Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões. Auditoria interna e sua importância para as organizações Equipe Portal da Contabilidade 01 A auditoria interna – constituída por um conjunto de procedimentos técnicos – ___ por 02 objetivo examinar a integridade , adequação e eficácia dos controles internos e das informações 03 físicas, contábeis, financeiras e operacionais da Entidade. 04 Sem tais indagações, a organização pode ficar à mercê de fraudes, erros, ineficiências e 05 outras irregularidades, praticadas por agentes internos (administradores, colaboradores) ou 06 externos (clientes, fornecedores). 07 ___________-se procedimentos de auditoria interna: exames, incluindo testes de 08 observância e testes substantivos, que permitem ao auditor interno obter provas suficientes para 09 fundamentar suas conclusões e recomendações. 10 A auditoria interna é de suma importância para as organizações , desempenhando papel 11 de grande relevância, ajudando a eliminar desperdícios, simplificar tarefas, servir de ferramenta 12 de apoio à gestão e transmitir informações aos administradores sobre o desenvolvimento das 13 atividades executadas. 14 A gestão de controles implica na elaboração de procedimentos internos, sua execução e 15 avaliação, visando eficácia na manutenção e criação do controle interno. A ausência de controle 16 administrativo, dentre outras consequências, torna todo sistema de contabilidade inadequado, 17 por falta de confiança em suas informações e em seus relatórios. 18 Sendo a auditoria interna importante como controle administrativo, ela verifica a 19 existência dos controles internos e procura contribuir para o seu aprimoramento. Essa 20 ferramenta tão preciosa, além de verificar se as normas internas estão sendo seguidas, procura 21 avaliar se há necessidade de novas normas, procedimentos e controles mais adequados e ágeis. 22 O objetivo da auditoria interna é beneficiar a organização com melhor controle de seu 23 patrimônio, procurando reduzir a ineficiência , negligência , incapacidade , erros e fraudes. A 24 realização de procedimentos regulares visando identificar as falhas e preveni-las, reforçando os 25 controles, ______________ para qualquer gestão organizacional. Neste sentido, a auditoria 26 interna, preventivamente, realiza a análise da adequação dos mecanismos de controle, visando 27 maior segurança patrimonial e confiabilidade nos relatórios contábeis e gerenciais. 28 O auditor interno deve obter, analisar, interpretar e documentar as informações físicas, 29 contábeis, financeiras e operacionais para dar suporte aos resultados de seu trabalho. 30 Através do relatório , o auditor interno prescreverá recomendações e as providências, as 31 quais devem ser tomadas pela administração. Portanto, não basta a simples existência do 32 aparato de auditoria, mas a responsável implementação das recomendações e procedimentos 33 cabíveis às rotinas organizacionais. Daí sua importância como instrumento de mudança e 34 controle. Disponível em:
Fonte: http://www.portaldecontabilidade.com.br/tematicas – adaptação.
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Observe a frase a seguir. O Brasil está tentando superar dificuldades; torçamos para que o maior país da América do Sul tenha sucesso. Nesse caso substituiu-se o primeiro termo, para evitar-se a repetição de palavras, por uma qualificação; ocorre o mesmo processo na seguinte frase:
A frase abaixo em que ocorre ambiguidade é:
Texto associado
Analise as assertivas a seguir, relativamente ao seguinte fragmento do texto: ‘Sendo a auditoria interna importante como controle administrativo, ela verifica a existência dos controles internos e procura contribuir para o seu aprimoramento. Essa ferramenta tão preciosa, além de verificar se as normas internas estão sendo seguidas, procura avaliar se há necessidade de novas normas, procedimentos e controles mais adequados e ágeis.’
I. O pronome ‘ela’ poderia ser substituído por ‘ele’ sem causar alteração de sentido ao fragmento ou erro quanto à recuperação do referente.
II. ‘Essa ferramenta’ faz referência à expressão que a antecede, a qual também tem o pronome pessoal ‘ela’ como termo remissivo.
