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Um código em Javascript puro, para atribuir o valor "3" a um elemento qualquer, ficaria assim:

document.getElementById( 'Concurso' ).value = 3;

Como ficaria esse mesmo código em jQuery?

A #Concurso:=3;
B $( “Concurso” ).val( 3 );
C $(Concurso).val( 3 );
D $( '#Concurso' ).val( 3 );
E $( '#Concurso' )=3;

Para se ter uma definição do que é ITIL®, é importante entender que ela é organizada em torno do ciclo de vida de um serviço dentro de uma organização. Qual ciclo é responsável pela definição da solução a ser adotada?

A Operação do Serviço (“Service Operation”).
B Estratégia do Serviço (“Service Strategy”).
C Projeto de Serviço (“Service Design”).
D Transição de Serviço (“Service Transition”).
E Melhoria Contínua do Serviço (“Continual Service Improvement”).

Em uma máquina que utiliza o Windows Server 2008 houve problemas com o servidor DNS e, após a resolução, certos clientes informaram que conseguem acessar alguns sites, mas não conseguem acessar outros. Considerando que isso aconteceu porque no cache local do cliente existem registros que podem não ser mais válidos, para resolver o problema um Analista liberou e redefiniu o cache do resolvedor do cliente DNS utilizando o comando:

A nslookup /cleardns
B ipconfig /flushdns
C nslookup /flushdns
D ipconfig /renew
E ipconfig /release

O sistema de arquivos do Linux ext4 apresenta bom desempenho, escalabilidade e confiabilidade. Teoricamente pode suportar volumes com tamanho máximo de até:

A 1 terabyte.
B 100 gigabytes
C 1 exabyte.
D 10 gigabytes.
E 1 petabyte.

O padrão IEEE 802.11i fornece autenticação, integridade de mensagem e confidencialidade ao padrão 802.11 (Wi-Fi) na camada de enlace. A tecnologia que tem sido utilizada como sinônimo para o padrão 802.11i, embora seja tecnicamente uma marca registrada da Wi-Fi Alliance, é o:

A EAP.
B WEP.
C TKIP.
D WPA2.
E PSK.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10, leia o texto a seguir.

Com açúcar, com afeto

Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa , qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar , qual o quê
No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida , diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado
Como vou me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro meus braços pra você
Chico Buarque

Na música "Com açúcar, com afeto", repete-se por várias vezes a expressão "qual o quê". Analisando o sentido discursivo dessa expressão, tal como é utilizada por Chico Buarque, podemos afirmar corretamente que a expressão "qual o quê", na música "Com açúcar, com afeto", é:

A o índice de indignação da voz em primeira pessoa. Mesmo sabendo exatamente o que vai acontecer, o eu lírico sente-se indignado porque suas expectativas negativas são sempre, e precisamente, correspondidas.
B a forma como a voz em primeira pessoa indica o quão torpe é a atitude daquela pessoa a quem se dirige. Sabendo exatamente o que vai acontecer, o eu lírico afirma que aquelas ações não encontram explicações.
C a expressão de um eu lírico que não se conforma com a situação descrita. Nessa perspectiva, ao fim da música, podemos ver como ele finalmente resolve mudar sua própria sorte, ignorando os pedidos da outra pessoa.
D o meio por que o eu lírico mostra como a ideia que vinha construindo é precisamente confirmada após cada uma das ações daquela pessoa a quem se dirige. Nesse movimento, sente-se fortemente indignado.
E o recurso responsável por se mudar, de um verso para o outro, a ideia que se vinha construindo até então. Nesse movimento, a voz em primeira pessoa mostra que a realidade é sempre contrária a suas expectativas.

O SNMP é um protocolo utilizado em gerenciamento de redes, que:

A não se aplica a redes heterogêneas.
B é definido na camada de rede do modelo TCP/IP.
C não faz uso do protocolo UDP.
D não é orientado a conexão.
E é complexo e necessita de muito processamento.

Utilizando o IP v4, um Analista deseja criar 28 sub-redes com 5 hosts cada. Para isso, ele deve usar a máscara de rede Classe C:

A 255.255.255.248.
B 255.255.255.128.
C 255.255.255.192.
D 255.255.255.252.
E 255.255.255.224.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5, leia o texto abaixo.

