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“O oficial de justiça, ou oficial de justiça avaliador, é um servidor público vinculado ao Tribunal de Justiça. Para ser oficial de justiça é preciso prestar concurso público e ser nomeado. Sua principal atribuição é garantir o cumprimento de mandados judiciais, ou seja, fazer cumprir as ordens determinadas pelos juízes. Por esse motivo, são considerados longa manus do Poder Judiciário, expressão em latim que significa ‘mão longa’. Ou seja, o oficial de justiça funciona como a mão do juiz fora do fórum.” Fonte: https://www.guiadacarreira.com.br/carreira/quantoganha-um-oficial-de-justica/ Um texto tem como uma de suas características a coesão, ou seja, os pontos de ligação entre seus diversos elementos. Entre os elementos do fragmento do texto, aquele que funciona como elemento de coesão com um outro elemento anterior é:

A Tribunal de Justiça;
B concurso público;
C mandados judiciais;
D ordens determinadas pelos juízes;
E expressão em latim.

Observe a frase a seguir. O Brasil está tentando superar dificuldades; torçamos para que o maior país da América do Sul tenha sucesso. Nesse caso substituiu-se o primeiro termo, para evitar-se a repetição de palavras, por uma qualificação; ocorre o mesmo processo na seguinte frase:

A Monet, criador do Impressionismo, vai ser o motivo de umaexposição em Porto Alegre;
B O Museu de Arte Moderna, localizado no centro de SãoPaulo, é destacado centro cultural;
C Fernando Henrique Cardoso governou o país por doismandatos e FHC acaba de escrever mais um livro;
D Flamengo e River Plate vão decidir este mês a TaçaLibertadores da América;
E Pelé já está idoso, mas o mais famoso jogador de futebol detodos os tempos continua sendo um papo interessante.
Texto associado
Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Auditoria interna e sua importância para as organizações Equipe Portal da Contabilidade 01 A auditoria interna – constituída por um conjunto de procedimentos técnicos – ___ por 02 objetivo examinar a integridade , adequação e eficácia dos controles internos e das informações 03 físicas, contábeis, financeiras e operacionais da Entidade. 04 Sem tais indagações, a organização pode ficar à mercê de fraudes, erros, ineficiências e 05 outras irregularidades, praticadas por agentes internos (administradores, colaboradores) ou 06 externos (clientes, fornecedores). 07 ___________-se procedimentos de auditoria interna: exames, incluindo testes de 08 observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter provas suficientes para 09 fundamentar suas conclusões e recomendações. 10 A auditoria interna é de suma importância para as organizações , desempenhando papel 11 de grande relevância, ajudando a eliminar desperdícios, simplificar tarefas, servir de ferramenta 12 de apoio à gestão e transmitir informações aos administradores sobre o desenvolvimento das 13 atividades executadas. 14 A gestão de controles implica na elaboração de procedimentos internos, sua execução e 15 avaliação, visando eficácia na manutenção e criação do controle interno. A ausência de controle 16 administrativo, dentre outras consequências, torna todo sistema de contabilidade inadequado, 17 por falta de confiança em suas informações e em seus relatórios. 18 Sendo a auditoria interna importante como controle administrativo, ela verifica a 19 existência dos controles internos e procura contribuir para o seu aprimoramento. Essa 20 ferramenta tão preciosa, além de verificar se as normas internas estão sendo seguidas, procura 21 avaliar se há necessidade de novas normas, procedimentos e controles mais adequados e ágeis. 22 O objetivo da auditoria interna é beneficiar a organização com melhor controle de seu 23 patrimônio, procurando reduzir a ineficiência , negligência , incapacidade , erros e fraudes. A 24 realização de procedimentos regulares visando identificar as falhas e preveni-las, reforçando os 25 controles, ______________ para qualquer gestão organizacional. Neste sentido, a auditoria 26 interna, preventivamente, realiza a análise da adequação dos mecanismos de controle, visando 27 maior segurança patrimonial e confiabilidade nos relatórios contábeis e gerenciais. 28 O auditor interno deve obter, analisar, interpretar e documentar as informações físicas, 29 contábeis, financeiras e operacionais para dar suporte aos resultados de seu trabalho. 30 Através do relatório , o auditor interno prescreverá recomendações e as providências, as 31 quais devem ser tomadas pela administração. Portanto, não basta a simples existência do 32 aparato de auditoria, mas a responsável implementação das recomendações e procedimentos 33 cabíveis às rotinas organizacionais. Daí sua importância como instrumento de mudança e 34 controle. Disponível em:

Fonte: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas – adaptação.

