A
afirmação dos interesses das camadas populares, na medida em que trata pedagogicamente a substituição do individualismo pela solidariedade, da cooperação em detrimento da competição, enfatizando a liberdade de expressão dos movimentos como forma de negar a dominação e a submissão do homem pelo homem.
B
manutenção da hegemonia do modo de produção vigente, considerando que não há outra história possível e que esse é o modelo de sociedade mais justo para homens e mulheres os quais, a partir de seus esforços, têm seus méritos reconhecidos.
C
reflexão dos estudantes enquanto sujeitos históricos, capazes de intervir na sociedade em busca de sua transformação para que homens e mulheres tenham seus lugares determinados na dinâmica das forças produtivas, sendo as mulheres fundamentais para a reprodução da espécie e os homens para o desenvolvimento da economia.
D
preservação da cultura erudita – cultura corporal de origem europeia –, considerando que esta é a matriz de todas as outras culturas presentes no nosso país, colonizado por séculos, a qual mantém presente sua marca na nossa formação social de maneira indelével.
E
ruptura da ordem vigente, usando-se da cultura corporal como força sinergista para a transformação das vidas dos nossos jovens, que devem ser capazes de, usando-se de sua criatividade, ocupar um mundo cada vez mais empreendedor.