Lhama mais velha do mundo trabalha em acampamento para crianças doentes
Nascido em 1997, Whitetop é conhecido por seu trato
gentil e a paixão por selfies – um pedido constante
dos pequenos com problemas crônicos ou terminais.
Por Bela Lobato
Em 1997, o mundo conheceu Pokémon, uma franquia repleta de criaturas adoráveis e fascinantes que formam laços com seus treinadores. No mesmo ano, nasceu Whitetop, uma lhama que, com sua presença tranquila, viria a desempenhar um papel igualmente adorável e especial no acampamento para crianças com doenças crônicas e terminais em que trabalha e vive.
Nascida em 30 de maio de 1997, com 27 anos e 250 dias, Whitetop foi reconhecida pelo Guinness World Records como a lhama mais velha do mundo. Ele foi doado ao acampamento Victory Junction, nos EUA, em 2006, onde até hoje divide um curral com nove cavalos, duas cabras, dois coelhos, dois burros e uma vaca.
No pasto, Whitetop é acompanhada por dois burros em miniatura chamados Jed e Jethro, e seu melhor amigo é Gus-Gus, uma vaca highland (aquela raça bem peluda, de cor marrom) em miniatura que cresceu ao seu lado e o trata como um avô.
“Por terem brincado tanto juntos, Gus-Gus acha que Whitetop é uma vaca!”, disse Billie Jo Davis, diretora do celeiro em Victory Junction, em um comunicado. “Gus-Gus gosta de tentar pular em cima dele para brincar, e nós dizemos: ‘Não, ele é velho, deixe-o em paz!’ Mas Whitetop é muito carinhoso com todos.”
[...]
Os cuidadores relatam que o animal tem uma doçura incomum para a espécie, já que, diferente de outras lhamas, nunca cospe em ninguém. Eles contam que Whitetop até tenta cuspir em outros animais quando eles disputam comida ou têm briguinhas, mas ele é tão velho que não sai mais nada. “Ele é tão bom com as nossas crianças que, assim que os dias de acampamento começam, ele simplesmente se deita e não se levanta até o almoço. Ele fica ali deitado e deixa que as crianças corram até ele e o acariciem”, acrescenta Davis.
“Ele trata isso como um trabalho – e é o trabalho dele!”
O Victory Junction oferece, sem custos, experiências recreativas para crianças com doenças graves ou condições crônicas. Em um ambiente seguro, elas podem participar de atividades como escalada, passeios de barco, esportes e artes, aproveitando espaços adaptados para garantir inclusão e diversão.
Whitetop faz parte de um programa que permite que as crianças o acariciem, cuidem dele e tirem fotos com ele. Ele acorda antes da maioria das crianças e começa o dia com uma grande tigela de café da manhã – sua comida favorita é ração para lhama misturada com ração sênior para cavalos e probióticos secos em seu balde especial.
Ele recebe as crianças no turno da manhã, entre 9h30 e meio-dia e depois faz um horário de almoço generoso. Entre as 15h e as 18h, retorna para as crianças. Segundo os tratadores, Whitetop ama fazer selfies com as pessoas, e geralmente encosta a cabeça na cabeça das crianças para posar.
“Ele não tem medo de nada. Ele é tão bom em seu trabalho que sempre pode ser confiado a campistas de todas as habilidades”, disse Davis. Quase um Pokémon da vida real.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/sociedade/lhama-mais-velha-do-mundo-trabalha-em-acampamento-para-criancasdoentes/. Acesso em: 14 mar. 2025.
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Texto associado
TEXTO 2
Como incentivar o gosto pela leitura,
transformando-a em um hábito e não em uma
obrigação?
Fazer a criança e o jovem tomar gosto pela
leitura é um dos desafios dos educadores e pais
do século XXI. Na escola, o trabalho com a leitura
se inicia na Educação Infantil como forma de
despertar o interesse das crianças pelos livros
e estimular a imaginação. Esse processo tem
continuidade nas séries subsequentes com foco
na amplitude dos conhecimentos e no senso
crítico.
Segundo a autora Délia Lerner, em seu livro
“Ler e escrever na escola: o real, o possível e
o necessário”, um dos maiores desafios das
instituições escolares é desenvolver praticantes
da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que
possam decifrar o sistema de escrita. Para a
autora, é fundamental que a escola forme leitores
críticos, capazes de ler entrelinhas e assumir
uma posição própria frente à mantida, explícita ou
implicitamente, pelos autores dos textos com os
quais interagem.
Fonte: Adaptado de: http://www.marupiara.com.br/como-incentivar-ogosto-
pela-leitura-transformando-a-em-um-habito-e-nao-em-uma-obrigacao/.
Acesso em: 22 abr. 2019.
Como incentivar o gosto pela leitura,
transformando-a em um hábito e não em uma
obrigação?
Fazer a criança e o jovem tomar gosto pela
leitura é um dos desafios dos educadores e pais
do século XXI. Na escola, o trabalho com a leitura
se inicia na Educação Infantil como forma de
despertar o interesse das crianças pelos livros
e estimular a imaginação. Esse processo tem
continuidade nas séries subsequentes com foco
na amplitude dos conhecimentos e no senso
crítico.
Segundo a autora Délia Lerner, em seu livro
“Ler e escrever na escola: o real, o possível e
o necessário”, um dos maiores desafios das
instituições escolares é desenvolver praticantes
da leitura e da escrita e não apenas sujeitos que
possam decifrar o sistema de escrita. Para a
autora, é fundamental que a escola forme leitores
críticos, capazes de ler entrelinhas e assumir
uma posição própria frente à mantida, explícita ou
implicitamente, pelos autores dos textos com os
quais interagem.
Fonte: Adaptado de: http://www.marupiara.com.br/como-incentivar-ogosto-
pela-leitura-transformando-a-em-um-habito-e-nao-em-uma-obrigacao/.
Acesso em: 22 abr. 2019.