Texto para os itens de 15 a 20.
Estive em uma mesa que debatia os sistemas alimentares diante das mudanças climáticas durante o 13º Congresso Nacional de Agroecologia, em Juazeiro da Bahia. Por um lado, alguns expositores fizeram de maneira brilhante a análise do movimento do capital mundial, por outro vozes ancestrais, como Raquel Tupinambá, nos falaram da sabedoria dos povos indígenas. Vozes sertanejas também nos falaram como superaram a fome, a sede, a miséria, a mortalidade infantil, o saque, a migração, com obras pequenas, no pé de suas casas, como as cisternas de produção e de consumo humano, que guardam a água coletada das chuvas. Ali estão seus canteiros agroecológicos, seus quintais produtivos, seu manejo dos animais e tantas outras iniciativas. Não é mais uma experiência alternativa, já é um estilo de vida para cerca de 1 milhão de famílias no semiárido brasileiro.
Nós já temos muito mais que resistência e resiliência, já temos o presente modificando vidas e desenhando o futuro. Não é mais uma alternativa, é o único caminho que possibilita o futuro humano na Terra. Nas mãos, inteligência e coração das pessoas simples e dos povos tradicionais está a esperança de toda a humanidade.
Internet: (com adaptações).
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No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto, julgue os itens seguintes.
Texto associado
Texto Origem do Dinheiro A história da civilização nos conta que o homem primitivo (L.1) procurava defender-se do frio e da fome, abrigando-se em cavernas e alimentando-se de frutos silvestres, ou do que conseguia obter da caça e da pesca. Ao longo dos séculos, com (L.04) o desenvolvimento da inteligência, passou a espécie humana a sentir a necessidade de maior conforto e a reparar no seu semelhante. Assim, como decorrência das necessidades (L.07) individuais, surgiram as trocas. Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como “salário”, o (L.10) pagamento feito por meio de certa quantidade de sal; “pecúnia”, do latim “pecus”, que significa rebanho (gado) ou “peculium”, relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito). (L.13) As primeiras moedas, tal como conhecemos hoje, peças representando valores, geralmente em metal, surgiram, no século VII A. C., na Lídia (atual Turquia). As características (L.16) que se desejavam ressaltar eram transportadas para as peças através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, (L.19) onde os signos monetários eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata. Embora a evolução dos tempos tenha levado à (L.22) substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das (L.25) moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades. (L.28)
Fonte: Livro “Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984”. Disponível em https://www.casadamoeda.gov.br/portal/socioambienta/ cultural/origem-do-dinheiro.html. Acesso em: 25 maio 2019, com adaptações.
Fonte: Livro “Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984”. Disponível em https://www.casadamoeda.gov.br/portal/socioambienta/ cultural/origem-do-dinheiro.html. Acesso em: 25 maio 2019, com adaptações.
Em relação aos aspectos semânticos e gramaticais do texto, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Texto Reconhecimento da qualidade do Banco Central O Comitê de Basileia para Supervisão Bancária atribuiu (L.01) ao Brasil a nota máxima na avaliação da liquidez e das regras prudenciais adotadas pelo Banco Central (BC). Num momento em que a economia global enfrenta desaceleração expressiva, o (L.04) reconhecimento da solidez e da qualidade das regras do sistema financeiro nacional contribui para que o Brasil mantenha amplo acesso às linhas internacionais de crédito e atraia recursos (L.07) destinados a investimentos. O sistema financeiro nacional foi saneado há cerca de duas décadas, com a liquidação ou a venda de bancos privados (L.10) e estatais que enfrentavam graves dificuldades em decorrência do fim da inflação descontrolada ou da má administração. Depois disso, em geral a gestão dos bancos aprimorou-se (L.13) muito. Prova disso é que a inadimplência ou quebra de algumas grandes empresas devedoras, ultimamente, pouco afetou as instituições financeiras, que dispõem de vultosas provisões (L.16) contra calotes. Enfim, o sistema financeiro nacional tem fontes estáveis de captação durante o período de um ano, compatíveis com as (L.19) expectativas de saídas de caixa. Se em alguma instituição esse indicador sair dos limites requeridos, o BC poderá determinar o aporte de novos ativos ou a interrupção de atividades, evitando (L.22) prejuízo aos depositantes. (L.23) O Estado de São Paulo: Editorial. Disponível em: . Acesso em: 16 mar. 2019, com adaptações.
