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A equipe de planejamento da SEPLAG está desenvolvendo um painel de acompanhamento de despesas públicas no Power BI, utilizando dados extraídos do sistema financeiro do órgão. O processo envolve a carga de dados em um Data Warehouse, seguido da criação de medidas e visualizações no Power BI. Durante a modelagem, uma Gestora criou a seguinte medida DAX ( Data Analysis Expressions ):

TotalDespesas = SUM(fato_despesas [valor_total])

Em seguida, ela adicionou um gráfico de colunas com os campos dim_orgao[nome_orgao] no eixo e TotalDespesas como valor. Ao aplicar um filtro de ano na página, o gráfico se atualiza automaticamente.

Com base nos conceitos sobre ETL e Power Bl envolvidos neste cenário,

A consultas que utilizam MDX ( Multidimensional Data Expressions ) são mais fáceis de serem escritas e mais eficientes do que consultas criadas com DAХ.
B a medida criada com DAX é calculada durante a carga de dados no Power BI, o que garante que os valores estejam prontos antes da visualização.
C o processo de transformação dos dados no modelo ELT ocorre antes da extração, permitindo que os dados sejam filtrados na origem.
D o uso de filtros visuais no Power BI não altera os resultados das medidas, pois elas ficam fixas após a modelagem.
E a medida DAX é avaliada no momento da visualização, respeitando o contexto dos filtros aplicados, como ano e órgão.
Órgão: Concurso Público Unificado de Pernambuco Cargo: Gestor Governamental - Área: Planejamento, Orçamento e Gestão Prova: FCC - CPU - PE - Gestor Governamental - Área: Planejamento, Orçamento e Gestão - 2026

Uma Secretaria da Fazenda verificou que 05 acessos às declarações de contribuintes são registrados na mesma tabela de negócio, podem ser alterados por DBAs e que registros antigos são apagados para liberar espaço. A fiscalização pediu um redesenho que aumente a integridade e a rastreabilidade dos acessos às declarações, sem prejudicar a disponibilidade do sistema. Nesse cenário, o redesign que atente à exigência de integridade e rastreabilidade forte é

A restringir permissões de administrador a um grupo menor de DBAs e habilitar a auditoria nativa do SGBD apenas para eventos considerados críticos, mantendo o registro dos acessos às declarações na mesma tabela de negócio, com controles de acesso baseados em perfis e funções.
B configurar rotina de limpeza automática que exclua periodicamente os logs mais antigos, combinada com políticas de backup e restauração do banco, garantindo que o volume de dados de auditoria permaneça reduzido e o banco responda mais rapidamente às consultas de produção.
C implementar trilhas de auditoria imutáveis e apenas de inclusão ( append-only ), com registros assinados digitalmente e horário sincronizado, armazenadas em repositório segregado do banco transacional.
D consolidar dados de negócio e logs em uma única tabela particionada por período, ampliando a capacidade de armazenamento e aplicando triggers para impedir alterações manuais diretas, mantendo, porém, todos os registros no mesmo esquema lógico utilizado pelas transações operacionais.
E implementar um job diário que exporta os logs para arquivo externo assinado digitalmente em servidor de arquivos dedicado, removendo em seguida os registros antigos da base transacional para otimizar desempenho e liberar espaço em disco no banco de dados principal.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026

Determinada Secretaria da Fazenda implementou um sistema de IA para classificar automaticamente declarações fiscais quanto ão risco de irregularidade. Após seis meses de operação, auditores identificaram que o modelo estava atribuindo pontuações de risco sistemalicamente mais altas para empresas de selores específicos, mesmo quando os indicadores financeiros eram similares aos de outros setores com pontuações menores. A análise técnica revelou que a base de dados histórica utilizada no treinamento continha proporcionalmente mais autuações em determinados setores devido a fiscalizações direcionadas realizadas no passado, e não necessariamente por maior incidência real de irregularidades. O modelo aprendeu e perpetuou esse padrão desproporcional. O problema de governança e ética em IA que estã caracterizado nessa siluação é:

