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Texto CB4A1-I Existem desde previsões de que a inteligência artificial (IA) substituirá os seres humanos e eliminará uma lista de profissões até alegações de que ela contribuirá para “o uso humano dos seres humanos” (parafraseando-se o subtítulo do livro de 1954 do matemático considerado fundador da cibernética, Norbert Wiener), liberando-os para usarem melhor o tempo enquanto assume as tarefas repetitivas. Um grupo de pesquisadores de diversos países produziu a publicação Inteligência Liberada — um argumento para a IA na educação, para demonstrar os benefícios da IA para a educação. É importante, nesse ponto, definir o que é a IA aplicada na educação — algo que vem sendo estudado no meio acadêmico há mais de três décadas. Para os autores da publicação mencionada, IA corresponde a “sistemas de computador que foram projetados para interagir com o mundo por meio de capacidades (por exemplo, percepção visual e reconhecimento de fala) e comportamentos inteligentes (por exemplo, avaliar as informações disponíveis e, em seguida, tomar a ação mais sensata para atingir um objetivo declarado) que seriam considerados essencialmente humanos”. Um dos objetivos do uso da IA na educação é abrir a chamada “caixa-preta do aprendizado”, ou, em outras palavras, contribuir para uma compreensão mais profunda e detalhada de como o aprendizado realmente acontece (por exemplo, como é influenciado pelo contexto socioeconômico e físico dos alunos ou por tecnologia). Nesse contexto, a IA na educação oferece a possibilidade de uma aprendizagem mais personalizada, flexível, inclusiva e envolvente. Além disso, as ferramentas fornecem informações não apenas sobre o que está sendo aprendido, mas também como está sendo aprendido e como os alunos estão se sentindo. Ainda, a IA pode ajudar os professores a criar ambientes de aprendizagem colaborativa e a atender as necessidades de seus alunos por meio de técnicas de mineração de dados educacionais para “rastrear” o comportamento dos alunos. Internet: (com adaptações).

A respeito do texto CB4A1-I e das ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue. O texto é, essencialmente, informativo.

A Certo
B Errado
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Texto CB4A1-I Existem desde previsões de que a inteligência artificial (IA) substituirá os seres humanos e eliminará uma lista de profissões até alegações de que ela contribuirá para “o uso humano dos seres humanos” (parafraseando-se o subtítulo do livro de 1954 do matemático considerado fundador da cibernética, Norbert Wiener), liberando-os para usarem melhor o tempo enquanto assume as tarefas repetitivas. Um grupo de pesquisadores de diversos países produziu a publicação Inteligência Liberada — um argumento para a IA na educação, para demonstrar os benefícios da IA para a educação. É importante, nesse ponto, definir o que é a IA aplicada na educação — algo que vem sendo estudado no meio acadêmico há mais de três décadas. Para os autores da publicação mencionada, IA corresponde a “sistemas de computador que foram projetados para interagir com o mundo por meio de capacidades (por exemplo, percepção visual e reconhecimento de fala) e comportamentos inteligentes (por exemplo, avaliar as informações disponíveis e, em seguida, tomar a ação mais sensata para atingir um objetivo declarado) que seriam considerados essencialmente humanos”. Um dos objetivos do uso da IA na educação é abrir a chamada “caixa-preta do aprendizado”, ou, em outras palavras, contribuir para uma compreensão mais profunda e detalhada de como o aprendizado realmente acontece (por exemplo, como é influenciado pelo contexto socioeconômico e físico dos alunos ou por tecnologia). Nesse contexto, a IA na educação oferece a possibilidade de uma aprendizagem mais personalizada, flexível, inclusiva e envolvente. Além disso, as ferramentas fornecem informações não apenas sobre o que está sendo aprendido, mas também como está sendo aprendido e como os alunos estão se sentindo. Ainda, a IA pode ajudar os professores a criar ambientes de aprendizagem colaborativa e a atender as necessidades de seus alunos por meio de técnicas de mineração de dados educacionais para “rastrear” o comportamento dos alunos. Internet: (com adaptações).

