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Escritos como a Bíblia do cristianismo, o Alcorão islâmico, o Torá judaico, entre outros escritos, são considerados sagrados porque têm em comum a crença de que sua origem está vinculada à(a):

A tradição oral.
B história de um povo.
C inspiração divina.
D comprovação inquestionável.
E Jesus de Nazaré.

Os comentários ou dissertações para esclarecimento ou minuciosa interpretação de um texto ou de uma palavra, de modo especial, aplicam-se aos sagrados e jurídicos. Esta investigação crítica aplicada às Escrituras Sagradas é denominada:

A Semiótica.
B Teologia.
C Análise.
D Exegese.
E Propedêutica.

Analise as afirmativas abaixo sobre verdades de fé do Catolicismo. 1. Há um só Deus. 2. Deus é justo e retribui a cada um conforme as suas obras. 3. A alma humana é incorruptível, mas mortal. 4. Jesus, Filho de Deus, se fez Homem e morreu na cruz para nos salvar. 5. A graça de Deus é indispensável para a salvação. Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas .

A São corretas apenas as afirmativas 2, 3 e 5.
B São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 3 e 4.
C São corretas apenas as afirmativas 1, 2, 4 e 5.
D São corretas apenas as afirmativas 1, 3, 4 e 5.
E São corretas as afirmativas 1, 2, 3, 4 e 5.

Assinale a alternativa correta sobre o que representa a figura de Jesus Cristo para os seguidores do Islamismo.

A Um profeta, morto na cruz, mas que não pode ser identificado como Deus.
B Uma das pessoas da Santíssima Trindade enviada para salvar a humanidade.
C Um mito judaico de paz utilizado como justificativa para as guerras santas.
D Um rebelde judaico, considerado herético, por desafiar as lideranças religiosas.
E Um sábio interessado na expulsão dos romanos do território da Palestina.

Entre os teólogos cristãos, a ação divina que comunica aos homens os desígnios de Deus e a verdade que estes envolvem, sobretudo através da palavra consignada nos livros sagrados, é conhecida como:

A Mandamento.
B Imanência.
C Exemplo.
D Transcendência.
E Revelação.

Se ninguém nunca tivesse visto nem descrito [...] a Revolução Francesa, então uma representação correta desse fenômeno seria completamente impossível [...]. É devido ao fato de que a minha imaginação, nesses casos, não funciona livremente, mas é orientada pela experiência de outrem, atuando como se fosse por ele guiado, que se alcança tal resultado, ou seja, o produto da imaginação coincide com a realidade. [...] a imaginação adquire uma função muito importante no comportamento e no desenvolvimento humanos. Ela transforma-se em meio de ampliação da experiência de um indivíduo porque, tendo por base a narração ou a descrição de outrem, ele pode imaginar o que não viu, o que não vivenciou diretamente em sua experiência pessoal. VIGOTSKI, Lev Semionovitch. Imaginação e criação na infância . São Paulo: Ática, 2009. O uso, pelo(a) professor(a) de História, da ferramenta metodológica analisada pelo texto

A favorece o aprendizado de conceitos abstratos e temporalidades históricas distantes.
B auxilia a prática docente ao substituir a necessidade do uso de documentos históricos.
C estimula a criatividade discente devido à superioridade de representações anedóticas.
D possibilita a criação de experiências históricas verídicas ao narrar o passado imaginado.
E promove a autonomia no processo de aprendizagem pertencentes ao ambiente escolar.

O valor da experiência de um povo historicamente colonizado, marcado por um presente e passado de violências, é também resistência. O olhar do educador para sua própria história pessoal e social, reconhecendo e inventariando sua cultura, abre possibilidades para a valorização também do outro, o ouvinte, o educando. A troca de saberes se faz possível quando a experiência de cada indivíduo é validada e ganha papel de protagonismo no ensino aprendizagem. [...] A quem se dispõe ao contato com o lúdico para prática de atividades em educação, portanto, recomenda-se que faça o inventário de suas origens, de seu registro cultural, de sua ancestralidade. PATO, Ana; ALCANTARA, Aureli Alves de. Educar, contar e brincar para resistir : a ditadura militar e o direito da criança à memória e à verdade. Caderno de Experiências Memorial Da Resistência de São Paulo, 2021. Disponível em: https://memorialdaresistenciasp.org.br/wp-content/uploads/2022/06/caderno-deexperiencia-educar-contar-e-brincar-para-resistir.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024. Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. A prática do ensino de história deve levar em consideração a diversidade cultural e individual, admitindo que todos os sujeitos presentes em sala de aula, inclusive o próprio professor ou professora, são agentes ativos no processo de ensino-aprendizagem do ambiente escolar. PORQUE

II. As fontes históricas, materiais e imateriais, são ótimos recursos didáticos, e, se utilizadas corretamente, podem diminuir preconceitos e estereótipos sobre o que não é conhecido ou experienciado no cotidiano. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

A As asserções I e II são proposições falsas.
B A asserção I é uma proposição verdadeira e a asserção II é uma proposição falsa.
C A asserção I é uma proposição falsa e a asserção II é uma proposição verdadeira.
D As asserções I e II são proposições verdadeiras e a asserção II justifica a asserção I.
E As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não justifica a asserção I.

