Para responder às questões de 1 a 4 , leia o texto abaixo.
Pesquisadores geram polêmica com promessa de "pílula do exercício físico
Cientistas de universidades da Dinamarca e Austrália anunciaram estar se aproximando da criação de uma pílula que 1 imita os efeitos do exercício físico no corpo humano. As últimas pesquisas permitiram descobrir, pela primeira vez, o que realmente acontece dentro dos músculos no nível molecular quando praticamos esportes.
"Esta nova descoberta servirá para criar uma pílula que imita os efeitos do exercício físico e recria estas ações em nosso corpo", disse à BBC Mundo Erik Ritcher, diretor do Departamento de Fisiologia Molecular da Universidade de Copenhague. O projeto dinamarquês está sendo realizado em conjunto com o Charles Perkins Centre de Sidney, na Austrália.
Jorgen Wojtaszewski, outro pesquisador envolvido no projeto, afirma que 2 esta "pílula do exercício" poderia ser útil para "pessoas com graves problemas de invalidez ou obesidade mórbida". O anúncio gera muita polêmica: alguns mais esperançosos podem imaginar que, no futuro, a pílula pode substituir horas de academia ou corrida, mas os especialistas consultados pela BBC Mundo estão mais céticos e alguns até estão preocupados.
Alguns especialistas em esportes temem que a comercialização desse tipo de medicamento estimule ainda mais o sedentarismo, que já é um dos grandes problemas atuais. "A mensagem que 3 a população está recebendo é muito enganosa, igual às das dietas milagrosas", disse à BBC a pesquisadora Nuria Garatachea, doutora em Ciências da Atividade Física e Esporte e uma das autoras do ensaio científico Exercise is the Real Polypill ("O Exercício é o Verdadeiro Policomprimido", em tradução livre).
Nuria afirma que a comercialização dessa "pílula do exercício" poderia ser "prejudicial para a sociedade" porque "corremos o risco de que a população fique ainda mais sedentária". "O exercício físico é muito variado e, no entanto, ainda falta muito para descobrirmos sobre os efeitos das vias moleculares que se ativam em nosso organismo quando o praticamos. Temos uma ferramenta muito poderosa em nossas mãos que é o exercício físico. Levamos milhões de anos praticando-o e agora queremos renunciar a ele? Não estamos programados para estar sentados; nosso DNA nos pede exercício, em termos de biomecânica e energia", afirmou.
Os especialistas em saúde e esporte consultados pela BBC, no entanto, não aprovam nenhum tipo de substituição dos exercícios. "O exercício é insubstituível e uma pílula não poderia substituir seus efeitos", disse à BBC Mundo Jesús María Pérez, gerente do Conselho Geral de Colégios de Profissionais da Educação Física e Esporte (Colef) da Espanha.
"Uma pílula não poderia substituir o exercício em competências funcionais – movimento – variáveis psicológicas – ansiedade, depressão, fadiga ou autoconfiança – e nos fatores sociais derivados da prática esportiva regular."
"No mundo da condição física e nas ciências do esporte há muitos mitos e produtos de marketing que oferecem milagres que não estão baseados em provas científicas", acrescentou.
A Universidade de Sydney emitiu uma nota afirmando que 4 a descoberta "ajudará a revelar novos mecanismos biológicos relativos ao exercício e será uma fonte fundamental para futuras investigações fisiológicas". Mas Carlota Díez, especialista em saúde do esporte, afirma que o verdadeiro problema está na maneira com que esse tipo de mensagem é difundida.
Em seu comunicado, a Universidade de Copenhague afirmou que 5 a pesquisa "nos deixa mais próximos do exercício em forma de pílula. Talvez, inicialmente, poderia conseguir alguns efeitos comparáveis aos da atividade física, mas há outros que não são possíveis de se conseguir", disse.
(g1.globo.com. Adaptado.)
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Em uma primeira aula de uma universidade, quatro alunos
Texto associado
Releia o quinto parágrafo do texto e assinale a alternativa que contenha o elemento retomado pelo pronome " o ", destacado na frase "Levamos milhões de anos praticando-o e agora queremos renunciar a ele?".
Considere a tabela a seguir.