A respeito do texto CB4A1-I e das ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue. O primeiro período do texto é desenvolvido com base na suposição de dois cenários extremos: em um deles, os seres humanos são substituídos pela IA; em outro, as características humanas dos seres humanos são destacadas.

A Certo
B Errado
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Texto CB4A1-I Existem desde previsões de que a inteligência artificial (IA) substituirá os seres humanos e eliminará uma lista de profissões até alegações de que ela contribuirá para “o uso humano dos seres humanos” (parafraseando-se o subtítulo do livro de 1954 do matemático considerado fundador da cibernética, Norbert Wiener), liberando-os para usarem melhor o tempo enquanto assume as tarefas repetitivas. Um grupo de pesquisadores de diversos países produziu a publicação Inteligência Liberada — um argumento para a IA na educação, para demonstrar os benefícios da IA para a educação. É importante, nesse ponto, definir o que é a IA aplicada na educação — algo que vem sendo estudado no meio acadêmico há mais de três décadas. Para os autores da publicação mencionada, IA corresponde a “sistemas de computador que foram projetados para interagir com o mundo por meio de capacidades (por exemplo, percepção visual e reconhecimento de fala) e comportamentos inteligentes (por exemplo, avaliar as informações disponíveis e, em seguida, tomar a ação mais sensata para atingir um objetivo declarado) que seriam considerados essencialmente humanos”. Um dos objetivos do uso da IA na educação é abrir a chamada “caixa-preta do aprendizado”, ou, em outras palavras, contribuir para uma compreensão mais profunda e detalhada de como o aprendizado realmente acontece (por exemplo, como é influenciado pelo contexto socioeconômico e físico dos alunos ou por tecnologia). Nesse contexto, a IA na educação oferece a possibilidade de uma aprendizagem mais personalizada, flexível, inclusiva e envolvente. Além disso, as ferramentas fornecem informações não apenas sobre o que está sendo aprendido, mas também como está sendo aprendido e como os alunos estão se sentindo. Ainda, a IA pode ajudar os professores a criar ambientes de aprendizagem colaborativa e a atender as necessidades de seus alunos por meio de técnicas de mineração de dados educacionais para “rastrear” o comportamento dos alunos. Internet: (com adaptações).

A respeito do texto CB4A1-I e das ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue. Segundo o texto, o contexto socioeconômico e físico dos alunos é o principal fator que influencia seu aprendizado.

A Certo
B Errado
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Texto CB1A1-I O aforismo “o cliente sempre tem razão” é bastante conhecido e muito citado como argumento econômico. Justifica-se para manter a fidelidade dos consumidores a marcas e a lojas a fim de evitar que a insatisfação individual se torne uma indesejada propaganda negativa. Será que, sob a ótica jurídica, a afirmativa corresponde à realidade? Não! O cliente (consumidor) só tem razão quando o direito, a lei, lhe dá amparo. Invariavelmente, baseando-se em critério pessoal do que seria justo como solução para problema de consumo, o consumidor realmente acredita que possui o direito que alega e, dentro da sua lógica, passa a exigir determinado comportamento do fornecedor. A expressão direito do consumidor tem sentido de conjunto de normas que regulam as relações entre consumidores e fornecedores; não significa necessariamente que o consumidor tem sempre direito de exigir a satisfação dos seus interesses. Para ilustrar, cite-se o exemplo, recorrente, de uma pessoa que acredita poder, em qualquer circunstância, trocar um produto que acabou de adquirir simplesmente porque, chegando em casa, percebeu que não era exatamente aquilo que queria, preferia de outra cor ou até haver gastado o dinheiro com algo mais interessante. Para a lei, a troca ou devolução do dinheiro pago só é possível em situações bem concretas: promessa do vendedor de trocar ou devolver o dinheiro (art. 30 do Código de Defesa do Consumidor); vício do produto (art. 18); compra fora do estabelecimento físico (art. 49). Daí a importância de que toda pessoa tenha uma noção básica de quais são os seus direitos e de como exigir a sua observância. Como é possível exigir respeito a sua condição de consumidor se não houver uma consciência mínima dos direitos? Leonardo Bessa. O cliente – nem sempre – tem razão! In: Metrópoles. 20/06/2024. Internet: (com adaptações).FimDoTexto

