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As amigas Ana, Janaína, Flora e Denise foram almoçar juntas em uma cantina italiana. Cada uma delas pediu uma bebida diferente dentre água, vinho, suco e refrigerante. Ana e Janaina não pediram vinho. Flora e Denise não pediram água nem suco. Denise não pediu refrigerante e Ana não pediu água. É correto concluir que

A Denise pediu vinho e Ana pediu água.
B Ana pediu água e Flora pediu refrigerante.
C Janaína pediu suco e Denise pediu vinho.
D Flora pediu vinho e Denise pediu refrigerante.
E Flora pediu refrigerante e Janaína pediu água.
Texto associado
Atenção : Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Um diálogo instrutivo Muitos entusiastas da Inteligência Artificial (IA) continuam a insistir na venda da utopia de que as máquinas digitais não só serão capazes de simular a inteligência humana como, eventualmente, poderão superar a todos nós no nosso próprio jogo, o jogo de pensar, Se comportar e viver como seres humanos. Costumo, nas minhas aulas, utilizar um diálogo hipotético entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de inteligência artificial (PIA) para ilustrar o abismo que separa aqueles que, como eu, acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e aqueles que trabalham apenas com o objetivo de concretizar uma distopia. Eis aqui um momento desse diálogo: N - Como você programaria o conceito de beleza em uma máquina da IA? PIA - Defina um conceito de beleza para mim e eu posso programá-o. N - Esse é o problema central. Eu não posso definir beleza — você também não pode, tampouco outro ser humano que jamais viveu e experimentou a sensação de deparar-se com a beleza. PIA - Se você não pode defini-la de forma precisa, não posso programá-la, ela simplesmente não interessa. Ela não existe. E, como cientista computacional, não me importo com ela. N - A sua mãe ou sua filha são bonitas? PIA - Sim, elas são. N - E você pode definir por quê? PIA - Não, eu não posso. Não posso programar a minha experiência subjetiva e pessoal no meu computador. Portanto, ela não existe nem significa nada do ponto de vista científico. N - Isso quer dizer que como você não pode quantificar a sensação de encontrar uma face bela, essa sensação é irrelevante? PIA - Basicamente, sim! Você entendeu o meu ponto de vista. Assustador como esse diálogo pode soar, quando milhões de pessoas vivendo nestes tempos modernos já decidiram que qualquer coisa que uma máquina não possa fazer é irrelevante para à humanidade. (Adaptado de NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 1863-164)

No primeiro parágrafo, a entusiasmada utopia associada à Inteligência Artificial (IA) consistiria, para muitos, em considerar

A a tecnologia criada pela IA como uma elevação dos recursos inerentes ao cérebro humano a um patamar jamais explorado.
B as máquinas digitais como suficientemente capazes de programar cientificamente até mesmo o que seja indefinível.
C a possibilidade de que a linguagem computacional venha a potenciar o interesse humano pelos mistérios insondáveis.
D as atividades lúdicas dos homens como jogos a serem ultrapassados pela imaginação inerente às máquinas digitais.
E a expectativa de que a inteligência e a conduta humanas terão seus limites superados pela capacitação da IA.
Texto associado
Atenção : Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Um diálogo instrutivo Muitos entusiastas da Inteligência Artificial (IA) continuam a insistir na venda da utopia de que as máquinas digitais não só serão capazes de simular a inteligência humana como, eventualmente, poderão superar a todos nós no nosso próprio jogo, o jogo de pensar, Se comportar e viver como seres humanos. Costumo, nas minhas aulas, utilizar um diálogo hipotético entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de inteligência artificial (PIA) para ilustrar o abismo que separa aqueles que, como eu, acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e aqueles que trabalham apenas com o objetivo de concretizar uma distopia. Eis aqui um momento desse diálogo: N - Como você programaria o conceito de beleza em uma máquina da IA? PIA - Defina um conceito de beleza para mim e eu posso programá-o. N - Esse é o problema central. Eu não posso definir beleza — você também não pode, tampouco outro ser humano que jamais viveu e experimentou a sensação de deparar-se com a beleza. PIA - Se você não pode defini-la de forma precisa, não posso programá-la, ela simplesmente não interessa. Ela não existe. E, como cientista computacional, não me importo com ela. N - A sua mãe ou sua filha são bonitas? PIA - Sim, elas são. N - E você pode definir por quê? PIA - Não, eu não posso. Não posso programar a minha experiência subjetiva e pessoal no meu computador. Portanto, ela não existe nem significa nada do ponto de vista científico. N - Isso quer dizer que como você não pode quantificar a sensação de encontrar uma face bela, essa sensação é irrelevante? PIA - Basicamente, sim! Você entendeu o meu ponto de vista. Assustador como esse diálogo pode soar, quando milhões de pessoas vivendo nestes tempos modernos já decidiram que qualquer coisa que uma máquina não possa fazer é irrelevante para à humanidade. (Adaptado de NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 1863-164)