Relacionando, corretamente, a primeira coluna com a segunda, temos:
Texto associado
Leia o texto a seguir.
[...]
NO BRASIL
Com a chegada da família real ao Brasil, em 1808, nossa cultura científica e literária recebeu novo alento, pois até então não havia bibliotecas, imprensa e ensino superior no Brasil Colônia. São fundadas, inicialmente, as Faculdades de Medicina (1815), Direito (1827) e a de Engenharia Politécnica (1874).
Quanto ao ensino das Ciências Agrárias, seu interesse só foi despertado quando o Imperador D. Pedro II, ao viajar para a França, em 1875, visitou a Escola Veterinária de Alfort, impressionou-se com uma Conferência ministrada pelo Veterinário e Fisiologista Collin. Ao regressar ao Brasil, tentou propiciar condições para a criação de entidade semelhante no País.
Entretanto, somente no início deste século, já sob regime republicano, nossas autoridades decretaram a criação das duas primeiras instituições de ensino de Veterinária no Brasil, a Escola de Veterinária do Exército, pelo Dec. nº 2.232, de 06 de janeiro de 1910 (aberta em 17/07/1914), e a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, através do Dec. nº 8.919 de 20/10/1910 (aberta em 04/07/1913), ambas na cidade do Rio de Janeiro.
Em 1911, em Olinda, Pernambuco, a Congregação Beneditina Brasileira do Mosteiro de São Bento, através do Abade D. Pedro Roeser, sugere a criação de uma instituição destinada ao ensino das ciências agrárias, ou seja, Agronomia e Veterinária. As escolas teriam como padrão de ensino as clássicas escolas agrícolas da Alemanha, as "Landwirschaf Hochschule".
No dia 1º de julho de 1914, eram inaugurados, oficialmente, os cursos de Agronomia e Veterinária. Todavia, por ocasião da realização da terceira sessão da Congregação, em 15/12/1913, ou seja antes da abertura oficial do curso de Medicina Veterinária, um Farmacêutico formado pela Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia solicitava matrícula no curso de Veterinária, na condição de "portador de outro diploma do curso superior". A Congregação, acatando a solicitação do postulante, além de aceitar dispensa das matérias já cursadas indica um professor particular, para lhe transmitir os conhecimentos necessários para a obtenção do diploma antes dos (quatro) anos regimentares. Assim, no dia 13/11/1915, durante a 24ª sessão da Congregação, recebia o grau de Médico Veterinário o senhor DIONYSIO MEILLI, primeiro Médico Veterinário formado e diplomado no Brasil.
Desde o início de suas atividades até o ano de 1925, foram diplomados 24 Veterinários. Em 29 de janeiro, após 13 anos de funcionamento, a Escola foi fechada por ordem do Abade D. Pedro Roeser.
A primeira mulher diplomada em Medicina Veterinária no Brasil foi a DRA. NAIR EUGENIA LOBO, na turma de 1929 pela Escola Superior de Agricultura e Veterinária, hoje Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
No Brasil, os primeiros trabalhos científicos abrangendo a patologia comparada (animal e humana) foram realizados pelo Capitão-Médico JOÃO MONIZ BARRETO DE ARAGÃO, fundador da Escola de Veterinária do Exército, em 1917, no Rio de Janeiro, e cognominado PATRONO DA VETERINÁRIA MILITAR BRASILEIRA, cuja comemoração se dá no dia 17 de junho, data oficial de inauguração da Escola de Veterinária do Exército (17/06/1914).
(http://www.portaleducacao.com.br/veterinaria/artigos/4043/his toria-da-medicina-veterinaria-e-do-medico-veterinario)
[...]
NO BRASIL
Com a chegada da família real ao Brasil, em 1808, nossa cultura científica e literária recebeu novo alento, pois até então não havia bibliotecas, imprensa e ensino superior no Brasil Colônia. São fundadas, inicialmente, as Faculdades de Medicina (1815), Direito (1827) e a de Engenharia Politécnica (1874).
Quanto ao ensino das Ciências Agrárias, seu interesse só foi despertado quando o Imperador D. Pedro II, ao viajar para a França, em 1875, visitou a Escola Veterinária de Alfort, impressionou-se com uma Conferência ministrada pelo Veterinário e Fisiologista Collin. Ao regressar ao Brasil, tentou propiciar condições para a criação de entidade semelhante no País.
