Texto CB1A1 Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
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Texto CB1A1 Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1. A correção gramatical e o sentido do texto seriam mantidos se a forma verbal “estabelecem” (segundo período do primeiro parágrafo) fosse substituída por impõe .
Texto associado
Texto CB1A1 Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1. No terceiro período do primeiro parágrafo, o segmento “a vestimenta outrora usada” funciona como sujeito da oração cujo núcleo é a forma verbal “passará”.
Texto associado
Texto CB1A1 Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1. Estaria mantida a correção gramatical do texto caso o pronome “os”, em “os cerca” (final do terceiro parágrafo), fosse empregado em posição enclítica, da seguinte forma: cerca-os.
Texto associado
Texto CB1A1 Em pleno momento de grandes transformações político-sociais, na segunda metade da década de 1970, quando já havia inclinações para a volta da democracia, o cantor e compositor Belchior anunciava que “o passado é uma roupa que não nos serve mais”. Os padrões de hoje já nos estabelecem estilos e modelos diversos daqueles que um dia adotamos como referência. Definitivamente, aquele que envergou a vestimenta outrora usada já não é mais a mesma pessoa e qualquer tipo de tentativa de reutilizá-la passará, necessariamente, pela realização de ajustes que se amoldem ao instante presente.
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Velhos hábitos incorporados à nossa rotina devem, periodicamente, ser revisitados, a fim de que se tornem compatíveis com a realidade e a concretude do presente. Se, antes, a vasta cabeleira podia ser repartida ao meio, dando a quem a ostentava ares despojados e joviais, no tempo atual, para muitos, a escassez capilar obriga a adaptar o penteado. Nada adianta ficar de mal com a superfície que a imagem reflete.
De qualquer forma, nada ou ninguém passa incólume pela ação do tempo, sem experimentar transformações de todas as naturezas. Mudar é verbo que se conjuga em perfeita sintonia com viver e, essencialmente, compõe rima exata com adaptar.
Ao descrever a teoria da evolução, Charles Darwin assentou que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força, mas depende de mudanças adaptativas dos seres expostos às transformações constantes (paulatinas ou abruptas) do ambiente que os cerca.
O contexto estampado veicula um paradoxo. Se, por um lado, a marcha da mudança é via que não admite retorno, permitindo apenas momentos de variações rítmicas dos passos, mas sem nunca ser contida, por outro, ela aterroriza, chegando quase a paralisar o paciente da mutação. No entanto, não é o medo do escuro que vai impedir que a Terra gire, tampouco fará que a luz solar tome o lugar da noite pouco iluminada.
Fábio Túlio Filgueiras Nogueira. O tribunal de contas contemporâneo, o processo de transformação e a pandemia . In: Edilberto Carlos Pontes Lima (coord.). Os tribunais de contas, a pandemia e o futuro do controle. Belo Horizonte : Fórum, 2021, p. 245-254 (com adaptações)
Julgue o item a seguir, referente a aspectos linguísticos e ao vocabulário do texto CB1A1. A oração “que a sobrevivência não é assegurada pelo emprego da força” (segundo período do terceiro parágrafo) exerce sintaticamente a função de complemento da forma verbal “assentou”.
Julgue o seguinte item de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República . São características esperadas de um texto oficial a clareza, a objetividade, a impessoalidade e a informalidade.
Julgue o seguinte item de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República . Redação oficial é a maneira pela qual a população deve redigir comunicações para se dirigir formalmente à administração pública.
Texto associado
A new scholarship aimed at developing the next generation of artificial intelligence “pioneers” will open to applicants in spring 2026, with the first cohort beginning studies the following autumn. The Sparck AI scholarships, named after pioneering British computer scientist Karen Sparck Jones, will give master’s degree university students access to industry-leading firms as the Government looks to boost the UK’s AI credentials.
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh. The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs. Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”. Internet: (adapted).
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh. The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs. Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”. Internet: (adapted).
About the ideas and the linguistic aspects of the previous text, judge the following item. The text suggests that the scholarship scheme will ultimately pave the way for strengthening links between academic research and practical applications.
Texto associado
A new scholarship aimed at developing the next generation of artificial intelligence “pioneers” will open to applicants in spring 2026, with the first cohort beginning studies the following autumn. The Sparck AI scholarships, named after pioneering British computer scientist Karen Sparck Jones, will give master’s degree university students access to industry-leading firms as the Government looks to boost the UK’s AI credentials.
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh. The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs. Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”. Internet: (adapted).
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh. The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs. Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”. Internet: (adapted).
About the ideas and the linguistic aspects of the previous text, judge the following item. The phrase “industry-leading firms” (second paragraph) could appropriately be replaced with leading industrial companies , as both convey equivalent meanings.
Texto associado
A new scholarship aimed at developing the next generation of artificial intelligence “pioneers” will open to applicants in spring 2026, with the first cohort beginning studies the following autumn. The Sparck AI scholarships, named after pioneering British computer scientist Karen Sparck Jones, will give master’s degree university students access to industry-leading firms as the Government looks to boost the UK’s AI credentials.
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh. The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs. Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”. Internet: (adapted).
The University of Bristol will be one of nine universities to offer the fully-funded Government scholarship, alongside faculties in Newcastle, Manchester and Edinburgh. The scheme has been developed in line with the Government’s “AI Opportunities Action Plan”, receiving more than £17 million of funding from Westminster, with the grant covering both students’ tuition and living costs. Alongside master’s places, 100 scholars will receive placements in leading AI companies, as well as mentorship from industry experts. It is hoped the scholarships will give students “unparalleled access” to the fast-moving industry.
Vice-Chancellor Evelyn Welch said the scholarships would give Bristol the chance to “explore bold new ideas and nurture exceptional talent.” Technology Secretary Peter Kyle MP said he believed the scheme would help students secure “highly skilled jobs” and build “a workforce fit for the future.” AI talent acquisition firm Beamery said the scholarships would help their goal to create “equal access to work” and connect “talent to opportunity”. Internet: (adapted).