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As chaves pública e privada são geradas a partir de números aleatórios, que serão descartados mais tarde. Essa criptografia só é possível porque existe um relacionamento matemático entre estas chaves geradas por estes números aleatórios e pelos cálculos para encontrá-las. A chave pública é geralmente distribuída. Tecnicamente, o procedimento para gerar um par de chaves pública/privada é o seguinte: 1. Escolha dois números p e q 2. Calcule n = p x q 3. Calcule z = (p – 1 ) x ( q –1) 4. Escolha um número primo em relação a z e chame-o de e 5. Calcule d = e-1 mod z (mod é o resto da divisão inteira) 6. A chave pública KU = {e, n} e a chave privada KR = {d, n} Com base nestas informações, um Analista afirma, corretamente, que

A p e q devem ser dois números ímpares extensos
B este processo é denominado certificação digital e garante confidencialidade, mas não garante autenticação.
C KR é mantida em segredo, apenas o dono a conhece, e pode ficar em um token
D este algoritmo é conhecido como RC4 e é a base da maioria das aplicações que utilizam criptografia assimétrica.
E o tamanho das chaves varia entre 256 a 1024 bits.
Texto associado
O motorista do 8-100 Fui convidado por um colega da redação de jornal, outro dia, a ver um belo espetáculo. Que eu estivesse pela manhã bem cedo junto ao último edifício da Avenida Rio Branco para assistir à coleta de lixo. Fui. Vi chegar o caminhão 8-100 da Limpeza Urbana e saltarem os ajudantes que se puseram a carregar e despejar as latas de lixo. Enquanto isso, que fazia o motorista? O mesmo de toda manhã. Pegava um espanador e um pedaço de flanela, e fazia o seu carro ficar rebrilhando de beleza. É costume dizer que a esperança é a última que morre. Nisso está uma das crueldades da vida: a esperança vive à custa de mutilações. Vai minguando e secando devagar, se despedindo dos pedaços de si mesma, se apequenando e empobrecendo, e no fim é tão mesquinha e despojada que se reduz ao mais elementar instinto de sobrevivência e ao conformismo. Esse motorista, que limpa seu caminhão, não é um conformado, é o herói silencioso que lança um protesto superior. A vida o obriga a catar lixo e imundície; ele aceita a sua missão, mas a supera com esse protesto de beleza e dignidade. Muitos recebem com a mão suja os bens mais excitantes e tentadores da vida; e as flores que vão colhendo no jardim de uma existência fácil logo têm, presa em seus dedos frios, uma corrupção que as desmerece e avilta. O motorista do caminhão 8-100 parece dizer aos homens da cidade: “O lixo é vosso: meus são estes metais que brilham, meus são estes vidros que esplendem, minha é esta consciência limpa”. (Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 145-146)

Ao se deter no tema da esperança, no 2° parágrafo do texto, o autor mostra-se convencido de que esse sentimento

A comprova, em cada uma de nossas experiências, o sentido e o valor que lhe reconhece o referido dito popular.
B traz consigo a crueldade singular de se tornar mais ativo em nós na exata proporção em que vai nos iludindo.
C degrada-se num longo e contínuo processo, ao fim do qual seu reducionismo só deixa lugar para o conformismo.
D alimenta-se do conformismo que há em nós para se instalar desde cedo como uma espécie de precavida sabedoria.
E deteriora-se a cada vez que o imaginamos mais consistente, razão pela qual nos vamos iludindo de modo progressivo.

Sabendo-se que é verdadeira a afirmação “Todos os filhos de José sabem inglês”, então é verdade que

A José sabe inglês.
B José não sabe inglês.
C se Mário sabe inglês então ele é filho de José.
D se Murilo não sabe inglês então ele não é filho de José.
E se Marcos não é filho de José então ele não sabe inglês.

Durante o processo de negociação num determinado conflito, o negociador ficou receoso de entregar um “copo de água” a um dos conflitantes. Por conta disso, seu superior o estimulou a utilizar mentalmente os 5 Critérios de Ação, reforçando que apenas a viabilidade/aceite nos 5 itens que o compõem resultaria na entrega do copo de água. Com base nessas informações, os 5 critérios de ação que o negociador deverá utilizar são:

A Recebimento da demanda, Análise dos superiores, Análise da autoridade, Retransmissão da análise e Execução da ordem.
B Acessibilidade, Possibilidade jurídica do pedido, Análise crítica dos superiores, Análise política dos gestores e Ordem de execução.
C Análise política do pedido, Reflexão dos gestores, Consulta pública, Análise da consulta e Definição de execução.
D Análise da demanda, Cálculo estatístico de viabilidade, Cálculo estatístico de êxito, Planejamento estratégico da ação e Análise da entrega.
E Necessidade, Validade do risco, Aceitabilidade legal, Aceitabilidade moral e Aceitabilidade ética.