A Violação de privacidade, pois o modelo estã acessando dados sensíveis dos contribuintes sem autorização legal e utilizando informações protegidas pela legislação tributária para treinamento.
B Falta de explicabilidade, pois à sistema não consegue fornecer justificativas compreensíveis sobre os motivos que levaram à classificação de risco de cada declaração fiscal individual.
C Viés algorítmico, pois o modelo reproduz desproporções presentes nos dados de treinamento, gerando discriminação sistemática contra determinados grupos sem justificativa técnica objetiva.
D Alucinação do modelo, pois o sistema está gerando classificações de risco fictícias que não correspondem aos dados reais inseridos pelos contribuintes nas declarações fiscais.
E Falta de transparência, pois os contribuintes e auditores não têm acesso aos critérios e variáveis utilizados pelo algoritmo para calcular as pontuações de risco atribuídas.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda estadual pretende usar um sistema de IA para ranquear contribuintes por risco de sonegação, priorizando autos de infração e fiscalizações. A equipe jurídica alerta que diretrizes de governança em IA enfatizam transparência, explicabilidade e prestação de contas nas decisões automatizadas. Em termos de desenho do sistema e de governança, a medida mais adequada para alinhar o ranqueador de risco fiscal a esses princípios é

A estabelecer como requisito principal a comprovação de acurácia histórica do modelo e de robustez do ambiente de dados, tratando os detalhes dos critérios de decisão como informação técnica interna restrita à equipe de modelagem.
B publicar o código-fonte do modelo e dos scripts de treinamento no portal da transparência, entendendo que o acesso público a esse código atende às demandas de transparência sobre o funcionamento do ranqueador.
C documentar modelo e dados ( model card , variáveis de risco, limitações), manter logs das decisões automatizadas e fornecer explicações compreensíveis para auditores e resumos explicativos aos contribuintes afetados.
D manter o modelo como “caixa-preta” para preservar segredo industrial e reduzir o risco de manipulação pelos contribuintes, complementando essa abordagem com uma nota institucional informando que algoritmos de IA são utilizados na seleção de contribuintes.
E concentrar a responsabilidade pela explicabilidade na área de TI, que poderá responder às demandas apresentando consultas SOL, logs técnicos e descrições das regras lógicas, recorrendo à área tributária ou de gestão de riscos somente em situações excepcionais.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está modernizando seus sistemas de gestão tributária (arrecadação, inteligência fiscal, certidões e fiscalização móvel) e percebe que muitas iniciativas de TI têm sido planejadas de forma isolada, sem conexão clara com os objetivos estratégicos de aumento da arrecadação, integração de dados e transparência ao contribuinte. Para garantir que os investimentos em tecnologia apoiem efetivamente as metas institucionais e gerem valor público, a equipe de govemança de TI deve promover o alinhamento estratégico entre TI e negócio,

A implementando planos de Tl com foco em automação de processos internos, deixando que as áreas finalísticas (arrecadação, fiscalização, atendimento) definam suas próprias prioridades de negócio sem influência direta da TI, para não restringir a agilidade operacional.
B priorizando um conjunto completo de upgrades tecnológicos em todos os sistemas legados, independentemente de outros aspectos, para garantir que a Infraestrutura esteja sempre atualizada.
C estabelecendo mecanismos de governança em que a TI participe ativamente do planejamento estratégico da Secretaria, entenda a realidade do negócio e integre objetivos de negócio e objetivos tecnológicos, assegurando que projetos, métricas e recursos estejam orientados à criação de valor institucional e à consecução das metas organizacionais.
D delegando à consultoria externa a definição das prioridades dos projetos de TI, baseando-se em benchmarks de outras Secretarias da Fazenda, visando a otimizar e agilizar o processo.
E adotando uma política de projetos de tecnologia que priorize a implementação de todas as funcionalidades solicitadas pelas áreas de negócio mantendo a revisão estratégica para período posterior, para atender rapidamente às demandas internas e aumentar a sensação de atendimento ágil ao público interno.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está contratando solução de software para processamento de declarações fiscais com volume estimado de 2 milhões de declarações anuais. Durante a execução do contrato de 36 meses, identifica-se que o fornecedor não atende aos níveis de serviço pactuados: sistema apresenta indisponibilidade em períodos de pico (30% acima do limite), tempo de resposta para correção de erros críticos excede o acordado e a equipe técnica do fornecedor demonstra conhecimento insuficiente sobre legislação tributária estadual, gerando parametrizações incorretas. O fiscal do contrato registrou todas as ocorrências, aplicou as sanções contratuais previstas e notificou formalmente o fornecedor em três oportunidades nos últimos e meses. Considerando a Lei n.º 14.133/2021 e princípios de gestão de riscos em contratações públicas, a medida mais adequada nesse cenário é

