Texto para os itens de 1 a 10.
1 As práticas de responsabilidade social nas empresas surgiram timidamente no Brasil a partir da década de 1970, mas foi
somente entre os anos de 1990 e 2003 que o movimento tomou força efetivamente, devido a diversos fatores socioambientais,
entre eles, a degradação ambiental e o aumento das condições de pobreza na sociedade.
4 Ultimamente percebe‐se uma interseção da gestão empresarial com o conceito de responsabilidade social. O aumento
das condições de pobreza e da degradação ambiental juntamente com o aumento da violência urbana são fatores
preponderantes que fizeram com que o conceito de responsabilidade social ganhasse espaço até hoje.
7 Cada vez mais, as empresas privadas procuram atuar como agentes de desenvolvimento. Além de vender bens e serviços,
preocupam‐se em mostrar responsabilidade pelo contexto social e ambiental em que realizam suas atividades, mantendo um
bom relacionamento com as partes envolvidas, ou seja, já não adianta mais apenas atenderem às necessidades dos clientes por
10 meio de ações de marketing para se manterem no mercado altamente competitivo. É importante também que tenham ética e
transparência com todos os públicos com os quais se relacionam e que pratiquem uma gestão compatível com o
desenvolvimento sustentável da sociedade.
13 Essa responsabilidade social empresarial revela uma gestão não apenas focada no lucro, mas também envolvida com o
desenvolvimento sustentável de todo o seu entorno. O ganho quantitativo é acompanhado por um salto qualitativo: as ações
desenvolvidas pelas organizações deixam de ser voltadas exclusivamente para a comunidade e incluem práticas de interação
16 com os demais públicos das empresas, como colaboradores, consumidores e clientes, fornecedores, meio ambiente, governo e
sociedade.
Um estudo realizado pelos institutos Ethos e Akatu revelou que, no ano de 2008, 50% das empresas implantaram ao
19 menos 22 práticas de responsabilidade social empresarial, em um total de 56 práticas avaliadas. Em 2004, segundo pesquisa
realizada pelo instituto Akatu, 50% das empresas haviam implantado apenas 11 práticas de responsabilidade social, em um
total de 55.
22 Apesar do crescimento observado, há ainda muito a melhorar no cenário empresarial em se tratando de gestão
socialmente responsável. Muitas empresas ainda não evoluíram para o modelo de gestão voltado para a responsabilidade social
empresarial, permanecendo concentradas no investimento social privado ou até mesmo na filantropia. O investimento social
25 privado geralmente se traduz em repasses de recursos financeiros para outras organizações, na sua maioria sem fins lucrativos,
como ONGs e entidades filantrópicas. Já a responsabilidade social empresarial é mais do que um repasse de lucros. É uma forma
de gerir com ações sociais internas e externas, envolvendo todos os públicos em que a empresa atua, ou seja, na gestão
28 socialmente responsável, há todo um envolvimento da empresa nas práticas sociais com o seu negócio e um caráter
mercadológico, enquanto, no investimento social privado, o vínculo com o negócio da empresa tem caráter apenas estratégico.
A gestão socialmente responsável mostra que é possível aliar a gestão empresarial ao conceito de responsabilidade social,
31 obtendo‐se resultados de forma ética e transparente.
Marcelo Rodrigues. Internet: (com adaptações).
Considerando o texto e seus aspectos linguísticos, julgue os itens de 1 a 6 .
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Na linha 20, estaria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “haviam implantado” estivesse flexionada na
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto abaixo.
Mais vale prevenir do que remediar
Os dicionários trazem lições fundamentais, quanto ao justo sentido das palavras: costumam revelar o seu sentido de origem
e o de seu emprego atual. Os provérbios também são esclarecedores: numa forma sintética, formulam lições que nascem do que as
criaturas aprendem de suas próprias experiências de vida.
Veja-se, por exemplo, o que afirma o provérbio “Mais vale prevenir do que remediar”. Prevenir é “tomar a dianteira”,
“antecipar”, tal como dispõe o dicionário. Uma palavra que serve de prima-irmã desse verbete é precaver: daí que previdentes e
precavidos seriam aqueles que preferem tomar medidas para não serem surpreendidos por fatos indesejáveis e incontornáveis.
Nesse campo conceitual, a ideia comum é a valorização de iniciativas que se devem assumir para administrar o nosso destino até
onde for possível. Sabemos todos, no entanto, que nem tudo se previne, e nem tudo tem remédio: vem daí outro provérbio popular, “o
que não tem remédio, remediado está”. Como se vê, admite que nem tudo tem solução, ao passo que o provérbio que dá o título
deste texto insiste em valorizar toda ação pela qual se busca, justamente, evitar a etapa da falta de remédio: prevenir.
