TEXT 1 – Questions 31 to 40
Developing a Love of Reading in Students
Exposing new readers to a variety of genres can help them find the books they love. Plus, we’ll show some reading comprehension strategies to deepen their engagement.
By Kathryn Starke
January 31, 2020
Every elementary school teacher is essential in helping each child on his or her reading journey. When we provide the resources to meet the literacy needs of our students beginning as early as prekindergarten, students and teachers will feel both confident and competent in teaching and learning to read.
While helping students learn to read, it is also important to create a love of reading. Students who read voluntarily report less negativity about reading than those who are required to read. Motivation is the key here. One of the best resources I have found for creating motivation is a shelf filled with books that match students’ interest level and reading level. They should be surrounded by titles that reflect the lives of themselves as well as their classmates.
Also, students should be provided with books that represent all genres so that they can determine what they most enjoy reading. Student book choice is the first step in getting children hooked on reading. When students have ownership of their reading, successful, independent readers begin to bloom.
Assume that students have no understanding of the vocabulary words or content of the text. Allow them to make predictions, make connections, and ask questions before every reading experience to gauge their knowledge. These three comprehension strategies inform a teacher of the students’ proficiency about a particular topic. Encourage readers to use the title and pictures to make a prediction about what the book is about before reading it. During reading, students confirm their prediction and make a connection.
(Adapted from: https://www.edutopia.org)
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TEXT 1 – Questions 31 to 40
Developing a Love of Reading in Students
Exposing new readers to a variety of genres can help them find the books they love. Plus, we’ll show some reading comprehension strategies to deepen their engagement.
By Kathryn Starke
January 31, 2020
Every elementary school teacher is essential in helping each child on his or her reading journey. When we provide the resources to meet the literacy needs of our students beginning as early as prekindergarten, students and teachers will feel both confident and competent in teaching and learning to read.
While helping students learn to read, it is also important to create a love of reading. Students who read voluntarily report less negativity about reading than those who are required to read. Motivation is the key here. One of the best resources I have found for creating motivation is a shelf filled with books that match students’ interest level and reading level. They should be surrounded by titles that reflect the lives of themselves as well as their classmates.
Also, students should be provided with books that represent all genres so that they can determine what they most enjoy reading. Student book choice is the first step in getting children hooked on reading. When students have ownership of their reading, successful, independent readers begin to bloom.
Assume that students have no understanding of the vocabulary words or content of the text. Allow them to make predictions, make connections, and ask questions before every reading experience to gauge their knowledge. These three comprehension strategies inform a teacher of the students’ proficiency about a particular topic. Encourage readers to use the title and pictures to make a prediction about what the book is about before reading it. During reading, students confirm their prediction and make a connection.
(Adapted from: https://www.edutopia.org)
Developing a Love of Reading in Students
Exposing new readers to a variety of genres can help them find the books they love. Plus, we’ll show some reading comprehension strategies to deepen their engagement.
By Kathryn Starke
January 31, 2020
Every elementary school teacher is essential in helping each child on his or her reading journey. When we provide the resources to meet the literacy needs of our students beginning as early as prekindergarten, students and teachers will feel both confident and competent in teaching and learning to read.
While helping students learn to read, it is also important to create a love of reading. Students who read voluntarily report less negativity about reading than those who are required to read. Motivation is the key here. One of the best resources I have found for creating motivation is a shelf filled with books that match students’ interest level and reading level. They should be surrounded by titles that reflect the lives of themselves as well as their classmates.
Also, students should be provided with books that represent all genres so that they can determine what they most enjoy reading. Student book choice is the first step in getting children hooked on reading. When students have ownership of their reading, successful, independent readers begin to bloom.
Assume that students have no understanding of the vocabulary words or content of the text. Allow them to make predictions, make connections, and ask questions before every reading experience to gauge their knowledge. These three comprehension strategies inform a teacher of the students’ proficiency about a particular topic. Encourage readers to use the title and pictures to make a prediction about what the book is about before reading it. During reading, students confirm their prediction and make a connection.