Entretanto, somente no início deste século, já sob regime republicano, nossas autoridades decretaram a criação das duas primeiras instituições de ensino de Veterinária no Brasil, a Escola de Veterinária do Exército, pelo Dec. nº 2.232, de 06 de janeiro de 1910 (aberta em 17/07/1914), e a Escola Superior de Agricultura e Medicina Veterinária, através do Dec. nº 8.919 de 20/10/1910 (aberta em 04/07/1913), ambas na cidade do Rio de Janeiro.
Em 1911, em Olinda, Pernambuco, a Congregação Beneditina Brasileira do Mosteiro de São Bento, através do Abade D. Pedro Roeser, sugere a criação de uma instituição destinada ao ensino das ciências agrárias, ou seja, Agronomia e Veterinária. As escolas teriam como padrão de ensino as clássicas escolas agrícolas da Alemanha, as "Landwirschaf Hochschule".
No dia 1º de julho de 1914, eram inaugurados, oficialmente, os cursos de Agronomia e Veterinária. Todavia, por ocasião da realização da terceira sessão da Congregação, em 15/12/1913, ou seja antes da abertura oficial do curso de Medicina Veterinária, um Farmacêutico formado pela Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia solicitava matrícula no curso de Veterinária, na condição de "portador de outro diploma do curso superior". A Congregação, acatando a solicitação do postulante, além de aceitar dispensa das matérias já cursadas indica um professor particular, para lhe transmitir os conhecimentos necessários para a obtenção do diploma antes dos (quatro) anos regimentares. Assim, no dia 13/11/1915, durante a 24ª sessão da Congregação, recebia o grau de Médico Veterinário o senhor DIONYSIO MEILLI, primeiro Médico Veterinário formado e diplomado no Brasil.
Desde o início de suas atividades até o ano de 1925, foram diplomados 24 Veterinários. Em 29 de janeiro, após 13 anos de funcionamento, a Escola foi fechada por ordem do Abade D. Pedro Roeser.
A primeira mulher diplomada em Medicina Veterinária no Brasil foi a DRA. NAIR EUGENIA LOBO, na turma de 1929 pela Escola Superior de Agricultura e Veterinária, hoje Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.
No Brasil, os primeiros trabalhos científicos abrangendo a patologia comparada (animal e humana) foram realizados pelo Capitão-Médico JOÃO MONIZ BARRETO DE ARAGÃO, fundador da Escola de Veterinária do Exército, em 1917, no Rio de Janeiro, e cognominado PATRONO DA VETERINÁRIA MILITAR BRASILEIRA, cuja comemoração se dá no dia 17 de junho, data oficial de inauguração da Escola de Veterinária do Exército (17/06/1914).
(http://www.portaleducacao.com.br/veterinaria/artigos/4043/his toria-da-medicina-veterinaria-e-do-medico-veterinario)
Após a leitura do excerto reproduzido, é possível afirmar que as características textuais permitem caracterizá-lo como:
Equipamento de Proteção Individual (EPI) é todo dispositivo ou produto de uso individual, utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos que ameacem a segurança e a saúde no trabalho. Nesse sentido, qual o melhor EPI para proteção à inalação de gases emanados de produtos químicos?
Texto associado
Para responder às questões 4 e 5, leia o texto a seguir.
Pneumotórax
Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tosse, tosse.
Mandou chamar o médico:
— Diga trinta e três.
— Trinta e três . . . trinta e três . . . trinta e três . . .
— Respire.
................................................................................................
— O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o
[pulmão direito infiltrado.
— Então, doutor , não é possível tentar o pneumotórax?
— Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.
Manuel Bandeira
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007, p. 123.
Pneumotórax
Febre, hemoptise, dispneia e suores noturnos.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
Tosse, tosse, tosse.
Mandou chamar o médico:
— Diga trinta e três.
— Trinta e três . . . trinta e três . . . trinta e três . . .
— Respire.
................................................................................................
— O senhor tem uma escavação no pulmão esquerdo e o
[pulmão direito infiltrado.
— Então, doutor , não é possível tentar o pneumotórax?
