Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 6.
1 As rápidas e crescentes mudanças no setor da comunicação puseram em xeque os antigos modelos de negócios. As novas rotinas criadas a partir das plataformas digitais produziram um complexo cenário de incertezas. Vivemos um grande desafio.
2 É preciso refletir sobre a mudança de paradigmas, uma vez que a criatividade e a capacidade de inovação − rápida e de baixo custo − serão fundamentais para a sobrevivência das organizações tradicionais e para o sucesso financeiro das nativas digitais. Mas é preciso, também, que façamos uma autocrítica sobre o modo como vemos o mundo e a maneira como dialogamos com ele.
3 Antes da era digital, em quase todas as famílias existia um álbum de fotos. Lembram disso? Lá estavam as nossas lembranças, os nossos registros afetivos. Muitas vezes abríamos o álbum e a imaginação voava.
4 Agora fotografamos tudo compulsivamente. Nosso antigo álbum foi substituído pelas galerias de fotos digitais de nossos dispositivos móveis. Temos excesso de fotos, mas falta o mais importante: a memória afetiva, a curtição daqueles momentos. Pensamos que o registro do momento reforça sua lembrança, mas não é assim. Milhares de fotos são incapazes de superar a vivência de um instante. É importante guardar imagens. Porém, é mais importante viver cada momento com intensidade. As relações afetivas estão sucumbindo à coletiva solidão digital.
5 Algo análogo se dá com o consumo da informação. Navegamos freneticamente no espaço virtual. A fragmentação dos conteúdos pode transmitir certa sensação de liberdade, já que não dependemos, aparentemente, de ninguém. Somos os editores do nosso diário personalizado. Será? Não creio, sinceramente. Uma enxurrada de estímulos dispersa a inteligência. Ficamos reféns da superficialidade. Perdemos contexto e sensibilidade crítica.
(Adaptado de: DI FRANCO, Carlos Alberto. Disponível em: opiniao.estadao.com.br )
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Relativos aos crimes contra a Administração pública, considere:
Uma Analista digitou o comando TRUNCATE TABLE processos ; em um banco de dados SQL aberto em condições ideais para
A Resolução − RDC no 360, de 23 de dezembro de 2003, apresenta a regulamentação técnica sobre Rotulagem Nutricional de Alimentos Embalados. Estão presentes, no anexo desta resolução, os fatores de conversão para o cálculo da quantidade do valor energético do alimento a ser declarado no rótulo, e os mesmos encontram-se reproduzidos a seguir:
Fatores de conversão:
− Carboidratos (exceto polióis) 4 kcal/g − 17 kJ/g
− Proteínas 4 kcal/g − 17 kJ/g
− Gorduras 9 kcal/g − 37 kJ/g
− Álcool (Etanol) 7 kcal/g − 29 kJ/g
− Ácidos orgânicos 3 kcal/g − 13 kJ/g
− Polióis 2,4 kcal/g − 10 kJ/g
− Polidextroses 1 kcal/g − 4 kJ/g
Assim como os valores diários de referência de nutrientes de declaração obrigatória:
− Valor energético 2.000 kcal − 8.400 kJ
− Carboidratos 300 g
− Proteínas 75 g
− Gorduras totais 55 g
− Gorduras saturadas 22 g
− Fibra alimentar 25 g
− Sódio 2.400 mg
Considerando as informações disponibilizadas e que um embutido cárneo contenha os seguintes ingredientes para uma porção de 50 gramas:
− Ingrediente Massa
− Carboidratos 3,0 g
− Proteínas 7,5 g
− Gorduras totais 15,0 g
− Gorduras saturadas 5,0 g
− Sódio 500 mg
Os valores diários, em % aproximados de cada ingrediente, nesse produto serão:
O sócio da empresa Audita Tudo S.A. faz parte do Conselho de Administração da empresa Software S.A. Foi contratado para realizar a auditoria da empresa Software S.A.. Em relação a esse trabalho, pode-se afirmar que
Em uma página criada usando JSP, um programador deseja exibir em um campo de formulário um valor recebido e armazenado em uma variável. Para isso, criou o fragmento de código abaixo.
Código
Para que o conteúdo da variável cod seja exibido no campo de nome codigo o programador deverá adicionar na tag input o atributo
O proprietário de uma obra solicitou ao projetista que privilegiasse um sistema industrializado e racionalizado, cuja estrutura fosse formada por perfis de aço galvanizado e o fechamento ocorresse por meio de placas de gesso acartonado, já que a limpeza da obra era fundamental. Para atender tais especificações, o responsável pelo projeto deverá escolher
Paciente oncológico adulto, em tratamento antineoplásico sem complicações, apresenta-se eutrófico. A necessidade proteica estimada é de (g/kg de peso atual/dia):
Texto associado
Estão flexionados nos mesmos tempo e modo os verbos que se encontram em:
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 12, considere o texto abaixo.
Quem fala português não se limita a comer, a gente também gosta de falar sobre comida. Sendo duas coisas diferentes, na verdade são a mesma. A língua portuguesa tem um valor nutritivo que as outras não têm. Creio que é possível engordar a falar de comida em português. Vai uma linguicinha? E se amanhã fizéssemos um costelão? Boa sorte a traduzir estas perguntas para inglês, francês ou alemão.
Eles sabem (vagamente) o que é linguiça e costela. Mas nunca hão de saber o que é uma linguicinha e um costelão. Sem esses nomes, o sabor é diferente. Já tenho tomado refeições com gente que fala outras línguas e nunca vi nada parecido. Numa mesa de falantes de português, come-se, recordam-se refeições passadas e projetam-se refeições futuras. Falantes de português, depois de terem comido uma feijoada, recordam uma moqueca capixaba que comeram em 1987 e planejam o acarajé que vão fazer para o jantar do dia seguinte. A gente ama através da comida — e é um amor bruto, que é o único amor que vale a pena. Dizemos coisas que, apesar de carinhosas, estão bastante próximas do universo do crime. Por exemplo: “Você não sai daqui sem provar este vatapá”. Isso é vocabulário de sequestrador. Contudo, é ternura.
(Adaptado de: PEREIRA, Ricardo A. “Uma série de séries”. 08/09/19. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Quem fala português não se limita a comer, a gente também gosta de falar sobre comida. Sendo duas coisas diferentes, na verdade são a mesma. A língua portuguesa tem um valor nutritivo que as outras não têm. Creio que é possível engordar a falar de comida em português. Vai uma linguicinha? E se amanhã fizéssemos um costelão? Boa sorte a traduzir estas perguntas para inglês, francês ou alemão.
Eles sabem (vagamente) o que é linguiça e costela. Mas nunca hão de saber o que é uma linguicinha e um costelão. Sem esses nomes, o sabor é diferente. Já tenho tomado refeições com gente que fala outras línguas e nunca vi nada parecido. Numa mesa de falantes de português, come-se, recordam-se refeições passadas e projetam-se refeições futuras. Falantes de português, depois de terem comido uma feijoada, recordam uma moqueca capixaba que comeram em 1987 e planejam o acarajé que vão fazer para o jantar do dia seguinte. A gente ama através da comida — e é um amor bruto, que é o único amor que vale a pena. Dizemos coisas que, apesar de carinhosas, estão bastante próximas do universo do crime. Por exemplo: “Você não sai daqui sem provar este vatapá”. Isso é vocabulário de sequestrador. Contudo, é ternura.
(Adaptado de: PEREIRA, Ricardo A. “Uma série de séries”. 08/09/19. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)