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“Zelar, no exercício do direito de greve, pelas exigências específicas da defesa da vida e da segurança coletiva”. A respeito do disposto expressamente no Decreto nº 1.171/1994, assinale a alternativa correta.

A Representa uma vedação ao servidor público.
B Representa uma regra deontológica do servidor público.
C Representa um dos principais deveres do servidor público.
D Representa um dever da administração pública.

Sobre lógica matemática e sabendo que é verdadeira a afirmação: Todos os servidores da UFTM foram aprovados em concurso, então é correto afirmar que

A se Wedson é servidor da UFTM, então ele não foi aprovado no concurso.
B se Wedson não é servidor da UFTM, então ele pode ter sido aprovado no concurso.
C se Wedson é servidor da UFTM, então ele pode não ter sido aprovado no concurso.
D se Wedson foi aprovado no concurso, então ele é servidor da UFTM.

Analise as sentenças:

• Se todo auxiliar administrativo é um servidor e nenhum servidor é temporário.
• Paulo é auxiliar administrativo.

Utilizando-se de conceitos de lógica, é possível concluir que

A todo auxiliar administrativo é temporário.
B nenhum servidor é auxiliar administrativo.
C nenhum auxiliar administrativo é temporário.
D todo temporário é servidor.

Em relação ao sistema de alavancas do corpo humano, preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.

A alavanca _____________ pode ser representada pela sustentação da cabeça no espaço, sendo que a força é representada pelos músculos do pescoço, e a resistência pelo peso da cabeça. A alavanca _______________ é a que possui melhor vantagem mecânica do nosso corpo, podendo ser representada pela contração do músculo________________ em ortostatismo.

A interpotente / inter-resistente / bíceps femoral
B interpotente / interfixa / iliopsoas
C inter-resistente / interpotente / iliopsoas
D interfixa / inter-resistente / tríceps sural
Texto associado
LUGAR AO SOL

Sucesso na produção de genéricos e financiamento público deram impulso a pesquisa e desenvolvimento nas farmacêuticas nacionais, mostra estudo

Fabrício Marques (Edição 296. Out. 2020)

A ideia de que a indústria farmacêutica realiza poucas atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Brasil, dedicando-se essencialmente à produção e à venda de remédios para o mercado local, foi questionada por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que identificou um crescimento e uma mudança de comportamento das fabricantes de capital nacional. Em um trabalho publicado em junho na Revista Brasileira de Inovação, o grupo mostrou que, ao longo dos últimos 20 anos, as maiores empresas brasileiras de fármacos ampliaram investimentos nas atividades internas de P&D e aumentaram o contingente de pesquisadores contratados. Já as companhias transnacionais continuaram a investir no Brasil com foco mais intenso em atividades como ensaios clínicos e treinamento, mantendo a parte mais nobre e dispendiosa de P&D em suas matrizes no exterior.
O estudo se debruçou sobre a Pesquisa de Inovação (Pintec), levantamento trienal produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é a principal fonte de informações sobre inovação na economia brasileira. Os dados, específicos do segmento farmacêutico e referentes às edições da Pintec concluídas em 2008, 2011 e 2014, foram obtidos por meio de uma tabulação encomendada ao IBGE. A análise se limitou às empresas de maior porte, com mais de 500 funcionários – na Pintec de 2014, abrangia 28 firmas nacionais e 27 transnacionais. Os faturamentos dos dois grupos tinham patamares distintos. Entre as nacionais, a soma da receita líquida de vendas cresceu 105% entre 2008 e 2014 – subindo, em termos reais, de R$ 7,8 bilhões para R$ 16 bilhões. As transnacionais cresceram em ritmo menor, mas o total de suas receitas foi de R$ 18,5 bilhões para R$ 25 bilhões, com aumento de 36,2%.
O dado que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a qualidade do investimento em P&D. “Os gastos com inovação de empresas brasileiras em geral se concentram na compra de máquinas e equipamentos, mas a indústria farmacêutica nacional rompeu essa tendência a partir de 2008 e ampliou sua capacidade de inovar ao investir mais em atividades internas de P&D, em parcerias com universidades e em treinamento de pessoal”, explica a economista Julia Paranhos, pesquisadora do Instituto de Economia da UFRJ e autora principal do estudo. Em 2014, o total investido em P&D internos pelas nacionais alcançou R$ 794 milhões e cresceu, em valores atualizados pela inflação, 174% em relação a 2008. Embora suas receitas sejam menores, isso equivale a mais do que o dobro dos R$ 344 milhões gastos nessa rubrica pelas concorrentes transnacionais. As duas categorias de empresas ampliaram o pessoal ocupado com P&D realizados internamente, mas o número de pesquisadores com nível de pós-graduação nas nacionais era quase cinco vezes maior que nas transnacionais – o placar era de 222 a 47 em 2014.
O fôlego das farmacêuticas brasileiras se deve principalmente à conquista do mercado de genéricos. Baseado na produção de princípios ativos que deixaram de ser protegidos por patentes, esse mercado dispensa investimentos de grande risco. Companhias de capital brasileiro detêm 90% desse mercado. “Com o caixa gerado pela venda de genéricos, elas puderam investir em capacitação crescente”, afirma a economista Lia Hasenclever, professora aposentada do Instituto de Economia da UFRJ e coautora do artigo. [...]