Texto

I No período de descolonização apelam para a razão dos colonizados. Propõem a eles valores seguros [...] que é preciso apoiar-se em valores [...] bem avaliados. Ocorre porém que, quando um colonizado ouve um discurso sobre a cultura ocidental, ele saca o seu facão ou pelo menos se certifica de que o tem em seu alcance. A violência com a qual a supremacia dos valores brancos se afirmou [...], faz com que, por meio de uma justa inversão das coisas, o colonizado ria com escárnio quando esses valores são evocados diante dele. FANON, Frantz. Os condenados da terra . Rio de Janeiro: Zahar, 2022. Texto

II Duvido muito que a não violência possa ser um princípio, se entendemos por princípio uma regra consistente, passível de ser aplicada com a mesma confiança e da mesma maneira a toda e qualquer situação. [...] A pergunta pertinente, portanto, se torna: em que condições somos receptivos a essa reinvindicação, o que torna possível aceitar a reinvindicação quando ela surge, ou melhor dizendo, o que possibilita o surgimento da reivindicação. BUTLER, Judith. Quadros de guerra : quando a vida é passível de luto?. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2017. No ensino de história, o(a) professor(a), ao abordar temáticas relativas ao conceito discutido pelos textos, deve levar em consideração a

A pluralidade de perspectivas históricas, problematizando os diferentes tipos e usos da violência.
B complexidade do conceito de violência, identificando as técnicas de guerra do neocolonialismo.
C diversidade de períodos históricos, avaliando a prática da não violência como algo hegemônico.
D heterogeneidade de sujeitos históricos, citando o interesse da não violência pelos colonizados.
E desigualdade das relações étnico-raciais, enfatizando o extremismo de grupos sociais excluídos.

Sempre que, na infância, eu tentava levar as pessoas ao meu redor a fazer as coisas de outra maneira, a olhar o mundo de outra forma, usando a teoria como intervenção, como meio de desafiar o status quo, eu era castigada. Lembro-me de, ainda muito nova, tentar explicar à Mamãe por que parecia altamente injusto que o Papai, homem que quase não falava comigo, tivesse o direito de me disciplinar [...]. A resposta dela foi dizer que eu estava perdendo o juízo e precisava ser castigada com mais frequência. [...] A teoria não é intrinsicamente curativa, libertadora e revolucionária. Só cumpre essa função quando lhe pedimos que o faça e dirigimos nossa teorização para esse fim. BELL, Hooks. Ensinando a transgredir : a educação como prática de liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017. Como um(a) professor(a) de História pode utilizar a análise feita pela autora no processo de ensino-aprendizagem?

A Encorajando um pensamento crítico acerca das estruturas sociais, caracterizando as identidades como algo cristalizado.
B Favorecendo uma análise plural da história, distinguindo as relações familiares das relações de poder das sociedades.
C Viabilizando um aprendizado excessivamente teórico da história, reconhecendo a futilidade da experiência pessoal.
D Promovendo uma abordagem crítica da história, identificando a importância da construção de princípios cidadãos.
E Utilizando uma didática que atenda diferentes tipos de estudantes, uniformizando as diferentes vivências históricas.

Em um curso de engenharia que adota um modelo de ensino híbrido, onde os estudantes têm acesso a laboratórios virtuais para simular experimentos e testar teorias antes de aplicá-las fisicamente, qual das seguintes atividades melhor ilustra o uso avançado dessa metodologia de ensino?

A Os estudantes assistem a uma série de webinars conduzidos por profissionais renomados da área de engenharia.
B Os estudantes utilizam softwares de modelagem avançada para desenvolver um projeto de pesquisa de forma individual.
C A turma participa de um desafio nacional de engenharia, realizando a apresentação dos resultados de forma online.
D Os estudantes colaboram em uma plataforma de realidade virtual para projetar e testar protótipos de engenharia, integrando trabalho remoto e simulação prática.
E O professor ministra um curso intensivo de matemática avançada, preparando os estudantes para desafios futuros na engenharia.