Atenção : As questões de números 56 a 60 referem-se ao texto apresentado abaixo. As cores originais dos mapas 2, 3 e 4 foram alteradas para visualização em tons de cinza.
Using analysis, we can feel confident in th e spatial patterns we see, and in the decisions that we make.
Putting your data on a map is an important first step for finding patterns and understanding trends. Here we’re looking at crimes that happened in San Francisco, about 37,000 of them. Looking at the points on a map, can you find the clusters or patterns in this point data? Can you decide where the police department should allocate its resources? Just looking at points on a map is often not enough to answer questions or make decisions using this kind of point data. That’s where the spatial analysis tools in ArcGIS come in.
(1)
We’ve all seen heat maps on TV or in web application-beautiful maps that show high-density areas in bright red, and low-density areas in blue. These maps are used to visualize crime, disease, and a whole host of other types of data and information. These heat maps can be a great first step in a visual analysis of your data, ... I ... they can also be very subjective. What does that mean? Well, the two heat maps shown below reflect the same San Francisco Crime data, and were created using the same tool. The only difference is the criteria that were used to decide what appears very dark (high density) and what appears very light (low density). These types of cartographic elements that we incorporate into our maps can have a huge impact on the story that the map tells.
If the decisions that you’re trying to make as a result of your analyses are important, and they usually are, you’ll want to minimize subjectivity as much ... II ... . A great way to minimize the subjectivity in your pattern analysis is to use a hot spot analysis, which incorporates a simple spatial statistic to determine if the patterns that you’re seeing are statistically significant or not. The hot spot map is shown here.
(4)
So what makes this type of map any less subjective than density-based heat maps? The very dark areas on hot spot maps are statistically significant clusters of high values (hot spots), and the very light areas are statistically significant clusters of low values (cold spots). What’s dark and what’s light is always based on statistical significance. Using hot spot analysis, we can feel confident in the spatial patterns that we see, and in the decisions that we make.
(Adapted from: http://resources.arcgis.com/en/communities/analysis/017z00000015000000.htm)
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A Teoria da Biogeografia de Ilhas proposta por MacArthur e Wilson (1972) pressupõe que as comunidades das ilhas estão em equilíbrio dinâmico, no qual o número de espécies depende da combinação entre taxas de
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A palavra que preenche corretamente a lacuna I é
A Cia. Falta Caixa apresentou a seguinte Demonstração do Resultado do Exercício referente ao ano de 2015:
Com base nos dados apresentados acima, na elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa pelo Método Indireto, o Lucro
Líquido Ajustado pelos efeitos das transações que não envolvem caixa e pelos efeitos de itens de receita ou despesa
associados com fluxos de caixa das atividades de investimento ou de financiamento tem o valor de, em reais,
A Cia. Máquinas Pesadas adquiriu, em 31/12/2013, um equipamento por R$ 680.000,00 à vista. Na data da aquisição, a Cia. estimou
a vida útil econômica deste equipamento em 20 anos e o valor residual em R$ 80.000,00. Em 31/12/2014, após o
reconhecimento da depreciação referente ao ano de 2014, a Cia. reavaliou a vida útil do equipamento para 15 anos e reestimou
o valor residual para R$ 50.000,00. Com base nestas informações sabendo que a empresa utiliza o método das cotas
constantes para calcular a despesa com depreciação, o valor da Depreciação Acumulada evidenciado no Balanço Patrimonial da
Cia. Máquinas Pesadas, em 31/12/2015, foi, em reais, de
Se o pedido contrariar enunciado de súmula do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça, o juiz
Hoje a maioria das pessoas escuta músicas e assiste a vídeos na Internet através de um processo que não requer que se espere fazer o download de todo o conteúdo para depois assistir, sendo possível a exibição do áudio e do vídeo enquanto é feita a transferência dos dados. Além disso, o conteúdo é armazenado em um local e apagado após a conclusão da tarefa. Este processo só necessita, realmente, de um certo tipo de conexão com a Internet.
O texto faz referência a um processo e a um certo tipo de conexão com a Internet, que são, respectivamente,
As doenças do trabalho referem-se a um conjunto de danos ou agravos que incidem sobre a saúde dos trabalhadores, causados, desencadeados ou agravados por fatores de risco presentes nos locais de trabalho. Manifestam-se de forma lenta, insidiosa, podendo levar anos, para se manifestarem o que, na prática, tem demonstrado ser um fator dificultador no estabelecimento da relação entre uma doença sob investigação e o trabalho. Tradicionalmente, os riscos presentes nos locais de trabalho são classificados como
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 11, leia o texto abaixo.
Nasci na Rua Faro, a poucos metros do Bar Joia, e, muito antes de ir morar no Leblon, o Jardim Botânico foi meu quintal. Era ali, por suas aleias de areia cor de creme, que eu caminhava todas as manhãs de mãos dadas com minha avó. Entrávamos pelo portão principal e seguíamos primeiro pela aleia imponente que vai dar no chafariz. Depois, íamos passear à beira do lago, ver as vitórias-régias, subir as escadarias de pedra, observar o relógio de sol. Mas íamos, sobretudo, catar mulungu.
