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A partir da estabilização da economia, em 1994, houve, no Brasil, uma melhora importante em diversos indicadores sociais e de equidade. Esses resultados se intensificaram ao longo da década de 2000. Com base no exposto, assinale a alternativa correta.

A O Atlas de Saneamento de 2011 divulgado pelo IBGE mostra que as melhorias no serviço de esgotamento sanitário ocorreram, principalmente, em áreas onde houve redução da população entre os Censos Demográficos de 2000 e de 2010.
B Entre 2001 e 2009, a renda per capita dos 10% mais ricos da populaçã o brasileira aumentou 1,5% ao ano, enquanto na renda dos mais pobres cresceu a taxa de 6,8 %.
C O Índice de Gini das pessoas ocupadas aumentou de 0,52 em 2001 para 0,57 em 2009, conforme divulgado pelo IBGE.
D O Brasil se situou ao final da década de 2000 na posição 73, entre 169 países avaliados, com um índice que classifica o país como “médio desenvolvimento humano”.
E Uma das grandes deficiências do Programa Bolsa Família é o seu custo relativamente alto, uma vez que consumiu, em 2010, cerca de 5% do PIB.
Órgão: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Cargo: Analista Censitário - Área: Análise Socioeconômica Prova: Instituto AOCP - IBGE - Analista Censitário - Área: Análise Socioeconômica - 2019

O movimento dos coletes amarelos teve início na França em novembro de 2018 quando, segundo o Ministério do Interior da França, 288 mil pessoas foram às ruas de Paris e de diversas outras cidades francesas. Embora hoje hasteie bandeiras difusas, esse movimento teve início com

A o clamor dos franceses por uma educação de qualidade.
B os protestos contra o aumento da taxa sobre o combustível.
C os protestos contra as políticas de imigração do Estado francês.
D o descontentamento no âmbito das políticas públicas para a saúde.
E um conflito religioso e nacionalista que tomou vulto na França nos últimos anos.

Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

O modernismo no Brasil foi um movimento cultural que teve grandes proporções críticas e repercutiu, principalmente, no cenário artístico e literário do país, gerando tumultos e desconforto para a sociedade de artistas brasileiros. O modernismo tinha como objetivos e características, em sua primeira, segunda e terceira fases:

I. a quebra com o "tradicionalismo" da época, experimentando novas técnicas e criações artísticas, sendo suas características o rompimento com as estruturas do passado, valorização do índio brasileiro, nacionalismo ufanista exagerado e utópico, caráter revolucionário.
II. a valorização do tradicionalismo rompendo com padrões exagerados ditados pela elite. Suas características eram o fortalecimento de uma arte livre e revolucionária, mantendo padrões acadêmicos, valorização da cultura erudita, incentivo à descentralização da arte clássica.
III. a quebra com parâmetros revolucionários e as suas características eram a valorização da arte pela cultura afro-brasileira, traços livres de conceitos tradicionais na escultura e na pintura.
IV. a produção poética que, nesse período, teve influência do realismo e do romantismo, além da Psicanálise de Freud. Suas características foram o amadurecimento das ideias de 1922, nova postura artística, nacionalismo, universalismo e regionalismo, literatura construtiva e engajada.

A Apenas I e II.
B Apenas I, III e IV.
C Apenas III e IV.
D Apenas I e IV.
Órgão: Secretaria da Educação e da Ciência e Tecnologia da Paraíba Cargo: Professor de Educação Básica - Área Artes Prova: Instituto AOCP - SEE PB - Professor de Educação Básica - Área: Artes - 2019

A Região de Influência das Cidades – REGIC – objetiva estudar a rede urbana brasileira, assim como construir um quadro nacional, apontando as permanências e as modificações registradas nessa rede. Levando em consideração o seguinte quadro, que retrata parte do REGIC e relações com a rede urbana, assinale a alternativa correta.

Matriz das regiões de influência – Região de influência de Curitiba – (IBGE 2007)

Metrópole regional
Capital regional B
Centro de Zona A
Centro local
Curitiba
Florianópolis
São Bento do Sul
Piên

Campo Alegre

Rio Negrinho

Disponível em:< http://www.mma.gov.br/estruturas/PZEE/_https://arquivos.infra-questoes.grancursosonline.com.br/arquivos/regic_28.pdf >. Acesso em: jul. 2019.

A Pelos dados representados, Curitiba tem maior área de influência do que Florianópolis.
B Não há uma hierarquia entre as cidades, pois cada uma aparece na sua fase de evolução de influência.
C Esse processo de influência das cidades é estático, não havendo possibilidade de mudanças das cidades de um nível para outro de influência.
D A oferta de bens e serviços de Curitiba para Florianópolis não difere. O que muda é apenas o número populacional.