Ainda caminhando pelos verbetes do dicionário e pelas falas dos provérbios, damos com a palavra providência, que tem o
sentido comum de “decisão”, “encaminhamento”. Ocorre que se vier com a inicial maiúscula ? Providência ? estará fazendo
subentender a ação divina, a expressão maior de um poder que nos rege a todos. Há quem confie mais na Providência divina do que
em qualquer outra instância humana; mas é bom lembrar que há também o provérbio “Deus ajuda a quem cedo madruga”, no qual se
sugere que a vontade divina conta com a disposição do nosso trabalho, do nosso empenho, da nossa iniciativa, para se dispor a nos
ajudar. Não parece haver contradição alguma entre ter fé, confiar na Providência, e ao mesmo tempo acautelar-se, sendo previdente.
A ordem providencial e a ordem previdenciária podem conviver pacificamente, num sistema de reforço mútuo, por que não? A
diferença entre ambas está em que a segunda conta com a qualidade da nossa gestão, de vez que seremos responsáveis não
apenas pelo espírito de cautela que nos anima, mas sobretudo pelas medidas a tomar para que se administre no presente o que deve
ser feito com vistas à garantia de um bom futuro.
(Júlio Ribas de Almeida, inédito)
Mais vale prevenir do que remediar
Os dicionários trazem lições fundamentais, quanto ao justo sentido das palavras: costumam revelar o seu sentido de origem
e o de seu emprego atual. Os provérbios também são esclarecedores: numa forma sintética, formulam lições que nascem do que as
criaturas aprendem de suas próprias experiências de vida.
Veja-se, por exemplo, o que afirma o provérbio “Mais vale prevenir do que remediar”. Prevenir é “tomar a dianteira”,
“antecipar”, tal como dispõe o dicionário. Uma palavra que serve de prima-irmã desse verbete é precaver: daí que previdentes e
precavidos seriam aqueles que preferem tomar medidas para não serem surpreendidos por fatos indesejáveis e incontornáveis.
Nesse campo conceitual, a ideia comum é a valorização de iniciativas que se devem assumir para administrar o nosso destino até
onde for possível. Sabemos todos, no entanto, que nem tudo se previne, e nem tudo tem remédio: vem daí outro provérbio popular, “o
que não tem remédio, remediado está”. Como se vê, admite que nem tudo tem solução, ao passo que o provérbio que dá o título
deste texto insiste em valorizar toda ação pela qual se busca, justamente, evitar a etapa da falta de remédio: prevenir.
Ainda caminhando pelos verbetes do dicionário e pelas falas dos provérbios, damos com a palavra providência, que tem o
sentido comum de “decisão”, “encaminhamento”. Ocorre que se vier com a inicial maiúscula ? Providência ? estará fazendo
subentender a ação divina, a expressão maior de um poder que nos rege a todos. Há quem confie mais na Providência divina do que
em qualquer outra instância humana; mas é bom lembrar que há também o provérbio “Deus ajuda a quem cedo madruga”, no qual se
sugere que a vontade divina conta com a disposição do nosso trabalho, do nosso empenho, da nossa iniciativa, para se dispor a nos
ajudar. Não parece haver contradição alguma entre ter fé, confiar na Providência, e ao mesmo tempo acautelar-se, sendo previdente.
A ordem providencial e a ordem previdenciária podem conviver pacificamente, num sistema de reforço mútuo, por que não? A
diferença entre ambas está em que a segunda conta com a qualidade da nossa gestão, de vez que seremos responsáveis não
apenas pelo espírito de cautela que nos anima, mas sobretudo pelas medidas a tomar para que se administre no presente o que deve
ser feito com vistas à garantia de um bom futuro.
(Júlio Ribas de Almeida, inédito)
Há forma verbal na voz passiva em regular concordância com o sujeito em:
Está escrito em conformidade com as regras de concordância este livre comentário:
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:
O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se numa forma do plural para integrar adequadamente a frase:
Texto associado
Para responder às questões de números 1 a 6, considere o texto abaixo.
O motorista do 8-100
Fui convidado por um colega da redação de jornal, outro dia, a ver um belo espetáculo. Que eu estivesse pela manhã bem
cedo junto ao último edifício da Avenida Rio Branco para assistir à coleta de lixo. Fui. Vi chegar o caminhão 8-100 da Limpeza Urbana
e saltarem os ajudantes que se puseram a carregar e despejar as latas de lixo. Enquanto isso, que fazia o motorista? O mesmo de
toda manhã. Pegava um espanador e um pedaço de flanela, e fazia o seu carro ficar rebrilhando de beleza.
