QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
209.778 questões encontradas
Texto associado

A partir do gráfico, conclui-se que o maior aumento percentual do piso salarial nacional dos professores da educação básica pública nos últimos anos foi de, aproximadamente,

Imagem da questão 207119
A 5,40%.
B 28,35%.
C 33,24%.
D 6,27%.
E 14,95%.
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE

Bia e Carlos ganharam uma certa quantia na loteria. Eles dividiram esse dinheiro na proporção de 3:4, nessa ordem. Carlos decidiu dar R$ 40.000,00 para sua irmã Ana. As quantias que Bia e Carlos têm agora estão na proporção de 6:7, nessa ordem. A quantia total ganha na loteria foi de

Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE
Texto associado

A partir do gráfico de barras, podemos construir um intervalo que é dado pela média de gols da Alemanha por jogo, mais ou menos a amplitude do número de gols. Aproximando o valor da média com duas casas decimais, esse intervalo é dado por

Imagem da questão 207117
A [-2,43; 8,57].
B [-3,43; 8,57].
C [-2,43; 9,57].
D [-3,43; 9,57].
E [3,43; 8,57].
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE
Texto associado
Imagem de um quebra-cabeça de adição com dois números de três dígitos somando um número de quatro dígitos, onde o último dígito da soma é um ponto de interrogação. A estrutura é:
_ _ _
+ _ _ _
-------
_ _ ?

Utilize os algarismos 0, 1, 2, 3, 4, 5 e 6, cada um apenas uma vez, para preencher os quadradinhos da figura de forma que a conta esteja correta. O algarismo das unidades da soma, representado por ?, é

Imagem da questão 207116
A 2.
B 5.
C 6.
D 4.
E 3.
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE
Texto associado
A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir. Desses, o que estamos atravessando é breve, o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo. É este último de fato aquele sobre o qual a fortuna perdeu seu direito, o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém. Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento. Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar. Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insídias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória. Ora, essa é a parte sagrada e intocável de nosso tempo, posta acima de todos os reveses humanos, subtraída ao reino da Fortuna, e que nem a penúria, nem o medo, nem o ataque de doenças podem atingir. Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios. Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, e ainda fracionados em momentos. Porém, todos os dias do passado, tão logo ordenares, estarão diante de ti, a teu arbítrio irão deixar-se examinar detidamente; isso os ocupados não têm tempo de fazer. É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás. Portanto, a vida deles desaparece num abismo e, tal como de nada adianta verter líquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido, se não há lugar onde ele possa depositar-se, se ele vaza por trincas e perfurações de nossas almas.
(Adaptado de: Sêneca. Sobre a brevidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p.21-22)

Estabelece uma relação de condição o termo sublinhado no seguinte trecho:

A Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento.
B Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, e ainda fracionados em momentos.
C Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar.
D A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir.
E É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás.
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE

Verifica-se palavra formada com prefixo que exprime ideia de negação no seguinte trecho:

A quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar.
B seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento.
C Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios.
D o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém.
E Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado.
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE
Texto associado
Quando se quer chamar a atenção para o objeto direto que precede o verbo, costuma-se repeti-lo. É o que se chama objeto direto pleonástico. Nele, uma das formas é sempre um pronome pessoal átono.
(Adaptado de: CUNHA, Celso. Gramática essencial. Rio de Janeiro: Lexikon, 2013, p. 86)

Ocorre objeto direto pleonástico em:

A quem submete todos os seus atos à própria censura
B isso os ocupados não têm tempo de fazer
C não lhes sobra tempo para examinar o passado
D o que havemos de atravessar é duvidoso
E Esse período os ocupados o perdem
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE
Texto associado
A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir. Desses, o que estamos atravessando é breve, o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo. É este último de fato aquele sobre o qual a fortuna perdeu seu direito, o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém. Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento. Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar. Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insídias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória. Ora, essa é a parte sagrada e intocável de nosso tempo, posta acima de todos os reveses humanos, subtraída ao reino da Fortuna, e que nem a penúria, nem o medo, nem o ataque de doenças podem atingir. Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios. Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, e ainda fracionados em momentos. Porém, todos os dias do passado, tão logo ordenares, estarão diante de ti, a teu arbítrio irão deixar-se examinar detidamente; isso os ocupados não têm tempo de fazer. É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás. Portanto, a vida deles desaparece num abismo e, tal como de nada adianta verter líquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido, se não há lugar onde ele possa depositar-se, se ele vaza por trincas e perfurações de nossas almas.
(Adaptado de: Sêneca. Sobre a brevidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p.21-22)

