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Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

No trecho do penúltimo parágrafo do texto “Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população...”, a forma verbal em destaque expressa sentido de

A improbabilidade.
B certeza.
C ação concluída.
D dúvida.
E possibilidade.
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Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita do período “Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização.” (6° parágrafo) está correta quanto à concordância, de acordo com a norma-padrão.

A Além da óbvia extensão da floresta, há outros fatores que tornam complexas qualquer outras atividades de fiscalização.
B Além da óbvia extensão da floresta, existe outros fatores que tornam complexas qualquer outras atividades de fiscalização.
C Além da óbvia extensão da floresta, sabem-se de outros fatores que tornam complexa quaisquer outras atividades de fiscalização.
D Além da óbvia extensão da floresta, há outros fatores que tornam complexas quaisquer outras atividades de fiscalização.
E Além da óbvia extensão da floresta, existem outros fatores que torna complexas quaisquer outras atividades de fiscalização.
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Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

Nas passagens “A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento…” (3° parágrafo) e “Operações dessa monta se fazem de raro em raro…” (5° parágrafo), os termos em destaque significam, respectivamente:

A camuflados e proporção.
B incontestáveis e importância.
C dissimulados e amplitude.
D evidentes e irrelevância.
E equivocados e valor.
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Fogo e Madeira Não foi pouco para um único dia de fiscalização. Dois caminhões, um trator, uma camionete e uma pá carregadeira foram inutilizados pelo Ibama*, por servirem à extração ilegal de madeira na divisa entre Rondônia e Mato Grosso. Embora os agentes do instituto tivessem o que comemorar, seria incorreto qualificar como êxito o que ocorreu – pelo menos de uma perspectiva mais alongada no tempo. A facilidade com que se encontraram sinais flagrantes de desmatamento nada mais revela do que o extremo de sem- -cerimônia dos madeireiros ilegais na Amazônia. Autorizada por decreto de 2008, a destruição dos equipamentos empregados nessa atividade predatória parece ser uma das poucas punições efetivamente ressentidas pelos infratores. Levada a cabo por meio de helicópteros, a ação do Ibama afugenta, pelo mero estardalhaço de sua aproximação, os responsáveis diretos pelo crime. Porém, mal os helicópteros levantam voo novamente, o desmatamento prossegue. Operações dessa monta se fazem de raro em raro, e os madeireiros não chegam a abalar-se da área protegida. Além da óbvia extensão da floresta, outros fatores tornam complexa a fiscalização. Madeireiros possuem, por exemplo, licença para a exploração sustentável do recurso natural, mas a utilizam para enveredar em áreas protegidas. Iniciativas mais extensas e difíceis, mas de maior alcance, envolveriam o engajamento da população em outras atividades atraentes do ponto de vista econômico. A falta de alternativas de trabalho sem dúvida explica por que madeireiros ilegais encontram algum apoio entre os habitantes da região. Ainda que fulgurante, a ação de poucos fiscais será incapaz de interromper o desmatamento. * Ibama: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Folha de S.Paulo, 24.12.2016. Adaptado)

Os fiscais do Ibama foram _______ Amazônia e lá chegaram _________ destruir equipamentos que eram destinados ________ atividades ilegais de extração de madeira. De acordo com a norma-padrão, as lacunas da frase devem ser preenchidas, respectivamente, com:

A à … à … à
B a … à … à
C à … a … a
D a … a … à
E à … à … a

As duas rodas gigantes de um parque de diversões giram em velocidades diferentes. Uma delas gasta 50 segundos para dar uma volta, e a outra gasta 40 segundos para também dar uma volta. Se as duas rodas ficassem girando sem parar durante uma hora, o número de voltas somadas que as duas rodas fariam é igual a

A 128.
B 162.
C 180.
D 210.
E 244.

Um cliente de uma doceria comprou três bolos do tipo A e dois bolos do tipo B e pagou por eles a quantia de R$ 300,00. Outro cliente comprou dois bolos do tipo A e quatro bolos do tipo B e pagou por eles a quantia de R$ 400,00. A diferença de preço entre o bolo mais caro e o bolo mais barato é de

A R$ 15,00.
B R$ 20,00.
C R$ 25,00.
D R$ 30,00.
E R$ 35,00.