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Ao conduzir um sistema de gestão de segurança da informação que abrange o tratamento da segurança física das instalações, duas etapas devem ser cumpridas: a análise de riscos e a melhoria contínua das atividades. A análise de riscos é realizada

A ao final do processo e abrange a redução e medição dos riscos; a melhoria contínua é realizada por meio de definição de estratégias, objetivos e competências.
B periodicamente e inclui análises críticas e auditorias internas; a melhoria continua abrange a aceitação e medição dos riscos.
C ao final dos processos e abrange a aceitação e medição dos riscos; a melhoria contínua inclui análises críticas e auditorias internas.
D periodicamente e abrange a aceitação e medição dos riscos; a melhoria continua inclui análises críticas e auditorias internas.
E periodicamente e abrange a redução e medição dos riscos; a melhoria continua é impraticável devido à inevitabilidade dos riscos.

O gestor de segurança de uma organização utiliza em seus processos o método PDCA, apto a otimizar os recursos e definir as melhores estratégias e ações para o alcance dos objetivos A sigla que define esse método determina quatro atividades, quais sejam:

A planejar, aplicar, desenvolver e aprimorar.
B processar, desenvolver, confirmar e aplicar.
C processar, determinar, controlar e atuar.
D planejar, estimar, checar e acessar.
E planejar, fazer, checar e agir.

As afirmativas a seguir referem-se à atuação hipotética da Policia Judicial enquanto responsável pela segurança institucional de um Tribunal Regional do Trabalho, considerando-se o direcionamento constitucional do sistema de segurança pública brasileiro.

I. Não é recomendável a participação de todos os funcionários e visitantes nas questões atinentes à segurança pública, pois trata-se de assunto de interesse exclusivo dos órgãos oficiais.

II. Enxerga-se a ordem pública como algo que deve ser preservado, a partir de medidas de reação a ilicitudes.

III. Propõe o acionamento dos respectivos órgãos componentes do sistema de segurança pública, de acordo com as respectivas atribuições.

IV. Permite observar o ambiente interno e externo das instalações do Tribunal, a fim de adotar iniciativas de adequação à condição ideal de incolumidade.

V. Por se tratar de um Tribunal Regional do Trabalho, um órgão federal, todas as tratativas de atividade de segurança pública devem ser encaminhadas exclusivamente à Polícia Federal. VI. A Polícia Judicial de um Tribunal Regional do Trabalho possui atribuições equivalentes à polícia civil, incluindo as limitações, por se tratar também de polícia Judiciária. VII. Ao cuidar da segurança das dependências de um Tribunal, a Polícia Judicial desenvolve atribuições correspondentes à Polícia Militar, no que diz respeito à ordem pública local. Está correto o que se afirma APENAS em

A III e VI.
B I, II, III e V.
C III, IV e VII.
D II, V e VII.
E I, IV, V e VI.

Um determinado Tribunal Regional do Trabalho utilizou o corpo de Polícia Judicial disponível para estabelecer um plantão para atender casos de urgência envolvendo a segurança dos magistrados e ....

I. ... , comunicação imediata de magistrado ....

II. ... e adota estratégia ....

III. ... para escolta de magistrados com alto risco de segurança De acordo com a Resolução do Conselho Superior de Justiça do Trabalho nº 315/2021, preenche, correta e respectivamente, as lacunas I, Il e III:

A pessoas em risco - suspeito ou autor de ilícitos - única
B procuradores - vitima de acidente - padronizada em âmbito estadual
C demais servidores - suspeito ou autor de crimes - padronizada em âmbito nacional
D familiares - suspeito ou autor de crimes - própria
E servidores em risco - em viagem fora do estado - própria

Sobre segurança física:

A A segurança física deve ter o caráter de impedir o acesso de pessoas, veículos e objetos a um determinado local protegido, a critério do operador.
B O serviço de vigilância não é considerado segurança física, mas, sim, pessoal.
C Qualquer recurso, desde que reconhecido como tal, pode ser considerado segurança física.
D Não são admitidos meios ocasionais para serem utilizados como segurança física.
E Para ser considerado de segurança física, é necessário que o recurso esteja incorporado a um sistema de controle de acesso.

Os controles de acesso ...

I. .. restringem o acesso de pessoas, coisas e instrumentais quando...

II. .. . Um exemplo desse controle são os ...

III. .. . Preenchem, correta e respectivamente, as lacunas I, II e III:

A necessariamente - automáticos - sensores
B obrigatoriamente - operados por um agente de segurança ou técnico - sistemas biométricos
C não necessariamente - automatizados - sistemas biométricos
D obrigatoriamente - automáticos - procedimentais
E não necessariamente - operados por um humano - sensores

São funcionalidades de controle de acesso:

I. Impede duas entradas pelo mesmo usuário.

II. Obriga duas leituras de acesso.

III. Abertura de segunda porta mediante fechamento da primeira. Relacionam-se com as funcionalidades acima, respectivamente:

A I.anti-dupla passagem - II. dupla custódia - III. eclusa
B I. estouro de porta aberta - II. clausura - III. anti-dupla passagem
C II. passagem única - II. dupla passagem - III. eclusa
D II. passagem dupla - II. eclusa - III. estouro de porta aberta
E I. anti-duplo acesso - II. sensor de passagem - III. clausura
Texto associado
Paulo (governador) e José (senador) discutem e são apartados por seguranças A briga ocorreu quando Paulo chegava para uma visita ao Departamento de Operações de Trânsito do Estado. Os políticos Paulo e José discutiram, quase se agrediram fisicamente e tiveram de ser separados por seguranças. Paulo foi abordado por José, que levava consigo um megafone. José, que estava acompanhado de um amigo, disse ter sido chamado ao local por agentes de trânsito descontentes com a reforma da previdência estadual e com o reajuste concedido à categoria por Paulo. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram José indo em direção a Paulo. Os dois discutem e José chama Paulo de “medroso”, “mole“ e “preguiçoso”. Não é possível identificar o que Paulo responde, mas grita com o dedo em riste em direção a José. O senador então é retirado do local por seguranças do governador. Em nota divulgada depois da briga, José disse que Paulo “falou impropérios” a ele. Já Paulo acusou José de desrespeitá-lo. O Sindicato dos Agentes de trânsito do Estado afirmou que a escolta de Paulo promoveu “agressões” a José, que estava presente para se manifestar democraticamente, quando foi agredido e retirado à força do local pela escolta, poucos momentos após a chegada de Paulo.

A ação da equipe de segurança do Governador Paulo, ao retirar do local o Senador José, a quem dirigiu agressões verbais, segundo a doutrina de segurança de dignitários:

A está parcialmente correta, pois caberia à equipe de segurança, além de retirar o agressor do local, realizar o registro do fato no Distrito Policial da área.
B não está correta, pois deveria proteger o dignitário Paulo, no caso da agressão verbal, aumentar a atenção e facilitar a retirada do local.
C está correta, pois cabe à equipe de segurança de Paulo afastar o agressor da proximidade da pessoa protegida.
D não está correta, pois deveria ter protegido Paulo e, necessariamente, no caso da agressão verbal, retirando-o do local para um abrigo.
E está parcialmente correta, pois além de ter retirado José do local, também deveria ter levado Paulo para um local seguro.
Texto associado
Paulo (governador) e José (senador) discutem e são apartados por seguranças A briga ocorreu quando Paulo chegava para uma visita ao Departamento de Operações de Trânsito do Estado. Os políticos Paulo e José discutiram, quase se agrediram fisicamente e tiveram de ser separados por seguranças. Paulo foi abordado por José, que levava consigo um megafone. José, que estava acompanhado de um amigo, disse ter sido chamado ao local por agentes de trânsito descontentes com a reforma da previdência estadual e com o reajuste concedido à categoria por Paulo. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram José indo em direção a Paulo. Os dois discutem e José chama Paulo de “medroso”, “mole“ e “preguiçoso”. Não é possível identificar o que Paulo responde, mas grita com o dedo em riste em direção a José. O senador então é retirado do local por seguranças do governador. Em nota divulgada depois da briga, José disse que Paulo “falou impropérios” a ele. Já Paulo acusou José de desrespeitá-lo. O Sindicato dos Agentes de trânsito do Estado afirmou que a escolta de Paulo promoveu “agressões” a José, que estava presente para se manifestar democraticamente, quando foi agredido e retirado à força do local pela escolta, poucos momentos após a chegada de Paulo.

A ação de segurança de dignitários descrita, refere-se à equipe...

I. .. . Caso o corpo de segurança de Paulo tivesse optado por alocar agentes para comparecer ao evento momentos antes, a fim de identificar presença hostil no local do evento, talvez evitando o evento indesejado, utilizaria uma equipe ...

II. ... O levantamento anterior de informações sobre os convidados ao evento, que também poderia fornecer subsídios sobre fontes hostilizantes e eventuais riscos para a integridade física e moral do dignitário, seria realizado pela equipe ...

III. .. . As lacunas I, II e III são, correta e respectivamente, preenchidas por:

A tática - avançada - preparatória
B aproximada - avançada - precursora
C tática - aproximada - precursora
D aproximada - precursora - velada
E pessoal - velada - precursora
Texto associado
Paulo (governador) e José (senador) discutem e são apartados por seguranças A briga ocorreu quando Paulo chegava para uma visita ao Departamento de Operações de Trânsito do Estado. Os políticos Paulo e José discutiram, quase se agrediram fisicamente e tiveram de ser separados por seguranças. Paulo foi abordado por José, que levava consigo um megafone. José, que estava acompanhado de um amigo, disse ter sido chamado ao local por agentes de trânsito descontentes com a reforma da previdência estadual e com o reajuste concedido à categoria por Paulo. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram José indo em direção a Paulo. Os dois discutem e José chama Paulo de “medroso”, “mole“ e “preguiçoso”. Não é possível identificar o que Paulo responde, mas grita com o dedo em riste em direção a José. O senador então é retirado do local por seguranças do governador. Em nota divulgada depois da briga, José disse que Paulo “falou impropérios” a ele. Já Paulo acusou José de desrespeitá-lo. O Sindicato dos Agentes de trânsito do Estado afirmou que a escolta de Paulo promoveu “agressões” a José, que estava presente para se manifestar democraticamente, quando foi agredido e retirado à força do local pela escolta, poucos momentos após a chegada de Paulo.

Com referência à atividade de segurança de dignitários, o dano identificado

A ocorreu aos dois dignitários envolvidos, José e Paulo, porém trata-se de dano potencial, pois não evoluiu para um atentado à integridade física, graças à intervenção da equipe de segurança, conforme descrito no caso.
B não ocorreu conforme relatos de ambas as partes. A agressão verbal foi mútua.
C não ocorreu, pois Paulo não sofreu agressão física, em que pese a nota do Sindicato dos Agentes de Trânsito.
D ocorreu, ao se considerar a declaração do Sindicato dos Agentes de Trânsito e, no caso, trata-se de dano à imagem de Paulo, que também é objeto de proteção da equipe de segurança.
E foi sofrido apenas por José, por ter sido retirado à força, o que denota a imposição física necessária para caracterizar o dano.