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Um órgão fazendário expõe, por meio de uma API REST, dados de notas fiscais eletrônicas para outros sistemas estaduais. Em picos de uso, algumas requisições retornam informações inconsistentes porque o processamento interno ainda está em execução de forma assíncrona. Nesse cenário, a estratégia de projeto REST adequada para garantir consistência das respostas sem bloquear o processamento da operação é

A responder 200 ok com payload indicando processamento pendente, mantendo a consulta ao mesmo endpoint .
B executar todo o processamento da NF-e de forma síncrona antes de responder, garantindo resposta somente quando o dado estiver concluído.
C utilizar 206 Fartial Content para devolver versões intermediárias da NF-e enquanto o processamento é concluido.
D retornar 202 Accepted para operações assíncronas e informar, no cabeçalho Location , um endpoint para consulta do status ou resultado.
E responder com 201 created para operações longas e orientar o cliente a aguardar nova consulta ao mesmo endpoint para obter o resultado.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Um auditor interno de uma Secretaria da Fazenda está conduzindo uma avaliação de riscos de segurança da informação nos sistemas críticos de arrecadação. Para priorizar os esforços de tratamento e alocar recursos de forma eficiente, ele decide utilizar uma Matriz de Risco, que combina os níveis de probabilidade (Baixa, Média, Alta) e impacto (Baixo, Médio, Alto, Crítico) para determinar a magnitude do risco. Em sua análise, ele identificou dois riscos específicos:

- Risco A: Possibilidade de um funcionário, por descuido, enviar um arquivo contendo dados fiscais sigilosos por e-mail pessoal. O auditor estima que a probabilidade de isso ocorrer é alta, mas, considerando os controles atuais de monitoramento de rede e DLP, o impacto financeiro e reputacional seria Baixo se detectado rapidamente.

-Risco B: Possibilidade de um ataque de ransomware direcionado a explorar uma vulnerabilidade não corrigida no servidor principal do sistema de impostos. A probabilidade é estimada como média, mas o impacto seria crítico.

Com base na metodologia de matriz de risco, a ação de tratamento prioritária que o auditor deve recomendar com base na análise dos Riscos A e B é:

A Ambos os riscos têm a mesma prioridade, pois a matriz classifica riscos apenas pela probabilidade, que é Alta no Risco A e Média no Risco B, tornando o Risco A mais urgente.
B O Risco A deve ser tratado primeiro, pois uma probabilidade Alta sempre representa um perigo mais iminente, independentemente do impacto.
C O Risco B deve ser tratado primeiro, pois, em uma matriz, um risco com impacto Crítico, mesmo com probabilidade Média, é prioritário.
D Nenhum dos riscos precisa de ação imediata. O Risco A tem impacto Baixo e o Risco B tem probabilidade Média, portanto, ambos podem ser aceitos sem lralamento.
E A prioridade só pode ser definida após a implementação de novos controles para ambos, devendo o auditor aguardar uma nova medição.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026
Texto associado
Atenção : Considere o texto a seguir para responder às questões de números 56 a 58.

Se para os olhos de um leigo a floresta amazônica é uma floresta virgem e intocada, o que pesquisas têm demonstrado é que a Amazônia é um grande jardim, plantado por povos indígenas por meio da influência de diferentes aspectos socioculturais.
Na Amazônia, aquilo que não indígenas entendem como "natureza" (a floresta, os animais, os rios etc.), muitos povos indígenas entendem como ambientes culturais onde relações sociais, incluindo entre humanos e não humanos, ocorrem. Tais relações se refletem em transformações da paisagem que têm gerado biodiversidade na região há milhares de anos.
Embora a Amazônia seja habitada há cerca de 13 mil anos, quando pensamos em antigas civilizações, pensamos nos incas, astecas, maias ou egípcios, provavelmente por essas civilizações terem modificado suas paisagens por meio de grandes arquiteturas, como as pirâmides. Entretanto, modificações milenares nas paisagens amazônicas têm sido descobertas nas últimas décadas, colocando a região, e suas antigas populações humanas, no mesmo patamar dessas que aprendemos a cultuar como grandes civilizações.

(Adaptado de: FRANCO-MORAES, Juliano. "A Amazônia não é uma floresta virgem, mas um jardim plantado pelos povos indígenas". Disponível em: https://esginsights.com.br)

Atenção: Considere o texto a seguir para responder às questões de números 54, 55 e 58.

Como é possível, pergunta La Boétie, que a maioria obedeça a um só, não apenas lhe obedeça, mas o sirva, não apenas o sirva mas queira servi-lo?
A natureza e o alcance de tal questão excluem de saída que se possa reduzi-la a essa ou àquela situação histórica concreta. A possibilidade de formular uma interrogação tão destrutiva remete, simples mas heroicamente, a uma lógica dos contrários: se sou capaz de me espantar que a servidão voluntária seja a invariante comum a todas as sociedades, a minha mas também aquelas sobre as quais me informam os livros, é evidentemente porque imagino o contrário de tal sociedade, é porque imagino a possibilidade lógica de uma sociedade que ignore a servidão voluntária. Heroísmo e liberdade de La Boétie: basta essa ligeira e fácil passagem da história à lógica, basta essa abertura no que é o mais naturalmente evidente, basta essa brecha na convicção geral de que não se poderia pensar a sociedade sem sua divisão entre dominantes e dominados. Ao espantar-se com isso, ao recusar a evidência natural, o jovem La Boétie transcende toda a história conhecida para dizer: outra coisa é possível.

