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Knowledge and the library It was not until the development of monastic libraries in Europe around 1200 that humanity amassed in a single place what approached the collective wisdom and knowledge of the age. Libraries may be exchanges of information and market places for ideas but they are also the buildings which contain the bulk of human knowledge. Or, at least they were until the electronic digitally stored information revolution of the 1980s. Now knowledge is virtually everywhere; it has broken free of the constraint of buildings. Today if you were today to destroy all theworld’s libraries, it is unlikely that more than 20% of human knowledge would be lost. Certainly, a large amount of archival material would disappear forever, but a substantial volume of knowledge would survive. If a library is a repository of knowledge, this is now just one of its functions. The library’s prime function is now making that knowledge available and encouraging exchange and reflection upon it. Electronic knowledge is nowadays available to everybody – in the home, workplace, airport terminal, school, and so on. The Internet has liberated the library; nevertheless, it has not removed the justification for library facilities. (www.sciencedirect.com/science/article/pii/B978185617619410017X. Adaptado)

De acordo com o texto, a Internet:

A banalizou o conhecimento.
B transformou o conhecimento em mercadoria.
C retirou o sentido da existência das bibliotecas.
D tornou o conhecimento mais acessível e democrático.
E trouxe novas formas de catalogar materiais e acervos.
Texto associado
Knowledge and the library It was not until the development of monastic libraries in Europe around 1200 that humanity amassed in a single place what approached the collective wisdom and knowledge of the age. Libraries may be exchanges of information and market places for ideas but they are also the buildings which contain the bulk of human knowledge. Or, at least they were until the electronic digitally stored information revolution of the 1980s. Now knowledge is virtually everywhere; it has broken free of the constraint of buildings. Today if you were today to destroy all theworld’s libraries, it is unlikely that more than 20% of human knowledge would be lost. Certainly, a large amount of archival material would disappear forever, but a substantial volume of knowledge would survive. If a library is a repository of knowledge, this is now just one of its functions. The library’s prime function is now making that knowledge available and encouraging exchange and reflection upon it. Electronic knowledge is nowadays available to everybody – in the home, workplace, airport terminal, school, and so on. The Internet has liberated the library; nevertheless, it has not removed the justification for library facilities. (www.sciencedirect.com/science/article/pii/B978185617619410017X. Adaptado)

No trecho do segundo parágrafo – it is unlikely that more than 20% of human knowledge would be lost – o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:

A dissimilar.
B improbable.
C impossible.
D unequally.
E disgusting.
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Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Segundo o texto, é correto afirmar que as redes de livrarias Cultura e Saraiva :

A apostam em uma recuperação do mercado livreiro, por causa da entrada de editoras menores no mercado e dos efeitos dos empréstimos bancários.
B pretendem intensificar a venda de livros, porque a lei do preço fixo, criada na Dinamarca em 1837, foi aprovada pelo governo brasileiro.
C se sentem prejudicadas por causa da competição das editoras independentes, que conseguem melhores resultados na dinâmica das políticas editoriais.
D acreditam que poderão sair do prejuízo, mediante medidas de contenção de despesas, como a redução do número de lojas e o pagamento das dívidas.
E encontram-se afetadas pela crise econômica, pelas mudanças no mercado varejista e empréstimos contraídos junto a instituições financeiras.

São princípios de gestão de qualidade que podem ser aplicados às unidades e aos serviços de informação:

A atenção básica, promoção e divulgação da informação, tecnologia da informação e comunicação, gerenciamento de projetos, análise de riscos e oportunidades.
B foco no cliente, liderança, engajamento das pessoas, abordagem de processo, melhoria, tomada de decisão baseada em evidência e gestão de relacionamento.
C estudos de usuários, apoio à pesquisa e à normalização bibliográfica, promoção e divulgação de produtos, referência e orientação para acesso ao acervo.
D flexibilidade, aumento da participação e interlocução, planejamento estratégico, gerenciamento distribuído de tecnologias e recursos.
E gerenciamento de pessoas, integração tecnológica, compartilhamento de informação e recursos, avaliação de produtos e serviços.

Quanto à preposição em nas frases: O cenário de derrocada parece estar em descompasso com os números de vendas. Simone Paulino, da Nós, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. É correto afirmar que:

A nas duas ocorrências a preposição indica modo.
B na primeira indica causa, na segunda, modo.
C na primeira indica modo, na segunda, tempo.
D nas duas ocorrências indica tempo.
E na primeira indica modo, na segunda, causa.
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Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a segunda frase substitui, corretamente, por um pronome pessoal, com sua devida colocação, a expressão em destaque na primeira.

A No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos./ No pedido à Justiça, a rede afirma lhes acumular.
B Saraiva e Cultura reduziram o número de lojas./ Saraiva e Cultura lhe reduziram.
C A Cultura não teria aumentado seus preços./ A Cultura não teria aumentado-nos.
D Na hora em que você deveria receber o dinheiro, ele não volta./ Na hora em que você deveria recebê-lo, ele não volta.
E O que vai acontecer às pequenas editoras?/ O que vai acontecê-las?

Serviço de informações relativas às autorizações concedidas para o armazenamento e o acesso dos artigos das revistas brasileiras em repositórios digitais de acesso aberto, que faz parte do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia. As informações divulgadas nesse serviço são coletadas diretamente com os editores das revistas científicas. Trata-se de

A SHERPA/RoMEO.
B Diadorim.
C Latindex
D Dialnet.
E BRAPCI.
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Leia trecho da canção de Caetano Veloso para responder à questão. LIVROS Tropeçavas nos astros desastrada Quase não tínhamos livros em casa E a cidade não tinha livraria Mas os livros que em nossa vida entraram São como a radiação de um corpo negro Apontando pra expansão do Universo Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso (E, sem dúvida, sobretudo o verso) É o que pode lançar mundos no mundo. (https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018)

Assinale a alternativa correta quanto à conjugação e/ou à correlação entre os tempos verbais.

A Se Caetano dispusesse de livros é porque sua família adquire cultura.
B Se a cidade tivesse livrarias, as pessoas obteriam mais conhecimento.
C Como não entrassem livros nas casas, as pessoas não expandirão o conhecimento
D Quando as cidades dispuserem livros a todos, ninguém mais permaneceu na escuridão.
E Por mais que se obtenham livros, as cidades não adquiririam cultura.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, de acordo com a norma-padrão da concordância, as expressões em destaque na frase - Dívidas sem fim , prejuízos acumulados , além da crise econômica, provocaram a derrocada das redes livreiras.

A infindável … que se acumulam … tudo isso potencializou
B infindáveis … que se acumula … tudo isso potencializou
C infindáveis … que se acumulam … tudo isso potencializou
D infindável … que se acumula … tudo isso potencializaram
E infindáveis … que se acumulam … tudo isso potencializaram

As bibliotecas, que experimentam ferramentas de tecnologia da informação para criar novos serviços para o seu público, implementam produto novo ou significativamente melhorado, desenvolvem um novo processo, aplicam um novo método de marketing ou um novo método organizacional nas práticas ou na organização do local de trabalho, estão aderindo:

A à gestão de inovação.
B à automação de serviços.
C à gestão de recursos.
D ao gerenciamento de sistemas.
E à preservação digital.