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O professor Antônio está preocupado com sua turma do 8° ano. Ele entende que seus alunos estão demasiadamente competitivos e ele utiliza muitos jogos em suas aulas, mas está na dúvida de como agir para reduzir a competividade dos seus alunos. Assinale a alternativa que apresenta ideias corretas para diminuir a competitividade, de acordo com Soler

( 2006 ).

A Evitar jogos que busquem a eliminação e parar o jogo sempre que necessário, para discutir com o grupo que joga.
B Trabalhar com jogos cooperativos e valorizar mais o resultado do que o processo.
C Deixar que os alunos formem as equipes e permitir que as lideranças se estabeleçam.
D Preferir jogos competitivos e estabelecer regras claras com punições proporcionais.
E Propor mais jogos individuais e dar menor valor aos jogos coletivos.

De acordo com Barbosa

( 2006 ), em Por amor e por força: Rotinas na Educaç ão Infantil, as rotinas na Educação Infantil devem

A manter uma rotina estruturada e imutável, com foco na disciplina das crianças.
B buscar uma organização que priorize a eficiência das atividades da professora.
C ser flexíveis, considerando as necessidades e interesses das crianças.
D estabelecer horários rigorosos nas atividades, desconsiderando as circunstâncias do momento.
E reforçar o tempo dedicado às atividades pedagógicas, diminuindo o espaço para brincadeiras.

Segundo o texto de Barbosa

( 2009 ), na obra Práticas Cotidianas na Educação Infantil , uma prática cotidiana de qualidade é aquela que

A valoriza o currículo estruturado e padronizado em detrimento das condições do grupo.
B organiza atividades pensando nas necessidades e nos interesses reais das crianças.
C foca o processo de instrução de conteúdo acadêmico de maneira direta.
D restringe a interação entre o grupo, visando manter a disciplina e o controle durante as atividades.
E direciona o planejamento curricular para atender às demandas e preferências dos professores.

De acordo com Derdyk

( 2020 ), em Formas de pensar o desenho: Desenvolvimento do grafismo infantil , o desenho na infância deve ser compreendido como

A uma reprodução de padrões e modelos sugeridos pelos adultos, sem espaço para a criatividade da criança.
B um processo técnico e desprovido de conexão com as experiências vividas pela criança.
C um passo necessário para o desenvolvimento de habilidades formais de escrita, sem relevância para outras áreas de aprendizagem.
D uma forma de expressão que reflete significativamente o pensamento, a linguagem e a visão de mundo da criança.
E uma manifestação artística que deve ser julgada com base em padrões estéticos e de qualidade definidos pelos adultos.

No livro As cem linguagens da criança

( 2015 ), Edwards, Gandini e Forman destacam que a abordagem de Reggio Emília valoriza

A a uniformização das atividades para garantir a igualdade de resultados.
B a separação entre corpo e mente no processo de aprendizagem.
C o foco que a linguagem verbal tem como meio de aprendizagem.
D a eliminação do brincar espontâneo em favor de atividades dirigidas.
E a multiplicidade de formas de expressão e comunicação das crianças.

Segundo Finco, Barbosa e Faria

( 2015 ), no livro Campos de experiências na escola da infância , a proposta dos campos de experiências na Educação Infantil busca

A agrupar as crianças com base em seu desempenho acadêmico, visando a mais interação e direcionamento do aprendizado.
B substituir as atividades espontâneas por uma abordagem mais rigorosa e estruturada com o fim de garantir o aprendizado.
C organizar as atividades pedagógicas a partir de experiências significativas, considerando os saberes das crianças.
D pautar o currículo da Educação Infantil pelo ensino de conteúdos formais de leitura e escrita e as múltiplas linguagens.
E assegurar que todas as crianças aprendam os mesmos conteúdos, desconsiderando as especificidades no aprendizado.

De acordo com Formosinho

( 2007 ), em Pedagogia(s) da infância: dialogando com o passado: construindo o futuro , a pedagogia da infância deve ser baseada

A na preparação das crianças para se ajustarem rapidamente às normas sociais e exigências da vida adulta.
B na continuidade dos métodos tradicionais de ensino, sem considerar abordagens mais contemporâneas.
C na introdução de conteúdos acadêmicos formais desde os primeiros momentos da educação infantil.
D no entendimento da criança como um agente ativo de seu próprio aprendizado, respeitando sua cultura e experiências.
E na implementação de um currículo único, que desconsidera as diferentes realidades e contextos das crianças.

No livro Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação

( 2009 ), organizado por Kishimoto, o brincar, na Educação Infantil, é compreendido como

A uma prática de entretenimento sem implicações educativas significativas.
B uma atividade secundária, usada para ocupar as crianças durante momentos de lazer.
C uma forma de aprendizagem a ser substituída por métodos mais formais e estruturados.
D um direito essencial da criança para o seu desenvolvimento nas áreas cognitiva, social e emocional.
E uma fase transitória do comportamento infantil a ser superada para avanços na aprendizagem.

De acordo com Mello, Barbosa e Faria

( 2017 ), em Documentação Pedagógica: teoria e prática , a documentação pedagógica, na Educação Infantil, tem como objetivo principal

A registrar atividades de forma sistemática, com foco na organização administrativa da escola.
B monitorar de maneira contínua e detalhada o comportamento das crianças durante as atividades.
C selecionar e exibir os melhores trabalhos das crianças como uma forma de avaliação final.
D aplicar avaliações padronizadas para medir o desempenho das crianças em diferentes áreas.
E tornar visível o processo de aprendizagem das crianças, favorecendo a reflexão pedagógica.

No texto de Mello e Singulani

( 2014 ) sobre a abordagem Pikler-Lóczy, a criança pequenininha é vista nas relações como

A alguém que, mesmo nos primeiros meses, demonstra iniciativa e estabelece vínculos com o ambiente e as pessoas ao redor.
B um indivíduo que responde efetivamente a estímulos externos, sem demonstrar intenção nas interações.
C uma criança que depende quase globalmente do adulto, inclusive para iniciar qualquer tipo de relação.
D alguém que ainda não desenvolveu capacidade social suficiente para estabelecer vínculos significativos.
E um sujeito que precisa ser conduzido precocemente à autonomia, com foco em acelerar sua independência.