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Devido ao fato de a legislação autorizar a dedução de valores investidos em planos de previdência privada na base de cálculo do imposto de renda até o limite de 12% da base, Maria, que ainda não possui plano de previdência privada, calculou que sua renda tributável em 2021 será de R$ 224 mil. Nessa situação, caso ela adquira, neste ano, um plano de previdência privada, o valor a ser investido de modo a atingir o limite permitido por lei para desconto com essa modalidade de investimento será

A inferior a R$ 24 mil.
B igual ou superior a R$ 24 mil, mas inferior a R$ 25 mil.
C igual ou superior a R$ 25 mil, mas inferior a R$ 26 mil.
D igual ou superior a R$ 26 mil, mas inferior a R$ 27 mil.
E igual ou superior a R$ 27 mil.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Considerando o caso clínico 4A1-I bem como a psicopatologia e as contribuições da terapia cognitivo-comportamental, assinale a opção correta.

A Joana demonstra um medo persistente e racional de um estímulo que apresenta perigo real devido à vivência traumática.
B Joana apresenta sintomas de ansiedade antecipatória e comportamento de evitação e esquiva.
C De acordo com os pressupostos da terapia cognitivo-comportamental, a situação vivenciada por Joana é o grande disparador de ansiedade.
D Entendendo que os sintomas de Joana são decorrentes da relação entre a emoção em uma situação nova e o comportamento, uma intervenção possível é a habituação.
E A terapia cognitivo-comportamental entende que, para se compreender o caso de Joana, é necessário levar em consideração a origem do medo persistente.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Ainda em relação ao caso clínico 4A1-I, considerando a psicopatologia e as contribuições da terapia cognitivo-comportamental, assinale a opção correta.

A De acordo com a terapia cognitivo-comportamental, o comportamento de Joana apresenta um estímulo definido e fora aprendido.
B Segundo os preceitos da terapia cognitivo-comportamental, a técnica de exposição in vivo deve ser evitada no caso de Joana, tendo-se em vista a situação traumática vivenciada pela criança.
C No caso de Joana, a reestruturação cognitiva não constitui uma estratégia adequada, tendo-se em vista que houve um trauma associado ao comportamento fóbico.
D Técnicas de relaxamento não são recomendadas em casos como o de Joana.
E De acordo com a terapia cognitivo-comportamental, no caso de Joana, seria suficiente a psicoeducação como intervenção estratégica adequada.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Ainda com relação ao caso clínico 4A1-I, à psicopatologia e às contribuições da abordagem psicanalítica, assinale a opção correta.

A Segundo Klein, Joana sofre de um quadro dissociativo, derivado de angústias persecutórias e maníacas.
B De acordo com as contribuições winnicottianas, o quadro apresentado por Joana estaria associado com a falta de um complexo de castração.
C Segundo a concepção kleiniana, o quadro neurótico de Joana é fundamentado por angústias esquizoides.
D De acordo com as contribuições kleinianas, Joana apresentaria a necessidade de externalizar objetos perseguidores, no intuito de se proteger contra situações catastróficas internas.
E Uma das estratégias propostas pela abordagem kleiniana, no caso de Joana, é o trabalho com as angústias esquizoides e os efeitos de sua posição maníaca.
Texto associado
Caso clínico 4A1-I Joana, de 7 anos de idade, apresenta choro recorrente na presença de aves de qualquer espécie. A mãe relata, no momento da entrevista, que a criança agarra suas pernas e grita sempre que uma ave está por perto. O que inquieta a mãe é que a criança começou a ficar ansiosa só de saber que passaria o final de semana no sítio da família. Diz a mãe: “Joana nunca teve medo de nada, mas, desde que uma coruja avançou nela em nosso sítio, ela nunca mais foi a mesma. Isso já deve ter, aproximadamente, 8 meses. Já expliquei e já mostrei como os animais podem ser dóceis, mas nada adianta. O que me preocupa é que parece estar cada vez pior. Já tem mais de dois meses que Joana fica irritadiça e chora sempre que se aproxima a sexta-feira, pois sabe que passamos os finais de semana descansando no sítio. Ela chora sem parar antes mesmo de adentrarmos a casa. Acaba passando o final de semana inteiro no quarto. Até pra brincar é difícil. Acho até que o rendimento na escola piorou. Tem dado mais trabalho até mesmo para realizar as tarefas de casa. Parece menos motivada com a escola e com os amigos que fez lá. Com toda essa história, estamos pensando em vender o sítio. Mas não sabemos se isso é uma fase, se é birra ou se ficou mesmo algum trauma”( sic ).

Assinale a opção correta, tendo como referência o caso clínico 4A1-I e considerando a psicopatologia bem como as contribuições da abordagem psicanalítica.

