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Considere 3 máquinas, A, B e C, que produzem o mesmo tipo de peça. Certo dia, uma quantidade x dessas peças foi encomendada e, se essa quantidade fosse fabricada somente pela máquina A, ela levaria 6 horas para produzir todas as peças, trabalhando ininterruptamente; se toda a quantidade fosse fabricada pela máquina B, o serviço seria realizado em 7 horas de trabalho ininterrupto; se toda quantidade fosse realizada pela máquina C, o serviço seria realizado em 5 horas de trabalho ininterrupto. Levando-se em consideração o custo/benefício de produção em cada uma das máquinas, optou-se por dividir a produção da seguinte forma: a máquina C trabalhará por 2 horas e 15 minutos, de forma ininterrupta; a máquina A, 3 horas ininterruptas; e, na máquina B, serão fabricadas 2 mil unidades da peça. Sendo assim, o número de unidades de peças encomendadas é:

A 25 mil.
B 30 mil.
C 35 mil.
D 40 mil.
E 45 mil.

Para mensurar e avaliar a produção científica, são utilizadas técnicas que mapeiam os índices de citações, a produção e a visibilidade das revistas, sendo correto afirmar que:

A o índice h determina a estratificação da qualidade da produção científica na CAPES de forma indireta, por meio da análise da qualidade dos veículos de divulgação das pesquisas.
B o fator de impacto identifica o número de citações dos artigos publicados em um periódico e nos demais periódicos indexados, para um determinado ano.
C o Qualis mede o desempenho de citações de um conjunto de artigos oferecendo mais peso aos artigos altamente citados.
D para calcular o g-index das revistas, os artigos são classificados em ordem crescente de número de citações que receberam.
E o Publish or Perish é um software que analisa as revistas científicas a partir de estratos indicativos de qualidade como A1; A2; B1; B2; B3; B4; B5; e C

Um determinado comportamento de um circuito lógico foi especificado com linguagens de descrição de hardware (HDL). Após o processo de síntese de alto nível, ferramentas computacionais determinaram um fluxo de dados (data path) e um fluxo de controle e estados (control path), usando RTL (register transfer logic), IP (intelectual property) Cores e outros recursos tecnológicos disponíveis em uma determinada arquitetura de FPGA. Foi realizada uma simulação digital pós-síntese que verificou que os resultados atenderam à especificação original. Entretanto, após a programação, o hardware real da FPGA não operou de forma correta, com falhas durante seu funcionamento. A respeito desse processo, é correto afirmar que:

A as regras de mapeamento de pinos e recursos (mapping) estão implícitas na descrição comportamental via HDL e não devem ser especificadas. A ferramenta de síntese se encarrega de determinar a alocação desses recursos. O não funcionamento deve-se a algum problema na eletrônica do circuito integrado da FPGA.
B a lógica sintetizada nesse processo deve funcionar em qualquer arquitetura de FPGA, independentemente do fabricante do circuito integrado, e o não funcionamento deve-se a algum problema na eletrônica do circuito integrado da FPGA.
C a lógica sintetizada nesse processo deve funcionar em qualquer arquitetura de FPGA de um mesmo fabricante. O não funcionamento deve-se a algum problema na etapa de mapping ou alocação de recursos da FPGA, que não foi especificada corretamente.
D os fluxos de dados e de controle criados pela síntese de alto nível não possuem falhas, como comprovado pela simulação. Entretanto, a largura de dados dos barramentos deve ser explicitamente especificada para a ferramenta de síntese para que a implementação real opere como esperado. O não funcionamento deve-se a algum erro nessas especificações.
E as restrições e requisitos de tempo (timming) e restrições na alocação de pinos e terminais devem ser especificados de forma explícita para a ferramenta de síntese. Caso contrário, a ferramenta de síntese poderá alocar esses recursos de forma não compatível com a eletrônica. O não funcionamento devesse a algum erro nessas especificações.

Assinale a alternativa que apresenta exclusivamente recursos de acesso aberto disponíveis no Portal de Periódicos da CAPES.