— Não. A única coisa a fazer é tocar um tango argentino.
Manuel Bandeira
BANDEIRA, Manuel. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007, p. 123.
A palavra em destaque no poema exerce a função sintática de:
Goiânia recebe primeiro fórum de discussões sobre
Parcerias Público-Privadas
Abril/2016
Com o objetivo de discutir as novas dinâmicas de
implementação de concessões no poder público, com
enfoque em Parcerias Público-Privadas (PPP), será
realizado, em Goiânia, na sede da Federação das Indústrias
do Estado de Goiás (FIEG-GO), o 1º Fórum sobre Concessão
e Parceria Público-Privada de Goiás. O evento ocorrerá no
dia 28 de abril, das 8 às 13 horas, e terá como tema
principal “Avanços, legislação, projetos em andamento e
vantagens que a sociedade pode alcançar através da
implementação de concessões e de parcerias públicoprivadas
(PPP)”.
Camila Hermano, da Hermano Advogados, aponta o ganho
em se trazer a gestão privada, com a visão de empresários
e empreendedores, para bens e serviços de utilização
pública. "Ao final, você consegue um Estado mais enxuto.
Na última reunião que tivemos na Goiás Parcerias
(responsável pelas PPPs), por exemplo, eles nos
informaram que estão trabalhando com a Secretaria da
Fazenda para a estruturação de um Fundo Garantidor para
os projetos do Estado, bem como uma definição de
prioridades para os projetos de PPP em Goiás", destaca.
Jornal O Popular . Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir e marque C (CERTA) ou E
(ERRADA).
( ) A gestão pública, mesmo necessária, sempre será
menos eficiente e eficaz em qualquer mercado em que
atue.
( ) Um dos princípios defendidos para a gestão privada é
que a motivação pelo lucro leva à eficiência.
( ) Podemos considerar como ponto comum para bons
gestores da iniciativa pública e privada a busca por
maximizar a relação custo-benefício.
( ) Todos os projetos exitosos da iniciativa privada – como
buscam a eficiência e querem oferecer o melhor produto
pelo preço mais baixo – acabam contribuindo para uma
melhora na sociedade, promovendo distribuição de renda.
Assinale a alternativa correta.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 3 , leia o texto abaixo.
Carga química vaza e afeta captação de água em Cachoeira Paulista
Acidente com caminhão causou derramamento de 3 mil litros de produto. Carga vazou em córrego; suspeita é que tivesse chegado ao rio Bocaina.
Um acidente com um caminhão que transportava carga química afetou a captação de água por cerca de 5 horas em Cachoeira Paulista - apesar disso, o abastecimento à população não foi afetado. O acidente aconteceu durante a madrugada e a carga vazou no córrego Santa Cabeça. Ninguém ficou ferido.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão tombou por volta de 2h em um viaduto próximo ao km 34 da Dutra. Cerca de 3 mil litros da substância química Isocianato de Polifenila vazaram do caminhão e a suspeita inicial é que tivesse atingido o córrego Sapé, afluente do Rio Bocaina, onde é feita a captação de água.
Por conta disso, a captação na cidade foi interrompida às 7h e retomada por volta das 12h, segundo a Sabesp. A companhia suspeitava que tivesse havido contaminação da água fornecida à população e adotou a medida preventiva.
De acordo com o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o Isocianato de Polifenila, um líquido escuro, é registrado como toxidade grau 6, podendo irritar a pele e os olhos. A agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação - o risco foi descartado. O relatório também aponta risco de explosão.
A responsável pela retirada do material químico é a empresa de transporte. O produto estava sendo transportado de Campinas para uma empresa de Cruzeiro.
(g1.globo.com)
Carga química vaza e afeta captação de água em Cachoeira Paulista
Acidente com caminhão causou derramamento de 3 mil litros de produto. Carga vazou em córrego; suspeita é que tivesse chegado ao rio Bocaina.
Um acidente com um caminhão que transportava carga química afetou a captação de água por cerca de 5 horas em Cachoeira Paulista - apesar disso, o abastecimento à população não foi afetado. O acidente aconteceu durante a madrugada e a carga vazou no córrego Santa Cabeça. Ninguém ficou ferido.
