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TEXT 2 – Questions 41 to 50

Jean Piaget – Champion of Children’s Ideas "If logic itself is created rather than being inborn, it follows that the first task of education is to form reasoning." - Jean Piaget (1896-1980).

The legacy of Jean Piaget to the world of early childhood education is that he fundamentally altered the view of how a child learns. And a teacher, he believed, was more than a transmitter of knowledge. He/she was also an essential observer and guide to helping children build their own knowledge.
As a university graduate, Swiss-born Piaget got a routine job in Paris standardizing Binet-Simon IQ tests, where the emphasis was on children getting the right answers. Piaget observed that many children of the same ages gave the same kinds of incorrect answers. What could be learned from this?
Piaget interviewed many hundreds of children and concluded that children who are allowed to make mistakes often go on to discover their errors and correct them, or find new solutions. In this process, children build their own way of learning. From children's errors, teachers can obtain insights into the child's view of the world and can tell where guidance is needed. They can provide appropriate materials, ask encouraging questions, and allow the child to construct his own knowledge.
Piaget's continued interactions with young children became part of his life-long research. He explored children's countless "why" questions, such as, "Why is the sun round?" or "Why is grass green?", and concluded that they do not think like adults. Their thought processes have their own distinct order and special logic. Children are not "empty vessels to be filled with knowledge" (as traditional pedagogical theory had it). They are "active builders of knowledge - little scientists who construct their own theories of the world."
(Adapted from: https://www.scholastic.com/teachers/articles/teaching-content)

According to the ideas presented in the text, mark the following statements as either True (T) or False (F). Then, choose the alternative with the correct sequence:

( ) Children’s “why” questions about how the world works can often serve as evidence that they actively try to come up with their own theories to explain reality.
( ) The process in which children discover their own errors and seek to correct them and find new solutions is dependent on the absence of them being pointed out by others.
( ) The child is not born with logic. Rather, the task of forming reasoning belongs to education, which should ultimately allow students to construct their own knowledge.
( ) If children really were “empty vessels” waiting to be filled by the knowledge transmitted by the teacher, there would be no passivity coming from the teacher or the student.

A F – T – T – F.
B T – T – F – F.
C F – F – T – T.
D T – F – T – F.
E T – F – F – T.

Paciente do sexo masculino, 85 anos, tem diagnóstico de DPOC e, no momento, também foi diagnosticado com Síndrome da Angústia Respiratória Aguda (SARA). Assinale a alternativa que apresenta a possível graduação da SARA do paciente, se for levada em consideração a sua relação PaO2 / FiO2 que, no momento, está em 280.

A Leve.
B Intermediária.
C Moderada.
D Severa.
E Grave.

A NR-16 (Norma Regulamentadora sobre Atividades e Operações Perigosas) determina que um adicional de periculosidade seja acrescido ao salário do colaborador para determinadas situações e atuações de risco. De acordo com essa NR, qual deverá ser a porcentagem de acréscimo sobre o salário incidente?

A 20%.
B 25%.
C 30%.
D 35%.
E 40%.
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O texto a seguir refere-se às questões de 1 a 10.

