Recrutamento automatizado amplia o "ghosting" e desumaniza processos seletivos
O ghosting de recrutamento ocorre quando o recrutador de uma empresa simplesmente some, nas palavras de Luli Radfahrer, professor da Universidade de São Paulo. Isso depois de o candidato ter enviado o currículo e, às vezes, até ter feito entrevista e recebido alguma sinalização de que o contato será retomado, o que nunca acontece. "O problema é que isso deixou de ser exceção, virou regra. Não é mais um recrutador mal-educado aqui ou ali. É o sistema inteiro que funciona assim [...] Antigamente, uma vaga boa recebia 50, 100 currículos. Hoje pode receber milhares. O que acontece com isso é que as plataformas digitais eliminaram o contato humano do processo. Tem inteligência artificial fazendo triagem, robô agendando entrevista, sistema automático rejeitando gente. Para uma empresa ignorar 500 candidatos ficou muito mais fácil do que enviar manualmente 500 e-mails."
Para piorar, segundo Radfahrer, muita candidatura nunca chega aos olhos humanos. "O algoritmo busca palavras-chave específicas, verifica o histórico educacional, se não bater com o que ele quer, tchau. Sem feedback, sem explicação. Tem empresa usando inteligência artificial que analisa a expressão facial, tom de voz e até a escolha de palavras em entrevista por vídeo. E aí rejeita sem ninguém assistir."
É claro que existe também o outro lado da moeda, que é quando o candidato dá o troco e não aparece na entrevista, isso depois de aceitar a vaga. "Algumas empresas têm taxas altíssimas de ausência. É tipo uma vingança, mas cria um ciclo horrível, onde ninguém confia em ninguém. Todo mundo se trata mal, porque todo mundo acha que vai ser maltratado."
Fato é que não se pode ignorar os custos psicológicos e econômicos que isso acaba acarretando.
(Jornal USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/recrutamento-automatizado-amplia-o-ghosting-e-desumaniza-processos-seletivos/. Adaptado)
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A palavra destacada foi empregada em sentido figurado no trecho:
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Recrutamento automatizado amplia o "ghosting" e desumaniza processos seletivos
O ghosting de recrutamento ocorre quando o recrutador de uma empresa simplesmente some, nas palavras de Luli Radfahrer, professor da Universidade de São Paulo. Isso depois de o candidato ter enviado o currículo e, às vezes, até ter feito entrevista e recebido alguma sinalização de que o contato será retomado, o que nunca acontece. "O problema é que isso deixou de ser exceção, virou regra. Não é mais um recrutador mal-educado aqui ou ali. É o sistema inteiro que funciona assim [...] Antigamente, uma vaga boa recebia 50, 100 currículos. Hoje pode receber milhares. O que acontece com isso é que as plataformas digitais eliminaram o contato humano do processo. Tem inteligência artificial fazendo triagem, robô agendando entrevista, sistema automático rejeitando gente. Para uma empresa ignorar 500 candidatos ficou muito mais fácil do que enviar manualmente 500 e-mails."
Para piorar, segundo Radfahrer, muita candidatura nunca chega aos olhos humanos. "O algoritmo busca palavras-chave específicas, verifica o histórico educacional, se não bater com o que ele quer, tchau. Sem feedback, sem explicação. Tem empresa usando inteligência artificial que analisa a expressão facial, tom de voz e até a escolha de palavras em entrevista por vídeo. E aí rejeita sem ninguém assistir."
É claro que existe também o outro lado da moeda, que é quando o candidato dá o troco e não aparece na entrevista, isso depois de aceitar a vaga. "Algumas empresas têm taxas altíssimas de ausência. É tipo uma vingança, mas cria um ciclo horrível, onde ninguém confia em ninguém. Todo mundo se trata mal, porque todo mundo acha que vai ser maltratado."
Fato é que não se pode ignorar os custos psicológicos e econômicos que isso acaba acarretando.
(Jornal USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/recrutamento-automatizado-amplia-o-ghosting-e-desumaniza-processos-seletivos/. Adaptado)
O ghosting de recrutamento ocorre quando o recrutador de uma empresa simplesmente some, nas palavras de Luli Radfahrer, professor da Universidade de São Paulo. Isso depois de o candidato ter enviado o currículo e, às vezes, até ter feito entrevista e recebido alguma sinalização de que o contato será retomado, o que nunca acontece. "O problema é que isso deixou de ser exceção, virou regra. Não é mais um recrutador mal-educado aqui ou ali. É o sistema inteiro que funciona assim [...] Antigamente, uma vaga boa recebia 50, 100 currículos. Hoje pode receber milhares. O que acontece com isso é que as plataformas digitais eliminaram o contato humano do processo. Tem inteligência artificial fazendo triagem, robô agendando entrevista, sistema automático rejeitando gente. Para uma empresa ignorar 500 candidatos ficou muito mais fácil do que enviar manualmente 500 e-mails."