Um Técnico deseja obter o número de cada uma das diferentes varas em que existem processos, sem repetição. Considere a existência de um banco de dados aberto e em condições ideais, em que a tabela Processos possui o campo numeroVaraProcesso. O comando correto que o Técnico deverá utilizar é

A SELECT numeroVaraProcesso FROM Processos WHERE numeroVaraProcesso IS DISTINCT;
B SELECT COUNT(numeroVaraProcesso) FROM Processos;
C SELECT numeroVaraProcesso FROM Processos WHERE numeroVaraProcesso IS DIFFERENT;
D SELECT DIFFERENT numeroVaraProcesso FROM Processos;
E SELECT DISTINCT numeroVaraProcesso FROM Processos;

Flávio Gikovate: Tenho a impressão de que isso não ocorre só com a tecnologia. (2o parágrafo) Transposto para o discurso indireto, o trecho acima assume a seguinte redação:

A Flávio disse que teria a impressão de que isso não ocorrerá só com a tecnologia.
B Flávio afirmou que teve a impressão de que isso não ocorreria só com tecnologia.
C Tem-se a impressão, conforme afirma Flávio, de que isso não ocorrerá só com a tecnologia.
D Flávio disse que tinha a impressão de que isso não ocorreu só com a tecnologia.
E Flávio afirmou que tinha a impressão de que isso não ocorria só com a tecnologia.
Texto associado
Português Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 7. O poeta, quanto mais individual, mais universal, pois o homem, qualquer que seja o meio e a época, só vem a compreender e amar o que é essencialmente humano. Embora, eu que o diga, seja tão difícil ser assim autêntico. Às vezes assalta-me o terror de que todos os meus poemas sejam apócrifos. Se estas linhas estão te aborrecendo é porque és poeta mesmo. Modéstia à parte, as digressões sobre poesia sempre me causaram tédio e perplexidade. A culpa é tua, que me pediste conselho e me colocas na insustentável situação em que me vejo quando alunos dos colégios vêm (por inocência ou maldade dos professores) fazer pesquisas com perguntas assim: “O que é poesia? Por que se tornou poeta?”. A poesia é destas coisas que a gente faz mas não diz. Não sei como vem um poema. Às vezes uma palavra, uma frase ouvida, uma repentina imagem que me ocorre nas ocasiões mais insólitas. A esta imagem respondem outras (em vez de associações de ideias, associações de imagens; creio ter sido esta a verdadeira conquista da poesia moderna). Não lhes oponho trancas nem barreiras. Vai tudo para o papel. Guardo o papel, até que um dia o releio, já esquecido de tudo. Vem logo o trabalho de corte, pois noto o que estava demais. Coisas que pareciam bonitinhas, mas que eram puro enfeite, coisas que eram puro desenvolvimento lógico (um poema não é um teorema), tudo isso eu deito abaixo, até ficar o essencial, isto é, o poema. Um poema tanto mais belo é quanto mais parecido for com um cavalo. Por não ter nada de mais nem nada de menos é que o cavalo é o mais belo ser da criação. Como vês, para isso é preciso uma luta constante. A minha está durando a vida inteira. O desfecho é sempre incerto. Sinto-me capaz de fazer um poema tão bom ou tão ruinzinho como aos dezessete anos. (Adaptado de: QUINTANA, Mario. “Carta”. Melhores poemas. São Paulo: Global Editora, 2005, edição digital)

Às vezes assalta-me o terror de que todos os meus poemas sejam apócrifos. (1o parágrafo) A frase acima está corretamente transposta para o discurso indireto do seguinte modo: Disse que, às vezes,

A assaltou-lhe o terror de que todos os seus poemas me eram apócrifos.
B assaltava-lhe o terror de que todos os seus poemas fossem apócrifos.
C teria sido assaltado pelo terror de que todos os meus poemas foram apócrifos.
D fui assaltado pelo terror de que todos os meus poemas serão apócrifos.
E será assaltado pelo terror de que todos os seus poemas lhe eram apócrifos.

Durante determinado conflito, um Técnico foi acionado para tentar mediar a situação. Ao chegar no local, percebeu que um dos conflitantes apresentava certa desconexão com a realidade, pedindo coisas impossíveis ou inalcançáveis. Segundo as tipologias presentes na doutrina de Gestão de Conflitos, esse indivíduo deverá ser caracterizado pelo Agente como

A Criminoso Eventual.
B Criminoso Profissional.
C Emocionalmente Perturbado.
D Terrorista Político.
E Terrorista Religioso.

A finalidade mais adequada para se utilizar o Program Evaluation and Review Technique (PERT) como ferramenta no gerenciamento de projetos com base no PMBOK 5a edição é

A definir o escopo do projeto.
B calcular a viabilidade técnica do projeto.
C calcular a duração de atividades do projeto.
D gerenciar as partes interessadas no projeto.
E gerenciar as comunicações do projeto.

Deverá ser flexionado no plural o verbo que se encontra entre parênteses na seguinte frase:

A Fundada em 1626, São Nicolau do Piratini, segundo relatos históricos, (Possuir) das mais belas igrejas da região das Missões.
B O território das Missões Jesuíticas dos Guarani, no Brasil, (Apresentar) paisagens culturais de alto valor patrimonial e ambiental.
C (Reunir) diversos sítios arqueológicos o Parque Histórico Nacional das Missões, criado em 2009.
D São Miguel das Missões, uma das reduções jesuíticas do Paraguai, (Formar), juntamente com outras seis, os Sete Povos das Missões.
E (Constituir) patrimônio histórico importante do Rio Grande do Sul as belas ruínas das igrejas construídas pelos jesuítas durante a colonização.