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Os microplásticos representam aproximadamente 92,4% da contagem global de partículas de lixo plástico. Estes pequenos plásticos de até 5 mm de tamanho estão entrando no ambiente marinho, contaminando um sistema já vulnerável. (www.arocha.org. Adaptado.) Os mexilhões estão entre os invertebrados marinhos diretamente afetados pela presença de partículas de microplásticos nas águas, uma vez que, para se alimentarem,

A capturam micropartículas batendo os flagelos dos coanócitos.
B raspam com a rádula a superfície do substrato marinho.
C trituram com dentes calcários outros animais menores.
D filtram partículas de alimento na água circundante.
E circulam a água pelos canais do sistema ambulacrário.

Um homem de genótipo AaB b em arranjo cis teve um filho com uma mulher duplo-homozigótica dominante para estes genes autossômicos. O gene A está distante 8 unidades de recombinação (UR) de B . Há menor probabilidade de o genótipo dessa criança ser

A AaBB ou AaBb .
B AABB ou AABb.
C AABB ou AaBB.
D AABb ou AaBb.
E AABb ou AaBB.

Aristóteles procurou explicar os fenômenos naturais a partir de argumentos teleológicos. A palavra teleologia provém de dois termos gregos, telos (fim, meta, propósito) e logos (razão, explicação), ou seja, uma “razão de algo em função de seus fins” ou uma “explicação que se serve de propósitos ou de fins”. Na explicação teleológica, se algo existe e tem uma finalidade, é porque existe uma razão para essa finalidade. Neste sentido, uma explicação teleológica estará centralizada na finalidade de alguma coisa. Por exemplo, na explicação teleológica, nossos dedos são articulados para que possamos manipular objetos, ao contrário da explicação não teleológica, que afirma que manipulamos objetos porque nossos dedos são articulados. (Matheus de M. Silveira et al. Argumentos – Revista de Filosofia, julho/dezembro de 2016. Adaptado.) Considerando as características adaptativas dos organismos, a teleologia

A refuta a proposta de Lamarck, no que concerne à transmissão dos caracteres adquiridos.
B contribui para a explicação da origem da variabilidade a partir da ocorrência de mutações.
C contraria as fundamentações teóricas propostas pela Teoria Sintética da Evolução.
D fortalece as explicações da Teoria Sintética da Evolução, quanto ao resultado da ação da Seleção Natural.
E sustenta tanto as ideias evolucionistas de Lamarck como as de Charles Darwin e da Teoria Sintética da Evolução.

Voando na altitude de cruzeiro com uma velocidade média, em relação ao solo, de 800 km/h, um Boeing 737-800 percorreu uma distância de 2400 km. Considere que: • o QAV é constituído por hidrocarbonetos cujas cadeias carbônicas contêm, em média, 12 átomos de carbono e 26 átomos de hidrogênio, apresentando massa molar média de 170 g/mol; • a combustão do QAV na altitude de cruzeiro é completa. De acordo com os dados, a massa de CO 2 (g) gerada pela combustão do QAV na distância percorrida pelo avião foi próxima de

A 13 t.
B 20 t.
C 11 t.
D 25 t.
E 6 t.

Em um dia de aula, faltaram 3 alunas e 2 alunos porque os cinco estavam gripados. Dos alunos e alunas que foram à aula, 2 meninos e 1 menina também estavam gripados. Dentre os meninos presentes à aula, a porcentagem dos que estavam gripados era 8% e, dentre as meninas, a porcentagem das que estavam gripadas era 5%. Nos dias em que a turma está completa, a porcentagem de meninos nessa turma é de

A 52%.
B 50%.
C 54%.
D 56%.
E 46%.
Texto associado
Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

De acordo com o texto, é correto afirmar que a ação dos madeireiros ilegais na Amazônia

A se mostra praticamente extinta, devido à destruição de equipamentos empregados na atividade predatória.
B se dissemina na região devido à escassa fiscalização envolvendo um problema que é bastante complexo.
C se inibe devido à licença para a exploração sustentável do recurso natural, que autoriza essa atividade.
D se torna inexpressiva na região, uma vez que a população tem-se engajado no combate à atividade predatória.
E se constitui atividade pouco rentável, por isso é dispensada a fiscalização para tentar coibir a extração de madeira.
Texto associado
Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

No 2° parágrafo do texto, em relação à ação da fiscalização do Ibama, o autor afirma que “seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu”, porque

A a Amazônia continuará convivendo com a extração ilegal de madeira, difícil de ser combatida.
B o fato ocorrido contraria o decreto de 2008, pois traz prejuízos econômicos à Amazônia.
C os equipamentos destruídos poderiam ser aproveitados em outras atividades.
D a população local desaprova ações que ampliem o número de postos de trabalho.
E os ânimos entre madeireiros e fiscais podem se acirrar nessas situações.
Texto associado
Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

Os trechos “… nada mais revela do que o extremo de sem-cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia.” (3° parágrafo) e “Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue.” (5° parágrafo) permitem concluir que

A os madeireiros sentem-se acuados depois que os helicópteros levantam voo.
B a fiscalização é uma ação que vai ao encontro dos interesses dos madeireiros.
C o desmatamento na Amazônia continua durante a ação de fiscalização.
D a fiscalização encontra os madeireiros em cerimônia na Amazônia.
E os madeireiros pouco se importam com as fiscalizações governamentais.
Texto associado
Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

Sem prejuízo de sentido do texto, no último parágrafo “ Ainda que fulgurante , a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento.”, o trecho destacado pode ser substituído por:

A Caso seja fulgurante
B Como é fulgurante
C Apesar de ser fulgurante
D Enquanto for fulgurante
E Conforme seja fulgurante
Texto associado
Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

Nas passagens “… pelo mero estardalhaço de sua aproximação…” (4° parágrafo) e “… mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas.” (6° parágrafo), os pronomes em destaque retomam, correta e respectivamente, as expressões

A helicópteros e licença.
B Ibama e extensão.
C destruição e fiscalização.
D atividade e floresta.
E punição e exploração.