(Adapted from: https://www.edutopia.org)
The author of the text gives several recommendations for teachers so they may help develop a love for reading in their students. Choose the alternative whose recommendation does NOT appear in the text:
A bossa nova trouxe algumas inovações importantes para o campo da arte. Em relação a tais inovações, assinale a alternativa correta.
Sobre a fisiologia do exercício físico, assinale a alternativa correta.
O estudo do espaço cênico é fundamental para a compreensão do fenômeno teatral. A esse respeito, assinale a alternativa correta.
O domínio morfoclimático é um conjunto espacial de grande extensão, podendo variar entre milhares a milhões de quilômetros quadrados, e que apresenta feições de relevo, tipos de solos, formas de vegetação e condições climáticas e hidrológicas que resultam em condições paisagísticas e ecológicas integradas. Sobre o assunto, assinale a alternativa correta.
No final de 2020, dois países do Cáucaso se acusaram mutuamente de disparar contra o outro por disputas pela região de Nagorno-Karabakh. As hostilidades na região envolveram
A afetividade está presente na relação pedagógica. Acerca da afetividade, é correto afirmar que
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TEORIA GERAL DO XINGAMENTO
Marcia Tiburi
17 de maio de 2018
Talvez seja necessário fundar uma nova ciência para dar conta de um fenômeno que tem se tornado crucial em nossa cultura comunicacional na era das tecnologias digitais e das redes sociais. O objeto dessa ciência seria o fenômeno do xingamento: a conspurcação do outro em forma verbal, que surge em profusão nas redes, por meio de palavras, emoticons e outros sinais gráficos.
Nossa nova ciência, na base de uma antropologia e uma sociologia, deve habitar o intervalo entre o mundo da pesquisa e o mundo da vida simples. Geografia e estatística nos revelariam o estado da linguagem de ódio que sustenta o ato generalizado de xingar. A antropologia digital e a psicanálise poderiam auxiliar com a análise da cultura atual que surge na internet, mas também com a compreensão do tipo subjetivo do xingador.
O xingamento generalizado merecia uma historiografia e uma semiologia. E até uma teoria estética. E, se o ataque verbal a alguém – esse ato que sempre teve todo tipo de função, da catarse ao escracho, do vilipêndio à humilhação, da vontade de destruir ao ato de dominar – é um fenômeno do poder, seria necessária também uma teoria política. O ato de xingar até hoje é um ato político, por trás do qual se esconde todo tipo de moralismo. Então, precisaríamos de uma ética.
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estudam-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao “ser humano”. Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.
Por mais que as questões tratadas pelas ciências humanas sejam de altíssimo nível de complexidade, há nas mais variadas investigações científicas um problema comum que pode se apresentar como uma questão popular. Podemos, por isso, tentar responder de modo direto à interpelação: “diz-me como xingas e dir-te-ei quem és”.
Fato é que o xingamento fala mais de quem xinga do que de quem é xingado. Por mais violento que seja, todo xingamento esconde um desejo. Por trás da violência está uma impotência específica que visa ser sanada na ação. Quem não consegue falar, pode sempre começar a xingar. No gesto violento surge uma palavra mágica que concentra e resume o ódio. Ela dá um poder ao xingador. Ele se sente superior por um instante fugaz.
Mas há algo ainda mais profundo. Todo ato de fala visa tocar ou atingir o outro. Seja por que caminho for, aquele que fala deseja estar perto, deseja tocar. Por meio do xingamento o agente visa machucar. Mas por outro lado, deseja também ser reconhecido pelo objeto do xingamento. Só xingamos aqueles por quem nos sentimos de algum modo atraídos. Nesse sentido, o xingamento é bem diferente da crítica. Enquanto a crítica visa desconstruir ou desmontar seu objeto para mostrar sua verdade, por meio do xingamento se visa alcançá-lo.
[...]