Segundo a Polícia Rodoviária Federal, o caminhão tombou por volta de 2h em um viaduto próximo ao km 34 da Dutra. Cerca de 3 mil litros da substância química Isocianato de Polifenila vazaram do caminhão e a suspeita inicial é que tivesse atingido o córrego Sapé, afluente do Rio Bocaina, onde é feita a captação de água.
Por conta disso, a captação na cidade foi interrompida às 7h e retomada por volta das 12h, segundo a Sabesp. A companhia suspeitava que tivesse havido contaminação da água fornecida à população e adotou a medida preventiva.
De acordo com o relatório da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), o Isocianato de Polifenila, um líquido escuro, é registrado como toxidade grau 6, podendo irritar a pele e os olhos. A agência esteve no local com equipes do Corpo de Bombeiros para avaliar a situação - o risco foi descartado. O relatório também aponta risco de explosão.
A responsável pela retirada do material químico é a empresa de transporte. O produto estava sendo transportado de Campinas para uma empresa de Cruzeiro.
(g1.globo.com)
Observe as seguintes palavras, todas retiradas do texto.
I. água
II. abastecimento
III. ninguém
IV. córrego
V. responsável
Agora, analise as afirmações e, em seguida, assinale a alternativa que contenha o número exato de afirmações corretas.
• I, III e IV estão corretamente acentuadas e são, respectivamente, paroxítona, oxítona e proparoxítona.
• II classifica-se, morfologicamente, como substantivo.
• V acentua-se pela mesma razão de “túnel”.
• II, III e V classificam-se, morfologicamente, como adjetivos.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha abaixo.
(tirasarmandinho.tumblr.com)
(tirasarmandinho.tumblr.com)
Sobre a tirinha, pode-se afirmar corretamente que:
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o seguinte texto.
Alunos de odontologia suspendem atendimento em
clínicas da UFPE
Está suspenso o atendimento odontológico das
clínicas-escola da Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE), localizadas no Campus de Recife da instituição, na
Cidade Universitária, Zona Oeste da capital. O serviço foi
paralisado porque os estudantes de Odontologia da UFPE
interromperam as atividades por tempo indeterminado.
Eles reclamam de problemas na infraestrutura do
departamento.
Os estudantes ainda realizaram um protesto no
campus. Eles se juntaram aos técnico-administrativos, que
estão em greve há três meses, e fecharam o acesso à
universidade na BR-101. Depois, seguiram em passeata até
a reitoria. Por volta das 10h, o movimento dos servidores
dispersou, mas os universitários continuaram no prédio da
reitoria e foram recebidos para uma reunião.
De acordo com a UFPE, participaram do encontro a
pró-reitora para assuntos acadêmicos, Ana Cabral; a pró-reitora
de gestão administrativa, Paula Albuquerque; o
assessor do reitor, professor Edmilson Lina; e a
coordenadora do curso de Odontologia, Sílvia Jamele. Ainda
segundo a UFPE, a reunião durou quase uma hora e meia. O
resultado da negociação, no entanto, ainda não foi
divulgado.
Segundo os estudantes, faltam materiais de
trabalho nas clínicas-escola. Equipamentos utilizados no
atendimento à população também estariam quebrados ou
sem manutenção. “ Deflagramos uma greve estudantil
porque faltam condições mínimas de trabalho. Falta
material, manutenção de equipamentos, professores e
qualidade de infraestrutura. E isso está inviabilizando todo
e qualquer possível atendimento na universidade”, reclama
Alex Machado, presidente do Diretório Acadêmico (DA) de
Odontologia da UFPE.
O Diretório calcula que cerca de três mil pessoas
são atendidas por mês nas clínicas-escola . Por isso, os
pacientes, vindos sobretudo da população mais carente do
Grande Recife, também serão muito afetados pela decisão.
“Deixaremos de atender três mil pacientes por mês por
falta de condições”, reconhece o presidente do DA.