No contexto em que se encontra, a palavra empregada como substantivo está sublinhada em:

A pois não lhes sobra tempo para examinar o passado.
B É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos.
C Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado.
D o que se foi, o que está sendo e o que há de vir.
E nada adianta verter líquido até a borda de um recipiente.
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE
Texto associado
A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir. Desses, o que estamos atravessando é breve, o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo. É este último de fato aquele sobre o qual a fortuna perdeu seu direito, o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém. Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento. Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar. Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insídias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória. Ora, essa é a parte sagrada e intocável de nosso tempo, posta acima de todos os reveses humanos, subtraída ao reino da Fortuna, e que nem a penúria, nem o medo, nem o ataque de doenças podem atingir. Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios. Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, e ainda fracionados em momentos. Porém, todos os dias do passado, tão logo ordenares, estarão diante de ti, a teu arbítrio irão deixar-se examinar detidamente; isso os ocupados não têm tempo de fazer. É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás. Portanto, a vida deles desaparece num abismo e, tal como de nada adianta verter líquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido, se não há lugar onde ele possa depositar-se, se ele vaza por trincas e perfurações de nossas almas.
(Adaptado de: Sêneca. Sobre a brevidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p.21-22)

Retoma um termo mencionado anteriormente no texto a palavra sublinhada em:

A Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios.
B as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás.
C Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento.
D tal como de nada adianta verter líquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido.
E Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insidias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória.
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE
Texto associado
A vida divide-se em três períodos: o que se foi, o que está sendo e o que há de vir. Desses, o que estamos atravessando é breve, o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo. É este último de fato aquele sobre o qual a fortuna perdeu seu direito, o qual não pode ser reconduzido ao arbítrio de ninguém. Esse período os ocupados o perdem, pois não lhes sobra tempo para examinar o passado, e, se lhes sobrasse, seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento. Ninguém voltará de bom grado seu olhar ao passado, exceto quem submete todos os seus atos à própria censura, que nunca se deixa enganar. Quem avidamente muito cobiçou, desprezou com soberba, venceu com insolência, enganou com insídias, roubou por cupidez, prodigamente dissipou, é forçoso que tema a própria memória. Ora, essa é a parte sagrada e intocável de nosso tempo, posta acima de todos os reveses humanos, subtraída ao reino da Fortuna, e que nem a penúria, nem o medo, nem o ataque de doenças podem atingir. Ela não pode ser conturbada nem tirada: a posse dela é perpétua e sem receios. Somente um a um os dias se mostram presentes para nós, e ainda fracionados em momentos. Porém, todos os dias do passado, tão logo ordenares, estarão diante de ti, a teu arbítrio irão deixar-se examinar detidamente; isso os ocupados não têm tempo de fazer. É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida; as almas dos ocupados, como se estivessem atadas sob o jugo, não podem virar-se e olhar para trás. Portanto, a vida deles desaparece num abismo e, tal como de nada adianta verter líquido até a borda de um recipiente, se embaixo não há fundo que o receba e conserve, assim também não importa quanto tempo nos é concedido, se não há lugar onde ele possa depositar-se, se ele vaza por trincas e perfurações de nossas almas.
(Adaptado de: Sêneca. Sobre a brevidade da vida. São Paulo: Companhia das Letras, 2017, p.21-22)

Sêneca lança mão da figura de linguagem denominada antítese no seguinte trecho:

A É próprio de uma mente segura e tranquila percorrer todos os períodos de sua vida.
B as almas dos ocupados [...] não podem virar-se e olhar para trás.
C Somente um a um os dias se mostram presentes para nós.
D seria desagradável a recordação de algo que lhes causaria arrependimento.
E o que havemos de atravessar é duvidoso, o que já atravessamos é certo.
Órgão: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO CEARÁ TJCE Cargo: Analista Judiciário – Área Técnica Administrativa Especialidade: Sistemas da Informação Prova: Analista Judiciário – Sistemas da Informação - TJCE