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Texto associado
Texto CG1A1 Há muito chegamos à convicção de que a ciência no Brasil, custeada quase exclusivamente pelos cofres públicos, requer, para o apoio que merece, a compreensão da comunidade. Mas esse entendimento não se consegue, ao contrário do que parecem imaginar os cientistas, pela mera exaltação dos méritos da ciência; atinge-se pela paciente educação do povo a respeito do que ela faz e das implicações de suas conquistas.

Também julgamos útil esse conhecimento como meio de difundir e mesmo criar atitudes que, indispensáveis ao cientista, não podem deixar de favorecer a boa formação do cidadão comum. Citamos, entre elas, o interesse pela criatividade, o espírito crítico, a busca de isenção nas conclusões e de alternativas, a contínua vigilância para que o simplesmente emocional não nos falseie o raciocínio. Essas qualidades têm sentido cada vez maior na sociedade moderna, que tanta força procura na tecnologia, hoje, mais do que nunca, fundada na pesquisa científica. Elas são importantes não apenas para ajudar-nos na solução objetiva de muitos problemas, nas encruzilhadas da vida, mas também para aprimoramento de muitas instituições, entre as quais a educação.

A necessidade de um ensino vivo, em que o “túnel pedagógico” não abafe as potencialidades naturais do educando, é condição que os que militam na ciência e compreendem o que seja essa atividade defendem com empenho, assim como a defendem todos os que procuram obter, pelo sistema educacional, indivíduos capazes de ampla realização pessoal e social. É indiscutível, ao menos em nosso meio, o relevante papel que os cientistas têm tido na adoção de melhores métodos de ensino das ciências e, por extensão, do ensino em geral.

José Reis. Responsabilidade de cientistas e jornalistas científicos . In : Luisa Massarani e Eliane Dias (org.). José Reis: Reflexões sobre a divulgação científica. Rio de Janeiro: Fiocruz; COC, 2018 [Originalmente publicado em: Ciência e Cultura , v. 26, n. 7, 1974] (com adaptações).

De acordo com o texto CG1A1, para que a ciência obtenha o apoio que merece, é necessário que haja

A investimento em soluções tecnológicas.
B ampliação do financiamento público.
C ênfase nos méritos da própria ciência.
D aprimoramento das instituições de ensino.
E educação do povo acerca dos feitos da ciência.
Texto associado
Texto CG1A1 Há muito chegamos à convicção de que a ciência no Brasil, custeada quase exclusivamente pelos cofres públicos, requer, para o apoio que merece, a compreensão da comunidade. Mas esse entendimento não se consegue, ao contrário do que parecem imaginar os cientistas, pela mera exaltação dos méritos da ciência; atinge-se pela paciente educação do povo a respeito do que ela faz e das implicações de suas conquistas.

Também julgamos útil esse conhecimento como meio de difundir e mesmo criar atitudes que, indispensáveis ao cientista, não podem deixar de favorecer a boa formação do cidadão comum. Citamos, entre elas, o interesse pela criatividade, o espírito crítico, a busca de isenção nas conclusões e de alternativas, a contínua vigilância para que o simplesmente emocional não nos falseie o raciocínio. Essas qualidades têm sentido cada vez maior na sociedade moderna, que tanta força procura na tecnologia, hoje, mais do que nunca, fundada na pesquisa científica. Elas são importantes não apenas para ajudar-nos na solução objetiva de muitos problemas, nas encruzilhadas da vida, mas também para aprimoramento de muitas instituições, entre as quais a educação.

A necessidade de um ensino vivo, em que o “túnel pedagógico” não abafe as potencialidades naturais do educando, é condição que os que militam na ciência e compreendem o que seja essa atividade defendem com empenho, assim como a defendem todos os que procuram obter, pelo sistema educacional, indivíduos capazes de ampla realização pessoal e social. É indiscutível, ao menos em nosso meio, o relevante papel que os cientistas têm tido na adoção de melhores métodos de ensino das ciências e, por extensão, do ensino em geral.

José Reis. Responsabilidade de cientistas e jornalistas científicos . In : Luisa Massarani e Eliane Dias (org.). José Reis: Reflexões sobre a divulgação científica. Rio de Janeiro: Fiocruz; COC, 2018 [Originalmente publicado em: Ciência e Cultura , v. 26, n. 7, 1974] (com adaptações).

No texto CG1A1, o interesse pela criatividade e o espírito crítico são apresentados como

A qualidades fundamentais para a boa formação dos cidadãos comuns.
B atitudes benéficas tanto para os cientistas quanto para os cidadãos comuns.
C elementos que figuram entre os métodos de ensino das ciências.
D fatores que decorrem da implementação de soluções objetivas de problemas.
E potencialidades naturais do educando a serem desenvolvidas pelos cientistas.

