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O edifício completou 50 anos nesta quarta-feira (07.11). Um dos principais cartões-postais de São Paulo, abriga o mais importante acervo de arte europeia do Hemisfério Sul. A coleção do museu reúne hoje mais de 10 mil obras, incluindo pinturas, esculturas, objetos e vestuários de diversos períodos, provenientes da África, Ásia, Europa e das Américas. Seu primeiro endereço foi na Rua 7 de abril. Foram 12 anos entre o projeto e a execução do novo prédio, inaugurado em 1968. (Acesso em 07.11.18 – disponível em: https://bit.ly/2JQ6370. Adaptado) Em 2018, comemorou-se os 50 anos do prédio:

A do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
B da Pinacoteca de São Paulo.
C do Museu de Arte de São Paulo “Assis Chateaubriand”.
D do Museu do Ipiranga.
E do Museu da República.

Em relação aos tipos disponíveis de licenças no Creative Commons, é correto afirmar que a licença de:

A Atribuição – Não Comercial (CC BY-NC) permite a redistribuição, comercial e não comercial, desde que o trabalho seja distribuído inalterado e no seu todo, com crédito atribuído ao criador.
B Atribuição – Sem Derivações (CC BY-ND) permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do trabalho licenciado para fins não comerciais, e embora os novos trabalhos tenham de atribuir o devido crédito e não possam ser usados para fins comerciais, os usuários não têm de licenciar esses trabalhos derivados sob os mesmos termos.
C Atribuição – Não Comercial – Compartilha Igual (CC BY-NC-AS) permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do trabalho licenciado para fins não comerciais, desde que atribuam o devido crédito e que licenciem as novas criações sob termos idênticos.
D Atribuição – Sem Derivações – Sem Derivados (CC BY-NC-ND) permite que outros remixem, adaptem e criem a partir do trabalho licenciado, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito e que licenciem as novas criações sob termos idênticos e os trabalhos novos baseados terão a mesma licença, e permitirão o uso comercial.
E Atribuição – Compartilha Igual (CC BY-SA) é restritiva, só permitindo que outros façam download dos trabalhos licenciados e os compartilhem desde que atribuam crédito, mas sem que possam alterá-los de nenhuma forma ou utilizá-los para fins comerciais.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que as duas primeiras barras da frase devem ser substituídas por vírgulas, e a terceira, por dois-pontos.

A Na tentativa de recuperar/ o mercado livreiro os editores se inspiram no mercado europeu para adotar lei criada/ na Dinamarca/ a fixação do preço fixo do livro.
B Na tentativa de recuperar o mercado livreiro os editores/ se inspiram no mercado europeu/ para adotar lei criada na Dinamarca/ a fixação do preço fixo do livro.
C Na tentativa de recuperar o mercado livreiro os editores/ se inspiram no mercado europeu para adotar/ lei criada na Dinamarca/ a fixação do preço fixo do livro.
D Na tentativa de recuperar o mercado livreiro/ os editores se inspiram no mercado europeu/ para adotar lei criada na Dinamarca/ a fixação do preço fixo do livro.
E Na tentativa/ de recuperar o mercado livreiro os editores se inspiram/ no mercado europeu para adotar lei criada na Dinamarca/ a fixação do preço fixo do livro.

Em relação aos links persistentes para documentos na web, é correto afirmar que:

A o W3C, formado por editores, sociedades científicas e editoras, teve início em 2001 visando implementar recursos XML para a comunicação científica e seus vínculos através de links no ambiente web.
B o ORCID é um sistema de identificação numérico para conteúdo digital que pode ser atribuído a artigos de periódicos, verbetes de enciclopédias, imagens, livros eletrônicos, qualquer conteúdo intelectual que necessite ter indicadores persistentes.
C o DOI é um identificador único de documento digital utilizado no registro da produção científica disponibilizada on-line, com numeração única e link para recuperação como uma URL registrada.
D a PILA é uma associação que tem por objetivo descentralizar os recursos do sistema Handle para que um documento na web não tenha mudança de endereço, garantindo o acesso sempre pela mesma URL.
E o ISSN é o número de identificação da obra composto por duas sequências, separadas por uma barra: um prefixo que indica a organização produtora e um sufixo que indica o objeto digital, número único e permanente.
Texto associado
Leia trecho da canção de Caetano Veloso para responder à questão. LIVROS Tropeçavas nos astros desastrada Quase não tínhamos livros em casa E a cidade não tinha livraria Mas os livros que em nossa vida entraram São como a radiação de um corpo negro Apontando pra expansão do Universo Porque a frase, o conceito, o enredo, o verso (E, sem dúvida, sobretudo o verso) É o que pode lançar mundos no mundo. (https://www.letras.mus.br/caetano-veloso, acessado em 09.11.2018)

Assinale a alternativa correta quanto ao sentido da canção.