A respeito das ideias veiculadas no texto CB1A1-I, julgue o item subsequente. O direito do consumidor é um conjunto de normas que regulamenta, entre outras ações, o comportamento do fornecedor conforme os anseios e desejos dos consumidores.

A Certo
B Errado
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Texto CB1A1-II A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros, heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas com enredo, personagens ou ambientes inventados. Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a busca pela verdade e a publicização das informações com precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria ferindo um de seus princípios mais fundamentais. Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz referência a personagens ou a ações que só existem na imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das possíveis maneiras de se representar o real. Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma representação, será uma construção da mente de uma pessoa. Logo, será uma ficção. Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção. In: Ciência Hoje, outubro de 2024. Internet: (com adaptações). FimDoTexto

Julgue o item a seguir com base nas ideias apresentadas no texto CB1A1-

II. No último parágrafo do texto, o autor conclui que, sendo a ficção uma representação da realidade, o relato de uma situação passada caracteriza-se como ficção.

A Certo
B Errado
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Texto CB1A1-II A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros, heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas com enredo, personagens ou ambientes inventados. Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a busca pela verdade e a publicização das informações com precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria ferindo um de seus princípios mais fundamentais. Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz referência a personagens ou a ações que só existem na imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das possíveis maneiras de se representar o real. Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma representação, será uma construção da mente de uma pessoa. Logo, será uma ficção. Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção. In: Ciência Hoje, outubro de 2024. Internet: (com adaptações). FimDoTexto

Julgue o item a seguir com base nas ideias apresentadas no texto CB1A1-

II. A ficção é um tipo de discurso por meio do qual se apreende o real, atualizando-o por meio de palavras.

A Certo
B Errado
Texto associado
Texto CB1A1-II A palavra ficção nos remete a histórias inventadas (total ou parcialmente). Pode ser uma fantasia, que envolva monstros, heróis ou fantasmas, pode ser uma ficção científica, que envolva tecnologias que vão muito além daquelas que existem hoje, e também pode ser um romance comum, totalmente realista, mas com enredo, personagens ou ambientes inventados. Dessa forma, uma matéria jornalística jamais poderia ser considerada ficcional, já que um dos pilares do jornalismo é a busca pela verdade e a publicização das informações com precisão e veracidade. Um jornal que noticiasse ficções estaria ferindo um de seus princípios mais fundamentais. Apesar de essa definição de ficção ser bem popular, os críticos e teóricos de cinema franceses Jacques Aumont e Michel Marie afirmam que a ficção é uma forma de discurso que faz referência a personagens ou a ações que só existem na imaginação daquele que a escreve ou lê. Segundo eles, a ficção não é uma mentira, mas um simulacro da realidade, uma das possíveis maneiras de se representar o real. Assim, podemos dizer que todo relato é uma tentativa de representar a realidade por meio de palavras. Um relato de um acontecimento não é o próprio acontecimento em si. Os fatos ficam no passado, depois que acontecem. Qualquer tentativa de retomá-los no presente, por meio de uma história, será uma representação, será uma construção da mente de uma pessoa. Logo, será uma ficção. Lucia Mascarenhas de Miranda. A fronteira entre fato e ficção. In: Ciência Hoje, outubro de 2024. Internet: (com adaptações). FimDoTexto

Julgue o item a seguir com base nas ideias apresentadas no texto CB1A1-

II. De acordo com o texto, dada a natureza do jornalismo, matérias jornalísticas de natureza ficcional são inconcebíveis considerando-se a definição popular de ficção.

