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De acordo com DINIZ

( 2011 ), nos estudos fonológicos a identificação de fonemas envolve o contraste de palavras através de pares mínimos. Como exemplo podemos utilizar o par “gato x pato”, no Português, com um contraste mínimo. O método de análise de pares mínimos se aplica também na Libras. Escolha a alternativa que corresponde a um par mínimo na Libras.

A Mentira – Hoje
B Sexta-feira – Coragem
C Queijo – Amanhã
D Desculpa – Azar
E Frio – Problema

Existem sinais em Libras que em sua formação possui a expressão facial e/ou corporal. Qual alternativa a seguir apresenta apenas sinais que possuem expressão facial?

A Triste, preocupado, alegre
B Bicicleta, triste, caderno
C São Paulo, flor, nervoso
D Trem, raiva, triste
E Amigo, amanhã, preocupado

Segundo os estudos de aquisição das línguas de sinais, há uma incidência significativa de crianças surdas que tem pais ouvintes e que não adquirem a Língua de Sinais no período comum de aquisição da linguagem. Lennenberg

( 1967 ) propôs a existência de um período crítico para a aquisição da linguagem. De acordo com o autor, defina o que é este período crítico:

A refere-se à aquisição tardia da aquisição da Língua de Sinais.
B é o período mais sensível, o pico do processo de aquisição da linguagem.
C não é possível realizar a aquisição da linguagem neste período.
D aquisição da Língua de Sinais após os 12 anos.
E é o período mais difícil para a realização da aquisição da linguagem.

Strobel

( 2008 ), o conceito de Artefato Cultural é “Conjunto de materiais físicos e simbólicos que mediam as relações entre uma dada comunidade”. Segundo ela, existem nove artefatos culturais que compõem a cultura surda. Sobre tais fatos, marque a alternativa correta.

A A vida esportiva, que se refere às práticas desportivas e competitivas organizadas e desenvolvidas somente por sujeitos surdos que, por muitos séculos, foram excluídos das práticas desportivas desenvolvidas por ouvintes
B As artes visuais fazem parte da cultura surda, mas não são Artefatos Culturais
C Familiar, que se refere ao fato de 80% das crianças surdas nascerem em lares ouvintes
D Literatura surda, que compreende a criação de obras literárias por surdos utilizando a Língua de Sinais, entretanto, não inclui a escrita de Sinais
E A escrita de sinais faz parte da vida social que integra os processos de interação social

O currículo escolar é o caminho que o aluno deve percorrer durante sua vida estudantil. O currículo expressa um conjunto de aprendizagens valorizadas socialmente. Carrega valores e princípios, permeado por lutas e ideologias políticas, com intenções educativas, expressando as relações de poder. Com relação ao currículo, assinale a alternativa correta.

A As adaptações curriculares não são necessárias para responder as necessidades de cada aluno
B Os alunos devem se adaptar ao currículo e não vice-versa. As escolas, não precisam fornecer oportunidades curriculares que correspondam às crianças com capacidades e interesses distintos
C Os currículos devem adaptar-se às necessidades da criança e não vice-versa. As escolas, portanto, terão de fornecer oportunidades curriculares que correspondam às crianças com capacidades e interesses distintos
D As adaptações curriculares são o suficiente para um currículo de uma escola inclusiva
E O currículo em uma escola inclusiva não precisa levar em conta a diversidade

Desde o início de década de 1980, foram construídas diversas reflexões em relação à Escola Bilíngue para Surdos no Brasil, com a mudança de uma visão clínico-patológico dos deficientes auditivos, para uma visão antropo-sócio-linguística dos Surdos, que vem exigindo uma educação bilíngue e diferenciada. Em tal proposta, a Libras é a língua de instrução. Assinale a alternativa que corresponde à definição de língua de instrução.