A Os poucos livros de que o eu lírico dispunha em casa foram suficientes para expandir sua visão de mundo.
B Frases, enredos e conceitos, próprios do universo livresco, são mais eficazes que o verso para aperfeiçoar os limites do leitor.
C O eu lírico afirma que a família não adquiriu conhecimento livresco porque não tinha experiência com o universo da leitura.
D Uma espécie de escuridão sem fim tomou conta da vida do eu lírico porque faltavam livros na família e na cidade.
E A falta de livros na casa e na cidade contribuiu para que a família do eu lírico não tivesse uma cultura aprimorada.

Uma aplicação típica do Diodo Zener é na regulação de tensão. Uma das características desse diodo, quando utilizado nessa aplicação, é que ele:

A é polarizado diretamente, como um diodo comum.
B é utilizado na sua região de ruptura sem ser danificado.
C pode ser utilizado sem preocupação com a potência nele dissipada, pois a sua corrente é sempre muito baixa, independentemente da carga utilizada.
D pode ser utilizado sem resistor de limitação, ligado diretamente em paralelo com a fonte não regulada.
E tem definida a tensão de regulação por meio de um resistor variável.

A arquitetura da informação prevê que os websites possuam organização clara e concisa, com usabilidade testada na construção da interface com o usuário. No que diz respeito à avaliação de usabilidade, é correto afirmar que:

A os métodos baseados em modelos são caracterizados pela participação direta dos usuários do sistema na avaliação; podem ser prospectivos, servindo-se de questionários e entrevistas para capturar opiniões e experiências.
B os métodos de teste com usuários combinam diferentes técnicas de modelagem e análise de tarefas em termos de objetivos e operadores.
C os ensaios de interação são métodos baseados em modelos que procuram aferir o grau de usabilidade de um sistema, a partir de modelos da sua interface.
D os métodos de inspeção correspondem às representações que capturam e modelam a forma de interação dos usuários com o sistema.
E a avaliação heurística consiste no exame pormenorizado de uma interface de usuário, realizada por especialistas, com o objetivo de avaliar a sua adequação a uma série de princípios.

Sobre os diversos tipos de conversores analógico-digitais, é correto afirmar que, no conversor analógico-digital do tipo:

A aproximações sucessivas, o tempo de conversão depende do valor do sinal analógico a ser convertido.
B rampa digital, o número máximo de bits do sinal digital de saída é 16.
C aproximações sucessivas, o número máximo de bits do sinal digital de saída é 24.
D rampa digital, o tempo de conversão depende do valor do sinal analógico a ser convertido.
E rampa dupla, o sinal analógico a ser convertido não pode ter valor maior do que 20 V.

O fluxo informacional pode ser subdividido em três fluxos básicos: o primeiro é externo, o segundo, interno, e o terceiro fluxo é externo novamente. É correto afirmar que o

A primeiro fluxo externo refere-se à captação, à seleção, ao armazenamento e à recuperação da informação.
B fluxo interno refere-se ao fenômeno da transformação da informação organizada em conhecimento pelos indivíduos.
C fluxo interno busca mostrar a informação e o conhecimento elaborado pelo receptor em sua realidade.
D segundo fluxo externo compreende a criação e inscrição da informação pelo autor.
E fluxo interno tem caráter organizacional, permitindo a entrada, a classificação, o gerenciamento e o controle da informação.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

A expressão “paradoxo assustador”, apontado no texto, associa-se:

A a contingências alheias às intenções das livrarias de pagar suas dívidas, em função de créditos reduzidos.
B ao equilíbrio de estratégias, postas em prática, não apenas pelo mercado editorial, como também por outros setores.
C ao acerto de contas entre os bancos e as líderes do mercado, Saraiva e Cultura, em função das dívidas que contraíram.
D à projeção bem sucedida da venda de livros no país, feita com ajuda de estudos desenvolvidos por advogados.
E ao acúmulo de dívidas das livrarias com as editoras, apesar do incremento nas vendas, expondo uma desproporção.