A Certo
B Errado
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Uso excessivo de celular pode causar falsa miopia 01 Inúmeros problemas estão _______ ao uso excessivo do celular e do computador, 02 incluindo doenças oculares. Não por acaso é comum sentir a vista embaçada após horas de 03 _______ à tela do celular. E esse é o principal sintoma da chamada falsa miopia. 04 O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica a condição. 05 “Isso ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens 06 próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e, 07 para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”. 08 Segundo o especialista, pessoas com hipermetropia são mais su...etíveis a essa disfunção 09 já que a falsa miopia se caracteriza por um tipo de dificuldade de enxergar de perto. 10 Dessa forma, para focar imagens próximas, o hipermetrope faz um esforço exagerado e 11 pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece 12 focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impre...ão de miopia”, comenta 13 o oftalmologista. 14 Contudo, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de 15 fato. Crianças, por outro lado, com a visão em formação, têm quase o dobro de chances de 16 desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia 17 verdadeira. 18 A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com 19 que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe. 20 Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes. Na verdadeira 21 miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras a laser, pois se 22 trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios 23 visuais e até óculos para perto. 24 Além disso, alguns cuidados, como dar pausas no computador a cada hora, manter a tela 25 do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução e 26 piscar mais vezes, são indispensáveis. (Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/uso-excessivo-de-celular-pode-causar-falsa-miopia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Com base nas informações expostas pelo texto, assinale a alternativa correta .

A O músculo ciliar localiza-se dentro do olho.
B A falsa miopia acontece quando o olho é mais longo do que o normal.
C Pessoas com hipermetropia possuem uma proteção natural à falsa miopia.
D Para focalizar imagens de longe, o músculo ciliar necessita estar contraído.
E A pessoa com hipermetropia não faz muito esforço para focar imagens próximas.
Texto associado
Uso excessivo de celular pode causar falsa miopia 01 Inúmeros problemas estão _______ ao uso excessivo do celular e do computador, 02 incluindo doenças oculares. Não por acaso é comum sentir a vista embaçada após horas de 03 _______ à tela do celular. E esse é o principal sintoma da chamada falsa miopia. 04 O oftalmologista Hilton Medeiros, da Clínica de Olhos Dr. João Eugenio, explica a condição. 05 “Isso ocorre porque um músculo dentro do olho, chamado ciliar, se contrai para focalizar imagens 06 próximas, esforçando-se para encontrar o foco. Com o esforço constante, ele entra em fadiga e, 07 para conseguir focalizar as imagens de longe, este músculo precisa estar relaxado”. 08 Segundo o especialista, pessoas com hipermetropia são mais su...etíveis a essa disfunção 09 já que a falsa miopia se caracteriza por um tipo de dificuldade de enxergar de perto. 10 Dessa forma, para focar imagens próximas, o hipermetrope faz um esforço exagerado e 11 pode sofrer espasmos nessas musculaturas. “Os músculos se contraem e a visão permanece 12 focada para perto, porém embaçada para longe, dando a falsa impre...ão de miopia”, comenta 13 o oftalmologista. 14 Contudo, esse esforço repetitivo não necessariamente levará o paciente a ser míope de 15 fato. Crianças, por outro lado, com a visão em formação, têm quase o dobro de chances de 16 desenvolver miopia acomodativa e, a longo prazo, mais propensão a desenvolver miopia 17 verdadeira. 18 A miopia verdadeira ocorre quando o olho é mais longo do que o normal, o que faz com 19 que os raios de luzes sejam focados muito antes na retina, prejudicando assim a visão de longe. 20 Embora os sintomas sejam os mesmos, os meios de correção são diferentes. Na verdadeira 21 miopia, podem ser utilizados óculos e lentes de contato ou cirurgias reparadoras a laser, pois se 22 trata de um problema anatômico. Para a falsa, pode ser indicado o uso de colírios, exercícios 23 visuais e até óculos para perto. 24 Além disso, alguns cuidados, como dar pausas no computador a cada hora, manter a tela 25 do computador na altura da linha dos olhos, dar preferência a monitores com alta resolução e 26 piscar mais vezes, são indispensáveis. (Disponível em: www.catracalivre.com.br/saude-bem-estar/uso-excessivo-de-celular-pode-causar-falsa-miopia/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Crianças têm menores chances de desenvolver miopia verdadeira.

