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[Os nomes e os lugares]
É sempre perigoso usar termos geográficos no discurso histórico. É preciso ter muita cautela, pois a cartografia dá um ar de espúria objetividade a termos que, com frequência, talvez geralmente, pertencem à política, ao reino dos programas, mais que à realidade. Historiadores e diplomatas sabem com que frequência a ideologia e a política se fazem passar por fatos. Rios, representados nos mapas por linhas claras, são transformados não apenas em fronteiras entre países, mas fronteiras “naturais”. Demarcações linguísticas justificam fronteiras estatais.
A própria escolha dos nomes nos mapas costuma criar para os cartógrafos a necessidade de tomar decisões políticas. Como devem chamar lugares ou características geográficas que já têm vários nomes, ou aqueles cujos nomes foram mudados oficialmente? Se for oferecida uma lista alternativa, que nomes são indicados como principais? Se os nomes mudaram, por quanto tempo devem os nomes antigos ser lembrados?
(HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 109)
Ao se flexionar na voz passiva, a forma verbal atende às normas de concordância na frase:

A Ao se revelar no mapa, os nomes cartográficos sobrepõem-se por vezes à conformação natural daquilo que designa.
B Por mais que se determine os critérios de nomeação adotados pelos cartógrafos, nunca eles alcançarão uma plena objetividade.
C No momento em que são adotados pelo cartógrafo idôneo, o critério linguístico se mostra adequado na confecção dos mapas.
D Na medida em que se submetam a algum critério objetivo, as denominações de um mapa podem fazer muito sentido.
E Como deixar de se reconhecerem nas nomeações dos mapas a influência determinante de razões políticas e ideológicas?

[Os nomes e os lugares]
É sempre perigoso usar termos geográficos no discurso histórico. É preciso ter muita cautela, pois a cartografia dá um ar de espúria objetividade a termos que, com frequência, talvez geralmente, pertencem à política, ao reino dos programas, mais que à realidade. Historiadores e diplomatas sabem com que frequência a ideologia e a política se fazem passar por fatos. Rios, representados nos mapas por linhas claras, são transformados não apenas em fronteiras entre países, mas fronteiras “naturais”. Demarcações linguísticas justificam fronteiras estatais.
A própria escolha dos nomes nos mapas costuma criar para os cartógrafos a necessidade de tomar decisões políticas. Como devem chamar lugares ou características geográficas que já têm vários nomes, ou aqueles cujos nomes foram mudados oficialmente? Se for oferecida uma lista alternativa, que nomes são indicados como principais? Se os nomes mudaram, por quanto tempo devem os nomes antigos ser lembrados?
(HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 109)
Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:

A Postula o autor do texto de que a cartografia seja capaz de revelar equívocos à medida em que se nomeiam os seus objetos.
B Por conta de razões históricas acabam por nomear-se acidentes que deveriam ser adstritos à simples geografia dos mesmos.
C O fato de haver nomes simultâneos para os mesmos elementos cartográficos indicam por vezes a precariedade destas nomeações.
D É no decorrer da história aonde se verificam quão poucos objetivos são os critérios que se adotam nos princípios da cartografia.
E Em vários momentos da história, os cartógrafos sentem o peso de uma decisão política na hora de nomear os componentes de um mapa.

[Os nomes e os lugares]
É sempre perigoso usar termos geográficos no discurso histórico. É preciso ter muita cautela, pois a cartografia dá um ar de espúria objetividade a termos que, com frequência, talvez geralmente, pertencem à política, ao reino dos programas, mais que à realidade. Historiadores e diplomatas sabem com que frequência a ideologia e a política se fazem passar por fatos. Rios, representados nos mapas por linhas claras, são transformados não apenas em fronteiras entre países, mas fronteiras “naturais”. Demarcações linguísticas justificam fronteiras estatais.
A própria escolha dos nomes nos mapas costuma criar para os cartógrafos a necessidade de tomar decisões políticas. Como devem chamar lugares ou características geográficas que já têm vários nomes, ou aqueles cujos nomes foram mudados oficialmente? Se for oferecida uma lista alternativa, que nomes são indicados como principais? Se os nomes mudaram, por quanto tempo devem os nomes antigos ser lembrados?
(HOBSBAWM, Eric. Tempos fraturados. Trad. Berilo Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 109)
As decisões políticas que cabem aos cartógrafos impõem-se quando

A um acidente geográfico passa a apresentar novas configurações físicas.
B razões de caráter estético interferem no processo de nomeação.
C a nomeação que lhes cabe identificará um posicionamento em face da história.
D sua carreira científica acaba sendo influenciada por razões eleitorais.
E as escolhas técnicas encontram um ponto de equilíbrio imune às pressões sociais.

