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Expectativa de vida do brasileiro sobe para 75,5 anos, mostra Censo A expectativa de vida do brasileiro ao nascer subiu para 75,5 anos, segundo dados do Censo 2022, divulgados nesta quarta-feira (29/12/2023) pelo IBGE. Na comparação com o último _________, realizado em 2010, os brasileiros ganharam pouco mais de 2 anos de expectativa de vida. Na comparação com 2021, ano anterior ao da pesquisa atual, o ganho foi ainda maior, efeito da pandemia, que levou .... morte de muitos brasileiros. Em 2021, a expectativa de vida ao nascer era de 72,8 anos. A esperança de vida ao nascer é determinada com base na taxa de mortalidade em todas as idades. Ao nascer, a estimativa é que um brasileiro viva, em média, até os 75 anos. No entanto, isso não quer dizer que, para quem chegou até os 70 anos, restam apenas cinco anos de vida. De acordo com o IBGE, aqueles que alcançaram essa idade têm uma expectativa de vida adicional de 14,7 anos. Colocando de outro modo, se um adulto conseguiu chegar aos 70 anos, suas chances de ultrapassar o patamar esperado ao nascer são maiores. Outro destaque é que as mulheres viveram sete anos a mais do que os homens em 2022. Entre elas, a esperança de vida ao nascer é de 79 anos. Para eles, é de apenas 72 anos. De acordo com especialistas em demografia, isso acontece porque, durante a adolescência e a idade jovem adulta, a mortalidade dos homens se acentua, por estarem mais expostos .... violência, principalmente homicídios, e .... acidentes de trânsito ou no trabalho. Além disso, a mortalidade da pandemia entre idosos pode ter contribuído para uma base fraca de comparação nos anos de 2020 e 2021, quando a esperança de vida ao nascer caiu depois de décadas avançando. Em 2020, primeiro ano da pandemia, foram computados 1,556 milhão de mortes no Brasil, chegando a 1,832 milhão de mortes em 2021. Ano passado, esse patamar caiu para 1,542 milhão, mas ainda se encontra elevado, considerando a tendência de queda observada antes da pandemia. Os próximos anos devem ser marcados pela diminuição do _________ de mortes entre os idosos, à medida que a pandemia é superada. Ao mesmo tempo, na comparação com os anos precedentes ao de 2019, deve haver aumento da mortalidade devido ao envelhecimento populacional. (Disponível em: https://exame.com/brasil/expectativa-de-vida-do-brasileiro-sobe-para-755-anos-mostra-censo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “próximos” (l. 27) é classificada como:

A Pronome.
B Adjetivo.
C Advérbio.
D Conjunção.
E Preposição.
Texto associado
Algumas dúvidas sobre o chip implantado no cérebro Por Aluizio Falcão Filho Talvez a maior notícia científica dos últimos anos foi divulgada ontem (30/01/2024) – o onipresente Elon Musk anunciou que uma de suas empresas, a Neuralink, realizou o implante de um chip em cérebro humano que permite ao usuário utilizar telefones e computadores, por exemplo, apenas pela ação do pensamento (nesta fase, apenas indivíduos sem membros do corpo, como braços e pernas, poderão experimentar a nova tecnologia). É importante ressaltar que outros chips já foram acoplados .... mente humana, mas com finalidades diferentes da “Telepathy”, o sugestivo nome criado pela empresa de Musk. Isso, evidentemente, é só o começo. Musk pretende estender o uso do chip para outros equipamentos e, mais à frente, usar essa ferramenta para aumentar a inteligência humana. “Imagine se Stephen Hawking pudesse se comunicar mais rápido que um datilógrafo ou leiloeiro. Esse é o objetivo”, afirmou Musk em rede social (leiloeiros americanos, especialmente os de gado, falam muito rápido quando estão anunciando os produtos .... plateias). Aumentar a inteligência dos seres humanos é um objetivo de vários cientistas – e preocupação de alguns teóricos, como o autor israelense Yuval Harari. Ele acredita que os chips vão criar duas castas na sociedade: aqueles que são superdotados pela tecnologia e aqueles que não são. Isso, para ele, terá impactos terríveis na sociedade por conta do desequilíbrio que será causado por essa diferença. Ocorre que o sistema capitalista sempre busca baratear e popularizar um determinado produto tecnológico – especialmente um chip com esse apelo, o de melhorar a inteligência. Dessa forma, se duas castas forem formadas, a tendência é a de que o chip se popularize rapidamente e iguale a sociedade, exatamente o que aconteceu com a disseminação dos telefones celulares. Mas aumentar a inteligência talvez não seja suficiente para que nos tornemos uma espécie mais evoluída. É possível ver pessoas inteligentes e com preconceitos pré-históricos. Um chip melhoraria o discernimento desses indivíduos, .... ponto de diminuir a intolerância? Ou simplesmente vai fornecer novos argumentos para fortalecer posições retrógradas? Outro ponto importante é a capacidade de analisar um processo antes de dar início a um trabalho. Como o próprio Musk diz, “possivelmente o erro mais comum de um engenheiro inteligente é otimizar algo que não deveria existir”. Para isso, no entanto, não é preciso inteligência – e sim bom senso. Tenho três dúvidas sobre o funcionamento desse chip: SONHOS – O chip continua funcionando durante o sono? Que comandos ele pode acionar se o usuário estiver, por exemplo, sonhando? A Neuralink informou que o aparelho foi instalado em uma área do cérebro que coordena os movimentos e, assim, não estaria sujeito aos efeitos do inconsciente. Mesmo assim, é bom efetuar testes neste sentido. Prevenir é melhor que remediar. ROMPANTES – Várias vezes temos o impulso de fazer alguma coisa e nos arrependemos segundos depois. Como vai se comportar o chip nessa hora? HACKERS – Nosso cérebro, uma vez abrigando um chip, pode ser acessado por alguém de fora? Ou seja, é possível hackear o cérebro de quem instalou um chip? Obrigar alguém a seguir ordens? Essas e outras perguntas vão surgir com o tempo. Mesmo que a ideia pareça assustadora, precisamos nos acostumar com ela. A alternativa ao chip é uma vida muito mais limitada e sem nenhuma competitividade. (Disponível em: www.exame.com/colunistas/money-report-aluizio-falcao-filho/algumas-duvidas-sobre-o-chip-implantado-no-cerebro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