É costume dizer que a esperança é a última que morre. Nisso está uma das crueldades da vida: a esperança vive à custa de
mutilações. Vai minguando e secando devagar, se despedindo dos pedaços de si mesma, se apequenando e empobrecendo, e no fim
é tão mesquinha e despojada que se reduz ao mais elementar instinto de sobrevivência e ao conformismo.
Esse motorista, que limpa seu caminhão, não é um conformado, é o herói silencioso que lança um protesto superior. A vida o
obriga a catar lixo e imundície; ele aceita a sua missão, mas a supera com esse protesto de beleza e dignidade. Muitos recebem com
a mão suja os bens mais excitantes e tentadores da vida; e as flores que vão colhendo no jardim de uma existência fácil logo têm,
presa em seus dedos frios, uma corrupção que as desmerece e avilta. O motorista do caminhão 8-100 parece dizer aos homens da
cidade: “O lixo é vosso: meus são estes metais que brilham, meus são estes vidros que esplendem, minha é esta consciência limpa”.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 145-146)
O motorista do 8-100
Fui convidado por um colega da redação de jornal, outro dia, a ver um belo espetáculo. Que eu estivesse pela manhã bem
cedo junto ao último edifício da Avenida Rio Branco para assistir à coleta de lixo. Fui. Vi chegar o caminhão 8-100 da Limpeza Urbana
e saltarem os ajudantes que se puseram a carregar e despejar as latas de lixo. Enquanto isso, que fazia o motorista? O mesmo de
toda manhã. Pegava um espanador e um pedaço de flanela, e fazia o seu carro ficar rebrilhando de beleza.
É costume dizer que a esperança é a última que morre. Nisso está uma das crueldades da vida: a esperança vive à custa de
mutilações. Vai minguando e secando devagar, se despedindo dos pedaços de si mesma, se apequenando e empobrecendo, e no fim
é tão mesquinha e despojada que se reduz ao mais elementar instinto de sobrevivência e ao conformismo.
Esse motorista, que limpa seu caminhão, não é um conformado, é o herói silencioso que lança um protesto superior. A vida o
obriga a catar lixo e imundície; ele aceita a sua missão, mas a supera com esse protesto de beleza e dignidade. Muitos recebem com
a mão suja os bens mais excitantes e tentadores da vida; e as flores que vão colhendo no jardim de uma existência fácil logo têm,
presa em seus dedos frios, uma corrupção que as desmerece e avilta. O motorista do caminhão 8-100 parece dizer aos homens da
cidade: “O lixo é vosso: meus são estes metais que brilham, meus são estes vidros que esplendem, minha é esta consciência limpa”.
(Adaptado de: BRAGA, Rubem. O homem rouco. Rio de Janeiro: Editora do Autor, 1963, p. 145-146)
Há ocorrência de verbo na voz passiva e pleno atendimento às normas de concordância verbal na frase:
As normas de concordância estão respeitadas na frase:
Texto associado
Texto III
Beira-mar
____ Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5 sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
toscas sandálias de dedo.
10 ____ Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15 A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20 preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
____ A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
Entre vários rolos de linha, selecionou os de espessura
entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25 ainda fiel à boa técnica.
____ — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
das cotações, situação financeira de cada país mun-
do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30 pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
Beira-mar
____ Quase fim de longa tarde de verão. Beira do mar
no Aterro do Flamengo próximo ao Morro da Viúva,
frente para o Pão de Açúcar. Com preguiça, o sol co-
meçava a esconder-se atrás dos edifícios. Parecia re-
5 sistir ao chamado da noite. Nas pedras do quebra-mar
caniços de pesca moviam-se devagar, ao lento vai e
vem do calmo mar de verão. Cercados por quatro ou
cinco pescadores de trajes simples ou ordinários, e
toscas sandálias de dedo.
10 ____ Bermuda bege de fino brim, tênis e camisa polo
de marcas célebres, Ricardo deixara o carro em es-
tacionamento de restaurante nas imediações. Nunca
fisgara peixe ali. Olhado com desconfiança. Intruso.
Bolsa a tiracolo, balde e vara de dois metros na mão.
15 A boa técnica ensina que o caniço deve ter no máxi-
mo dois metros e oitenta centímetros para a chamada
pesca de molhes, nome sofisticado para quebra-mar.
Ponta de agulha metálica para transmitir à mão do
pescador maior sensibilidade à fisgada do peixe. É
20 preciso conhecimento de juiz para enganar peixes.
____ A uma dezena de metros, olhos curiosos viam o
intruso montar o caniço. Abriu a bolsa de utensílios.
Entre vários rolos de linha, selecionou os de espessura
entre quinze e dezoito centésimos de milímetro,
25 ainda fiel à boa técnica.
