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De acordo com as normas nacionais e internacionais de arquivo, julgue o item subsequente. Considere que a sigla NOBRADE, sempre que utilizada, refere-se à Norma Brasileira de Descrição Arquivística. A NOBRADE prevê a existência de oito áreas e de vinte e oito elementos de descrição, o que está em consonância com as normas internacionais

A Certo
B Errado

A respeito da criação e aquisição de documentos, julgue o item a seguir. A informática foi, e continua a ser, uma das ciências que mais impactaram a criação de documentos de arquivo: ela permitiu, entre outras vantagens, a utilização dos tipos documentais.

A Certo
B Errado

Acerca do programa de gestão de documentos, julgue o item a seguir. A elaboração de instrumentos de pesquisa, como inventários e guia geral de fundos, constitui um dos procedimentos básicos para a implementação de um programa de gestão de documentos.

A Certo
B Errado

A partir dessa informação, julgue o item que se segue, a respeito da regulamentação do acesso à informação, dentro das políticas de acesso aos documentos de arquivo no TJ/AM. Endereço, número de telefone residencial e de celular, carteira funcional e passaporte de magistrados e servidores são documentos que constam do rol de informações pessoais do TJ/AM

A Certo
B Errado

Nesse contexto, e considerando os requisitos para sistemas informatizados de gestão arquivística de documentos (eArq Brasil) e de documentos e de processos judiciais (Moreq-Jus), julgue o item subsecutivo. O contracheque digital pode ser considerado um documento arquivístico estático inserido em um sistema interativo.

A Certo
B Errado

A respeito da criação e aquisição de documentos, julgue o item a seguir. Recolhimento consiste na passagem dos documentos dos arquivos correntes aos arquivos intermediários, de acordo com os prazos de guarda existentes na tabela de temporalidade.

A Certo
B Errado
Texto associado
Leia a crônica “Inconfiáveis cupins”, de Moacyr Scliar, para responder à questão. Havia um homem que odiava Van Gogh. Pintor desconhecido, pobre, atribuía todas suas frustrações ao artista holandês. Enquanto existirem no mundo aqueles horríveis girassóis, aquelas estrelas tumultuadas, aqueles ciprestes deformados, dizia, não poderei jamais dar vazão ao meu instinto criador. Decidiu mover uma guerra implacável, sem quartel, às telas de Van Gogh, onde quer que estivessem. Começaria pelas mais próximas, as do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Seu plano era de uma simplicidade diabólica. Não faria como outros destruidores de telas que entram num museu armados de facas e atiram-se às obras, tentando destruí-las; tais insanos não apenas não conseguem seu intento, como acabam na cadeia. Não, usaria um método científico, recorrendo a aliados absolutamente insuspeitados: os cupins. Deu-lhe muito trabalho, aquilo. Em primeiro lugar, era necessário treinar os cupins para que atacassem as telas de Van Gogh. Para isso, recorreu a uma técnica pavloviana. Reproduções das telas do artista, em tamanho natural, eram recobertas com uma solução açucarada. Dessa forma, os insetos aprenderam a diferenciar tais obras de outras. Mediante cruzamentos sucessivos, obteve um tipo de cupim que só queria comer Van Gogh. Para ele era repulsivo, mas para os insetos era agradável, e isso era o que importava. Conseguiu introduzir os cupins no museu e ficou à espera do que aconteceria. Sua decepção, contudo, foi enorme. Em vez de atacar as obras de arte, os cupins preferiram as vigas de sustentação do prédio, feitas de madeira absolutamente vulgar. E por isso foram detectados. O homem ficou furioso. Nem nos cupins se pode confiar, foi a sua desconsolada conclusão. É verdade que alguns insetos foram encontrados próximos a telas de Van Gogh. Mas isso não lhe serviu de consolo. Suspeitava que os sádicos cupins estivessem querendo apenas debochar dele. Cupins e Van Gogh, era tudo a mesma coisa. ( O imaginário cotidiano , 2002.)

Observa-se a elipse de um substantivo no trecho:

A “Para ele era repulsivo, mas para os insetos era agradável, e isso era o que importava” (5°parágrafo)
B “Começaria pelas mais próximas, as do Museu de Arte Moderna de São Paulo” (2°parágrafo)
C “Decidiu mover uma guerra implacável, sem quartel, às telas de Van Gogh” (2° parágrafo)
D “Seu plano era de uma simplicidade diabólica” (3° parágrafo)
E “Reproduções das telas do artista, em tamanho natural, eram recobertas com uma solução açucarada” (4° parágrafo)
Texto associado
Leia a crônica “Inconfiáveis cupins”, de Moacyr Scliar, para responder à questão. Havia um homem que odiava Van Gogh. Pintor desconhecido, pobre, atribuía todas suas frustrações ao artista holandês. Enquanto existirem no mundo aqueles horríveis girassóis, aquelas estrelas tumultuadas, aqueles ciprestes deformados, dizia, não poderei jamais dar vazão ao meu instinto criador. Decidiu mover uma guerra implacável, sem quartel, às telas de Van Gogh, onde quer que estivessem. Começaria pelas mais próximas, as do Museu de Arte Moderna de São Paulo. Seu plano era de uma simplicidade diabólica. Não faria como outros destruidores de telas que entram num museu armados de facas e atiram-se às obras, tentando destruí-las; tais insanos não apenas não conseguem seu intento, como acabam na cadeia. Não, usaria um método científico, recorrendo a aliados absolutamente insuspeitados: os cupins. Deu-lhe muito trabalho, aquilo. Em primeiro lugar, era necessário treinar os cupins para que atacassem as telas de Van Gogh. Para isso, recorreu a uma técnica pavloviana. Reproduções das telas do artista, em tamanho natural, eram recobertas com uma solução açucarada. Dessa forma, os insetos aprenderam a diferenciar tais obras de outras. Mediante cruzamentos sucessivos, obteve um tipo de cupim que só queria comer Van Gogh. Para ele era repulsivo, mas para os insetos era agradável, e isso era o que importava. Conseguiu introduzir os cupins no museu e ficou à espera do que aconteceria. Sua decepção, contudo, foi enorme. Em vez de atacar as obras de arte, os cupins preferiram as vigas de sustentação do prédio, feitas de madeira absolutamente vulgar. E por isso foram detectados. O homem ficou furioso. Nem nos cupins se pode confiar, foi a sua desconsolada conclusão. É verdade que alguns insetos foram encontrados próximos a telas de Van Gogh. Mas isso não lhe serviu de consolo. Suspeitava que os sádicos cupins estivessem querendo apenas debochar dele. Cupins e Van Gogh, era tudo a mesma coisa. ( O imaginário cotidiano , 2002.)

Tendo em vista a ordem inversa da frase, verifica-se o emprego de vírgula para separar um termo que exerce a função de sujeito em:

A “Deu-lhe muito trabalho, aquilo.” (4° parágrafo)
B “Em vez de atacar as obras de arte, os cupins preferiram as vigas de sustentação do prédio, feitas de madeira absolutamente vulgar.” (6° parágrafo)
C “Para ele era repulsivo, mas para os insetos era agradável, e isso era o que importava.” (5°parágrafo)
D “Não, usaria um método científico, recorrendo a aliados absolutamente insuspeitados: os cupins.” (3° parágrafo)
E “Para isso, recorreu a uma técnica pavloviana.” (4° parágrafo)