Não há dúvidas de que a imagem é o patrimônio mais valioso de qualquer corporação e a responsável pela construção dessa imagem corporativa é a comunicação. Com base nessa premissa, assinale a alternativa INCORRETA.

A A comunicação interna é uma das estratégias de comunicação para a imagem corporativa e tem como objetivo gerar um comprometimento maior dos seus colaboradores, além de aumentar a produtividade e os índices de qualidade de qualquer empresa.
B A assessoria de imprensa é responsável pela divulgação e pelo relacionamento de uma corporação com a mídia e se trata de uma função legítima, uma vez que a difusão das ideias de uma empresa (seja levando ao conhecimento do público o trabalho desenvolvido ou o serviço oferecido, seja exercendo, quando necessário, sua defesa) é um direito inerente da democracia.
C Com sentido semelhante ao de imagem, identidade é um conceito utilizado na área da administração. No entanto o reconhecimento de uma determinada imagem empresarial não implica relação nem conflitos ou negociações estabelecidas entre a sua estrutura produtiva, os recursos humanos da organização e o cenário que os envolve.
D Uma das áreas estratégicas para o monitoramento da imagem corporativa é o atendimento eficiente, mas desde que seja compreendido simultaneamente como forma de pesquisa e como gestão de informação. Isso porque os dados coletados dos clientes, quando cruzados e analisados da maneira correta, dão informações importantes sobre o comportamento do consumidor e ajudam as empresas a enfrentar a concorrência.
Texto associado
TEXTO II

Você é o que você se diz: a ciência do
diálogo interno

PILAR JERICÓ

Se você quiser variar a percepção que tem
sobre você, precisa alterar seu diálogo interior.
A forma como você conversa consigo mesmo
condiciona sua capacidade de enfrentar as
dificuldades e determina a tomada de decisões.
A autoafirmação, ou pensar coisas positivas
sobre nós mesmos, é uma ferramenta muito útil
para reforçar a autoestima. Entretanto, não vale
qualquer comentário. Já ficou comprovado que
frases como “aguento tudo” ou “sou uma pessoa
superagradável” não ajudam muito. Quem as
expressa não está realmente convencido disso,
então essas expressões podem ter efeito contrário.
A ciência do diálogo interior nos dá pistas sobre
as técnicas que tornam nossas autoafirmações
eficazes: devemos imaginar futuras situações
agradáveis e nos tratar na segunda pessoa.

Adaptado de: https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/05/ciencia/
1557083642_455016.html. Acesso em: 25 jun. 2019.

As questões de 11 a 15 se referem ao
texto II.

Em “Se você quiser variar a percepção
que tem sobre você, precisa alterar seu
diálogo interior.”, a relação de sentido
que se estabelece é de

A condição.
B tempo.
C conclusão.
D concessão.
E contraste.
Órgão: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística Cargo: Analista Censitário - Área: Análise de Sistemas - Suporte Operacional e de Tecnologia Prova: Instituto AOCP - IBGE - Analista Censitário - Área: Análise de Sistemas - Suporte Operacional e de Tecnologia - 2019

Na perspectiva inclusiva, o Projeto
Político Pedagógico (PPP) da escola,
como aporte para definir a prática
escolar, deve orientar a construção do
currículo como um recurso que promove
o desenvolvimento e a aprendizagem
de todos os alunos. Para tanto, deve-se
considerar os seguintes fatores para a
elaboração de uma proposta inclusiva,
EXCETO

A a postura favorável da escola para
diversificar e flexibilizar o processo de
ensino-aprendizagem, de modo a atender
às diferenças individuais dos alunos.
B a identificação das necessidades
educacionais especiais para a seleção de
recursos e meios pedagógicos.
C a inviabilidade de currículos e de propostas
curriculares diversificadas, como resposta
a uma concepção homogeneizadora de
currículo.
D a flexibilidade quanto à organização e ao
funcionamento da escola, para atender à
diversificação dos alunos.