(Adaptado de: CLASTRES, Pierre. Arqueologia da Violência. São Paulo: CosacNaify, 2004, p. 147-8)

Acerca dos textos de Pierre Clastres e de Franco-Moraes, considere:

I. Se, em Clastres, o que motiva a hipótese contrária às provas materiais é o uso da lógica, em Franco-Moraes, são provas materiais que subsidiam a percepção de diferenças em concepções de mundo.
II. Em Clastres, a lógica de La Boétie se contrapõe ao seguinte raciocínio indutivo: há dominantes e dominados em todas as sociedades observadas, logo, a hierarquia é imanente à sociedade.
III. Em Franco-Moraes, o fato de os indígenas terem permanecido na floresta como extrativistas e coletores corrobora o argumento de quea consideram como um ambiente cultural.

Está correto o que se afirma em

A II e III, apenas.
B I, II e III.
C I e II, apenas.
D I, apenas.
E III, apenas.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária - 2026
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 21 a 26, baseie-se no texto seguinte.

Ter atenção, poder analisar

No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio , que é estar com os ouvidos atentos. Nuтa аcepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico, numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio , no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo , que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão "s apere aude ", que significa "ouse saber", isto é, "ouse pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.

(Alcebíades Villares, a editar)

No contexto do 3º parágrafo, ao se constatar que A proximidade das palavras é caprichosa , segue-se como inferência que

A vocábulos fonicamente assemelhados supõem um compartilhamento de sentido.
B a ordenação usual dos vocábulos num dicionário parece às vezes aleatória.
C são raras as palavras cuja aproximação se imponha pela presença de um mesmo radical.
D pode ser bastante sugestiva uma semelhança casual entre palavras de campos semânticos distintos.
E se registre grande semelhança de sentido entre palavras com sons assemelhados.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária - 2026
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 21 a 26, baseie-se no texto seguinte.

Ter atenção, poder analisar

No latim, a palavra auditor indica "o que ouve", sobretudo aquele que ouve com atenção, derivada do verbo audio , que é estar com os ouvidos atentos. Nuтa аcepção mais técnica, auditor indicava o responsável por ouvir e analisar os atos de um administrador, quando este expunha oralmente as atividades por que fosse responsável. Depois, o termo se estendeu para quem julga a documentação escrita de atividades financeiras, escolhas administrativas, relatórios, prestação de contas etc.
Também se chama audição o momento em que alguém, desejando atuar numa peça teatral, num filme, num evento artístico, numa gravação, submete-se à comprovação de um talento específico desejável. Também aqui o auditor (produtor, diretor, responsável pelo futuro espetáculo) é aquele que olhará e ouvirá com atenção o desempenho do ou da postulante. Permanece a tarefa final de um veredito, com a responsabilidade implícita de uma avaliação criteriosa.
O verbo audio , no dicionário latino, está muito perto do verbo audeo , que significa ousar, ter a audácia de aventurar-se. A proximidade das palavras é caprichosa, mas também pode ser insinuante e provocadora. Neste caso de audio / audeo parece estar de algum modo presente uma advertência singela: a quem se empenha em julgar o que ouve ou vê, cabe ouvir e ver muito bem, de modo aplicado.
Ainda para ficarmos no latim, podemos lembrar a conhecida expressão "s apere aude ", que significa "ouse saber", isto é, "ouse pensar por si mesmo" (Kant). Que aproveitemos, pois, a lição de ousadia do saber conhecer e do saber ouvir para bem analisar pessoas e fatos. As palavras podem ser sugestivas e inspiradoras em seus mais casuais entrelaçamentos.

(Alcebíades Villares, a editar)

Quando a expressão latina sapere aude (ouse saber) ganhou com Kant o sentido de ouse pensar por si mesmo , o filósofo acentuou a necessidade de que

A a racionalidade preserve-se na objetividade de critérios defensáveis.
B as ideias tenham a importância das palavras que as transportam.
C a consciência individual agencie a vitalidade da elaboração das ideias.
D um auditor leal atente para o compartilhamento das razões assumidas.
E a ousadia de pensar por si mesmo suponha o plano das verdades insofismáveis.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária - 2026

A empresa Venda Garantida S.A . iniciou suas atividades em dezembro de 2025 e, de acordo com sua política de vendas, concede aos compradores uma garantia contra defeitos de fabricação de seus produtos pelo prazo de até dois anos após a data da venda. Durante o mês de dezembro de 2025, a empresa vendeu um total de R$ 3.000.000, para serem recebidos durante 2026, e estimou, com a utilização de um modelo estatístico validado e com alto grau de confiabilidade, que os gastos com peças e serviços para fazer frente às garantias concedidas correspondem a 2% do total das vendas realizadas. A empresa estima também que 3% do total das vendas não serão recebidos.

