QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
212 questões encontradas

De acordo com o modelo de capacidade do COBIT 5,

A um processo pode atingir cinco níveis de capacidade.
B o nível 1 é denominado Processo Incompleto e neste nível há pouca ou nenhuma evidência de qualquer atingimento sistemático do objetivo do processo.
C no nível 2, denominado Processo Executado, há um atributo e o processo implementado atinge seu objetivo.
D o modelo de avaliação fornece uma escala de medição para cada atributo de capacidade e orientação sobre como aplicála, então para cada processo uma avaliação pode ser feita para cada um dos 12 atributos de capacidade.
E cada nível de capacidade só pode ser atingido quando o nível anterior tiver sido plenamente alcançado.

De acordo ITIL v3 edição 2011, as atividades do Gerenciamento de Capacidade devem ser realizadas em todos os estágios do ciclo de vida do serviço, desde a Estratégia, passando pelo Desenho, Operação, Transição e permeando a Melhoria Contínua. Para isso, o processo apoia-se em 3 subprocessos:

I. responsável pelo entendimento da capacidade, uso e desempenho dos itens de configuração. Os dados são coletados, registrados e analisados para uso no plano de capacidade.

II. responsável pelo entendimento de requisitos de negócio futuros para uso no plano da capacidade.

III. responsável pelo entendimento do desempenho e da capacidade dos serviços de TI. Informações sobre os recursos usados por cada serviço de TI e o padrão de utilização ao longo do tempo são coletados, registrados e analisados para uso no plano da capacidade.
I, II e III referem-se, correta e respectivamente, aos subprocessos: Gerenciamento da Capacidade de

A Itens de Configuração, de Negócios Futuros e de Nível de Serviço.
B Componente, de Negócio e de Serviço.
C Desempenho, de Requisitos e de Componente.
D Itens de Configuração, de Negócio e de Continuidade de Serviço.
E Componente, de Requisitos e de Serviço.

Considere que um Analista de TI foi designado para atuar em duas áreas de processo do CMMI-DEV v1.3 definidas no nível de maturidade 3, que visam demonstrar que um produto ou componente de um produto satisfaz seu uso pretendido quando colocado no ambiente alvo e garantir que produtos selecionados satisfaçam aos requisitos especificados para ele. O Analista atuará nas áreas de processo

A Desenvolvimento de Requisitos e Medição e Análise.
B Verificação e Gerenciamento de Configuração.
C Medição e Análise e Validação.
D Validação e Verificação.
E Garantia de Qualidade e Validação.

Considere que uma equipe de Analistas de Tecnologia da Informação (TI) está aplicando uma técnica para priorização de escopo em um projeto ágil. As etapas da técnica são:

I. É criada uma lista de cartões com histórias ou funcionalidades que são relevantes ao desenvolvimento do projeto. Cada cartão possui um preço.

II. O projeto conta com recursos financeiros limitados, representados por notas de dinheiro. Esses recursos são distribuídos aos participantes da priorização (de 4 a 8, em geral) para que estes possam comprar os cartões da lista.

III. Os participantes conversam entre si e trabalham ativamente para avaliar e verificar quais cartões devem receber ofertas de seu dinheiro, julgando-os como os mais importantes.

IV. Quando todos terminam sem dinheiro (após intensa discussão e trocas de dinheiro ofertado aos cartões), é feita a priorização.
Esta técnica

A é especialmente interessante, pois o dinheiro simula os recursos escassos de um projeto e, como cada stakeholder possui quantia suficiente para comprar integralmente um cartão, ele pode priorizar sozinho um item que julgar mais interessante que seja implementado.
B é denominada planning poker e baseia-se no fato de que um cartão se torna de fato prioridade no projeto ágil se ele recebeu um valor mínimo equivalente ao valor necessário para sua compra, ou seja, para sua implementação.
C baseia-se no Princípio de Pareto que determina que cada desenvolvedor deve trabalhar 5 horas por semana, para respeitar a relação de 90/18. Isso significa, por exemplo, que 90% do uso de um software se dá em apenas 18% das funcionalidades.
D denomina-se buy a feature e a priorização se dá através da verificação de quanto cada cartão recebeu e os que receberam dinheiro suficiente para serem comprados são os mais prioritários.
E é conhecida como budget poker game e a priorização se dá através da verificação de quantos participantes investiram dinheiro em cada um dos cartões e os que receberam mais ofertas de dinheiro de mais participantes são os mais prioritários.

Considere hipoteticamente que os relógios dos dispositivos da rede do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), tais como servidores, estações de trabalho, roteadores e outros equipamentos precisam ser sincronizados a partir de referências de tempo confiáveis para garantir que nos logs sejam registrados corretamente a data e o horário em que uma determinada atividade ocorreu, ajudando na identificação de incidentes de segurança da informação. A cartilha de segurança para internet do CERT.BR indica que essa sincronização seja feita utilizando-se o protocolo

A Network Time Control Protocol (NTCP).
B Network Time Protocol (NTP).
C Universal Time Network Protocol (UTNP).
D Simple Method Time Protocol (SMTP).
E Network Synchronization Time Protocol (NSTP).