A aceitar as não conformidades até o final da vigência contratual, de acordo com o estabelecido no Art. 137 da Lei, desde que o fornecedor pague as multas aplicadas, pois rescisão antecipada demanda justificativa complexa e pode gerar questionamentos dos órgãos de controle sobre o planejamento inadequado da contratação.
B realizar aditivo contratual contemporizando as exigências técnicas de disponibilidade e tempo de atendimento a níveis plausíveis que o fornecedor consiga entregar, ajustando proporcionalmente o valor contratual para refletir o nível de serviço efetivamente prestado.
C manter o contrato vigente e contratar emergencialmente outro fornecedor para prestar o serviço de forma paralela durante períodos críticos, observando a proporcionalidade dos valores contratuais.
D solicitar ao fornecedor a elaboração de plano de recuperação com prazos definidos, em conformidade com o Art. 15 da Lei, e suspender temporariamente a aplicação de novas sanções durante o período de adequação, antes de decidir pela rescisão contratual.
E avaliar a caracterização de inexecução parcial do contrato conforme estabelece o Art. 137 da Lei, considerar riscos de continuidade versus rescisão, documentar impactos operacionais ao serviço público, rescindir o contrato se a inadequação persistir após notificações e iniciar nova contratação emergencial respeitando limites legais.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria Fazendária de um estado está desenvolvendo um novo painel web para que empresas consultem a situação de seus débitos tributários. Durante os testes, auditores notam que, ao carregar a página, a tabela que exibe os tributos aparece inicialmente desformatada, exibindo valores sobrepostos e colunas desalinhadas, mas após 1 segundo a aparência se corrige automaticamente. O desenvolvedor explica que está havendo Flash Of Unstyled Content (FOUC). Para corrigir o problema, garantindo que a tabela sempre apareça formatada desde o início, a solução mais adequada é

A incluir o CSS crítico diretamente no da página usando
B mover todo o CSS para um arquivo carregado via @Gimport dentro de um arquivo CSS principal, para reduzir o tempo de renderização inicial,
C usar JavaScript para ocultar a tabela até que o evento window.onload seja disparado, exibindo-a somente quando todos os recursos forem carregados.
D transformar toda a tabela em elementos ou com display : table , pols esses elementos renderizam mais rápido que tabelas tradicionais.
E definir a propriedade visibility: hidden no é torná-lo visível apenas após o carregamento de todas as regras de estilo, incluindo da tabela.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Um órgão fazendário expõe, por meio de uma API REST, dados de notas fiscais eletrônicas para outros sistemas estaduais. Em picos de uso, algumas requisições retornam informações inconsistentes porque o processamento interno ainda está em execução de forma assíncrona. Nesse cenário, a estratégia de projeto REST adequada para garantir consistência das respostas sem bloquear o processamento da operação é

