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Friedrich Nietzsche dedicou boa parte de sua obra ao tema da moral. Seu trabalho terminou por constituir-se, em grande medida, em uma contraposição às perspectivas kantianas acerca do tema. A respeito do pensamento moral desses dois grandes filósofos, julgue os itens a seguir. Kant e Nietzsche defendem, cada qual a seu modo, a noção de autonomia.

A Certo
B Errado

Descartes e Kant podem ser acomodados sob uma mesma tradição racionalista. Entre Descartes e Kant, porém, houve a interposição de vários importantes filósofos empiristas. O aparecimento desses filósofos empiristas implicou em inúmeras alterações, por Kant, da filosofia cartesiana. Com relação às alterações feitas ou não por Kant com respeito à filosofia cartesiana, julgue os itens subsequentes. Assim como Descartes, Kant usa o método dedutivo para chegar às suas conclusões acerca do entendimento humano, de suas capacidades e alcances.

A Certo
B Errado

Com base nas teorias filosóficas, julgue os itens a seguir. Segundo Durkheim, não há relação direta entre a causa de um fenômeno e a função dele na sociedade, uma vez que se torna necessário investigar a causa que o produz e a função que ele desempenha.

A Certo
B Errado

É na Grécia clássica que a tradição cultural ocidental estabelece a origem da linguagem conceitual, onde uma nova forma de falar constitui-se em oposição à forma originária que comunicava por metáforas situações vividas pelo narrador. Essa nova forma de falar descreve e demonstra o pensamento entendedor das coisas: as propriedades destas são pensadas analiticamente como existindo sem nenhuma dependência dos processos emocionais de quem as compreende. As duas formas de linguagens, mencionadas no parágrafo acima, são

A senso-comum e bom-senso.
B teologia e ciência.
C mythos e logos.
D linguagem popular e linguagem erudita.
E religião e filosofia.

Com relação a se ter uma organização do plano de ensino de filosofia para o ensino médio ou centrado na história da filosofia, ou tendo como foco temas a serem, de alguma maneira, definidos pelo professor, Lídia Maria Rodrigo afirma que ?não é obrigatória a opção por uma dessas alternativas, havendo possibilidade de mesclá-las em um programa composto por uma parte histórica e outra temática?. (2009, p. 53). Pensando assim ela diz ser favorável à organização do plano de ensino de filosofia que tenha a história da filosofia não como centro e sim como referencial. Tomando por base suas afirmações, pode-se dizer que esta autora:

A descarta totalmente a presença da produção dos filósofos ocorrida ao longo da história.
B afirma ser a opção por se organizar a programação do ensino de filosofia no ensino médio aquela que tenha unicamente por base as temáticas filosóficas.
C propõe uma organização do plano de ensino de filosofia que não descarta a história da filosofia e sim que a tenha como referencial.
D indica que o professor jamais poderia ter com alternativa organizar seu plano de ensino de filosofia tendo como centro a história da filosofia.
E sugere que a história da filosofia seja o referencial para os temas a serem trabalhados nas salas de filosofia.