De acordo com as Normas de Estandardização para a Fabricação de Instrumentos Endodônticos Manuais, Especificação 28 da ADA (American Dental Association) - 1981, o Diâmetro D7 da lima #15 em milímetros (mm) é

A 0,29mm.
B 0,50mm.
C 0,15mm.
D 0,99mm.
Texto associado
Crônica:
tempo de despedida
Metáforas que se impõem


Temos muitas imagens armazenadas em
nosso cérebro. Metáforas guardadas em nosso
imaginário. Algumas, temos de admitir, são
dolorosamente evidentes. Amanhecia. Véspera
de Natal. Manhã fresca de um dia que seria muito
quente. Havíamos passado a noite tomando
vinho, ouvindo Roberto Carlos, só as mais tristes,
tipo “Jovens tardes de domingo”, comemorando
nossa formatura de Segundo Grau. Então eu saí
pelos trilhos, de volta para casa, sentindo uma
brisa empurrar meus cabelos longos, típicos dos
anos 1970, para trás. Podia haver uma imagem
mais óbvia e mais certeira para uma separação,
uma ruptura, uma metamorfose?

Lembro como se fosse ontem, para continuar
com imagens comuns, que olhei para trás,
para os lados, para cima e para baixo, como se
tentasse me situar. Vi a estação, que parecia
mais melancólica do que nunca, vi alguns vagões
estacionados em trilhos paralelos à linha central,
vi um cachorro magro saltitar em três pernas e
ouvi um galo retardatário cantar. Na metade do
caminho, parei de novo e contemplei o cenário
no qual me achava imerso. Eu sabia que a minha
vida nunca mais seria a mesma. Em breve,
eu tomaria o caminho da capital. Estava na
encruzilhada. Passei por uma chave de trilhos,
um mecanismo usado para desviar trens para
uma linha secundária. Brinquei de tentar mudar o
meu destino. Eu estava pesadamente consciente
de que dava os meus últimos passos no universo
que me definia.
Até
hoje me pergunto: por que tanto realismo
na metáfora que marcou minha passagem da
adolescência para o mundo adulto? Uma semana
depois, em 1º de janeiro de 1980, botei o pé na
estrada e nela continuo. Só tenho voltado ao
ponto de partida como visitante. Retornarei algum
dia em definitivo para fechar o ciclo? Éramos três
naquela despedida. Continuei ligado a um dos
amigos daquela noite de despedida. O outro, o
anfitrião, encontrei uma única vez, por acaso,
num estádio de futebol. Não deve ter passado
uma semana, porém, que não tenha pensando
neles e em nossa turma.

O que nos faz pensar em detalhes de
experiências tão distantes? Lembro-me de ter
caminhado mais de um quilômetro pelos trilhos.
Cada vez que parava ou olhara para trás, com
os olhos apertados pela luz da manhã, sentia o
coração pulando. Estava deixando tudo o que me
importava. Como foi possível que eu não sentisse
medo, não duvidasse, não tentasse escapar da
mudança? A minha convicção era férrea como
os trilhos que eu pisava. Hoje, quando encontro
a gurizada de 17 anos, nunca deixo de concluir
com certo paternalismo: são crianças. Eu era uma
criança quando saí de casa.

Quando penso naquele momento de partida,
inevitavelmente penso nos trilhos daquela manhã
de verão. Venho trilhando meu caminho. Não me
arrependo de não ter mudado a chave. Ainda ouço
a voz de Roberto Carlos, pois “canções usavam
formas simples”, ressoando na madrugada: “O
que foi felicidade me mata agora de saudade,
velhos tempos, belos dias”. Depois de 40 anos
de separação, estamos nos reencontrando num
grupo de WhatsApp.

Disponível em:
<
https://www.correiodopovo.com.br/blogs/juremirmachado/
cr%C3%B4nica-tempo-de-despedida-1.371025 >. Acesso em: 24 out.
2019.

Sobre o uso das vírgulas, assinale a
alternativa correta.

A Em “Metáforas guardadas em nosso
imaginário. Algumas, temos de admitir,
são dolorosamente evidentes.”, as vírgulas
foram empregadas para isolar o modo como
o eu lírico se sentia.
B Em “Hoje, quando encontro a gurizada de
17 anos, nunca deixo de concluir com certo
paternalismo: são crianças.”, as vírgulas
são obrigatórias para isolar uma explicação
de um fato ocorrido anteriormente.
C Em “Continuei ligado a um dos amigos
daquela noite de despedida. O outro, o
anfitrião, encontrei uma única vez, por
acaso, num estádio de futebol.”, as vírgulas
que isolam “o anfitrião” e “por acaso” são
empregadas pelo mesmo motivo.
D Em “Em breve, eu tomaria o caminho da
capital.”, a vírgula foi empregada para
marcar o deslocamento de uma expressão
adverbial de tempo que estaria no final da
frase caso esta estivesse em sua ordem
direta.