A De acordo com as contribuições lacanianas, o quadro apresentado por Joana seria decorrente do mecanismo desta criança frente à castração, a saber, rejeição.
B Lacan aproxima o quadro apresentado por Joana de uma psicose, diante da posição da criança frente à angústia de castração.
C De acordo com as contribuições lacanianas, o quadro de Joana pode ser visto, em sua dinâmica, como uma placa giratória entre a neurose histérica e a neurose obsessiva.
D O diagnóstico de Joana leva em consideração o estatuto fixo de sua sintomatologia e tem um manejo próprio, não podendo coexistir com a neurose obsessiva ou mesmo com a histeria.
E De acordo com as contribuições lacanianas, o quadro apresentado por Joana poderia ser entendido não como uma neurose, mas como uma variante do fetichismo.

Paulo, com 30 anos de idade, é extremamente preocupado com sua saúde. Fica ansioso e excessivamente alarmado com seu estado geral. Apesar de não apresentar sintoma algum, sempre acha que está contaminado ou que pode desenvolver uma doença grave. Apesar disso, evita avaliações médicas ou consultas de rotina. Diz: “Se me matar, ao menos morro sem esperar. Desde que me dei conta das dificuldades da vida que sou assim. Continuarei porque tem dado certo. Ainda não morri” ( sic ). Com base no caso clínico anterior, considerando-se o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-V) bem como as contribuições da psicopatologia, o transtorno apresentado por Paulo é denominado

A transtorno de ansiedade de doença, tipo evitação de cuidado.
B transtorno de adaptação.
C transtorno depressivo maior.
D transtorno de sintomas somáticos.
E transtorno obsessivo-compulsivo.

No que se refere aos documentos psicológicos, assinale a opção correta.

A A declaração é o documento psicológico mais objetivo entre todos os outros, nela devendo constar o registro sucinto de sintomas ou o funcionamento psicológico da pessoa atendida.
B No que se refere à declaração, é obrigatória a especificação da finalidade do documento.
C O atestado psicológico é um documento fundamentado em um diagnóstico psicológico ou nosológico, com o fim de afirmar o funcionamento psicológico de quem o solicita.
D A elaboração do relatório multiprofissional é documento privativo do psicólogo, apesar de ser resultante de atuação deste profissional em contexto multiprofissional.
E O relatório psicológico consiste em documento psicológico que apresenta a descrição pormenorizada dos registros de sessão, explicitando a demanda de atendimento, os procedimentos, assim como conclusões e encaminhamentos.

João, aos 42 anos de idade, era um funcionário público competente, dedicado e buscava se destacar entre os colegas realizando suas tarefas em tempo hábil, com a qualidade que considerava a melhor. No entanto, ele apresentava comportamento ansioso e episódios eventuais de humor depressivo, além de alguma hostilidade explícita em relação a seus colegas. Certo dia, João sofreu um infarto agudo do miocárdio durante o trabalho e ficou afastado em licença médica por algum tempo. Após receber alta, retornou ao trabalho, onde seu comportamento continuou basicamente o mesmo. Com relação ao caso clínico descrito e a aspectos a ele pertinentes, assinale a opção correta.

A Se tivesse recebido cuidados básicos de saúde ao longo do tempo, principalmente em termos de prevenção primária, e aderido completamente às orientações interdisciplinares, João não teria sofrido o infarto.
B Um possível encaminhamento para o serviço de psicologia é indicado como proposta auxiliar na reabilitação, pois qualquer prevenção só poderia ter acontecido antes do infarto.
C O tratamento da ansiedade, depressão e hostilidade deve ser conduzido pelo bem-estar do paciente durante a reabilitação, embora essas condições não sejam associadas ao adoecimento cardiovascular.
D Após a alta, o treinamento em técnicas de respiração, relaxamento progressivo e reestruturação cognitiva são adequados aos cuidados básicos oferecidos a João como parte do tratamento multidisciplinar.
E Durante o período de hospitalização de João para tratar o infarto, o psicólogo, ao discutir o caso com a equipe interdisciplinar, deve evitar fornecer todas as informações sobre as condições de ansiedade e depressão do paciente.

O ato de fumar cigarros, comum na sociedade moderna, tem sido associado a diferentes aspectos do adoecimento e mal-estar do organismo. Acerca desse tema, assinale a opção correta.

A Para uma pessoa sem queixas de mal-estar ou problemas de saúde que fuma 30 a 40 cigarros todos os dias, o uso da nicotina é considerado abusivo.
B O uso do tabaco é negativo e grave por causar adoecimento, mesmo não sendo associado à mortalidade.
C O cigarro tem potencial para comprometer a saúde física, os níveis de inteligência e de atenção de crianças cujas mães fumaram durante a gestação.
D A nicotina causa dependência psicológica, mas não dependência física.
E A intervenção psicológica para tratar dependentes do tabaco deve seguir um protocolo padronizado, já reconhecido cientificamente como eficaz para dependentes em geral.