Para piorar, segundo Radfahrer, muita candidatura nunca chega aos olhos humanos. "O algoritmo busca palavras-chave específicas, verifica o histórico educacional, se não bater com o que ele quer, tchau. Sem feedback, sem explicação. Tem empresa usando inteligência artificial que analisa a expressão facial, tom de voz e até a escolha de palavras em entrevista por vídeo. E aí rejeita sem ninguém assistir."
É claro que existe também o outro lado da moeda, que é quando o candidato dá o troco e não aparece na entrevista, isso depois de aceitar a vaga. "Algumas empresas têm taxas altíssimas de ausência. É tipo uma vingança, mas cria um ciclo horrível, onde ninguém confia em ninguém. Todo mundo se trata mal, porque todo mundo acha que vai ser maltratado."
Fato é que não se pode ignorar os custos psicológicos e econômicos que isso acaba acarretando.
(Jornal USP. Disponível em: https://jornal.usp.br/radio-usp/recrutamento-automatizado-amplia-o-ghosting-e-desumaniza-processos-seletivos/. Adaptado)
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o ghosting de recrutamento se deve
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho do texto foi reescrito em conformidade com a norma-padrão de colocação dos pronomes.
Texto associado
Leia o texto a seguir para responder às questões de 04 a 07:
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Em "A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo" (4º parágrafo), o sinal de dois-pontos foi empregado para introduzir uma
Texto associado
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Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Considere os seguintes trechos do 2º parágrafo:
• Não é difícil entender a razão desse estigma...
• Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão...
É correto afirmar que as palavras destacadas têm como sinônimos, correta e respectivamente,
Texto associado
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Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Simpatia pelo lobo
O lobo é o grande bicho-papão das histórias infantis. Criatura da escuridão, de olhos amarelos e devorante boca, carrasco de inocentes – é o que nos asseguram as fábulas O lobo e o cordeiro (Esopo, La Fontaine), Chapeuzinho Vermelho (Charles Perrault, irmãos Grimm), Os três porquinhos (Joseph Jacobs), entre outras.
Não é difícil entender a razão desse estigma: diferentemente das vacas, porcos e ovelhas, o lobo é um dos animais que, tal como a aranha e a serpente, recusaram a domesticação, permanecendo independentes do homem. Sobre esta escolha crucial temos o testemunho insuspeito de Esopo. Convidado pelo cão a trocar as agruras da liberdade pelas migalhas da servidão, ele retrucou: "Antes livre, mas faminto, do que gordo, mas cativo!".
Tendo rejeitado a civilização, o lobo seguiu seu caminho, irremediavelmente fiel à natureza. Daí ter se tornado a representação sensível da selvageria, dos instintos, dos subterrâneos da alma.
A natureza sabe ser hostil, mas também sabe prover: foi uma loba etrusca que amamentou Rômulo e Remo. E ela, sobretudo, sabe ensinar. Como dizia seu aluno Leonardo da Vinci, todos "aqueles que tomam por mestre a outro que não seja a natureza, mestra de mestres, se esforçam em vão”.
(Mauricio Puls. Revista Quatro Cinco Um. Outubro de 2020. Adaptado)
Em relação às considerações feitas a respeito da figura do lobo nas fábulas, é correto afirmar que o autor do texto
Texto associado
Leia a tira a seguir para responder às questões de 01 a 03:
No 4º quadro, a frase "Onde mais eu ia conseguir essa publicidade gratuita?" pode ser reescrita, em conformidade com a norma-padrão, da seguinte forma:
Texto associado
Leia a tira a seguir para responder às questões de 01 a 03:
Considere as frases:
• "Linus, se você jogar essa bola em mim, eu vou contar pra mamãe!" (1º quadro)
• "Você jogou mesmo sabendo que ela ia dedurar?" (3º quadro)
É correto afirmar que as palavras destacadas estabelecem, respectivamente, relações de sentido de
Texto associado
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A partir da leitura da tira, é correto afirmar que o garoto Linus atira a bola porque