deveria ser acentuado, a fim de concordar com seu antecedente plural, “25 anos”.
C Em “Este trabalho inicial destacou que o crescimento e a perda de volume da massa cinzenta são fundamentais para o desenvolvimento do cérebro.”, a expressão destacada poderia ser singularizada, “é fundamental”, concordando com “a perda de volume da massa cinzenta”.
D Em “De onde surgiu o mito dos ‘25 anos’?”, o verbo poderia ser flexionado para o plural, concordando com o sujeito posposto, “25 anos”.
Texto associado
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Texto 1

A diferença entre o tudólogo e o curioso? Um acha que fechará a discussão; o outro quer fomentá-la

Temos acesso a um universo de conhecimento que está literalmente no nosso bolso, mas para tirar real proveito, há dois segredos: o tempo e a qualidade das fontes

A coluna de hoje é diferente: sem gráficos, sem dados quantitativos, mas uma reflexão qualitativa sobre os famosos “tudólogos”, tão frequentes nas redes sociais. Quem me acompanha deve ter notado que abordo uma miríade de temas. Seria eu um tudólogo?
Segundo a Infopédia, é a “pessoa que opina sobre todo e qualquer assunto, assumindo-se sempre como pretenso especialista, independentemente da matéria em questão.” É um qualificativo depreciativo, pois ninguém consegue ser especialista em tudo.
No meio online, vemos a mesma pessoa opinando de forma autoritativa sobre temas tão diversos quanto geopolítica e virologia. Boa parte se guia por manchetes, por resultado de buscas no Google ou por respostas de IA. Isto não é busca de conhecimento.
Não sou contrário a opinar sobre uma ampla gama de temas, pelo contrário, considero louvável ter interesses variados. Mas copiar/colar uma resposta não é expressar uma opinião, é apenas propagar conteúdo de terceiros de forma acrítica.
Temos acesso a um universo de conhecimento que está literalmente no nosso bolso, mas para tirar real proveito, há dois segredos: o tempo e a qualidade das fontes.
O tempo é fundamental para consumir o conteúdo completo, pensar e formular a opinião – mas a busca do engajamento em redes sociais estimula a pressa em postar. A forma mais cômoda e rápida é simplesmente delegar o assunto à inteligência artificial. Mas igualar uma resposta de IA a uma opinião própria é desprezar nossa capacidade analítica. Fato é: pensar profundamente exige tempo. Infelizmente, virou comum usar a IA como perna e não como a muleta que deveria ser.
Chegamos ao segundo fator: a qualidade das fontes. Sempre encontraremos fontes que corroborem nossas crenças, mesmo as mais absurdas. A existência de uma fonte online não garante sua validade. O provérbio “o papel aceita tudo” vale também para o meio virtual. Um bom critério para reconhecer uma fonte de qualidade é o quanto ela é usada e validada por outros autores ou organismos de reputação, como o Our World in Data, que se vale de dados compilados pelo Banco Mundial. Importante: relatos individuais, mesmo de especialistas, não são condição suficiente para autoridade; é preciso checar se há validação por pares.
E finalmente chegamos à minha maneira de apresentar os temas: não me vejo como um tudólogo. Não sou multiespecialista (que existem, mas são raros: os chamados polímatas). Mas sou curioso: quero entender o mundo que me cerca com seus grandes problemas e desafios. E gosto de trazer esta inquietação a público. Mostrar qual foi o embasamento quantitativo e a fonte das minhas análises – o que automaticamente abre a possibilidade de outros também pesquisarem os dados e tirarem suas próprias conclusões.
Enfim, quanto à amplitude de temas mencionada no início, o tudólogo e o curioso se parecem. O que os diferencia: o tudólogo considera que sua contribuição é suficiente para fechar a discussão; já o curioso quer fomentá-la. E longe da soberba intelectual.

Disponível em: https://www.estadao.com.br/ciencia/frankito-o-curioso/a-diferenca-entre-o-tudologo-e-o-curioso-um-acha-que-fechara-a-discussao-o-outro-quer-fomenta-la/. Acesso em: 05 jan. 2026.

Assinale a alternativa correta quanto ao conteúdo do texto.

A O autor afirma ser um “tudólogo”, visto que escreve, frequentemente, sobre temas variados.
B O autor tece uma crítica a respeito da expressão de opiniões sobre assuntos diversos quando não há tempo dedicado para pesquisa ou quando não há busca por fontes confiáveis.
C O autor aponta que, se há fontes – inclusive para as crenças mais contraditórias – que comprovem a ideia, há veracidade na informação.
D O texto deixa claro que o “tudólogo” e o curioso são semelhantes. O que os diferencia é o fato de que o curioso sempre se utiliza de fontes confiáveis.

Um sentenciado trabalha na oficina da unidade prisional produzindo carteiras escolares. Para que desempenhe essa atividade, a cada 3 dias trabalhados, ele tem direito à remição de 1 dia de pena. Se a pena total restante é de 8 anos e ele trabalhar ininterruptamente todos os dias (considere que todos os anos tenham exatamente 365 dias), em quantos anos reais de trabalho ele cumprirá sua pena (tempo trabalhado + tempo remido = pena total)?

(Obs.: caso necessário, use aproximação.)

A 3 anos.
B 4 anos.
C 5 anos.
D 6 anos.

O setor de almoxarifado precisa comprar dois tipos de kits de higiene identificados como Kit A e Kit B. Sabe-se que cada unidade do Kit A custa R$ 15, enquanto o custo unitário do Kit B é R$ 25. Foi autorizado um gasto exato de R$ 2.100 para a compra de 100 kits no total. Diante do exposto, é possível concluir que a quantidade comprada do Kit B foi de

A 40.
B 50.
C 60.
D 70.

A quantidade 𝑸 de itens proibidos apreendidos mensalmente em uma unidade segue a função polinomial 𝑸(𝒙) = 𝒙 𝟑 − 𝟔𝒙 𝟐 + 𝟏𝟏𝒙 − 𝑲, em que 𝒙 representa o índice de rigidez da revista (𝒙 ≥ 𝟏). Sabendo que, para o nível de rigidez 𝒙 = 𝟏, a função se anula (ponto teórico de controle total ou ausência de fluxo), o valor da apreensão para um índice de rigidez 𝒙 = 𝟒 seria

A 6.
B 7.
C 8.
D 9.

Um cão farejador do canil da polícia penal percorre uma pista de treinamento circular cujo raio é igual a 10 metros. Se o cão percorrer um arco de circunferência de comprimento 𝟓𝝅 metros, o ângulo central correspondente a esse deslocamento, em graus, é

A 30º.
B 45º.
C 60º.
D 90º.

O monitoramento eletrônico de um sentenciado em prisão domiciliar indica que ele pode circular em uma área delimitada por uma circunferência, no plano cartesiano, projetada sobre o mapa de certa vizinhança. O dispositivo GPS informa que os limites extremos de sua movimentação ocorrem nos pontos 𝑨(𝟐,𝟑) e 𝑩(𝟖,𝟏𝟏) sobre esse plano, que correspondem às extremidades de um diâmetro dessa área circular. Com base no exposto, assinale a alternativa que apresenta a equação reduzida da circunferência que delimita essa área.

A (𝑥 − 5) 2 + (𝑦 − 7) 2 = 25
B (𝑥 − 5) 2 + (𝑦 − 7) 2 = 100
C (𝑥 + 5) 2 + (𝑦 + 7) 2 = 25
D (𝑥 + 5) 2 + (𝑦 + 7) 2 = 100