TÉDIO: A MISSÃO

Se você está lendo essa revista agora é só porque seus antepassados sentiram medo, muito medo. Não fosse por isso, a espécie humana já teria desaparecido da face da Terra há muito tempo. É o medo, dizem os cientistas, que nos coloca em estado de alerta e nos prepara para lutar ou fugir diante de uma ameaça, seja ela real ou imaginária. Mas e o tédio? Para que serve? Onde vive? Do que se alimenta? “Se o medo nos ajuda a evitar o perigo, o tédio nos encoraja a explorar novos territórios”, explica a psicóloga britânica Sandi Mann, da Universidade de Lancashire, no Reino Unido, uma das poucas cientistas especialistas no assunto: “Se nossos antepassados não tivessem sentido tédio, a humanidade não teria realizado inúmeras façanhas”.
Sandi prova o que diz no estudo Being Bored at Work Can Make Us More Creative (Sentir-se Entediado no Trabalho Pode nos Tornar Mais Criativos, livre tradução), publicado na revista British Psychological Society. Primeiro, ela submeteu um grupo de 40 voluntários a uma atividade para lá de maçante: copiar, por 15 minutos, uma extensa lista de números telefônicos. Um segundo grupo, com a mesma quantidade de participantes, foi poupado dessa tarefa inglória. Depois, Sandi solicitou às duas turmas que bolassem o maior número possível de usos para dois prosaicos copos plásticos. Resultado: o grupo submetido à tarefa enfadonha saiu-se melhor no teste. “O tédio é um excelente aliado da criatividade”, assegura.
Mas turbinar a criatividade não é a única vantagem do tédio. O neurocientista canadense James Danckert, da Universidade de Waterloo, aponta outra: a necessidade de mudança. Segundo ele, permanecer muito tempo parado em um mesmo lugar, por exemplo, pode ser prejudicial à sobrevivência de uma espécie, pois torna o animal mais vulnerável à ação de predadores. “Quando queimamos o dedo, a dor nos avisa que precisamos retirá-lo o mais depressa possível de perto do fogo. Quando sentimos um gosto ruim na boca, o nojo nos alerta que aquela comida pode estar estragada. Exatamente o mesmo processo acontece quando sentimos tedio. Ele é uma espécie de alarme que dispara sempre que algo precisa ser mudado em nossa vida”, compara.

(Adaptado de: BERNARDO, André. Tédio: a missão. Revista Galileu. Mar. 2016.)

Assinale a alternativa em que a preposição contida no excerto NÃO é seguida de um artigo.

A “Se o medo nos ajuda a evitar o perigo [...]”.
B “[...] solicitou às duas turmas que bolassem [...]”.
C “[...] o grupo submetido à tarefa enfadonha [...]”.
D “[...] 40 voluntários a uma atividade [...]”.
E “[...] torna o animal mais vulnerável à ação [...]”.
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Filosofia em dois desenhos

Fui caminhar. E na calçada me deparei com um estranho indivíduo. Carregava um saco plástico enorme que, pelo perfil do conteúdo, calculei estivesse cheio de latinhas. Mal acabei de pensar, o homem se acocorou na calçada. Extraiu de alguma parte uma pedra branca parecendo ser cal prensada, e com ela começou a desenhar no cimento.
Parei para ver, atraída pelo ritual que se esboçava. O homem desenhou dois círculos um diante do outro, quase encostados, e dentro deles desenhou duas setas convergentes.
Levantou-se, olhou sua obra com satisfação, andou cinco ou seis passos e, novamente, se acocorou. Continuava com a pedra de cal na mão.
Mas o desenho que fez foi diferente. Riscou dois traços, colocados na mesma distância dos dois círculos, e atrás deles desenhou duas setas que apontavam uma para a outra.
Segui adiante refletindo sobre o que havia presenciado. A primeira coisa que me veio à cabeça foi a Serra da Capivara, que visitei numa ida a Teresina para algum congresso ou palestra. Trouxe de volta a louça que a arqueóloga franco-brasileira Niéde Guidon, há muitos anos responsável pelo sítio arqueológico, ensinou os locais a fazerem para terem uma fonte de subsistência. Louça com impressos os mesmos desenhos estampados na rocha, que se acredita serem vestígios de uma cultura paleoamericana. Pois, como um ser primitivo, o homem havia estampado seus pensamentos e sua visão interior na mais moderna das rochas: o cimento.
Havia reparado que o homem estava muito sujo e desgrenhado. Calçava havaianas de sola já bem fininha e roupas indefinidas. Provavelmente era mais um morador de rua. E como morador de rua, usava a mesma calçada em que dormia para se expressar. Usava a calçada, único bem que lhe pertencia, como se fosse papel para desenhar ou escrever. Porque não há dúvida de que, ao desenhar, aquele homem estava escrevendo.
Estava escrevendo a sua dificuldade para se comunicar. Preso dentro de um círculo, pouco adiantava que as setas apontassem em direção uma da outra. Ele não conseguia obedecer à ordem das setas, pois continuava contido pela linha que delimitava o círculo.
Coisa idêntica dizia o segundo desenho, agora com um traço, uma parede, um muro, impedindo-o de obedecer ao comando das setas.
Pode até ser que o homem, através de seus desenhos estivesse desenvolvendo uma teoria filosófica sobre a incomunicabilidade dos seres humanos. Que, se por um lado não conseguem viver sozinhos (significado das setas instando à comunicação), por outro lado não conseguem se entender (significado dos círculos e dos traços impeditivos).
Avançando nessa teoria, chegaríamos à conclusão de que tudo o que é coletivo resvala no pessoal. Assim como os desenhos do homem, tão íntimos e pessoais, destinavam-se a quem quer que passasse naquela exata calçada de Ipanema.