À luz da Lei n.º 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD), assinale a opção que apresenta corretamente o nome dado à documentação do controlador de dados da qual deve constar a descrição dos processos de tratamento de dados pessoais que podem gerar riscos aos direitos fundamentais.

A relatório de programa de governança em privacidade
B solicitação de acesso do titular de dados (DSAR)
C relatório de impacto à proteção de dados pessoais
D registro das operações de tratamento de dados pessoais
E relatório de incidentes de segurança

Determinada organização pública utiliza o sistema de reposição contínua destinado à gestão de cartuchos para impressoras a laser , de forma que o tempo de ressuprimento gira em torno de 15 dias corridos, o estoque de segurança é de 30 unidades e o consumo em trinta 30 dias é, em média, de 50 unidades. Nessa situação hipotética, o ponto de pedido é de

A 30 unidades.
B 55 unidades.
C 80 unidades.
D 85 unidades.
E 110 unidades.
Texto associado
Texto 8A2-I Nenhum homem é uma ilha, completa em si mesma; todo homem é um pedaço do continente, uma parte da terra firme. Se um torrão de terra for levado pelo mar, a Europa ficará menor, como se tivesse perdido um promontório, como se fosse o solar de teus amigos ou o teu próprio. A morte de cada homem diminui a mim, porque na humanidade me encontro envolvido. Por isso, não procures saber por quem os sinos dobram; eles dobram por ti.

John Donne. Meditações . Tradução: Fabio Cyrino. São Paulo: Editora Landmark, 2012 (com adaptações).

No texto 8A2-I, pertencem à mesma classe de palavras os vocábulos

A “Se” (segundo período) e “si” (primeiro período).
B “porque” (terceiro período) e “quem” (último período).
C “completa” (primeiro período) e “encontro” (terceiro período).
D “promontório” (segundo período) e “próprio” (segundo período).
E “Nenhum” (primeiro período) e “todo” (primeiro período).

No que se refere à noção semântica de acarretamento, assinale a opção correta, considerando a interpretação dos conteúdos das sentenças em um mesmo mundo e a partir de um mesmo referencial temporal.

A As sentenças Todo homem é uma parte da terra firme e Alec Marantz é homem acarretam, juntas, a sentença Alec Marantz é uma parte da terra firme.
B A sentença A morte de cada homem diminui a mim acarreta a sentença Noam Chomsky é mortal.
C A sentença Nenhum homem é uma ilha acarreta a sentença Morris Halle é homem e a sentença Morris Halle não é uma ilha.
D A sentença Ferdinand de Saussure não é uma ilha acarreta a sentença Nenhum homem é uma ilha.
E As sentenças David Embick é um pedaço do continente e David Embick é homem acarretam, juntas, a sentença Todo homem é um pedaço do continente.

Acrescentemos que, em português, a alternância vocálica pode ser o que podemos chamar submorfêmica. Isto acontece quando não é ela (como, ao contrário, sucede em fiz , em face de faz + er ) a marca única da noção gramatical por expressar. Ela entra no vocábulo formal como um reforço, por assim dizer, de um morfema gramatical. Joaquim Mattoso Câmara Jr. Estrutura da língua portuguesa. 44. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011 (com adaptações). O tipo de alternância vocálica referido no texto precedente é evidenciado no par

A pôde / pode.
B povo / povos.
C estorvo / estorvos.
D bolso / bolsos.
E barroco / barrocos.

A didática com foco na aprendizagem significativa enfatiza

A a supremacia de cada disciplina e a importância no currículo.
B características das pessoas envolvidas no processo.
C atividades voltadas para grandes grupos.
D horários fixos nos quais a aprendizagem possa ocorrer.
E currículos predeterminados.

Entre os recursos didáticos utilizados no ambiente virtual de aprendizagem (AVA) da UNIVESP, estão os recursos educacionais abertos, que são

A livros disponibilizados na biblioteca digital.
B livros físicos utilizados como fundamentos das disciplinas.
C slides e videoaulas produzidos para os cursos da UNIVESP.
D materiais de ensino, aprendizado e pesquisa em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público.
E textos de fundamentos educacionais produzidos para os cursos da UNIVESP.

Considerada a unidade temática relativa à probabilidade e estatística constante da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para o ensino fundamental, é correto afirmar que o objeto de conhecimento que se inicia apenas no 8.º ano é a(o)

A leitura de dados em tabelas e gráficos de barras.
B análise de probabilidades de eventos aleatórios.
C representação das informações de diferentes formas, como gráficos e fluxogramas.
D princípio fundamental da contagem.
E cálculo de probabilidade de eventos equiprováveis.