A responder 200 ok com payload indicando processamento pendente, mantendo a consulta ao mesmo endpoint .
B executar todo o processamento da NF-e de forma síncrona antes de responder, garantindo resposta somente quando o dado estiver concluído.
C utilizar 206 Fartial Content para devolver versões intermediárias da NF-e enquanto o processamento é concluido.
D retornar 202 Accepted para operações assíncronas e informar, no cabeçalho Location , um endpoint para consulta do status ou resultado.
E responder com 201 created para operações longas e orientar o cliente a aguardar nova consulta ao mesmo endpoint para obter o resultado.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Um auditor interno de uma Secretaria da Fazenda está conduzindo uma avaliação de riscos de segurança da informação nos sistemas críticos de arrecadação. Para priorizar os esforços de tratamento e alocar recursos de forma eficiente, ele decide utilizar uma Matriz de Risco, que combina os níveis de probabilidade (Baixa, Média, Alta) e impacto (Baixo, Médio, Alto, Crítico) para determinar a magnitude do risco. Em sua análise, ele identificou dois riscos específicos:

- Risco A: Possibilidade de um funcionário, por descuido, enviar um arquivo contendo dados fiscais sigilosos por e-mail pessoal. O auditor estima que a probabilidade de isso ocorrer é alta, mas, considerando os controles atuais de monitoramento de rede e DLP, o impacto financeiro e reputacional seria Baixo se detectado rapidamente.

-Risco B: Possibilidade de um ataque de ransomware direcionado a explorar uma vulnerabilidade não corrigida no servidor principal do sistema de impostos. A probabilidade é estimada como média, mas o impacto seria crítico.

Com base na metodologia de matriz de risco, a ação de tratamento prioritária que o auditor deve recomendar com base na análise dos Riscos A e B é:

A Ambos os riscos têm a mesma prioridade, pois a matriz classifica riscos apenas pela probabilidade, que é Alta no Risco A e Média no Risco B, tornando o Risco A mais urgente.
B O Risco A deve ser tratado primeiro, pois uma probabilidade Alta sempre representa um perigo mais iminente, independentemente do impacto.
C O Risco B deve ser tratado primeiro, pois, em uma matriz, um risco com impacto Crítico, mesmo com probabilidade Média, é prioritário.
D Nenhum dos riscos precisa de ação imediata. O Risco A tem impacto Baixo e o Risco B tem probabilidade Média, portanto, ambos podem ser aceitos sem lralamento.
E A prioridade só pode ser definida após a implementação de novos controles para ambos, devendo o auditor aguardar uma nova medição.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Um Ministério Público decidiu modernizar seu sistema de acompanhamento processual, que antes era totalmente manual. No novo cenário, os promotores e funcionários utilizam um aplicativo desktop (desenvolvido em C#) instalado em seus computadores para consultar processos, registrar manifestações e emitir relatórios. Esse aplicativo cliente conecta-se diretamente a um servidor de aplicação no back-end , por meio de chamadas remotas ( REST ), para executar operações como “consultar andamento processual”, “protocolar manifestação” e “emitir relatórios estatísticos”. O servidor de aplicação, por sua vez, organiza suas funções em camadas internas (serviços, regras de negócio e acesso a dados) e conecta-se a um banco de dados centralizado, que armazena todos os processos sob responsabilidade da instituição. Nesse cenário,

A se futuramente parte das funcionalidades (por exemplo, gestão de manifestações ou relatórios estatísticos) for extraída para serviços independentes, a arquitetura migrará necessariamente para um modelo de microsserviços.
B por se tratar de uma arquitetura distribuída, os desenvolvedores não podem aplicar conceitos de orientação a objetos como encapsulamento, herança ou polimorfismo no código do servidor ou do cliente.
C esse desenho arquitetural caracteriza um modelo de cliente gordo em duas camadas, pois grande parte da lógica processual está implementada diretamente no aplicativo desktop utilizado pelos promotores.
D devido ao fato de o servidor de aplicação já possuir camadas internas de serviços, regras de negócio e acesso a dados, essa arquitetura já deve ser considerada totalmente orientada a serviços (SOA).
E uma desvantagem da arquitetura é que os aplicativos dos promotores e funcionários precisam ser atualizados sempre que houver mudanças relevantes nas operações do servidor, para manter compatibilidade.
Órgão: Ministério Público de Sergipe Cargo: Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento Prova: FCC - MPE SE - Analista do Ministério Público - Área: Tecnologia da Informação: Desenvolvimento - 2026