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/lugar-ao-sol/. Acesso em: 6 dez. 2023.

Sobre o emprego da vírgula no texto, assinale a alternativa correta.

A Em “As transnacionais cresceram em ritmo menor, mas o total de suas receitas [...]”, o emprego da vírgula é facultativo.
B Em “[....] o grupo mostrou que, ao longo dos últimos 20 anos, as maiores empresas brasileiras [...]”, as vírgulas são empregadas para isolar um aposto.
C Em “[...] referentes às edições da Pintec concluídas em 2008, 2011 e 2014 [...]”, a vírgula é empregada para separar um adjunto adverbial de tempo que está deslocado de sua posição canônica.
D Em “[...] foi questionada por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que identificou um crescimento [...]”, o emprego da vírgula é obrigatório.
Texto associado
LUGAR AO SOL

Sucesso na produção de genéricos e financiamento público deram impulso a pesquisa e desenvolvimento nas farmacêuticas nacionais, mostra estudo

Fabrício Marques (Edição 296. Out. 2020)

A ideia de que a indústria farmacêutica realiza poucas atividades de pesquisa e desenvolvimento (P&D) no Brasil, dedicando-se essencialmente à produção e à venda de remédios para o mercado local, foi questionada por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que identificou um crescimento e uma mudança de comportamento das fabricantes de capital nacional. Em um trabalho publicado em junho na Revista Brasileira de Inovação, o grupo mostrou que, ao longo dos últimos 20 anos, as maiores empresas brasileiras de fármacos ampliaram investimentos nas atividades internas de P&D e aumentaram o contingente de pesquisadores contratados. Já as companhias transnacionais continuaram a investir no Brasil com foco mais intenso em atividades como ensaios clínicos e treinamento, mantendo a parte mais nobre e dispendiosa de P&D em suas matrizes no exterior.
O estudo se debruçou sobre a Pesquisa de Inovação (Pintec), levantamento trienal produzido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que é a principal fonte de informações sobre inovação na economia brasileira. Os dados, específicos do segmento farmacêutico e referentes às edições da Pintec concluídas em 2008, 2011 e 2014, foram obtidos por meio de uma tabulação encomendada ao IBGE. A análise se limitou às empresas de maior porte, com mais de 500 funcionários – na Pintec de 2014, abrangia 28 firmas nacionais e 27 transnacionais. Os faturamentos dos dois grupos tinham patamares distintos. Entre as nacionais, a soma da receita líquida de vendas cresceu 105% entre 2008 e 2014 – subindo, em termos reais, de R$ 7,8 bilhões para R$ 16 bilhões. As transnacionais cresceram em ritmo menor, mas o total de suas receitas foi de R$ 18,5 bilhões para R$ 25 bilhões, com aumento de 36,2%.