Analise as assertivas a seguir, relativamente ao seguinte fragmento do texto: ‘Sendo a auditoria interna importante como controle administrativo, ela verifica a existência dos controles internos e procura contribuir para o seu aprimoramento. Essa ferramenta tão preciosa, além de verificar se as normas internas estão sendo seguidas, procura avaliar se há necessidade de novas normas, procedimentos e controles mais adequados e ágeis.’

I. O pronome ‘ela’ poderia ser substituído por ‘ele’ sem causar alteração de sentido ao fragmento ou erro quanto à recuperação do referente.

II. ‘Essa ferramenta’ faz referência à expressão que a antecede, a qual também tem o pronome pessoal ‘ela’ como termo remissivo.

III. Imediatamente antes de ‘procura avaliar’, identifica-se a elipse do sujeito. Quais estão corretas?

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e II.
E Apenas II e III.
Texto associado
[Pai e filho] No romance Paradiso o grande escritor cubano José Lezama Lima diz que um ser humano só começa a envelhecer depois da morte do pai. Freud atribui a essa morte um dos grandes traumas de um filho. A amizade e a cumplicidade quase sempre prevalecem sobre as discussões, discórdias e outras asperezas de uma relação às vezes complicada, mas sempre profunda. Às vezes você lamenta não ter conversado mais com o seu pai, não ter convivido mais tempo com ele. Mas há também pais terríveis, opressores e tirânicos. Exemplo desse caso está na literatura, na Carta ao pai , de Franz Kafka. É esse um dos exemplos notáveis do pai castrador, que interfere nas relações amorosas e na profissão do filho. Um pai que não se conforma com um grão de felicidade do jovem Franz. A Carta é o inventário de uma vida infernal. É difícil saber até que ponto o pai de Kafka na Carta é totalmente verdadeiro. Pode se tratar de uma construção ficcional ou um pai figurado, mais ou menos próximo do verdadeiro. Mas isso atenua o sofrimento do narrador? O leitor acredita na figuração desse pai. Em cada página, o que prevalece é uma alternância de sofrimento e humilhação, imposta por um homem prepotente e autoritário. (Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita . São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 204-205)

Se bem observados na sequência do texto, os três parágrafos constituem

A uma progressão lógica para a tese defendida por Freud, segundo a qual a morte de um pai é um grande trauma para o filho.
B a defesa da tese geral do escritor José Lezama Lima, a partir da qual se considera a existência opressiva de pais tirânicos.
C uma trajetória que parte da constatação e da afirmação do valor de um pai para culminar num caso de paternidade cruel e prepotente.
D o desenvolvimento de um raciocínio que apresenta uma tese no primeiro parágrafo, contradita-a no segundo e a retoma no terceiro.
E diferentes posições que, ao enfocarem o fenômeno da paternidade, não estabelecem relação entre si.
Texto associado
Texto 1 Existe uma enfermidade moderna que afeta dois terços dos adultos. Seus sintomas incluem falta de apetite, dificuldade para controlar o peso, baixa imunidade, flutuações de humor, entre outros. Essa enfermidade é a privação de sono crônica, que vem crescendo na esteira de dispositivos que emitem luz azul. 2 Por milênios, a luz azul existiu apenas durante o dia. Velas e lenha produziam luz amarelo-avermelhada e não havia iluminação artificial à noite. A luz do fogo não é problema porque o cérebro interpreta a luz vermelha como sinal de que chegou a hora de dormir. Com a luz azul é diferente: ela sinaliza a chegada da manhã. 3 Assim, um dos responsáveis pelo declínio da qualidade do sono nas duas últimas décadas é a luz azulada que emana de aparelhos eletrônicos; mas um dano ainda maior acontece quando estamos acordados, fazendo um malabarismo obsessivo com computadores e smartphones. 4 A maioria das pessoas passam de uma a quatro horas diárias em seus dispositivos eletrônicos - e muitos gastam bem mais que isso. Não é problema de uma minoria. Pesquisadores nos aconselham a usar o celular por menos de uma hora diariamente. Mas o uso excessivo do aparelho é tão predominante que os pesquisadores cunharam o termo “nomofobia" (uma abreviatura da expressão inglesa no-mobile-phobiaj para descrever a fobia de ficar sem celular. 5 O cérebro humano exibe diferentes padrões de atividade para diferentes experiências. Um deles retrata reações cerebrais de um viciado em jogos eletrônicos. “Comportamentos viciantes ativam o centro de recompensa do cérebro", afirma Claire Gillan, neurocientista que estuda comportamentos obsessivos. “Contanto que a conduta acarrete recompensa, o cérebro a tratará da mesma maneira que uma droga". (Adaptado de: ALTER, Adam. Irresistível. São Paulo: Objetiva, edição digital)

