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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
5 questões encontradas
A partir da Conquista de Ceuta
O expansionismo europeu, iniciado no século XV, com a expansão marítima, levou inúmeras regiões à ocupação territorial, à exploração econômica e ao domínio político. Nessa região do globo, temos dois momentos importantes: a primeira fase colonialista teve a liderança dos países ibéricos – Portugal e Espanha – seguidos de Holanda, França e Inglaterra. No século XIX, buscando especialmente matérias-primas e mercados consumidores, houve um segundo grande impulso colonialista, tendo a liderança da Inglaterra, seguida de perto por França, Bélgica e, depois, por Alemanha e Itália. (Marco A. de Moraes e Paulo S. S. Franco. Geopolítica , 2014. Adaptado.) Com impactos sociais, políticos e econômicos que perduram até os dias atuais, o processo de colonização tratado no excerto ocorreu
Njinga dizia que não queria a paz com os portugueses porque os portugueses haviam aprisionado sua irmã e não queriam libertá-la. O padre Serafim de Cortona escreveu, então, para o governador português de Angola, pedindo- -lhe que libertasse a irmã de Njinga, com o que faria grande serviço a Deus e ao rei, com a introdução “da nossa santa fé naquelas partes”. A favor da devolução, disse ainda que assim acabaria a já longa guerra e se abriria o “comércio ao resgate dos negros”. (Marina de Mello e Souza. Além do visível: Poder, Catolicismo e Comércio no Congo e em Angola (Séculos XVI e XVII), 2018. Adaptado.) O episódio é relatado pelo padre Serafim de Cortona em um documento escrito em 1658 sobre Njinga, rainha de territórios do interior da África. Para o sacerdote,
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. O tráfico atlântico vai permitir – entre os séculos XVI e XVIII – a exploração das colônias nas Américas. Os portugueses implantaram um cativeiro em São Tomé, abastecido a partir do Congo. No Novo Mundo, os escravos são direcionados a princípio para o trabalho nas plantações, principalmente de cana-de-açúcar. Um comércio triangular é implantado entre a Europa, a África e as Américas, onde circulam, de um continente a outro, quinquilharias, escravos e produtos das colônias. (Marc Ferro. A colonização explicada a todos , 2017. Adaptado.)
O equilíbrio histórico dos três séculos foi, em muitos aspectos, abalado
Texto associado
Leia o texto para responder à questão. O mundo procurado por Colombo mostrava-se esquivo. Mas outro o aguardava, um mundo de riqueza mais fácil de explorar. Na Mesoamérica e na região andina, nas terras habitadas pelos povos conhecidos como astecas e incas e em suas imediações, havia redutos de densos assentamentos e vida urbana, com os quais não se tinha contato. A incorporação do continente americano levaria a Europa a deixar de ser uma região pobre e marginal para se transformar num viveiro de hegemonias globais potenciais. (Felipe Fernández-Armesto. 1492:o ano em que o mundo começou , 2017. Adaptado.)