Se o ransomware for do tipo bloqueador que impede totalmente o acesso ao computador, então o usuário tem três opções para removê-lo: reinstalar o sistema operacional; executar um programa antivírus de uma unidade externa ou inicializável; ou executar uma restauração do sistema e recuperar o Windows para um momento antes que o ransomware foi carregado. Para restaurar o sistema em computadores com Windows 7, em português e em condições ideais, o usuário deve seguir os passos:
1. Quando o computador estiver iniciando, pressione uma tecla várias vezes para exibir o menu de opções avançadas de inicialização (boot).
2. Escolha reparar o seu computador e depois tecle Enter.
3. Entre com o nome de usuário do Windows e senha. Este campo pode ser deixado em branco se não tiver nenhum.
4. Selecione Restauração do Sistema.
(Adaptado de: https://blog.avast.com/pt-br/guia-essencial-como-se-proteger-dos-ransomwares)
Considerando esses passos, deve ser pressionada a tecla

A DEL.
B F8.
C ESC.
D Windows + B.
E F4.

Como assistiremos a filmes daqui a 20 anos?
Com muitos cineastas trocando câmeras tradicionais por câmeras 360 (que capturam vistas de todos os ângulos), o momento atual do cinema é comparável aos primeiros anos intensamente experimentais dos filmes no final do século 19 e início do século 20.
Uma série de tecnologias em rápido desenvolvimento oferece um potencial incrível para o futuro dos filmes – como a realidade aumentada, a inteligência artificial e a capacidade cada vez maior de computadores de criar mundos digitais detalhados.
Como serão os filmes daqui a 20 anos? E como as histórias cinematográficas do futuro diferem das experiências disponíveis hoje? De acordo com o guru da realidade virtual e artista Chris Milk, os filmes do futuro oferecerão experiências imersivas sob medida. Eles serão capazes de “criar uma história em tempo real que é só para você, que satisfaça exclusivamente a você e o que você gosta ou não”, diz ele.
(Adaptado de: BUCKMASTER, Luke. Disponível em: www.bbc.com)
No contexto, substitui corretamente o elemento sublinhado o que se encontra entre colchetes em:

A (3° parágrafo) ... como as histórias cinematográficas do futuro diferem das experiências... [se opõem às]
B (1° parágrafo) ... o momento atual do cinema é comparável aos primeiros anos... [semelhante à]
C (1° parágrafo) ... que capturam vistas de todos os ângulos... [à partir de]
D (3° parágrafo) ... uma história em tempo real que é só para você... [à qual]
E (3° parágrafo) Como serão os filmes daqui a 20 anos? [à decorrerem]

Sobre Normas Regulamentadoras, analise:

I. A NR 4 trata de serviços especializados em engenharia de segurança e em medicina do trabalho e a NR 11 trata de transporte, movimentação, armazenagem e manuseio de materiais.

II. A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIPA refere-se à NR 33 e tem como objetivo dentre outros, a promoção da saúde do trabalhador.

III. A NR 10 trata de segurança em instalações e serviços em eletricidade e se aplica, dentre outras, às fases de geração, transmissão, distribuição e consumo, incluindo as etapas de projeto, construção, montagem, operação, manutenção das instalações elétricas.

IV. A NR 9 regulamenta o programa de prevenção de riscos ambientais, cujas ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito de cada estabelecimento da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos e das necessidades de controle.

V. A NR 15 trata de atividades e operações insalubres e estabelece as normas de segurança para operações com elevadores industriais e de construção civil e guindastes.

Está correto o que consta em

A I, III e IV, apenas.
B I, II, III, IV e V.
C I e II, apenas.
D III, IV e V, apenas.
E II e V, apenas.

Como assistiremos a filmes daqui a 20 anos?
Com muitos cineastas trocando câmeras tradicionais por câmeras 360 (que capturam vistas de todos os ângulos), o momento atual do cinema é comparável aos primeiros anos intensamente experimentais dos filmes no final do século 19 e início do século 20.
Uma série de tecnologias em rápido desenvolvimento oferece um potencial incrível para o futuro dos filmes – como a realidade aumentada, a inteligência artificial e a capacidade cada vez maior de computadores de criar mundos digitais detalhados.
Como serão os filmes daqui a 20 anos? E como as histórias cinematográficas do futuro diferem das experiências disponíveis hoje? De acordo com o guru da realidade virtual e artista Chris Milk, os filmes do futuro oferecerão experiências imersivas sob medida. Eles serão capazes de “criar uma história em tempo real que é só para você, que satisfaça exclusivamente a você e o que você gosta ou não”, diz ele.
(Adaptado de: BUCKMASTER, Luke. Disponível em: www.bbc.com)
Quanto à concordância, o segmento do texto reescrito corretamente está em:

A Como são possíveis diferenciar as histórias cinematográficas do futuro das experiências disponíveis hoje?
B Um potencial incrível para o futuro dos filmes é oferecido por tecnologias em rápido desenvolvimento.
C Análogos aos anos experimentais dos filmes no final do século 19 e início do 20 é o momento atual do cinema.
D No futuro será possível que se criem uma história em tempo real só para o espectador.
E Experiências imersivas sob medida é o que parecem aptas a oferecer os filmes do futuro.