Estabelece relação de referência a uma expressão mencionada anteriormente no texto o termo sublinhado em

A o cérebro interpreta a luz vermelha como sinal de que chegou a hora de dormir (2° parágrafo)
B Não é problema de uma minoria (4° parágrafo)
C fazendo um malabarismo obsessivo com computadores e smartphones (3° parágrafo)
D Pesquisadores nos aconselham a usar o celular por menos de uma hora diariamente (4° parágrafo)
E o cérebro a tratará da mesma maneira que uma droga (5° parágrafo)
Texto associado
Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A economia cresceu exponencialmente, e hoje a humanidade desfruta do tipo de riqueza que só existia nos contos de fadas. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. A ordem social foi totalmente transformada, bem como a política, a vida cotidiana e a psicologia humana. Mas somos mais felizes? A riqueza que a humanidade acumulou nos últimos cinco séculos se traduz em contentamento? A descoberta de fontes de energia inesgotáveis abre diante de nós depósitos inesgotáveis de felicidade? Voltando ainda mais tempo, os cerca de 70 milênios desde a Revolução Cognitiva tornaram o mundo um lugar melhor para se viver? O falecido astronauta Neil Armstrong, cuja pegada continua intacta na Lua sem vento, foi mais feliz que os caçadores-coletores anônimos que há 30 mil anos deixaram suas marcas de mão em uma parede na caverna? Se não, qual o sentido de desenvolver agricultura, cidades, escrita, moeda, impérios, ciência e indústria? Os historiadores raramente fazem essas perguntas. Mas essas são as perguntas mais importantes que podemos fazer à história. A maioria dos programas ideológicos e políticos atuais se baseia em ideias um tanto frágeis no que concerne à fonte real de felicidade humana. Em uma visão comum, as capacidades humanas aumentaram ao longo da história. Considerando que os humanos geralmente usam suas capacidades para aliviar sofrimento e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que estes devem ter sido mais felizes que os caçadores-coletores da Idade da Pedra. Mas esse relato progressista não convence. (Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre, RS: L&PM, 2018, p. 386-387)

Está plenamente adequado o emprego do elemento sublinhado na frase:

A Está na remota Revolução Cognitiva a origem de uma escalada progressista de que os nossos ancestrais não podiam se dar conta.
B As riquezas em que faz alusão o autor do texto, no primeiro parágrafo, dizem respeito aos últimos 500 anos.
C Há no homem capacidades inventivas às quais ele não se dá conta senão quando passa a necessitar delas.
D O progresso da civilização, de cujo a humanidade tanto aspira, é questionado pelo autor ao final do texto.
E A falta de perguntas sobre a nossa felicidade, em cuja importância sequer suspeitamos, é uma falha dos nossos projetos.

Assinale a opção que indica a frase em que não ocorre a relação de causa e consequência.

A Apesar das chuvas, as ruas não amanheceram alagadas.
B Em virtude da crise, o comércio está vendendo menos.
C Muitas pessoas deixaram de viajar em função do mau tempo.
D As necessidades econômicas geram muitos problemas.
E A violência resulta, muitas vezes, da ignorância.

Assinale a opção que indica a frase em que não ocorre a relação de causa e consequência.

A Apesar das chuvas, as ruas não amanheceram alagadas.
B Em virtude da crise, o comércio está vendendo menos.
C Muitas pessoas deixaram de viajar em função do mau tempo.
D As necessidades econômicas geram muitos problemas.
E A violência resulta, muitas vezes, da ignorância.

Assinale a opção que indica a frase em que não ocorre a relação de causa e consequência.

A Apesar das chuvas, as ruas não amanheceram alagadas
B Em virtude da crise, o comércio está vendendo menos
C Muitas pessoas deixaram de viajar em função do mau tempo
D As necessidades econômicas geram muitos problemas.
E A violência resulta, muitas vezes, da ignorância.