Em um banco de dados Oracle aberto e em condições ideais há uma tabela chamada func de onde se deseja exibir os nomes dos funcionários (campo nome) e os códigos de departamentos (campo codDep) de todos os funcionários dos departamentos 10 ou 20 em ordem alfabética crescente por nome. Para isso, utilizando PL/SQL, um Técnico de TI deve utilizar a instrução SELECT nome, codDep FROM func WHERE

A codDep IN (10,20) ORDER BY nome ASC;
B codDep CONTAIN(10 OR 20) ORDER BY nome ASC;
C codDep=10 OR codDep=20 ORDER ASC nome;
D codDep BELONG(10 OR 20) ORDER BY nome ASCENDING;
E codDep BETWEEN(10,20) ORDER BY nome ASC;

Considere que uma Analista de TI está trabalhando em um computador sem SSD, com sistema operacional Windows 10 em português, em condições ideais. Buscando aumentar a velocidade de boot do sistema, leu o seguinte artigo:
Se você quer agilizar um pouco o carregamento do sistema sem custos, é possível alterar uma configuração que ativa mais núcleos do processador para acelerar o início do Windows 10.
Passo a passo:
1) Abra o Menu Iniciar e digite "msconfig"
2) Clique em "Configuração do Sistema"
3) Na janela que se abre, clique em "Inicialização do Sistema" para acessar as opções de boot do Windows
4) Selecione o Windows 10 (que pode já estar marcado) e clique em “Opções avançadas”
Nesse contexto, é correto afirmar:

A O próximo passo seria: Na janela de Opções Avançadas de INICIALIZAÇÃO, marque a caixa "Número de processadores". Na sequência, selecione o número de núcleos que devem ser utilizados. Clique em OK, depois em Aplicar e reinicie o computador.
B Após finalizar o processo, aumentar o número de processadores e reiniciar o computador, os benefícios da alteração são muito grandes. O tempo de boot será reduzido de três minutos para 20 segundos.
C Se o computador tiver qualquer um dos 3 modelos do processador Intel Core i3, o número de processadores poderá ser aumentado para 4, pois o i3 é quadcore. Isso reduzirá o boot do computador para 1/4 do tempo antes da alteração.
D O próximo passo seria: Na janela de Opções Avançadas, clique na guia Desempenho e marque a caixa "Número de núcleos do processador". Na sequência, selecione o número de núcleos que devem ser utilizados. Clique em OK, depois em Aplicar e reinicie o computador.
E Se o computador tiver qualquer um dos modelos do processador Intel Core i7 de 3.33 GHZ, o número de processadores poderá ser aumentado para 8, pois esses modelos são octacore. Isso poderá reduzir o boot do computador para até 1/8 do tempo antes da alteração.

Um Técnico de Tecnologia da Informação (TI) foi solicitado a fornecer explicações sobre as diferenças entre as portas USB e firewire. Ele afirmou corretamente que as portas

A USB 1.1 alcançavam velocidades de 1 até 10 Mbps e mesmo na época em que foram lançadas, traziam velocidades bem superiores em relação a outros dispositivos como portas firewire e barramento SCSI.
B USB 2.0 utilizam um conector de 9 pinos em vez dos 4 pinos utilizados na versão 1.1, o que proporciona um melhor controle no fluxo de dados e no gerenciamento de energia.
C firewire, além da sua alta velocidade, têm mais benefícios quanto ao seu modo de funcionamento. Enquanto uma conexão USB funciona em regime peer-to-peer, em que o computador rege o periférico conectado, o firewire trabalha em modo master/slave.
D firewire são mais adequadas para câmeras fotográficas digitais, MP3 players, impressoras e todos os outros periféricos mais simples, que não exigem grande velocidade de transferência, e as portas USB 2.0 são uma melhor opção para câmeras de vídeo digital, DVD players e HDs externos, em que os dados transmitidos exigem maior velocidade.
E USB 3.0 são compatíveis com a versão 2.0, que trabalha com 480 Mbps, mas trazem um canal full duplex de alta velocidade que transfere dados a até 5 Gbps. A versão 3.1, no entanto, pode alcançar velocidade de até 10 Gbps.

Um Analista de TI está conduzindo uma Daily Scrum, na qual normalmente

A se mostra e discute a quantidade de trabalho a fazer e a quantidade de trabalho feito ao longo do tempo.
B se define ou atualiza o product backlog, composto pelas tarefas mais importantes a realizar na próxima etapa do projeto.
C são escritas e discutidas as histórias de usuários que serão desenvolvidas no dia seguinte.
D se priorizam os elementos do product backlog a serem implementados e estes são transferidos para o sprint backlog.
E cada membro da equipe fala o que fez no dia anterior, o que vai fazer no dia seguinte e, se for o caso, o que o impede de prosseguir para atender a meta da Sprint.