Com base nessas informações, a empresa Venda Garantida S.A . reconheceu na Demonstração do Resultado de 2025,

A Receita de vendas de R$ 2.850.000.
B Receita de vendas de R$ 2.940.000.
C Receita de vendas de R$ 2.910.000 e Despesa com provisão para garantia de R$ 60.000.
D Receita de vendas de R$ 3.000.000 e Despesa com perda esperada com créditos de liquidação duvidosa de R$ 150.000.
E Receita de vendas de R$ 3.000.000, Despesa com provisão para garantia de R$ 60.000 e Despesa com perda esperada com créditos de liquidação duvidosa de R$ 90.000.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda estadual recebeu dados de todos os lançamentos de ICMS dos últimos 5 anos (valores, setores econômicos, municípios, regime tributário e situação do contribuinte). Antes de construir modelos preditivos de risco ou definir novas regras de fiscalização, a equipe decide realizar apenas uma etapa sistemática de resumo, visualização e detecção de padrões e outliers nos dados, sem ainda formular hipóteses formais ou treinar modelos. Esse trabalho inicial e caracterizado como

A um exemplo de analytics prescritivo, pois o objetivo principal é recomendar ações específicas de fiscalização para cada contribuinte.
B uma etapa de mineração de dados preditiva, focada em gerar automaticamente modelos de classificação de contribuintes de alto risco.
C um processo típico de OLAP, em que se navega em cubos com dados consolidados, sem foco em gráficos e exploração detalhada de outliers .
D uma etapa de análise exploratória de dados, focada em medidas-resumo e visualizações para entender distribuições e relações entre variáveis.
E uma tarefa de aprendizado supervisionado, pois pressupõe rótulos de “fraude” ou “não fraude” para cada lançamento tributário.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Durante a auditoria das demonstrações contábeis de determinada sociedade empresária, o auditor independente identificou as seguintes siluações relacionadas a registros contábeis e fiscais:

I. Registro de nota fiscal de compra em periodo (mês) posterior ao de sua ocorrência, em razão de falha operacional do setor contábil, sem evidência de intenção de beneficiar a administração; já que o custo destas mercadorias é imaterial e houve poslergação do reconhecimento dos créditos lribulários de aquisição (como do ICMS).
II. Reconhecimento antecipado de receitas de contratos ainda não executados, determinado pela administração com a finalidade de alingir metas de desempenho e viabilizar o pagamento de bônus aos diretores.
III. Desvio de valores recebidos de clientes por empregados da companhia, acompanhado de falsificação de documentos para ocultar a apropriação.
IV. Aplicação pontual de taxa de depreciação que não reflete o padrão de consumo dos benefícios econômicos futuros de um ativo imobilizado especifico, ocasionando alocação inadequada do valor depreciável ao longo da vida úlil, decorrente de interpretação técnica equivocada do departamento contábil, sem indícios de manipulação intencional.
V. Omissão deliberada de receitas tributáveis, mantendo parte das operações fora da escrituração contábil, com o objetivo de reduzir a carga tributária.

Nos termos da NBC TA 240 (R1), que trata da responsabilidade do auditor em relação à fraude, o auditor deve distinguir erro de fraude.

Nesse contexto, as situações I a V caracterizam-se, respectivamente, como:

Dado:
E = Erro
F = Fraude

A F - F - E - E - F
B E - F -F - E - F
C E - E - F - F - E
D F - E - F - E - E
E E - F - E - F - F
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Básicos - 2026

O Código Tributário Nacional (CTN) arrola onze modalidades de extinção do crédito tributário . Uma dessas modalidades, todavia, e assim designada de maneira imprópria, pois, diferentemente das demais modalidades, ela não extingue, efetivamente, crédito tributário formalmente constituído.

A modalidade de extinção acima referida é

A a conversão de depósito em renda.
B a anistia.
C o parcelamento.
D a remissão.
E a decadência.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026

Lei federal estabelece, para a pessoa jurídica que usufrui de benefício fiscal, o dever de informar à Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, por meio de declaração eletrônica em formato simplificado, os incentivos, renúncias, benefícios ou imunidades de natureza tributária de que usufruir, além do valor do crédito tributário correspondente. Considerando a aplicabilidade da previsão legal em tela às microempresas e empresas de pequeno porte, à luz da Constituição Federal e da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, referida exigência

A será constitucional, desde que prevista em lei complementar.
B será constitucional, desde que a lei não preveja imposição de penalidade pecuniária pela inobservância da obrigação.
C deve aplicar-se apenas aos benefícios fiscais federais, sob pena de violação à autonomia legislativa e tributária de Estados e Municipios.
D é inconstitucional, por violar o princípio da simplicidade tributária aplicável às microempresas e empresas de pequeno porte.
E é razoável e proporcional, inexistindo violação às normas constitucionais atinentes às microempresas e empresas de pequeno porte.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Básicos - 2026