Mulungu é uma semente vermelha com a pontinha preta, bem pequena, menor do que um grão de ervilha. Tem a casca lisa, encerada, e em contraste com a pontinha preta seu vermelho é um vermelho vivo, tão vivo que parece quase estranho à natureza. É bonita. Era um verdadeiro prêmio conseguir encontrar um mulungu em meio à vegetação, descobrir de repente a casca vermelha e viva cintilando por entre as lâminas de grama ou no seio úmido de uma bromélia. Lembro bem com que alegria eu me abaixava e estendia a mão para tocar o pequeno grão, que por causa da ponta preta tinha uma aparência que a mim lembrava vagamente um olho.
Disse isso à minha avó e ela riu, comentando que eu era como meu pai, sempre prestava atenção nos detalhes das coisas. Acho que já nessa época eu olhava em torno com olhos mínimos. Mas a grandeza das manhãs se media pela quantidade de mulungus que me restava na palma da mão na hora de ir para casa. Conseguia às vezes juntar um punhado, outras vezes apenas dois ou três. E é curioso que nunca tenha sabido ao certo de onde eles vinham, de que árvore ou arbusto caíam aquelas sementes vermelhas. Apenas sabíamos que surgiam no chão ou por entre as folhas e sempre numa determinada região do Jardim Botânico.
Mas eu jamais seria capaz de reconhecer uma árvore de mulungu. Um dia, procurei no dicionário e descobri que mulungu é o mesmo que corticeira e que também é conhecido pelo nome de flor-de-coral. ''Árvore regular, ornamental, da família das leguminosas, originária da Amazônia e de Mato Grosso, de flores vermelhas, dispostas em racimos multifloros, sendo as sementes do fruto do tamanho de um feijão (mentira!), e vermelhas com mácula preta (isto, sim)'', dizia.
Mas há ainda um outro detalhe estranho – é que não me lembro de jamais ter visto uma dessas sementes lá em casa. De algum modo, depois de catadas elas desapareciam e hoje me pergunto se não era minha avó que as guardava e tornava a despejá-las nas folhagens todas as manhãs, sempre que não estávamos olhando, só para que tivéssemos o prazer de encontrá-las. O fato é que não me sobrou nenhuma e elas ganharam, talvez por isso, uma aura de magia, uma natureza impalpável. Dos mulungus, só me ficou a memória − essa memória mínima.
(Adaptado de: SEIXAS, Heloísa. Semente da Memória . Disponível em: http://heloisaseixas.com.br)
Nasci na Rua Faro, a poucos metros do Bar Joia, e, muito antes de ir morar no Leblon, o Jardim Botânico foi meu quintal. Era ali, por suas aleias de areia cor de creme, que eu caminhava todas as manhãs de mãos dadas com minha avó. Entrávamos pelo portão principal e seguíamos primeiro pela aleia imponente que vai dar no chafariz. Depois, íamos passear à beira do lago, ver as vitórias-régias, subir as escadarias de pedra, observar o relógio de sol. Mas íamos, sobretudo, catar mulungu.
Mulungu é uma semente vermelha com a pontinha preta, bem pequena, menor do que um grão de ervilha. Tem a casca lisa, encerada, e em contraste com a pontinha preta seu vermelho é um vermelho vivo, tão vivo que parece quase estranho à natureza. É bonita. Era um verdadeiro prêmio conseguir encontrar um mulungu em meio à vegetação, descobrir de repente a casca vermelha e viva cintilando por entre as lâminas de grama ou no seio úmido de uma bromélia. Lembro bem com que alegria eu me abaixava e estendia a mão para tocar o pequeno grão, que por causa da ponta preta tinha uma aparência que a mim lembrava vagamente um olho.
Disse isso à minha avó e ela riu, comentando que eu era como meu pai, sempre prestava atenção nos detalhes das coisas. Acho que já nessa época eu olhava em torno com olhos mínimos. Mas a grandeza das manhãs se media pela quantidade de mulungus que me restava na palma da mão na hora de ir para casa. Conseguia às vezes juntar um punhado, outras vezes apenas dois ou três. E é curioso que nunca tenha sabido ao certo de onde eles vinham, de que árvore ou arbusto caíam aquelas sementes vermelhas. Apenas sabíamos que surgiam no chão ou por entre as folhas e sempre numa determinada região do Jardim Botânico.
Mas eu jamais seria capaz de reconhecer uma árvore de mulungu. Um dia, procurei no dicionário e descobri que mulungu é o mesmo que corticeira e que também é conhecido pelo nome de flor-de-coral. ''Árvore regular, ornamental, da família das leguminosas, originária da Amazônia e de Mato Grosso, de flores vermelhas, dispostas em racimos multifloros, sendo as sementes do fruto do tamanho de um feijão (mentira!), e vermelhas com mácula preta (isto, sim)'', dizia.
Mas há ainda um outro detalhe estranho – é que não me lembro de jamais ter visto uma dessas sementes lá em casa. De algum modo, depois de catadas elas desapareciam e hoje me pergunto se não era minha avó que as guardava e tornava a despejá-las nas folhagens todas as manhãs, sempre que não estávamos olhando, só para que tivéssemos o prazer de encontrá-las. O fato é que não me sobrou nenhuma e elas ganharam, talvez por isso, uma aura de magia, uma natureza impalpável. Dos mulungus, só me ficou a memória − essa memória mínima.
(Adaptado de: SEIXAS, Heloísa. Semente da Memória . Disponível em: http://heloisaseixas.com.br)