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A respeito da assistência de enfermagem em pessoas com Diabetes Mellitus (DM), assinale a alternativa correta.

A A insulina NPH é de ação rápida e o paciente deve ser orientado a realizar a sua autoaplicação introduzindo a agulha em ângulo de 90 graus.
B A avaliação e rastreamento de neuropatia periférica é de responsabilidade do enfermeiro que atende em unidades especializadas.
C A elevação de ureia é o primeiro sinal de nefropatia diabética.
D A cetoacidose diabética é uma complicação aguda caracterizada por hiperglicemia, cetonúria, acidose e desidratação.
E A polineuropatia diabética é uma complicação crônica exclusiva do DM tipo 1 insulinodependente.

Paciente do sexo feminino, 70 anos, com Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial Sistêmica, procurou o ambulatório de feridas do hospital com uma ferida na região perimaleolar medial, diagnosticada como úlcera venosa. Após a avaliação, foi indicado o uso da bota de unna. A esse respeito, assinale a alternativa correta.

A O uso da bota de unna auxilia o retorno venoso, diminui o edema, promove a proteção e favorece a cicatrização da úlcera.
B Iniciar a aplicação da bandagem dois dedos abaixo do joelho
C Antes da colocação da bota de unna, verificar o pulso femoral.
D Não há contraindicação em colocar a bota na presença de erisipela ou infecção, pois essa possui componentes que auxiliam na cicatrização.
E Antes de colocar a bota de unna, o paciente deve deambular por pelo menos 30 minutos para favorecer o retorno venoso.

A análise dos gases do sangue arterial é uma parte importante da avaliação e manuseio do estado de oxigenação e equilíbrio acidobásico do paciente. Em relação ao oxigênio, assinale a alternativa correta.

A A pressão parcial de 02 (PaO2) aumenta em idosos. O valor em indivíduos de 60 a 80 anos de idade varia de 110 a 120 mmhg.
B O PaO2 menor que 50 mmhg é chamado de hipoxemia.
C A pressão parcial de 02 (PaO2) normal em adultos é de 80 a 100 mmhg.
D A saturação normal de hemoglobina (SaO2) varia de 40 a 69%.
E Apenas a SaO2 é utilizada para avaliar a oxigenação.

A respeito do Programa de Gerenciamento de Resíduos nos Serviços de Saúde (PGRSS), informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Fetos, órgãos, placenta e tecidos humanos devem ser acondicionados separadamente em sacos brancos leitosos ou sacos vermelhos, antes de serem encaminhados para a coleta interna.
( ) O papel ou invólucro dos materiais de seringas e agulhas utilizadas no preparo de medicação devem ser desprezados em recipientes destinados aos resíduos do grupo A.
( ) Frascos de soros quimioterápicos vazios podem ser separados para a coleta de recicláveis.
( ) Materiais como algodão com sangue e luvas sujas de sangue de pacientes oncológicos devem, necessariamente, ser desprezados em recipientes que pertencem ao grupo B.

A V - F - F - F.
B F - F - F - V.
C F - F - F - F.
D V - F - F - V.
E F - F - V - V.

Sobre a Anticoncepção de Emergência (AE), assinale a alternativa correta.

A A AE deve ser administrada o mais precocemente possível, dentro das primeiras 92 horas após o abuso.
B A AE deve ser prescrita para mulheres e adolescentes que tiveram contato certo ou duvidoso com sêmen, independentemente do período do ciclo menstrual em que se encontrem, que tenham tido a primeira menstruação ou que apresentem sinais da puberdade e que estejam antes da menopausa.
C A AE também é necessária se a mulher ou adolescente estiver usando regularmente método anticonceptivo de elevada eficácia no momento da violência sexual.
D Se ocorrer vômito nas primeiras 2 horas após a administração da AE, recomenda-se que a dose seja repetida. Caso o vômito ocorra novamente, dentro do mesmo prazo, recomenda-se a administração da AE por via endovenosa.
E A AE pode ser administrada até o 10 o dia após a violência sexual.
Texto associado
MUITOS DADOS, POSSÍVEIS LEITURAS