A cultura do xingamento é herdeira dos piores hábitos culturais que podemos imaginar. Em sua base a impotência para o reconhecimento dos outros e uma vontade de fazer justiça com as palavras reduzidas à matéria não reciclável.
Adaptado de: https://revistacult.uol.com.br/home/teoria-geral-do-xingamento/. Acesso em: 16 nov. 2020.
Marcia Tiburi
17 de maio de 2018
Talvez seja necessário fundar uma nova ciência para dar conta de um fenômeno que tem se tornado crucial em nossa cultura comunicacional na era das tecnologias digitais e das redes sociais. O objeto dessa ciência seria o fenômeno do xingamento: a conspurcação do outro em forma verbal, que surge em profusão nas redes, por meio de palavras, emoticons e outros sinais gráficos.
Nossa nova ciência, na base de uma antropologia e uma sociologia, deve habitar o intervalo entre o mundo da pesquisa e o mundo da vida simples. Geografia e estatística nos revelariam o estado da linguagem de ódio que sustenta o ato generalizado de xingar. A antropologia digital e a psicanálise poderiam auxiliar com a análise da cultura atual que surge na internet, mas também com a compreensão do tipo subjetivo do xingador.
O xingamento generalizado merecia uma historiografia e uma semiologia. E até uma teoria estética. E, se o ataque verbal a alguém – esse ato que sempre teve todo tipo de função, da catarse ao escracho, do vilipêndio à humilhação, da vontade de destruir ao ato de dominar – é um fenômeno do poder, seria necessária também uma teoria política. O ato de xingar até hoje é um ato político, por trás do qual se esconde todo tipo de moralismo. Então, precisaríamos de uma ética.
Toda ciência tem um drama humano em seu fundo. Mais do que uma curiosidade, a ciência visa resolver algum problema. Estudam-se astronomia e cosmologia para entender os fenômenos cósmicos, a geologia visa entender os fenômenos físicos e químicos do planeta, a sociologia quer tornar compreensível o modo de ser das sociedades, enquanto a história é a ciência que estuda o que já passou. A questão antropológica fundamental diz respeito ao “ser humano”. Como vive, como age, como habita, como sente, como trabalha, como produz, como se organiza e se movimenta, como cria arte, religião ou qualquer forma de linguagem, como se expressa e se comunica.
Por mais que as questões tratadas pelas ciências humanas sejam de altíssimo nível de complexidade, há nas mais variadas investigações científicas um problema comum que pode se apresentar como uma questão popular. Podemos, por isso, tentar responder de modo direto à interpelação: “diz-me como xingas e dir-te-ei quem és”.
Fato é que o xingamento fala mais de quem xinga do que de quem é xingado. Por mais violento que seja, todo xingamento esconde um desejo. Por trás da violência está uma impotência específica que visa ser sanada na ação. Quem não consegue falar, pode sempre começar a xingar. No gesto violento surge uma palavra mágica que concentra e resume o ódio. Ela dá um poder ao xingador. Ele se sente superior por um instante fugaz.
Mas há algo ainda mais profundo. Todo ato de fala visa tocar ou atingir o outro. Seja por que caminho for, aquele que fala deseja estar perto, deseja tocar. Por meio do xingamento o agente visa machucar. Mas por outro lado, deseja também ser reconhecido pelo objeto do xingamento. Só xingamos aqueles por quem nos sentimos de algum modo atraídos. Nesse sentido, o xingamento é bem diferente da crítica. Enquanto a crítica visa desconstruir ou desmontar seu objeto para mostrar sua verdade, por meio do xingamento se visa alcançá-lo.
[...]
A cultura do xingamento é herdeira dos piores hábitos culturais que podemos imaginar. Em sua base a impotência para o reconhecimento dos outros e uma vontade de fazer justiça com as palavras reduzidas à matéria não reciclável.
Adaptado de: https://revistacult.uol.com.br/home/teoria-geral-do-xingamento/. Acesso em: 16 nov. 2020.