A É a primeira língua que deve ser aprendida em casa
B É uma escolha pessoal ou coletiva da língua com maior competência linguística ou língua patrimonial
C É a língua que tem por objetivo substituir a língua minoritária utilizada pelo aluno, para que este utilize apenas a língua majoritária
D É a língua veicular utilizada como meio de comunicação e transmissão de conhecimentos para todas as disciplinas curriculares
E É a segunda língua a ser utilizada, o português

O professor que trabalha com alunos surdos precisa acreditar e participar efetivamente do processo de inclusão. Sobre o papel do professor em relação à inclusão, marque a alternativa correta.

A O professor deve retirar alguns conteúdos para facilitar a aprendizagem do aluno surdo
B Deve-se responsabilizar o intérprete de Libras pelo aluno surdo, afinal ele é o profissional que trabalha diretamente com o aluno surdo
C O professor é o único responsável pela educação do aluno surdo
D A formação de docentes para o ensino de Libras nos anos iniciais do ensino fundamental deve ser realizada em curso de Pedagogia ou curso normal superior, em que Libras e Língua Portuguesa escrita tenham constituído línguas de instrução, viabilizando a formação bilíngue
E O professor deve adaptar seu processo de ensino-aprendizagem, corroborando com o processo de inclusão de acordo com a proposta curricular do ensino regular
Texto associado
Texto. AFINIDADE Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando realmente há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o afeto. Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. É muito raro ter afinidade. Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. Afinidade é jamais "sentir por". Quem "sente por", confunde afinidade com masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se contaminar. (...) Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado. Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros - Adaptado

Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

“É muito raro ter afinidade .” A oração destacada, sintaticamente, exerce função de:

A sujeito da oração principal.
B predicativo da oração principal.
C objeto direto da oração principal.
D complemento nominal da oração principal.
E objeto indireto da oração principal.
Texto associado
Texto. AFINIDADE Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando realmente há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o afeto. Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. É muito raro ter afinidade. Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. Afinidade é jamais "sentir por". Quem "sente por", confunde afinidade com masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se contaminar. (...) Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado. Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros - Adaptado

Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

O acento grave indicativo de crase empregado no fragmento “Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação” deve ser classificado como:

A correto, já que atende à regra da locução prepositiva com palavra feminina.
B inadequado, na medida em que se trata de uso estilístico.
C adequado, pois atende à regra geral de regência verbal diante de palavra feminina que exige artigo.
D adequado, uma vez que seu uso é facultativo no contexto em que se insere.
E inadequado, de acordo com as regras gramaticais.
Texto associado
Texto. AFINIDADE Afinidade é um dos poucos sentimentos que resistem a todo e qualquer tempo. A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. É o mais independente. Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando realmente há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação no exato ponto em que foi interrompido. Retoma também o diálogo, a conversa, o afeto. Afinidade é não haver tempo mediando a vida. É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo para o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. É muito raro ter afinidade. Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade. Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavras. Afinidade é jamais "sentir por". Quem "sente por", confunde afinidade com masoquismo, mas quem "sente com", avalia sem se contaminar. (...) Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar. Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças. É conversar no silêncio, tanto nas possibilidades exercidas quanto das impossibilidades vividas. Afinidade é retornar à relação no ponto em que parou sem lamentar o tempo de separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas oportunidades dadas ou tiradas pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais a expressão do outro sob a forma ampliada do eu individual aprimorado. Do livro: "Alguém que já não fui" Artur da Távola, pseudônimo de Paulo Alberto Moretzsohn Monteiro de Barros - Adaptado

Fonte: https://www.contandohistorias.com.br/cgi-bin/ch.cgi

Quanto à colocação pronominal em: “Mas quando existe não se precisa de códigos verbais para se expressar” pode-se afirmar que:

A a próclise é facultativa, pois há uma expressão atrativa que antecede o verbo.
B a ênclise seria obrigatória, pois uma expressão atrativa antecede o verbo (não).
C o pronome está na posição enclítica, pois há palavra atrativa (quando).
D o pronome está na posição proclítica, pois há palavra atrativa (não).
E o pronome está na posição proclítica, pois há palavra atrativa (quando).