II. Cirurgias reparadoras a laser são recomendadas para a correção da miopia verdadeira.

III. O uso de colírios é recomendado tanto para a verdadeira miopia quanto para a falsa. Quais estão corretas ?

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas III.
D Apenas I e II.
E Apenas II e III.
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O Alpinista de cancela Por Fabrício Carpinejar Existem os alpinistas das cancelas do shopping. Os que praticam rapel na hora de mostrar o comprovante de pagamento. Vou explicar. Já testemunhei infindáveis casos. Na saída do estacionamento, no momento de encostar o tíquete no visor eletrônico, o motorista faz a proeza de parar o carro longe do token. Falta braço. É um goleiro de braço curto. Começa o constran....imento público, absolutamente evitável. Ele fica encalacrado no quase. Estica-se todo pela janela aberta, sem conseguir a validação. É possível escutar, mesmo à distância, os seus ossos estalarem em forçado alongamento. Com o fracasso, com o engarrafamento aumentando atrás de si, com o medo da buzinada contagiosa dos colegas de ocasião, ele é tomado pela pressa, pela ansiedade, e se lança para uma missão impossível: tirar o cinto e abrir a porta do carro. Só que tampouco quer ter o trabalho de apagar o veículo e andar, recusa-se a empreender a tarefa calmamente do lado de fora. Não aceita desligar o motor. Não admite desistências. Então, vira um Minotauro: metade gente, metade touro. Mantém incrivelmente o pé no pedal do freio e pisa no chão com o outro, jogando o seu corpo para frente, escalando o topo da montanha da cancela, tentando inutilmente levantar o código de barras do cartão para liberar o acesso. Não é que seja um péssimo motorista, não é que não goste de bali....as. É a crença afoita de que passará pela cancela, não precisará estacionar na cancela como se fosse uma vaga provisória. Ele executa uma decisão equivocada, intuitiva. Pensa que será uma transição rápida, e não capricha. Encalha na passagem. Nem sempre tem um fiscal por perto para acudir. Nem sempre ocorre a leitura automática da placa por câmera. Além da coreografia cômica, não há como o espectador da confusão não temer um desastre. A cena ilustra nossa resistência ao recuo. Temos uma noção de que recuar é covardia, é ausência de convic....ão, é derrota moral, e realizamos parvoíces em nossa vida. Avançamos mesmo estando errados, e apenas acentuamos nossa conduta desfavorável. Um grande erro já foi ínfimo antes. O exaustivo adiamento até a reparação é que o torna irreversível. O perigo mora nos detalhes. Retroceda no ato. Desculpe-se enquanto age. (Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2024/04/os-alpinistas-das-cancelas-do-shopping-praticam-rapel-no-momento-de-encostar-o-tiquete-no-visor – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. Quando fica preso na saída, o motorista é cercado por novos amigos, mas isso o deixa nervoso.

II. Para o autor, ao tentar se esticar para fora do carro, o motorista toma uma decisão errada que piora sua situação.

III. O autor estabelece uma relação entre a dificuldade de recuar no caso da cancela e situações da vida em que insistimos num erro. Quais estão corretas ?

A Apenas I.
B Apenas II.
C Apenas I e II.
D Apenas I e III.
E Apenas II e III.