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O Decreto Federal nº 5626/2005, que regulamenta a Lei nº 10.436, 2002, e o art. 18 da Lei nº 10.098/2000, considera pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – Libras. O referido decreto avalia eficiência auditiva como a perda bilateral, parcial ou total, de:

A quarenta e um decibéis (dB) ou mais
B cinquenta e um decibéis (dB) ou mais
C acima de setenta decibéis (dB)
D acima de noventa decibéis (dB)

O profissional que atua junto aos alunos com surdez que utiliza diferentes modelos de atuação como: o modelo cognitivo, modelo interativo, modelo interpretativo, o modelo comunicativo, modelo sociolinguístico, modelo do processo da interpretação e modelo bilíngue e bicultural é o:

A Professor bilíngue
B Intérprete de Libras
C Professor de Libras
D Professor de apoio

A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva inclui na educação especial ações educacionais que tangem os alunos surdos. Desse modo, na exposição dos marcos históricos da educação bilíngue, em que se faz referência à Lei nº 10.436/2002 e ao Decreto nº 5.626/2005, são denominadas escolas ou classes de educação bilíngue aquelas em que:

A a Libras, a modalidade escrita da Língua Portuguesa e a forma oralizada do português sejam línguas de instrução utilizadas no desenvolvimento de todo o processo educativo
B a Libras e a modalidade escrita da Língua Portuguesa sejam línguas de instrução utilizadas no desenvolvimento de todo o processo educativo
C somente a Libras seja a língua de instrução utilizada no desenvolvimento de todo o processo educativo, tendo o português escrito como uma língua de aporte facultativo
D a Libras esteja em primeiro plano por ser a L1 da comunidade surda, constituindo a língua de instrução utilizada no desenvolvimento de todo o processo educativo, e a modalidade escrita da Língua Portuguesa seja ofertada somente aos surdos oralizados, deste modo garantindo a plena inclusão

Para formar um sinal são necessárias unidades mínimas: configuração de mãos, locação, movimento da mão, orientação, expressão facial/corporal. Segundo Quadros e Karnopp

( 2004 ), a identificação destas unidades mínimas é responsabilidade da:

A Fonética
B Fonologia
C Linguística
D Comunidade surda

As línguas de sinais têm como principal diferença em relação às línguas orais, a modalidade produtiva. Isto é, as línguas de sinais são gestuais-visuais e as línguas orais são orais-auditivas. A Língua Brasileira de Sinais é uma língua gestual-visual e a ordem mais básica dos sinais em uma frase é:

A Sujeito-Verbo-Objeto
B Sujeito-Objeto-Verbo
C Verbo-Sujeito-Objeto
D Verbo-Objeto-Sujeito

A mudança de classe gramatical em língua portuguesa, em que nomes derivam de um verbo, acontece pela adição de um sufixo. Por exemplo: programar – programador – ou pela mudança de acento – fábrica – fabrica. De acordo com Quadros e Karnopp 2004, em Língua Brasileira de Sinais essa derivação pode ocorrer com a mudança de:

A configuração de mãos
B orientação
C movimento
D expressão facial e corporal

A morfologia nas línguas de sinais inclui recursos gramaticais para examinar várias facetas linguísticas. A ideia de aspecto verbal, por exemplo, aborda dados simultâneos, o que contrasta com a tendência predominante de linearidade nas línguas orais. Para isso, é fundamental empregar distinções nas características dinâmicas. Tais distinções estão no:

A espaço de enunciação
B ponto de articulação
C movimento
D volume

Por meio da modalidade gestual-visual-espacial em que a LIBRAS é produzida e compreendida pelos surdos, frequentemente, as pessoas podem erroneamente pensar que todos os sinais são uma representação "visual" do referente que representam no ar. O nome dado a essas formas linguísticas que tentam imitar as características visuais do referente real é:

A iconicidade
B visualidade
C arbitrariedade
D simultaneidade

A lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, também conhecida como a lei de LIBRAS, estabelece em seu artigo 4º, parágrafo único, que a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS – não pode substituir a forma escrita da língua portuguesa. No entanto, alguns pesquisadores da área têm promovido iniciativas para registrar, por escrito, os sinais utilizados no espaço. Esse esforço de escrita da língua de sinais é conhecido como:

A escrita portuguesa da LIBRAS
B desenho dos movimentos
C datilografia da LIBRAS
D sign Writing

Durante muito tempo, a preocupação que permeava os educadores de surdos centrava-se na prática de ensino majoritária, de modalidade oral. Devido ao avanço das pesquisas linguísticas e à verificação de que, mesmo expostos a anos de estudos no ambiente escolar, os alunos não obtinham êxito quanto ao domínio da língua, em sua modalidade oral, surge uma nova proposta educacional bilíngue. A educação bilíngue de surdos deve inserir em seu currículo:

A a comunicação alternativa, promovendo técnicas que visam ampliar a capacidade comunicativa de pessoas com algum tipo de deficiência
B a comunicação total, que defende a utilização de inúmeros recursos linguísticos, tais como a língua de sinais, a linguagem oral, os códigos manuais, entre outros
C o ensino aprofundado do português, que servirá como base para um ensino bilíngue sólido
D a língua de sinais e a escrita da Língua Portuguesa como segunda língua em sua completude, incluindo métodos de ensino focados na característica visual e na cultura dos surdos