O dado que mais chamou a atenção dos pesquisadores foi a qualidade do investimento em P&D. “Os gastos com inovação de empresas brasileiras em geral se concentram na compra de máquinas e equipamentos, mas a indústria farmacêutica nacional rompeu essa tendência a partir de 2008 e ampliou sua capacidade de inovar ao investir mais em atividades internas de P&D, em parcerias com universidades e em treinamento de pessoal”, explica a economista Julia Paranhos, pesquisadora do Instituto de Economia da UFRJ e autora principal do estudo. Em 2014, o total investido em P&D internos pelas nacionais alcançou R$ 794 milhões e cresceu, em valores atualizados pela inflação, 174% em relação a 2008. Embora suas receitas sejam menores, isso equivale a mais do que o dobro dos R$ 344 milhões gastos nessa rubrica pelas concorrentes transnacionais. As duas categorias de empresas ampliaram o pessoal ocupado com P&D realizados internamente, mas o número de pesquisadores com nível de pós-graduação nas nacionais era quase cinco vezes maior que nas transnacionais – o placar era de 222 a 47 em 2014.
O fôlego das farmacêuticas brasileiras se deve principalmente à conquista do mercado de genéricos. Baseado na produção de princípios ativos que deixaram de ser protegidos por patentes, esse mercado dispensa investimentos de grande risco. Companhias de capital brasileiro detêm 90% desse mercado. “Com o caixa gerado pela venda de genéricos, elas puderam investir em capacitação crescente”, afirma a economista Lia Hasenclever, professora aposentada do Instituto de Economia da UFRJ e coautora do artigo. [...]

Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/lugar-ao-sol/. Acesso em: 6 dez. 2023.

Sobre a grafia de algumas palavras presentes no texto, assinale a alternativa correta.

A O termo “Universidade Federal do Rio de Janeiro” é grafado com letras maiúsculas porque se trata de um nome de logradouro.
B O termo “pós-graduação” é grafado com hífen porque “pós” é um prefixo tônico e autônomo em relação ao elemento “graduação”.
C Em “Companhias de capital brasileiro detêm 90% desse mercado.”, o item destacado é grafado com acento circunflexo por se tratar de uma palavra oxítona.
D O termo “coautora” não é grafado com hífen porque o segundo elemento se inicia com a vogal “a”, diferentemente de “co-organizar”, por exemplo.

A respeito dos achados e evidências de auditoria, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Achado é o resultado da comparação entre a situação encontrada e o critério de auditoria. As evidências são informações obtidas durante a auditoria e usadas para fundamentar os achados.
II. Evidências mais robustas podem permitir que menos evidências sejam usadas, pois ter um grande volume de evidências de auditoria não compensa a falta de relevância, validade ou confiabilidade.
III. Mais evidência é normalmente necessária quando a entidade auditada tem outra opinião sobre o objeto de auditoria.

A I, II e III.
B Apenas I e II.
C Apenas II e III.
D Apenas I e III.

Considerando as fobias, na perspectiva da psicanálise, assinale a alternativa INCORRETA.

A A fobia pode ter, em alguns casos, origem no conflito da fase fálica-edípica, relacionada ao complexo de castração.
B Em alguns casos, a fobia pode estar fixada na fase anal, que coincide com o momento dos processos de separação e individuação da criança.
C A fobia, na perspectiva kleiniana, pode estar relacionada a uma fixação na fase evolutiva do sadismo oral canibalístico, com a projeção dos objetos primitivos aterrorizantes sobre o ambiente.
D No transtorno fóbico, como no transtorno de pânico, há um objeto, cena ou circunstância bem definido e desencadeante das crises.