Carla Madureira Cruz (Instituo de Geociência - UFRJ)

Estamos cada vez mais exigentes aos detalhes do mundo que nos rodeia, seja espacial ou temporalmente. Ainda que não saibamos o limite de onde podemos chegar, seguramente romperemos as dificuldades de forma cada vez mais rápida. Vejamos a questão da escala...
Não faz muito tempo que observar o mundo através de manchas indicativas do tipo de ocupação (como é o caso das áreas urbanas e dos fragmentos florestais) era o que havia de melhor para fazer medições, monitoramentos e diagnósticos. Isso tudo a intervalos de anos, às vezes, décadas. Afinal, a produção cartográfica sempre foi, historicamente, um desafio complexo, exigindo tempo, métodos e recursos pouco triviais. Não é à toa que era restrita a poucos.
Atualmente, e cada vez mais rapidamente, temos sido capazes de romper muitas dessas fronteiras. E por que isto é importante? Porque a representação de dados depende da escala e esta, por sua vez, depende do conjunto de dados primários utilizados. Assim, se quisermos analisar um território de modo mais detalhado, precisaremos de dados suficientemente ajustados ao nível de escala exigido para cada demanda. Hoje, tornou-se comum trocarmos manchas por indivíduos (como casas e árvores) em algumas aplicações como as voltadas aos estudos urbanos.
As formas de levantamentos de dados são variáveis e podem ser do tipo in situ (no campo) ou remoto. Com o avanço tecnológico, cresce em qualidade e diversidade as opções remotas de obtenção de dados, como é o caso do sensoriamento remoto com suas múltiplas facetas. Ele nos permite acesso, cada vez mais amplo, a um parque de imagens muito variadas, que buscam atender a estudos e aplicações diversas. Afinal, a leitura espacial é um quesito fundamental para a quantificação e compreensão da evolução da paisagem, podendo considerar aspectos antrópicos ou naturais.
Com a facilidade tecnológica de acesso, produção e disponibilização de dados espaciais, as pressões por soluções que passam por essas representações espaciais só crescem. Ampliam-se os dados, expressos na maioria das vezes por imagens e mapas, mas também há um aumento, e aprofundamento, do conhecimento sobre as dinâmicas de eventos - informações consideradas cruciais para lidar com as complexidades do mundo atual.
Não devemos esquecer que o que existe e o que representamos nunca é a mesma coisa. Toda representação em escala carrega em si alguma perda, que denominamos generalização. E isso é importante, porque possibilita a análise de áreas maiores. O desafio, portanto, é saber escolher a escala adequada ao estudo: aquela que não invisibiliza o que precisamos observar e medir.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/muitos-dadospossiveis-leituras/. Acesso em: 05 abr. 2023.

Em " Ainda que não saibamos o limite de onde podemos chegar, seguramente romperemos as dificuldades [ ... ]", qual é a relação sintáticosemântica sinalizada pela locução conjuntiva em destaque?

A Comparação.
B Explicação.
C Causa.
D Concessão.
E Proporção.

Considerando os referenciais mais recentes das taxonomias de Diagnósticos de Enfermagem (DE) da NANDA-I 2021-2023, assinale a alternativa correta.

A Um DE só pode ser emitido para um indivíduo, não sendo possível um diagnóstico representar mais do que uma pessoa.
B O DE Síndrome do Idoso Frágil é utilizado para caracterizar os idosos residentes em Instituições de Longa Permanência.
C Os enfermeiros lidam com respostas a problemas de saúde/processos da vida que ocupam a etapa inicial do processo de enfermagem.
D Estado de sofrimento espiritual também pode ser avaliado e considerado um DE.
E DE de promoção da saúde compreende um julgamento clínico a respeito de uma resposta humana indesejável a uma condição de saúde/processo da vida que existe em um indivíduo.