Os estudantes explicam que a atuação profissional
nas clínicas-escola faz parte da formação de Odontologia
oferecida pela UFPE. O atendimento é feito pelos
universitários em parceria com os professores da instituição
a partir do 5º período do curso. Eles atendem casos de
urgência, fazem o atendimento básico e também realizam
tratamentos especializados, como os de portadores de
síndromes raras e portadores de doenças
infectocontagiosas. “Alguns pacientes vêm de até 500
quilômetros de distância porque alguns desses serviços não
são oferecidos nem nos serviços privados”, fala Alex.
Segundo o Diretório Acadêmico, a suspensão do
atendimento foi acordada em assembleia. A decisão teria
sido comunicada à diretoria do Departamento de
Odontologia da UFPE , mas, segundo os estudantes,
nenhum responsável pelo setor se pronunciou sobre o
assunto. Os universitários panfletaram no Campus de
Recife para explicar o movimento à população e também
participaram do protesto organizado pelo Sindicato dos
Trabalhadores das Universidades Federais de Pernambuco
(Sintufepe) para lembrar os três meses de greve dos
servidores da instituição.
(g1.globo.com)
Alunos de odontologia suspendem atendimento em
clínicas da UFPE
Está suspenso o atendimento odontológico das
clínicas-escola da Universidade Federal de Pernambuco
(UFPE), localizadas no Campus de Recife da instituição, na
Cidade Universitária, Zona Oeste da capital. O serviço foi
paralisado porque os estudantes de Odontologia da UFPE
interromperam as atividades por tempo indeterminado.
Eles reclamam de problemas na infraestrutura do
departamento.
Os estudantes ainda realizaram um protesto no
campus. Eles se juntaram aos técnico-administrativos, que
estão em greve há três meses, e fecharam o acesso à
universidade na BR-101. Depois, seguiram em passeata até
a reitoria. Por volta das 10h, o movimento dos servidores
dispersou, mas os universitários continuaram no prédio da
reitoria e foram recebidos para uma reunião.
De acordo com a UFPE, participaram do encontro a
pró-reitora para assuntos acadêmicos, Ana Cabral; a pró-reitora
de gestão administrativa, Paula Albuquerque; o
assessor do reitor, professor Edmilson Lina; e a
coordenadora do curso de Odontologia, Sílvia Jamele. Ainda
segundo a UFPE, a reunião durou quase uma hora e meia. O
resultado da negociação, no entanto, ainda não foi
divulgado.
Segundo os estudantes, faltam materiais de
trabalho nas clínicas-escola. Equipamentos utilizados no
atendimento à população também estariam quebrados ou
sem manutenção. “ Deflagramos uma greve estudantil
porque faltam condições mínimas de trabalho. Falta
material, manutenção de equipamentos, professores e
qualidade de infraestrutura. E isso está inviabilizando todo
e qualquer possível atendimento na universidade”, reclama
Alex Machado, presidente do Diretório Acadêmico (DA) de
Odontologia da UFPE.
O Diretório calcula que cerca de três mil pessoas
são atendidas por mês nas clínicas-escola . Por isso, os
pacientes, vindos sobretudo da população mais carente do
Grande Recife, também serão muito afetados pela decisão.
“Deixaremos de atender três mil pacientes por mês por
falta de condições”, reconhece o presidente do DA.
Os estudantes explicam que a atuação profissional
nas clínicas-escola faz parte da formação de Odontologia
oferecida pela UFPE. O atendimento é feito pelos
universitários em parceria com os professores da instituição
a partir do 5º período do curso. Eles atendem casos de
urgência, fazem o atendimento básico e também realizam
tratamentos especializados, como os de portadores de
síndromes raras e portadores de doenças
infectocontagiosas. “Alguns pacientes vêm de até 500
quilômetros de distância porque alguns desses serviços não
são oferecidos nem nos serviços privados”, fala Alex.
Segundo o Diretório Acadêmico, a suspensão do
atendimento foi acordada em assembleia. A decisão teria
sido comunicada à diretoria do Departamento de
Odontologia da UFPE , mas, segundo os estudantes,
nenhum responsável pelo setor se pronunciou sobre o
assunto. Os universitários panfletaram no Campus de
Recife para explicar o movimento à população e também
participaram do protesto organizado pelo Sindicato dos
Trabalhadores das Universidades Federais de Pernambuco
(Sintufepe) para lembrar os três meses de greve dos
servidores da instituição.
(g1.globo.com)