____ — Na nossa profissão vivemos sempre preocu-
pados e tensos: abertura do mercado, sobe e desce
das cotações, situação financeira de cada país mun-
do afora. Poucas coisas na vida relaxam mais do que
30 pescaria, cheiro de mar trazido pela brisa, e a paisa-
gem marítima — costuma confessar Ricardo na roda
dos colegas da financeira onde trabalha.
LOPES, L. Nós do Brasil. Rio de Janeiro: Ponteio, 2015, p.
101. Adaptado.
A concordância estabelecida com o verbo destacado está de acordo com as exigências da norma-padrão da língua portuguesa em:
Texto associado
Uma breve história das
cadeiras para
escritório
Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.
Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.
Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.
Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.
[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.
[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.
Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.
No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.
Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .
cadeiras para
escritório
Com a escalada da Revolução
Industrial e a
sociedade menos agrária, surgiu nas
empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados
com ferramentas para as novas rotinas nos
escritórios. Neste cenário, era preciso
acomodar
em cadeiras quem trabalhava por horas
sentado.
Nasce uma combinação de forma e função em
prol dos funcionários.
Os
historiadores afirmam que a primeira
cadeira
de escritório pode ser rastreada até Júlio
César.
O imperador romano conduziria negócios
oficiais
sentado em uma “cadeira Curule”. Enquanto
outros líderes, magistrados e sacerdotes
também
usavam esta cadeira, César finalmente
distinguiu
sua cadeira levando-a aonde quer que
fosse. Sua
cadeira de “escritório” dourada o
acompanhava
em viagens, ao lado de sua coroa e outros
objetos
de valor.
Ao longo do tempo, a cadeira
de escritório
passou a ter objetivos mais utilitários.
No início de
1800, com as viagens de trem tornando-se
cada
vez mais comuns, os vagões foram equipados
com as Poltronas Centripetais de
Primavera,
projetadas por Thomas E. Warren. Como
estas viagens eram uma forma das empresas
expandirem seus territórios, o uso de uma
cadeira
de trabalho adequada permitia que os
funcionários
completassem suas tarefas administrativas
em
trânsito. Diante da crescente importância,
a
cadeira Centripetal foi equipada com molas
de
assento para ajudar a absorver os
solavancos das
viagens e permitir que os negócios
continuassem
nos trilhos, no duplo sentido da
frase.
Nos anos que antecederam a
Revolução
Industrial, as cadeiras de escritório
passam a
ser usadas como ferramentas de
produtividade.
Despertou-se o uso consciente dos
ambientes de
escritório e a necessidade de se trabalhar
por mais
horas. A cadeira de escritório foi então
fundamental
para acomodações mais confortáveis, para
que os
trabalhadores experimentassem menos
cansaço
ao longo do dia.
[…] No entanto, na
década de 20,
associava-se
preguiça ao ato de sentar confortavelmente
e
era comum ver pessoas trabalhando em
fábricas
usando bancos sem encosto. Reagindo às
reclamações de queda de produtividade e
doença, particularmente entre as mulheres
que já eram
uma presença crescente na força de
trabalho,
uma empresa chamada Tan-Sad lançou uma
cadeira giratória com encosto curvo que
poderia
ser ajustado à estatura de cada
trabalhador.
[…] Nos anos seguintes
surgiram muitas
outras
cadeiras emblemáticas e produtos tidos
como
referência de design, conforto e
imponência, que
fazem parte da história e ainda podem ser
vistos
no portfólio das empresas. No entanto, é
difícil
definir uma maneira acordada de medir o
sucesso
de uma cadeira.
Cadeiras de escritório
são utilizadas para
fins profissionais e as demandas das
empresas
devem sim ser equacionadas levando-se em
conta
ergonomia, durabilidade e design, mas
também
o peso relevante da relação custo-
benefício dos
produtos.
No terceiro milênio, as
cadeiras continuam
a
evoluir, porém com uma nova característica
de
serem acessíveis aos orçamentos enxutos
das
organizações. Hoje é possível se ter
produtos
ergonomicamente adequados, com conforto
e design, sem necessariamente ter que
fazer
investimentos como já vistos no rol
restrito de
produtos do passado.
Adaptado de: <
https://funcional.com.br/uma-breve-
historia-das-cadeiras-
para-escritorio/ > Acesso em: 30 out.
2019 .
Considerando as regras de
concordância, em: “Com a escalada
da Revolução Industrial e a sociedade
menos agrária, surgiu nas empresas a
necessidade de ambientes de trabalho
equipados com ferramentas para as
novas rotinas nos escritórios.”, o verbo
em destaque
Texto associado
Considerando a correção gramatical e a coerência das
substituições propostas para palavras e expressões
destacadas do texto, julgue os itens que se seguem.
substituições propostas para palavras e expressões
destacadas do texto, julgue os itens que se seguem.