Jovem, 23 anos, envolveu-se em um acidente automobilístico resultando em politraumatismo, com fratura de rádio, fêmur e hemorragia exsanguinante em MID. Na avaliação primária, deve-se primeiramente

A verificar SSW.
B avaliar expansão torácica.
C realizar ressuscitação cardiopulmonar.
D controlar o sangramento externo.
E fornecer oxigênio.

Paciente de 60 anos, portador de insuficiência renal crônica (IRC), apresentou pericardite, que normalmente é ocasionada pelo(a)

A produção diminuída de eritropoetina.
B metabolismo anormal da vitamina D.
C retenção de sódio e de água.
D acidose metabólica.
E retenção dos produtos de degradação urêmicos e diálise inadequada.
Texto associado
MUITOS DADOS, POSSÍVEIS LEITURAS

Carla Madureira Cruz (Instituo de Geociência - UFRJ)

Estamos cada vez mais exigentes aos detalhes do mundo que nos rodeia, seja espacial ou temporalmente. Ainda que não saibamos o limite de onde podemos chegar, seguramente romperemos as dificuldades de forma cada vez mais rápida. Vejamos a questão da escala...
Não faz muito tempo que observar o mundo através de manchas indicativas do tipo de ocupação (como é o caso das áreas urbanas e dos fragmentos florestais) era o que havia de melhor para fazer medições, monitoramentos e diagnósticos. Isso tudo a intervalos de anos, às vezes, décadas. Afinal, a produção cartográfica sempre foi, historicamente, um desafio complexo, exigindo tempo, métodos e recursos pouco triviais. Não é à toa que era restrita a poucos.
Atualmente, e cada vez mais rapidamente, temos sido capazes de romper muitas dessas fronteiras. E por que isto é importante? Porque a representação de dados depende da escala e esta, por sua vez, depende do conjunto de dados primários utilizados. Assim, se quisermos analisar um território de modo mais detalhado, precisaremos de dados suficientemente ajustados ao nível de escala exigido para cada demanda. Hoje, tornou-se comum trocarmos manchas por indivíduos (como casas e árvores) em algumas aplicações como as voltadas aos estudos urbanos.
As formas de levantamentos de dados são variáveis e podem ser do tipo in situ (no campo) ou remoto. Com o avanço tecnológico, cresce em qualidade e diversidade as opções remotas de obtenção de dados, como é o caso do sensoriamento remoto com suas múltiplas facetas. Ele nos permite acesso, cada vez mais amplo, a um parque de imagens muito variadas, que buscam atender a estudos e aplicações diversas. Afinal, a leitura espacial é um quesito fundamental para a quantificação e compreensão da evolução da paisagem, podendo considerar aspectos antrópicos ou naturais.
Com a facilidade tecnológica de acesso, produção e disponibilização de dados espaciais, as pressões por soluções que passam por essas representações espaciais só crescem. Ampliam-se os dados, expressos na maioria das vezes por imagens e mapas, mas também há um aumento, e aprofundamento, do conhecimento sobre as dinâmicas de eventos - informações consideradas cruciais para lidar com as complexidades do mundo atual.
Não devemos esquecer que o que existe e o que representamos nunca é a mesma coisa. Toda representação em escala carrega em si alguma perda, que denominamos generalização. E isso é importante, porque possibilita a análise de áreas maiores. O desafio, portanto, é saber escolher a escala adequada ao estudo: aquela que não invisibiliza o que precisamos observar e medir.

Adaptado de: https://cienciahoje.org.br/artigo/muitos-dadospossiveis-leituras/. Acesso em: 05 abr. 2023.

Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita gramaticalmente correta para os termos em destaque em "E por que isto é importante? Porque a representação de dados depende da escala [ ... ]".

A E qual é o por quê de isto ser importante? Porque a representação de dados depende da escala.
B E isto é importante porquê? O por quê disso é o fato de que a representação de dados depende da escala.
C E isto é importante por quê? O porquê disso é o fato de que a representação de dados depende da escala.
D E isto é importante porque? O por quê disso é o fato de que a representação de dados depende da escala.
E E por quê isto é importante? Por que a representação de dados depende da escala.