No diálogo travado entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de Inteligência Artificial (PIA), o conceito de beleza é

A intrigante para ambos, embora o pesquisador aceite o mistério do que é belo com maior naturalidade do que o neurocientista.
B Irrelevante para ambos, uma vez que a experiência estética é aceita como uma vivência menor no âmbito da ciência humana.
C Indefinível para ambos, mas divergem frontalmente quanto à importância e à relevância da experiência do que é belo.
D Inequívoco para ambos, mantendo-se o neurologista mais cauteloso em sua definição do que o pesquisador.
E Insustentável para ambos, uma vez que reconhecem não haver como definir beleza natural ou beleza artificial.
Texto associado
Atenção : Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Um diálogo instrutivo Muitos entusiastas da Inteligência Artificial (IA) continuam a insistir na venda da utopia de que as máquinas digitais não só serão capazes de simular a inteligência humana como, eventualmente, poderão superar a todos nós no nosso próprio jogo, o jogo de pensar, Se comportar e viver como seres humanos. Costumo, nas minhas aulas, utilizar um diálogo hipotético entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de inteligência artificial (PIA) para ilustrar o abismo que separa aqueles que, como eu, acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e aqueles que trabalham apenas com o objetivo de concretizar uma distopia. Eis aqui um momento desse diálogo: N - Como você programaria o conceito de beleza em uma máquina da IA? PIA - Defina um conceito de beleza para mim e eu posso programá-o. N - Esse é o problema central. Eu não posso definir beleza — você também não pode, tampouco outro ser humano que jamais viveu e experimentou a sensação de deparar-se com a beleza. PIA - Se você não pode defini-la de forma precisa, não posso programá-la, ela simplesmente não interessa. Ela não existe. E, como cientista computacional, não me importo com ela. N - A sua mãe ou sua filha são bonitas? PIA - Sim, elas são. N - E você pode definir por quê? PIA - Não, eu não posso. Não posso programar a minha experiência subjetiva e pessoal no meu computador. Portanto, ela não existe nem significa nada do ponto de vista científico. N - Isso quer dizer que como você não pode quantificar a sensação de encontrar uma face bela, essa sensação é irrelevante? PIA - Basicamente, sim! Você entendeu o meu ponto de vista. Assustador como esse diálogo pode soar, quando milhões de pessoas vivendo nestes tempos modernos já decidiram que qualquer coisa que uma máquina não possa fazer é irrelevante para à humanidade. (Adaptado de NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 1863-164)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente um segmento do primeiro parágrafo do texto em:

A com o objetivo de concretizar uma distopia = visando materializar a negação de uma utopia
B insistir na venda da utopia = instar um sonho a negar-se
C utilizar um diálogo hipotético = instrumentalizar um embate coloquial
D para ilustrar o abismo que separa = para figurar a ponte irrelevante
E acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia = supõem a retificação usual da técnica
Texto associado
Atenção : Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Um diálogo instrutivo Muitos entusiastas da Inteligência Artificial (IA) continuam a insistir na venda da utopia de que as máquinas digitais não só serão capazes de simular a inteligência humana como, eventualmente, poderão superar a todos nós no nosso próprio jogo, o jogo de pensar, Se comportar e viver como seres humanos. Costumo, nas minhas aulas, utilizar um diálogo hipotético entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de inteligência artificial (PIA) para ilustrar o abismo que separa aqueles que, como eu, acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e aqueles que trabalham apenas com o objetivo de concretizar uma distopia. Eis aqui um momento desse diálogo: N - Como você programaria o conceito de beleza em uma máquina da IA? PIA - Defina um conceito de beleza para mim e eu posso programá-o. N - Esse é o problema central. Eu não posso definir beleza — você também não pode, tampouco outro ser humano que jamais viveu e experimentou a sensação de deparar-se com a beleza. PIA - Se você não pode defini-la de forma precisa, não posso programá-la, ela simplesmente não interessa. Ela não existe. E, como cientista computacional, não me importo com ela. N - A sua mãe ou sua filha são bonitas? PIA - Sim, elas são. N - E você pode definir por quê? PIA - Não, eu não posso. Não posso programar a minha experiência subjetiva e pessoal no meu computador. Portanto, ela não existe nem significa nada do ponto de vista científico. N - Isso quer dizer que como você não pode quantificar a sensação de encontrar uma face bela, essa sensação é irrelevante? PIA - Basicamente, sim! Você entendeu o meu ponto de vista. Assustador como esse diálogo pode soar, quando milhões de pessoas vivendo nestes tempos modernos já decidiram que qualquer coisa que uma máquina não possa fazer é irrelevante para à humanidade. (Adaptado de NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 1863-164)

Converte-se uma passagem do texto num discurso indireto em:

A Defina para mim seu conceito de beleza, lançou-me em desafio.
B Desafiei-o: consideras bonitas tua mãe e lua filha?
C Como pretende você definir a beleza de modo preciso? — respondeu-me.
D Perguntei-lhe se ele seria capaz de programar o conceito de beleza.
E Ponderou-me, então: acho que você concorda comigo nesse ponto.
Texto associado
Atenção : Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Um diálogo instrutivo Muitos entusiastas da Inteligência Artificial (IA) continuam a insistir na venda da utopia de que as máquinas digitais não só serão capazes de simular a inteligência humana como, eventualmente, poderão superar a todos nós no nosso próprio jogo, o jogo de pensar, Se comportar e viver como seres humanos. Costumo, nas minhas aulas, utilizar um diálogo hipotético entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de inteligência artificial (PIA) para ilustrar o abismo que separa aqueles que, como eu, acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e aqueles que trabalham apenas com o objetivo de concretizar uma distopia. Eis aqui um momento desse diálogo: N - Como você programaria o conceito de beleza em uma máquina da IA? PIA - Defina um conceito de beleza para mim e eu posso programá-o. N - Esse é o problema central. Eu não posso definir beleza — você também não pode, tampouco outro ser humano que jamais viveu e experimentou a sensação de deparar-se com a beleza. PIA - Se você não pode defini-la de forma precisa, não posso programá-la, ela simplesmente não interessa. Ela não existe. E, como cientista computacional, não me importo com ela. N - A sua mãe ou sua filha são bonitas? PIA - Sim, elas são. N - E você pode definir por quê? PIA - Não, eu não posso. Não posso programar a minha experiência subjetiva e pessoal no meu computador. Portanto, ela não existe nem significa nada do ponto de vista científico. N - Isso quer dizer que como você não pode quantificar a sensação de encontrar uma face bela, essa sensação é irrelevante? PIA - Basicamente, sim! Você entendeu o meu ponto de vista. Assustador como esse diálogo pode soar, quando milhões de pessoas vivendo nestes tempos modernos já decidiram que qualquer coisa que uma máquina não possa fazer é irrelevante para à humanidade. (Adaptado de NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 1863-164)