III. Imediatamente antes de ‘procura avaliar’, identifica-se a elipse do sujeito. Quais estão corretas?
Texto associado
[Pai e filho] No romance Paradiso o grande escritor cubano José Lezama Lima diz que um ser humano só começa a envelhecer depois da morte do pai. Freud atribui a essa morte um dos grandes traumas de um filho. A amizade e a cumplicidade quase sempre prevalecem sobre as discussões, discórdias e outras asperezas de uma relação às vezes complicada, mas sempre profunda. Às vezes você lamenta não ter conversado mais com o seu pai, não ter convivido mais tempo com ele. Mas há também pais terríveis, opressores e tirânicos. Exemplo desse caso está na literatura, na Carta ao pai , de Franz Kafka. É esse um dos exemplos notáveis do pai castrador, que interfere nas relações amorosas e na profissão do filho. Um pai que não se conforma com um grão de felicidade do jovem Franz. A Carta é o inventário de uma vida infernal. É difícil saber até que ponto o pai de Kafka na Carta é totalmente verdadeiro. Pode se tratar de uma construção ficcional ou um pai figurado, mais ou menos próximo do verdadeiro. Mas isso atenua o sofrimento do narrador? O leitor acredita na figuração desse pai. Em cada página, o que prevalece é uma alternância de sofrimento e humilhação, imposta por um homem prepotente e autoritário. (Adaptado de: HATOUM, Milton. Um solitário à espreita . São Paulo: Companhia das Letras, 2013, p. 204-205)
Se bem observados na sequência do texto, os três parágrafos constituem
Texto associado
Texto 1 Existe uma enfermidade moderna que afeta dois terços dos adultos. Seus sintomas incluem falta de apetite, dificuldade para controlar o peso, baixa imunidade, flutuações de humor, entre outros. Essa enfermidade é a privação de sono crônica, que vem crescendo na esteira de dispositivos que emitem luz azul. 2 Por milênios, a luz azul existiu apenas durante o dia. Velas e lenha produziam luz amarelo-avermelhada e não havia iluminação artificial à noite. A luz do fogo não é problema porque o cérebro interpreta a luz vermelha como sinal de que chegou a hora de dormir. Com a luz azul é diferente: ela sinaliza a chegada da manhã. 3 Assim, um dos responsáveis pelo declínio da qualidade do sono nas duas últimas décadas é a luz azulada que emana de aparelhos eletrônicos; mas um dano ainda maior acontece quando estamos acordados, fazendo um malabarismo obsessivo com computadores e smartphones. 4 A maioria das pessoas passam de uma a quatro horas diárias em seus dispositivos eletrônicos - e muitos gastam bem mais que isso. Não é problema de uma minoria. Pesquisadores nos aconselham a usar o celular por menos de uma hora diariamente. Mas o uso excessivo do aparelho é tão predominante que os pesquisadores cunharam o termo “nomofobia" (uma abreviatura da expressão inglesa no-mobile-phobiaj para descrever a fobia de ficar sem celular. 5 O cérebro humano exibe diferentes padrões de atividade para diferentes experiências. Um deles retrata reações cerebrais de um viciado em jogos eletrônicos. “Comportamentos viciantes ativam o centro de recompensa do cérebro", afirma Claire Gillan, neurocientista que estuda comportamentos obsessivos. “Contanto que a conduta acarrete recompensa, o cérebro a tratará da mesma maneira que uma droga". (Adaptado de: ALTER, Adam. Irresistível. São Paulo: Objetiva, edição digital)
Estabelece relação de referência a uma expressão mencionada anteriormente no texto o termo sublinhado em
Texto associado
Os últimos 500 anos testemunharam uma série de revoluções de tirar o fôlego. A Terra foi unida em uma única esfera histórica e ecológica. A economia cresceu exponencialmente, e hoje a humanidade desfruta do tipo de riqueza que só existia nos contos de fadas. A ciência e a Revolução Industrial deram à humanidade poderes sobre-humanos e energia praticamente sem limites. A ordem social foi totalmente transformada, bem como a política, a vida cotidiana e a psicologia humana. Mas somos mais felizes? A riqueza que a humanidade acumulou nos últimos cinco séculos se traduz em contentamento? A descoberta de fontes de energia inesgotáveis abre diante de nós depósitos inesgotáveis de felicidade? Voltando ainda mais tempo, os cerca de 70 milênios desde a Revolução Cognitiva tornaram o mundo um lugar melhor para se viver? O falecido astronauta Neil Armstrong, cuja pegada continua intacta na Lua sem vento, foi mais feliz que os caçadores-coletores anônimos que há 30 mil anos deixaram suas marcas de mão em uma parede na caverna? Se não, qual o sentido de desenvolver agricultura, cidades, escrita, moeda, impérios, ciência e indústria? Os historiadores raramente fazem essas perguntas. Mas essas são as perguntas mais importantes que podemos fazer à história. A maioria dos programas ideológicos e políticos atuais se baseia em ideias um tanto frágeis no que concerne à fonte real de felicidade humana. Em uma visão comum, as capacidades humanas aumentaram ao longo da história. Considerando que os humanos geralmente usam suas capacidades para aliviar sofrimento e satisfazer aspirações, decorre que devemos ser mais felizes que nossos ancestrais medievais e que estes devem ter sido mais felizes que os caçadores-coletores da Idade da Pedra. Mas esse relato progressista não convence. (Adaptado de HARARI, Yuval Noah. Sapiens – Uma breve história da humanidade. Trad. Janaína Marcoantonio. Porto Alegre, RS: L&PM, 2018, p. 386-387)