Adaptado de: https://www.marinacolasanti.com/2021/09/filosofiaem- dois-desenhos.html [Fragmentos]. Acesso em: 18 set. 2021.

Considerando os aspectos linguísticos do texto de apoio e os sentidos por eles expressos, julgue os seguintes itens.

Na frase “E como morador de rua, usava a mesma calçada em que dormia para se expressar.”, a oração “para se expressar” articula-se ao verbo “dormia”.

C Certo
E Errado
Órgão: Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário Cargo: Analista - Área Administração e Finanças Prova: Instituto AOCP - FUNPRESP-JUD - Analista de Administração e Finanças - 2021

Considerando os diversos recursos e a aplicabilidade da cinesioterapia na área fisioterapêutica, assim como a avaliação cinesiológica, assinale a alternativa correta.

A A perimetria é uma técnica de avaliação na qual se realiza a medida das circunferências corporais.
B Os proprioceptores transmitem sensibilidade cinética, postural e barestesia, não transmitindo as dores profunda e vibratória.
C As contraturas miogênicas intrínsecas ou primárias decorrem de processos inflamatórios, degenerativos ou traumáticos que originam mudanças estruturais diretas no músculo.
D As contraturas artrogênicas não acometem amplitude de movimento, apenas a flexibilidade.
E Exercício isométrico prioriza contração através da movimentação articular, a fim de ganhar força e resistência.

Em relação aos objetivos da International Standard Bibliographic Description (ISBD), assinale a alternativa INCORRETA.

A Ajudar na interpretação de registros, independentemente das barreiras linguísticas.
B Aumentar a portabilidade dos dados bibliográficos no ambiente da Web semântica.
C Facilitar a conversão de registros bibliográficos para formatos eletrônicos.
D Produzir registros bibliográficos através de agências bibliográficas nacionais.
E Tornar permutáveis os registros de diferentes origens.
Órgão: Instituto Técnico - Científico de Perícia Cargo: Assistente Técnico Forense -Área: Biblioteconomia Prova: Instituto AOCP - ITEP - Assistente Técnico Forense - Área: Biblioteconomia - 2021

A Odontologia Legal se relaciona com outras ciências. Assinale a alternativa que melhor justifica a relação com a Patologia

A Avaliar a gravidade e os perigos de determinadas doenças que acometem os indivíduos e a sociedade.
B Conhecer as propriedades dos materiais odontológicos.
C Quantificar a violência urbana.
D Qualificar lesões decorrentes de violência doméstica.
E Conhecer as propriedades moleculares das alterações teciduais.

Na modelagem organizacional de unidades de informação, quando as tarefas são separadas segundo os principais tipos de atividades, ocorre a departamentalização por

A áreas.
B clientes.
C funções.
D produtos.
E territórios.
Órgão: Instituto Técnico - Científico de Perícia Cargo: Assistente Técnico Forense -Área: Biblioteconomia Prova: Instituto AOCP - ITEP - Assistente Técnico Forense - Área: Biblioteconomia - 2021
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Em relação a testes de software, julgue os seguintes itens.

Embora o objetivo principal do teste seja encontrar erros, uma boa estratégia de testes também avalia outras características de qualidade, como portabilidade, possibilidade de manutenção e processo de gerenciamento do projeto.

C Certo
E Errado
Órgão: Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal do Poder Judiciário Cargo: Analista de Tecnologia da Informação - Área Desenvolvimento de Sistemas Prova: Instituto AOCP - FUNPRESP-JUD - Analista de Tecnologia da Informação - Área Desenvolvimento de Sistemas - 2021