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Não há um modelo padrão para a elaboração de pauta para jornal impresso. Entretanto, pode-se afirmar, resumindo a recomendação de experientes editores, que, além do cabeçalho que identifica o jornal, a editoria, as datas e o(s) repórter(es), a pauta deve conter informações a respeito

A do tema e seus desdobramentos; do enfoque que deve ser dado ao tema principal; das fontes oficiais a respeito do tema, para que criem um compromisso do poder instituído com o fato e um conjunto de textos para que o repórter extraia deles as perguntas a serem feitas.
B do assunto; do histórico, para contextualizar o fato jornalístico; da abordagem, isto é, qual o enfoque que se pretende; das fontes, se possível com endereços e telefone e sugestões de perguntas, principalmente aquelas que estão afeitas ao enfoque da matéria.
C do tema; a justificativa da importância do tema; do contexto em que ele se insere; do roteiro completo de perguntas a serem feitas às fontes oficiais e fontes não oficiais; as questões que não devem ser levantadas em relação ao tema.
D do assunto; do interesse da empresa em relação ao assunto; do enfoque que deve ser priorizado no momento de elaborar a matéria; dos documentos que devem ser solicitados às fontes para ilustrar a matéria.
E do tema; da conexão do tema com matérias já publicadas no periódico; da sinopse do acontecimento; do encaminhamento a ser dado ao assunto; das fontes que não devem fazer parte da matéria
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Se a norma do preço fixo fosse aprovada no país,

A as livrarias independentes seriam mais competitivas diante dos maiores grupos.
B as grandes redes desnivelariam o mercado e poderiam lucrar ainda mais.
C o Brasil se tornaria um país leitor, como França, Dinamarca e Alemanha.
D as livrarias evitariam os prejuízos que vêm enfrentando por causa da crise.
E a leitura teria mais dinamismo no país e a guerra de preço seria eliminada.

O aproveitamento do título de um press-release da Assessoria de Imprensa da Unicamp foi vetado pelo editor de um jornal comercial. O editor afirmou que se tratava de um título encampado. (Jornal da Unicamp. Adaptado) O título vetado foi o seguinte:

A Entre sons e pausas, o sonho de tocar e cantar
B Do primeiro giz a uma vaga no ensino superior
C Uma escola para chamar de sua, afirma Diretora
D Demógrafa mergulha no cotidiano de refugiados sírios em São Paulo
E Unicamp leva arte, saúde e cidadania para população em situação de rua

Considerando que a FAPESP celebra relação contratual diretamente com o pesquisador, o qual se torna juridicamente responsável, o escritório de apoio da universidade a que ele pertença

A fica impedido de auxiliar a equipe de pesquisadores na formulação do projeto e na prestação de contas, mas não na sua execução.
B poderá, de todo modo, auxiliar a equipe de pesquisadores na formulação e na execução do projeto, bem como na prestação de contas.
C fica impedido de auxiliar a equipe de pesquisadores na execução do projeto, mas não na sua formulação nem na prestação de contas.
D fica impedido de auxiliar a equipe de pesquisadores na prestação de contas, mas não na sua formulação nem na execução do projeto.
E fica impedido de auxiliar a equipe de pesquisadores na formulação do projeto, mas não na sua execução nem na prestação de contas.

Em 31 de agosto de 2010, após 119 anos de história, um dos mais tradicionais jornais brasileiros deixou a versão impressa e passou a ser disponível somente na sua versão digital. Na sua estreia como jornal digital, o periódico enumerou os argumentos que justificaram a sua opção, colocando entre eles o respeito à ecologia e o alinhamento com o futuro. Mas, no dia 25 de fevereiro de 2018, sob nova direção, o jornal voltou às bancas cariocas. O empresário que adquiriu os direitos justificou o projeto por ter identificado um nicho no mercado de jornais impressos. O nome desse jornal é

A Jornal do Brasil.
B Extra
C Diário Carioca.
D Tribuna da Imprensa
E Diário do Comércio
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe - com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos - o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada , contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer? ” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo - a criação, no país, do preço fixo do livro - norma a ser implantada por medida provisória - nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a segunda frase substitui, corretamente, por um pronome pessoal, com sua devida colocação, a expressão em destaque na primeira.

A No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos ./ No pedido à Justiça, a rede afirma lhes acumular.
B Saraiva e Cultura reduziram o número de lojas ./ Saraiva e Cultura lhe reduziram.
C A Cultura não teria aumentado seus preços ./ A Cultura não teria aumentado-nos.
D Na hora em que você deveria receber o dinheiro , ele não volta./ Na hora em que você deveria recebê-lo, ele não volta.
E O que vai acontecer às pequenas editoras ?/ O que vai acontecê-las?

A FAPESP, o CNPq e a CAPES possuem em comum a seguinte atribuiçã

A elaboração de material didático para a educação básica.
B financiamento de material didático para o ensino superior.
C fomento à pesquisa científica.
D financiamento de maquinário industrial.
E elaboração de conteúdo para cursos de educação a distância.

Na produção de notícias, tem-se, por um lado, a cultura profissional e, por outro, as restrições ligadas à organização do trabalho sobre as quais são criadas convenções profissionais que definem a notícia e legitimam o processo produtivo, desde a captação do acontecimento, passando pela produção, edição até a apresentação. O resultado disso é um conjunto de critérios de relevância que definem

A os valores notícia.
B a pauta.
C a noticiabilidade.
D o espelho de página.
E a diagramação.

Portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (01.11) informa que o acesso não será mais gratuito no período da manhã. O governo federal vai cobrar o acesso da edição completa na internet, mas vai liberar a leitura integral gratuita entre 12h e 23h59. Após 155 anos, o documento passa a estar disponível somente na versão on-line. A decisão de encerrar a impressão está entre ações que, segundo o governo, visam a desburocratizar a Administração Pública e reduzir custos. (Acesso em 02.11.18 - disponível em: https://glo.bo/2yQICGj. Adaptado) A notícia e a Portaria referem-se

A ao Livro Atuarial Nacional.
B ao Portal Brasileiro de Notícias.
C à Expedição Federal.
D ao Diário Oficial da União.
E à Revista Brasileira de Estatística (RBE).

O chamado webjornalismo possui características que são fundamentais no momento da edição, porque nesse canal não há limitação de tempo e espaço como no telejornalismo, no radiojornalismo e no jornalismo impresso. Os estudiosos desse tipo de jornalismo destacam que nele, entre outras vantagens, é possível trabalhar com a

A hipertextualidade que é a capacidade que o webjornalismo apresenta de oferecer feedback em tempo real ao jornalista ou casa editora.
B multimidialidade pois permite que o usuário faça interconexão de textos a partir de links que são incluídos pelo redator no corpo da matéria.
C instantaneidade de acesso que consiste na existência de produtos jornalísticos configurados de acordo com os interesses do usuário
D memória, pois permite rapidez de acesso e combina a facilidade de produção com a de disponibilização de dados
E customização do conteúdo porque a acumulação de informações é mais viável técnica e economicamente do que em outras mídias.