As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

A Não costumam distinguir limites na Inteligência Artificial quem julga absoluto o poder dela.
B Não interessa aos entusiastas da Inteligência Artificial avaliar a experiência que os arrebata.
C Resiste à definição do conceito de beleza experiências estéticas que julgamos compreender.
D Não convêm aos debatedores arriscar-se numa definição que se põem fora de seu alcance.
E A quantificação de nossas sensações íntimas mostram-se insuficientes para definir a beleza.
Texto associado
Atenção : Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Um diálogo instrutivo Muitos entusiastas da Inteligência Artificial (IA) continuam a insistir na venda da utopia de que as máquinas digitais não só serão capazes de simular a inteligência humana como, eventualmente, poderão superar a todos nós no nosso próprio jogo, o jogo de pensar, Se comportar e viver como seres humanos. Costumo, nas minhas aulas, utilizar um diálogo hipotético entre um neurocientista (N) e um pesquisador da área de inteligência artificial (PIA) para ilustrar o abismo que separa aqueles que, como eu, acreditam ser bem-vindo o uso da tecnologia para promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas e aqueles que trabalham apenas com o objetivo de concretizar uma distopia. Eis aqui um momento desse diálogo: N - Como você programaria o conceito de beleza em uma máquina da IA? PIA - Defina um conceito de beleza para mim e eu posso programá-o. N - Esse é o problema central. Eu não posso definir beleza — você também não pode, tampouco outro ser humano que jamais viveu e experimentou a sensação de deparar-se com a beleza. PIA - Se você não pode defini-la de forma precisa, não posso programá-la, ela simplesmente não interessa. Ela não existe. E, como cientista computacional, não me importo com ela. N - A sua mãe ou sua filha são bonitas? PIA - Sim, elas são. N - E você pode definir por quê? PIA - Não, eu não posso. Não posso programar a minha experiência subjetiva e pessoal no meu computador. Portanto, ela não existe nem significa nada do ponto de vista científico. N - Isso quer dizer que como você não pode quantificar a sensação de encontrar uma face bela, essa sensação é irrelevante? PIA - Basicamente, sim! Você entendeu o meu ponto de vista. Assustador como esse diálogo pode soar, quando milhões de pessoas vivendo nestes tempos modernos já decidiram que qualquer coisa que uma máquina não possa fazer é irrelevante para à humanidade. (Adaptado de NICOLELIS, Miguel. O verdadeiro criador de tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 1863-164)

É adequado o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:

A Desse diálogo, do qual não faltaram argumentos a que ambos se empenharam, não resultou conclusão definitiva.
B Os entusiastas da IA consideram- lhe uma instância do saber aonde se instalou a infalibilidade
C O diálogo de que se vale o neurologista tem o propósito de medir forças com o pesquisador do mundo virtual.
D Quanto à beleza, que sua definição se mostra tão difícil, atribuem- na pouca Importância os entusiastas da IA.
E A importância da IA, por cuja tantos se deixam arrebatar, não levou o neurologista a lhe aceitá-la na mesma medida.
Texto associado
O cantar de um hino Já na origem grega da palavra hino ( húmnos ) está o sentido de canto , de cantar Também se diz que “canta sua terra” quem decide homenageá-la. Um hino é a homenagem que se presta à energia da natureza de um lugar, aos seus habitantes mais empenhados, à sua origem histórica, à sua vocação política. Nenhum desses compromissos falta ao Hino de Fortaleza, cujas palavras compôs o escritor cearense Gustavo Barroso (1888-1959). A natureza comparece no “emplumado e virente coqueiro”, nas “areias de prata”, na “manhã cristalina”; jangadas e jangadeiros são ícones locais que nos ocorrem imediatamente; um nome como Iracema, da tabajara “com alma de virgem”, acusa a presença forte dos povos originais; e a menção aos “escravos partindo os grilhões” é uma celebração da resistência do cativo. A um hino não costuma faltar um refrão — lugar onde a poesia se condensa e se repete ritualmente, que costuma ter grande efeito numa interpretação coral. O refrão escolhido pelo poeta desse hino invoca o nome querida e reiterado, a natureza luminosa e o compromisso afetivo dos filhos do lugar, ainda quando distantes: “Fortaleza! Fortaleza! / Irmã do Sol e do mar, / Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar”. Todos esses atributos, insiste o poeta, trarão de volta quem do lugar amado se afaste, pois tais encantos “Não se apagam no seu coração” — como diz o verso que arremata a homenagem prestada a Fortaleza com o hino de um filho seu. (Justiniano Almeida Cunha, inédito)

