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De acordo com a Lei nº 13.146

( 2015 ), a pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, é denominada de

A professor auxiliar.
B monitor escolar.
C atendente pessoal.
D ajudante inclusivo.
E profissional de apoio escolar.

Conforme o artigo 1º do Decreto nº 7.611

( 2011 ), é uma diretriz de efetivação do dever do Estado com a educação das pessoas que compõem o público-alvo da educação especial:

A a oferta de educação especial na rede especial e regular de ensino e a realização de atendimento educacional especializado para todos os alunos com dificuldades significativas de aprendizagem.
B a garantia de um sistema educacional exclusivo e adaptado em todos os níveis, sem diferenciação e com base na igualdade de oportunidades.
C a garantia de ensino fundamental gratuito e compulsório, asseguradas adaptações razoáveis de acordo com as necessidades individuais.
D o aprendizado ao longo da vida baseado no paradigma da inclusão total em escola regular e a equidade de oportunidades profissionalizantes.
E a responsabilização da comunidade na garantia de ensino básico gratuito e optativo, asseguradas adaptações razoáveis de acordo com as necessidades individuais de cada aluno.

Em relação às tendências de educação escolar para pessoas com surdez, de acordo com Damázio

( 2007 ), assinale a alternativa correta.

A O oralismo visa à capacitação da pessoa com surdez para a utilização da língua da comunidade ouvinte na modalidade gestual e visuoespacial, como as principais possibilidades linguísticas.
B O oralismo pode ocasionar déficits cognitivos, legitimar a manutenção do fracasso escolar e provocar dificuldades no relacionamento familiar; por não aceitar o uso da Língua de Sinais, discrimina a cultura surda e nega a diferença entre surdos e ouvintes.
C O bilinguismo considera as características da pessoa com surdez utilizando todo e qualquer recurso possível para a comunicação, a fim de potencializar as interações sociais de maneira oralizada, considerando as áreas psicomotoras dos alunos.
D Os resultados obtidos com o bilinguismo são questionáveis quando se observam as pessoas com surdez diante dos desafios da vida cotidiana, por serem restritos à comunidade que conhece e domina o uso de Libras.
E A comunicação total capacita a pessoa com surdez e seus pares para a utilização de duas línguas no cotidiano escolar e na vida comunitária, visando à inclusão plena em meio escolar e social.

Segundo o artigo 3º da Lei nº 12.764

( 2012 ), é direito da pessoa com Transtorno do Espectro Autista (TEA)

A ter seu desenvolvimento da personalidade compatível às normas sociais.
B acesso à residência protegida fornecido pelo Estado.
C reserva de vagas no ensino profissionalizante público e gratuito.
D acesso à terapia nutricional e nutrição adequada.
E receber diagnóstico médico precoce e definitivo.

De acordo com o Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), a intervenção profissional dos assistentes sociais no Poder Judiciário historicamente tem se dado em maior escala na Justiça Estadual, se materializando, prioritariamente, na elaboração de laudos e pareceres. Dentre os procedimentos e instrumentos que fazem parte de uma metodologia de trabalho do assistente social, a perícia social merece destaque. Trata-se de estudo e parecer cuja finalidade é subsidiar uma decisão, via de regra, judicial. Dependendo da solicitação, o perito poderá responder a quesitos, geralmente formulados pelas partes envolvidas na ação ou pelos advogados/defensores que as representam, devendo fazê-lo sempre em consonância com as prerrogativas, princípios e

A os valores morais.
B as especificidades da profissão.
C os interesses difusos.
D as necessidades do juiz.
E as expectativas das partes.

A tomada de decisões em todas as atividades, como na realização de estudos sociais, socioeconômicos, entre outros, é própria do exercício profissional. A decisão profissional decorre de avaliação, que remete à valoração e, por sua vez, sustenta normas e regras reguladoras da vida social. Conforme afirma Raichellis

( 2020 ), o enfrentamento do cotidiano profissional supõe mais do que a realização de rotinas institucionais, cumprimento de tarefas burocráticas ou a simples reiteração do instituído. Ele envolve o assistente social como intelectual capaz de desvendar criticamente a realidade e os processos de trabalho no contexto

A das demandas provisórias.
B dos protocolos primários.
C das iniciativas emanadas do poder local.
D das convenções particulares.
E dos interesses em jogo.

Atravessam o cotidiano político-institucional nos tribunais, processos envolvendo sujeitos cujas trajetórias são marcadas pela negação de direitos fundamentais. Em se tratando de crianças e adolescentes, apesar do amplo conjunto de legislações sociais, asseguradoras de seus direitos, constata-se a intensificação de procura por decisões no âmbito judicial envolvendo esse segmento. De acordo com Fávero ( in FÁVERO [Org.], 2020), tais demandas se expressam basicamente em duas direções: por meio de institucionalizações, responsabilizações e punições de crianças e adolescentes, jovens e famílias; e também pela busca individual do acesso a direitos fundamentais, quando não assegurados pelo Estado. Assim sendo, na relação entre a proteção integral e a desproteção social se processa a denominada

A judicialização do atendimento.
B flexibilização da demanda.
C suplementação de competências.
D precedência delegada.
E atenção privilegiada.

A situação de desigualdade social, as violências e o não acesso à proteção social são dados de realidade das famílias atendidas pelo assistente social no campo sociojurídico, os quais compõem o estudo social, cujo conteúdo é expresso em relatório ou no laudo social. O diagnóstico socioterritorial corrobora para o conhecimento acerca dos vínculos sociais presentes (ou ausentes) na trajetória das famílias, na sua relação com o trabalho, a cidade, o território e com as políticas sociais. Ao discorrer sobre o diagnóstico socioterritorial, Koga

( 2014 ) diz tratar-se de conhecer o local de ocorrências, mas também de reconhecer o território de vivência, o acontecer cotidiano, capturando as dinâmicas presentes na realidade estudada, ou seja,

A seus entornos.
B sua homogeneidade.
C sua densidade.
D sua temporalidade.
E seu domínio.

Ao sistematizar e analisar os registros da opinião técnica emitida pelo(a) assistente social, objetos de denúncias éticas, o documento do CFESS

( 2020 ) aponta que, na maioria dos recursos disciplinares julgados, a finalidade institucional se sobrepõe à finalidade profissional. O documento do CFESS destaca que a explicitação do objeto do estudo social é procedimento essencial à composição dos registros, posto que oferece indicativos do foco interventivo, da intencionalidade e das ações profissionais que dali se desdobram. Por fim, ressalta que a atuação do(a) assistente social, quando da realização de estudo social, pressupõe o reconhecimento e a identificação da sua finalidade, em tese,

A expressa de modo imparcial.
B apropriada à realidade institucional.
C alinhada ao projeto ético-político da profissão.
D aceitável por todos os envolvidos.
E condicionada a interesses específicos.

Pesquisa realizada pela Associação dos Assistentes Sociais e Psicólogos do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (AASPTJ-SP) constatou que a maioria das situações que requerem a intervenção desses profissionais relaciona-se a medidas previstas na legislação, apresentando a mesma demanda para as duas áreas. Em relação aos objetivos do trabalho do assistente social e do psicólogo, a pesquisa revela que a perspectiva determinada pela instituição ora tem a adesão dessas áreas, ora é parcialmente adotada ou mesmo ignorada. O conhecimento do projeto profissional, definido pelos referenciais teórico-metodológicos e ético- -políticos de cada área, impregnam, da mesma forma, o agir profissional e

A os princípios finalísticos.
B o distanciamento desse projeto.
C a consistência de suas ações.
D a dimensão teleológica das profissões.
E o questionamento de suas bases.