Mineirinho

É, suponho que é em mim, como um dos representantes de nós, que devo procurar por que está doendo a morte de um facínora. E por que é que mais me adianta contar os treze tiros que mataram Mineirinho do que os seus crimes. Perguntei a minha cozinheira o que pensava sobre o assunto. Vi no seu rosto a pequena convulsão de um conflito, o mal-estar de não entender o que se sente, o de precisar trair sensações contraditórias por não saber como harmonizá-las. Fatos irredutíveis, mas revolta irredutível também, a violenta compaixão da revolta. Sentir-se dividido na própria perplexidade diante de não poder esquecer que Mineirinho era perigoso e já matara demais; e no entanto nós o queríamos vivo. [...]
Mas há alguma coisa que, se me faz ouvir o primeiro e o segundo tiro com um alívio de segurança, no terceiro me deixa alerta, no quarto desassossegada, o quinto e o sexto me cobrem de vergonha, o sétimo e o oitavo eu ouço com o coração batendo de horror, no nono e no décimo minha boca está trêmula, no décimo primeiro digo em espanto o nome de Deus, no décimo segundo chamo meu irmão. O décimo terceiro tiro me assassina — porque eu sou o outro. Porque eu quero ser o outro.
Essa justiça que vela meu sono, eu a repudio, humilhada por precisar dela. Enquanto isso durmo e falsamente me salvo. Nós, os sonsos essenciais. Para que minha casa funcione, exijo de mim como primeiro dever que eu seja sonsa, que eu não exerça a minha revolta e o meu amor, guardados. Se eu não for sonsa, minha casa estremece. [...]
Em Mineirinho se rebentou o meu modo de viver. [...] Sua assustada violência. Sua violência inocente — não nas consequências, mas em si inocente como a de um filho de quem o pai não tomou conta. Tudo o que nele foi violência é em nós furtivo, e um evita o olhar do outro para não corrermos o risco de nos entendermos. Para que a casa não estremeça. A violência rebentada em Mineirinho que só outra mão de homem, a mão da esperança, pousando sobre sua cabeça aturdida e doente, poderia aplacar e fazer com que seus olhos surpreendidos se erguessem e enfim se enchessem de lágrimas. [...]
A justiça prévia, essa não me envergonharia. Já era tempo de, com ironia ou não, sermos mais divinos; se adivinhamos o que seria a bondade de Deus é porque adivinhamos em nós a bondade, aquela que vê o homem antes de ele ser um doente do crime. Continuo, porém, esperando que Deus seja o pai, quando sei que um homem pode ser o pai de outro homem. E continuo a morar na casa fraca. Essa casa, cuja porta protetora eu tranco tão bem, essa casa não resistirá à primeira ventania que fará voar pelos ares uma porta trancada. [...] o que me sustenta é saber que sempre fabricarei um deus à imagem do que eu precisar para dormir tranquila e que outros furtivamente fingirão que estamos todos certos e que nada há a fazer. [...] Feito doidos, nós o conhecemos, a esse homem morto onde a grama de radium se incendiara. Mas só feito doidos, e não como sonsos, o conhecemos. [...]
Até que viesse uma justiça um pouco mais doida. Uma que levasse em conta que todos temos que falar por um homem que se desesperou porque neste a fala humana já falhou, ele já é tão mudo que só o bruto grito desarticulado serve de sinalização.
Uma justiça prévia que se lembrasse de que nossa grande luta é a do medo, e que um homem que mata muito é porque teve muito medo. Sobretudo uma justiça que se olhasse a si própria, e que visse que nós todos, lama viva, somos escuros, e por isso nem mesmo a maldade de um homem pode ser entregue à maldade de outro homem: para que este não possa cometer livre e aprovadamente um crime de fuzilamento. Uma justiça que não se esqueça de que nós todos somos perigosos, e que na hora em que o justiceiro mata, ele não está mais nos protegendo nem querendo eliminar um criminoso, ele está cometendo o seu crime particular, um longamente guardado. [...]
Clarice Lispector (Disponível em ip.usp.br. Adaptado.)

Ao escrever a crônica "Mineirinho", publicada pela primeira vez em junho de 1962 na revista Senhor, Clarice Lispector tinha uma intenção, bastante clara e muito perceptível na leitura, de expor sua contundente opinião sobre o assassinato dum famoso criminoso da época conhecido como Mineirinho. A respeito desses objetivos, como estes podem ser depreendidos da leitura da crônica, analise as alternativas a seguir e assinale a que estiver totalmente correta.

A Por meio da metáfora de "casa", Clarice Lispector procura refletir sobre o funcionamento da sociedade em que está inserida e coloca no elemento "sonsos essenciais" a força que a mantém funcional. A postura da autora, no entanto, não é de simples análise, mas de forte e aguda crítica, explicando como e em que, a seu ver, a sociedade falha e engana.
B Ao falar de "doidos", Clarice Lispector identifica as personagens que, segundo ela, seriam as responsáveis por mudar o modo como a sociedade se organiza, analisando os fatos sociais de maneira diferente daquela com que analisam os "sonsos". A autora, no entanto, procura distanciar-se ao máximo da figura de "doida" e mostra como se sente confortável enquanto "sonsa".
C A justiça que Clarice Lispector chama de "prévia", pelo que se pode depreender do texto, nada tem que ver com a questão social. A dita "justiça prévia", na opinião da autora, teria existido caso o bandido Mineirinho tivesse sido capturado, condenado e morto antes de praticar todos os crimes que cometeu. É nessa falha da justiça que reside a crítica contida no texto.
D Ao repassar, no texto, todos os tiros com que Mineirinho foi assassinado, Clarice Lispector tende a sentir compaixão do homem morto e a se aproximar de sua figura, como que se fundindo a ele, no entanto sua argumentação se dirige no sentido de mostrar como, apesar desse sentimento, ela se sentia confortável, protegida e resguardada pela atitude da polícia.
E Fica claro que a intenção de Clarice Lispector é discorrer um pouco sobre a condição humana que domina a todos nós. Nessa perspectiva, a autora consegue entender que qualquer cidadão, dadas as condições para tanto, poderia se tornar um "facínora". Julga, porém, que, ainda assim, é muito justo haver sempre uma força exterior que o elimine.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10, leia o texto a seguir.

Com açúcar, com afeto

Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa , qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar , qual o quê
No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida , diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado
Como vou me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro meus braços pra você
Chico Buarque

Compare estas orações retiradas da letra da música: "Pra você parar em casa"; "Pra poder me sustentar"; "Pra agradar meu coração". Levando em consideração a forma como elas se relacionam, sintaticamente, com outras orações a que se ligam, assinale a alternativa que destaque a função sintática de cada uma delas.

A Complemento nominal.
B Adjunto adnominal.
C Aposto explicativo.
D Adjunto adverbial.
E Predicativo do sujeito.