É próprio de um hino, tal como se afirma no primeiro parágrafo.

A conclamar às lutas libertárias os cidadãos comprometidos com o destino de sua pátria.
B lembrar os múltiplos atributos de uma época heroica para fazer justiça ao que foi olvidado.
C reverenciar as qualidades marcantes e Identificadoras da natureza local e de sua gente.
D saudar as virtudes políticas e a índole cívica dos fundadores de uma cultura determinada.
E exaltar por meio de um refrão a variação das qualidades morais dos rudes desbravadores.
Texto associado
O cantar de um hino Já na origem grega da palavra hino ( húmnos ) está o sentido de canto , de cantar Também se diz que “canta sua terra” quem decide homenageá-la. Um hino é a homenagem que se presta à energia da natureza de um lugar, aos seus habitantes mais empenhados, à sua origem histórica, à sua vocação política. Nenhum desses compromissos falta ao Hino de Fortaleza, cujas palavras compôs o escritor cearense Gustavo Barroso (1888-1959). A natureza comparece no “emplumado e virente coqueiro”, nas “areias de prata”, na “manhã cristalina”; jangadas e jangadeiros são ícones locais que nos ocorrem imediatamente; um nome como Iracema, da tabajara “com alma de virgem”, acusa a presença forte dos povos originais; e a menção aos “escravos partindo os grilhões” é uma celebração da resistência do cativo. A um hino não costuma faltar um refrão — lugar onde a poesia se condensa e se repete ritualmente, que costuma ter grande efeito numa interpretação coral. O refrão escolhido pelo poeta desse hino invoca o nome querida e reiterado, a natureza luminosa e o compromisso afetivo dos filhos do lugar, ainda quando distantes: “Fortaleza! Fortaleza! / Irmã do Sol e do mar, / Fortaleza! Fortaleza! Sempre havemos de te amar”. Todos esses atributos, insiste o poeta, trarão de volta quem do lugar amado se afaste, pois tais encantos “Não se apagam no seu coração” — como diz o verso que arremata a homenagem prestada a Fortaleza com o hino de um filho seu. (Justiniano Almeida Cunha, inédito)

Analisando-se a relação existente entre parágrafos do texto, observa-se que

A o 3° parágrafo relativiza a concepção de hino desenvolvida nos dois primeiros parágrafos.
B o 2° parágrafo exemplifica de modo particular os atributos de um hino nomeado no 1º parágrafo.
C o 1° e o 2° parágrafos articulam-se para melhor ressaltar a característica técnica do refrão
D o 2° e o 3º parágrafos divergem quanto à Importância histórica dos povos oprimidos.
E o 3° parágrafo exalta detalhadamente a brava resistência referida no 2º parágrafo.

Considere os seguintes princípios:

I. Intervenção.

II. Vedação de concessão de asilo político.

III. Solução pacifica de conflitos.

IV. Prevalência dos direitos humanos. Em conformidade com a Constituição Federal, a República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais, entre outros, pelos princípios constantes em

A I, II e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D I, II, III e IV.
E I e II, apenas.