A Directory of Open Acess Repositories (Open Doar); Derwent Innovation Index; Library and Information Science Abstracts (LISA).
B Latin American Open Archives Portal (LAOAP); Library, Information Science & Tecnology Abstract with full text (LISTA); Scientific Electronic Library Online (ScieLO).
C Academic Search Premier (ASP); Directory of Open Access Journals (DOAJ); Web of Science (WOS).
D BioMed Central; PubMed Central; Physical Education Index.
E Directory of Open Access Journals (DOAJ); Free Medical Journals; Scientific Electronic Library Online (ScieLO).
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

O segmento frasal – carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – indica, no contexto:

A uma indiferença do governo que termina em ajudar a resolver o problema dos grupos editoriais.
B uma solução de última hora para as redes livreiras, se o atual governo aprovar a norma do preço fixo do livro.
C uma possibilidade de as redes livreiras entrarem em acordo com os bancos para resolver a situação.
D um voto de confiança no governo disposto a estancar a crise financeira das redes livreiras.
E a falta de perspectiva na busca de solução para as redes livreiras, por causa da atual crise econômica do país.

A publicação científica em periódicos está bem estabelecida, mas o mesmo não ocorre com a publicação formal de dados, resultado da pesquisa científica. Dessa forma,

A a iniciativa internacional Big Data fornece orientação clara que ajuda a garantir que todos os dados e serviços associados à emergente Internet das Coisas serão abertos e reutilizáveis por máquinas.
B a web semântica garante as tecnologias que dão suporte à web dos dados, viabilizando pesquisas em banco de dados e o desenvolvimento de sistemas que possam oferecer suporte a interações na rede.
C o RDF é a base para a publicação e linkagem de dados e garante a qualidade e usabilidade dos dados inseridos em documentos nos bancos de dados, tornando-os disponíveis.
D os princípios FAIR fornecem um conjunto preciso e mensurável de qualidades que a boa publicação de dados deve apresentar para que os dados sejam encontráveis, acessíveis, interoperáveis e reutilizáveis.
E os CMS constituem softwares de gerenciamento de conteúdo que permitem criar um ambiente de apoio ao processo de pesquisa e uma real interação entre pesquisadores e documentos produzidos.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Considere as palavras em destaque no texto – catástrofe, enrosco, derrocada, esperança e florescimento – e assinale a alternativa correta.

A Todas as palavras em destaque apresentam compatibilidade de sentido com a ideia contida no título – Página infeliz.
B As palavras – esperança e florescimento – sinalizam um cenário promissor para os grupos editoriais saírem da crise.
C As palavras – enrosco, florescimento e esperança – atestam a problemática vivida pelos grandes grupos editoriais do país.
D Todas as palavras em destaque expressam a ideia de que o mercado editorial do país está em alta, apesar da recessão econômica.
E As palavras – catástrofe, enrosco e derrocada – evidenciam que os grupos editoriais poderão sair da crise, com a ajuda dos bancos.

Jair, Fernanda e Maria nasceram no mesmo dia e mês. Há 15 anos, Jair tinha o dobro da idade de Fernanda, e Maria tinha 1/8 da idade de Fernanda. Hoje, a média aritimética das idades dessas três pessoas é 40 anos. Sendo assim, a idade atual de Jair é:

A 39 anos.
B 45 anos.
C 51 anos.
D 57 anos.
E 63 anos.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

O descompasso apontado pela empresa Nielsen e por Simone Paulino decorre:

A do desestímulo entre os grupos editoriais provocado pela crise econômica e pela ausência de uma política de leitura no país.
B das poucas vendas e grandes pagamentos recebidos das editoras independentes, por parte dos grupos editoriais.
C da incompatibilidade entre o aquecimento nas vendas e a má fase da economia brasileira.
D do modelo de produção do livro no país e das práticas empregadas pelas pequenas editoras, incapacitadas de competir.
E dos desafios econômicos por que passa o país e da adoção de estratégias equivocadas do mercado livreiro.