Como assistiremos a filmes daqui a 20 anos?
Com muitos cineastas trocando câmeras tradicionais por câmeras 360 (que capturam vistas de todos os ângulos), o momento atual do cinema é comparável aos primeiros anos intensamente experimentais dos filmes no final do século 19 e início do século 20.
Uma série de tecnologias em rápido desenvolvimento oferece um potencial incrível para o futuro dos filmes – como a realidade aumentada, a inteligência artificial e a capacidade cada vez maior de computadores de criar mundos digitais detalhados.
Como serão os filmes daqui a 20 anos? E como as histórias cinematográficas do futuro diferem das experiências disponíveis hoje? De acordo com o guru da realidade virtual e artista Chris Milk, os filmes do futuro oferecerão experiências imersivas sob medida. Eles serão capazes de “criar uma história em tempo real que é só para você, que satisfaça exclusivamente a você e o que você gosta ou não”, diz ele.
(Adaptado de: BUCKMASTER, Luke. Disponível em: www.bbc.com)
O pronome “Eles”, em destaque no 3° parágrafo, faz referência aos

A artistas individualistas do futuro.
B filmes da atualidade.
C espectadores do futuro.
D diretores hoje renomados.
E filmes do futuro.

Determinada empresa de TI obteve o nível de certificação MPS.BR, avançando em relação ao nível anterior Parcialmente Gerenciado já conquistado. O processo de obtenção da Certificação MPS.BR começou com a inclusão da meta no Planejamento Estratégico Situacional da empresa. Foi contratada uma consultoria para apoiar e orientar os procedimentos e controles. Os principais desafios propostos eram:
- Gerenciar a aquisição de produtos e seus fornecedores;
- Implantar um Sistema de Gerência de Configuração e controlar o armazenamento, o manuseio e a liberação de itens de configuração e baselines;
- Implantar processo de Garantia da Qualidade para assegurar que o desenvolvimento de software e a execução dos processos estivessem em conformidade com os planos, procedimentos e padrões estabelecidos;
- Melhorar o comprometimento com prazos, entrega e custos de projetos, através da gerência de portfólio de projetos;
- Adotar um conjunto adequado de medidas orientado pelos objetivos de medição.
Os dados acima permitem concluir que a empresa obteve o nível de:

A capacidade F - Gerenciado.
B maturidade B - Definido.
C maturidade F - Gerenciado.
D capacidade E - Parcialmente Definido.
E maturidade E - Parcialmente Definido.

Sempre pensei que ser um cidadão do mundo era o melhor que podia acontecer a uma pessoa, e continuo pensando assim. Que as fronteiras são a fonte dos piores preconceitos, que elas criam inimizades entre os povos e provocam as estúpidas guerras. E que, por isso, é preciso tentar afiná-las pouco a pouco, até que desapareçam totalmente. Isso está ocorrendo, sem dúvida, e essa é uma das boas coisas da globalização, embora haja também algumas ruins, como o aumento, até extremos vertiginosos, da desigualdade econômica entre as pessoas.
Mas é verdade que a língua primeira, aquela em que você aprende a dar nome à família e às coisas deste mundo, é uma verdadeira pátria, que depois, com a correria da vida moderna, às vezes vai se perdendo, confundindo-se com outras. E isso é provavelmente a prova mais difícil que os imigrantes têm de enfrentar, essa maré humana que cresce a cada dia, à medida que se amplia o abismo entre os países prósperos e os miseráveis, a de aprender a viver em outra língua, isto é, em outra maneira de entender o mundo e expressar a experiência, as crenças, as pequenas e grandes circunstâncias da vida cotidiana.
(Adaptado de: LLOSA, Mario Vargas. O regresso à Grécia. Disponível em: https://brasil.elpais.com)
O vocábulo Mas, destacado ao início do 2° parágrafo, evidencia o contraste entre as seguintes ideias:

A a desigualdade econômica entre os indivíduos; a luta por direitos iguais entre compatriotas.
B as vantagens de não ter de deixar a terra natal; as desvantagens de desconhecer uma língua estrangeira.
C as causas dos preconceitos e das guerras; as consequências das inimizades entre os povos.
D a dificuldade de ter de abandonar a pátria; a facilidade em ser acolhido por um povo cordial.
E a importância de conhecer outros idiomas e culturas; a necessidade de preservar o idioma e a cultura nativos.