Acerca dos aspectos estruturais, semânticos e gramaticais do texto, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Texto Origem do Dinheiro A história da civilização nos conta que o homem primitivo (L.1) procurava defender-se do frio e da fome, abrigando-se em cavernas e alimentando-se de frutos silvestres, ou do que conseguia obter da caça e da pesca. Ao longo dos séculos, com (L.04) o desenvolvimento da inteligência, passou a espécie humana a sentir a necessidade de maior conforto e a reparar no seu semelhante. Assim, como decorrência das necessidades (L.07) individuais, surgiram as trocas. Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como “salário”, o (L.10) pagamento feito por meio de certa quantidade de sal; “pecúnia”, do latim “pecus”, que significa rebanho (gado) ou “peculium”, relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito). (L.13) As primeiras moedas, tal como conhecemos hoje, peças representando valores, geralmente em metal, surgiram, no século VII A. C., na Lídia (atual Turquia). As características (L.16) que se desejavam ressaltar eram transportadas para as peças através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, (L.19) onde os signos monetários eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata. Embora a evolução dos tempos tenha levado à (L.22) substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das (L.25) moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades. (L.28)
Fonte: Livro “Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984”. Disponível em https://www.casadamoeda.gov.br/portal/socioambienta/ cultural/origem-do-dinheiro.html. Acesso em: 25 maio 2019, com adaptações.
Fonte: Livro “Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984”. Disponível em https://www.casadamoeda.gov.br/portal/socioambienta/ cultural/origem-do-dinheiro.html. Acesso em: 25 maio 2019, com adaptações.
Em relação aos aspectos semânticos e gramaticais do texto, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Texto A emergência do ciberespaço Os primeiros computadores surgiram em 1945. Por (L.01) muito tempo reservado aos militares, seu uso civil disseminou-se durante os anos 1960. Já nessa época era previsível que o desempenho do hardware aumentaria (L.04) constantemente, mas que haveria um movimento geral de virtualização da informação e da comunicação, afetando os dados elementares da vida social; ninguém, com a (L.07) exceção de alguns visionários, poderia prever. Os computadores ainda eram grandes máquinas de calcular isoladas em salas refrigeradas. A virada fundamental data, (L.10) talvez, dos anos 1970. O desenvolvimento e a comercialização do microprocessador dispararam diversos processos econômicos e sociais. Eles abriram uma nova (L.13) fase na automação da produção industrial: robótica, linhas de produção flexíveis, máquinas industriais com controles digitais etc. Presenciaram também o princípio da (L.16) automação de alguns setores, como bancos e seguradoras. Essa tendência continua em nossos dias. (L.18) LÉVY, Pierre. A infraestrutura técnica do virtual. In: Cibercultura. Tradução de Carlos Irineu da Costa. São Paulo: Ed. 34, 1999, p. 31, com adaptações.
Assinale a alternativa em que o referente semântico do pronome destacado está corretamente indicado.
Texto associado
Texto Origem do Dinheiro A história da civilização nos conta que o homem primitivo (L.1) procurava defender-se do frio e da fome, abrigando-se em cavernas e alimentando-se de frutos silvestres, ou do que conseguia obter da caça e da pesca. Ao longo dos séculos, com (L.04) o desenvolvimento da inteligência, passou a espécie humana a sentir a necessidade de maior conforto e a reparar no seu semelhante. Assim, como decorrência das necessidades (L.07) individuais, surgiram as trocas. Esse sistema de troca direta, que durou por vários séculos, deu origem ao surgimento de vocábulos como “salário”, o (L.10) pagamento feito por meio de certa quantidade de sal; “pecúnia”, do latim “pecus”, que significa rebanho (gado) ou “peculium”, relativo ao gado miúdo (ovelha ou cabrito). (L.13) As primeiras moedas, tal como conhecemos hoje, peças representando valores, geralmente em metal, surgiram, no século VII A. C., na Lídia (atual Turquia). As características (L.16) que se desejavam ressaltar eram transportadas para as peças através da pancada de um objeto pesado (martelo), em primitivos cunhos. Foi o surgimento da cunhagem a martelo, (L.19) onde os signos monetários eram valorizados também pela nobreza dos metais empregados, como o ouro e a prata. Embora a evolução dos tempos tenha levado à (L.22) substituição do ouro e da prata por metais menos raros ou suas ligas, preservou-se, com o passar dos séculos, a associação dos atributos de beleza e expressão cultural ao valor monetário das (L.25) moedas, que quase sempre, na atualidade, apresentam figuras representativas da história, da cultura, das riquezas e do poder das sociedades. (L.28)
Fonte: Livro “Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984”. Disponível em https://www.casadamoeda.gov.br/portal/socioambienta/ cultural/origem-do-dinheiro.html. Acesso em: 25 maio 2019, com adaptações.
Fonte: Livro “Casa da Moeda do Brasil: 290 anos de História, 1694/1984”. Disponível em https://www.casadamoeda.gov.br/portal/socioambienta/ cultural/origem-do-dinheiro.html. Acesso em: 25 maio 2019, com adaptações.