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No âmbito das propostas pedagógicas contemporâneas, como o Método “– Passos, + Dança” e sob a influência da Teoria do Movimento de Rudolf Laban, o uso de ferramentas tradicionais em sala de aula tem sido problematizado. Sobre a não utilização do espelho no processo de ensino aprendizagem da dança, marque a alternativa certa.

A O uso do espelho é indispensável na Pedagogia de Laban para garantir que o aluno consiga visualizar a sua "cinesfera", uma vez que o espaço pessoal é uma projeção imaginária que não pode ser sentida sem o reflexo visual.
B A ausência do espelho provoca alterações profundas na dinâmica da aula ao retirar a principal referência visual externa do aluno, forçando-o a desenvolver novos modos de aprendizagem baseados na percepção cinestésica e no fluxo interno, o que evita uma "dança automatizada" focada apenas em "passos executados".
C A retirada do espelho é uma estratégia que visa, exclusivamente, facilitar a memorização de sequências coreográficas de balé clássico, pois, sem o reflexo, o cérebro é obrigado a focar na contagem métrica e nos nomes dos passos.
D Rudolf Laban defendia que o espelho deveria ser mantido para que o grupo pudesse atingir um uníssono perfeito, transformando os dançarinos em "maestros sem orquestra" que se movem de forma idêntica e mecânica.

Técnica aplicada nas atividades de expressão dramática, em dois momentos: primeiro, um ou mais alunos criam uma cena a partir de um tema, situação, personagem etc.; segundo, eles próprios elaboram um roteiro da cena, a ensaiam e a apresentam aos espectadores. Para Reverbel

( 1996 ), o excerto define

A imaginação dramática.
B improvisação dramática.
C improvisação planejada.
D improvisação espontânea.
E pantomima.

Segundo Iavelberg

( 2015 ), em 1599 funcionavam as “casas do bê-á-bá”, nas quais, ler e escrever era importante para a prática da fé cristã e conversão das crianças dos povos indígenas. Para a autora, no período, a prática do teatro nesse contexto escolar tinha como objetivo a catequese e

A a apreensão das culturas locais pelos colonizadores por meio do teatro que incorporava as manifestações locais como a música e a dança.
B a imposição do padrão linguístico português sobre os demais idiomas aqui praticados.
C o aprendizado, pelos povos indígenas, das técnicas de pinturas de cenários, a partir do padrão de matriz europeia.
D a incorporação, por parte dos colonizadores, da língua praticada pelos povos locais, como forma de aproximação entre os dois grupos.
E a divulgação da arte portuguesa como ambientação para a futura migração da metrópole do reino de Portugal para o Brasil.

Para Reverbel

( 1996 ), a Ação Exterior é definida

A pela pose ou gesto do ator, visi?vel para o espectador.
B pelo pensamento que precede o movimento e a fala do ator em cena.
C pela evolução do conflito dramático até chegar ao apogeu.
D pela habilidade de manter-se fixado num ponto sem desviar a atenc?a?o.
E pelo ato de relaxamento muscular e de desinibic?a?o, habilidade essencial ao jogo do ator.

O alcance normal de nossos membros quando se esticam ao máximo para longe de nosso corpo, sem que se altere a posição, determina os limites naturais do espaço pessoal, no seio do qual nos movimentamos. Esse espaço se mantém constante em relação ao corpo, mesmo quando nos movemos para longe da posição original, viajando com o corpo no espaço geral. (Laban, 1978. Adaptado) O nome desse espaço pessoal, segundo Laban

( 1978 ), é

A coreologia.
B corêutica
C eucinética.
D cinesfera.
E coreografia.

O objetivo central do Teatro do Oprimido, segundo Koudela

( 2015 ), é

A compreender que a arte está acima das divisões sociais, classistas ou culturais.
B fazer com que o praticante assuma sua função como protagonista, no teatro e na sociedade.
C considerar o trabalho dos atores e atrizes como propositores de conceitos e esclarecimentos aos públicos.
D demonstrar um tipo de abordagem teatral que se fundamenta na improvisação.
E recuperar a divisão entre palco e plateia em contexto de uma prática ao ar livre.

Improvisação a partir de temas ou situações, também denominado jogo teatral, é uma criação e representação coletiva, bastante aplicada em escolas. Trata-se da definição de Reverbel

( 1996 ) para

A Imaginação dramática.
B Interpretação.
C Jogo Dramático.
D Espontaneidade.
E Construção Dramática.

Segundo Koudela

( 2015 ), o movimento Escola Nova estudou as manifestações próprias do desenvolvimento da criança como fonte para a ação e intervenção do professor. Nesse sentido, segundo a autora, no âmbito da pedagogia do teatro, o movimento destacado

A a importância das referências históricas em arte para propostas em ensino de Arte.
B a necessidade da prática de leitura de obras de arte como parte dos processos de ensino em Arte.
C o inter-relacionamento, em sala de aula, dos aspectos críticos, estéticos, históricos e de produção em arte.
D o papel do brincar e do faz de conta como espaço de construção da inteligência.
E o foco na apreciação dos espetáculos teatrais fora do âmbito escolar.

Segundo Koudela

( 2015 ), no que diz respeito à pedagogia relacionada ao Teatro, a Escola Nova é representada pelas correntes metodológicas anglo-saxônicas que operaram como oposição à hegemonia dos métodos diretivos de ensino de teatro praticados no ambiente escolar. Um exemplo dessa corrente é

A o play way, de Caldwell Cook.
B o child drama , de Peter Slade.
C a Improvisação para o Teatro, de Ingrid Koudela.
D o sistema de jogos teatrais, de Viola Spolin.
E o Teatro Didático, de Bertolt Brecht.

Para Marques

( 2018 ), no Brasil, as teorias de Laban começaram a ser estudadas a partir da década de 1940, que influenciou os rumos do ensino de dança para crianças/adolescentes. Tal situação se dá a partir da vinda para o Brasil de

A Ruth Rachou.
B Luiz Arrieta.
C Marika Gidali.
D Maria Duschenes.
E Oscar Araiz.