As palavras “ontem” (l. 01), “onipresente” (l. 02) e “outros” (l. 06) são classificadas, respectivamente, como:

A Advérbio – pronome – adjetivo.
B Conjunção – adjetivo – advérbio.
C Conjunção – pronome – conjunção.
D Advérbio – adjetivo – pronome.
E Advérbio – conjunção – adjetivo.
Texto associado
Algumas dúvidas sobre o chip implantado no cérebro Por Aluizio Falcão Filho Talvez a maior notícia científica dos últimos anos foi divulgada ontem (30/01/2024) – o onipresente Elon Musk anunciou que uma de suas empresas, a Neuralink, realizou o implante de um chip em cérebro humano que permite ao usuário utilizar telefones e computadores, por exemplo, apenas pela ação do pensamento (nesta fase, apenas indivíduos sem membros do corpo, como braços e pernas, poderão experimentar a nova tecnologia). É importante ressaltar que outros chips já foram acoplados .... mente humana, mas com finalidades diferentes da “Telepathy”, o sugestivo nome criado pela empresa de Musk. Isso, evidentemente, é só o começo. Musk pretende estender o uso do chip para outros equipamentos e, mais à frente, usar essa ferramenta para aumentar a inteligência humana. “Imagine se Stephen Hawking pudesse se comunicar mais rápido que um datilógrafo ou leiloeiro. Esse é o objetivo”, afirmou Musk em rede social (leiloeiros americanos, especialmente os de gado, falam muito rápido quando estão anunciando os produtos .... plateias). Aumentar a inteligência dos seres humanos é um objetivo de vários cientistas – e preocupação de alguns teóricos, como o autor israelense Yuval Harari. Ele acredita que os chips vão criar duas castas na sociedade: aqueles que são superdotados pela tecnologia e aqueles que não são. Isso, para ele, terá impactos terríveis na sociedade por conta do desequilíbrio que será causado por essa diferença. Ocorre que o sistema capitalista sempre busca baratear e popularizar um determinado produto tecnológico – especialmente um chip com esse apelo, o de melhorar a inteligência. Dessa forma, se duas castas forem formadas, a tendência é a de que o chip se popularize rapidamente e iguale a sociedade, exatamente o que aconteceu com a disseminação dos telefones celulares. Mas aumentar a inteligência talvez não seja suficiente para que nos tornemos uma espécie mais evoluída. É possível ver pessoas inteligentes e com preconceitos pré-históricos. Um chip melhoraria o discernimento desses indivíduos, .... ponto de diminuir a intolerância? Ou simplesmente vai fornecer novos argumentos para fortalecer posições retrógradas? Outro ponto importante é a capacidade de analisar um processo antes de dar início a um trabalho. Como o próprio Musk diz, “possivelmente o erro mais comum de um engenheiro inteligente é otimizar algo que não deveria existir”. Para isso, no entanto, não é preciso inteligência – e sim bom senso. Tenho três dúvidas sobre o funcionamento desse chip: SONHOS – O chip continua funcionando durante o sono? Que comandos ele pode acionar se o usuário estiver, por exemplo, sonhando? A Neuralink informou que o aparelho foi instalado em uma área do cérebro que coordena os movimentos e, assim, não estaria sujeito aos efeitos do inconsciente. Mesmo assim, é bom efetuar testes neste sentido. Prevenir é melhor que remediar. ROMPANTES – Várias vezes temos o impulso de fazer alguma coisa e nos arrependemos segundos depois. Como vai se comportar o chip nessa hora? HACKERS – Nosso cérebro, uma vez abrigando um chip, pode ser acessado por alguém de fora? Ou seja, é possível hackear o cérebro de quem instalou um chip? Obrigar alguém a seguir ordens? Essas e outras perguntas vão surgir com o tempo. Mesmo que a ideia pareça assustadora, precisamos nos acostumar com ela. A alternativa ao chip é uma vida muito mais limitada e sem nenhuma competitividade. (Disponível em: www.exame.com/colunistas/money-report-aluizio-falcao-filho/algumas-duvidas-sobre-o-chip-implantado-no-cerebro/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

O termo “nos” (l. 42) é classificado morfologicamente como:

A Preposição essencial.
B Pronome pessoal reto.
C Pronome pessoal oblíquo.
D Conjunção aditiva.
E Artigo indefinido.
Texto associado
Leia o Texto 1: Virou moda Oferta de obras que tratam do mundo dos livros cresce a olhos vistos. Aqui em casa há uma pilha delas... e continuo comprando outras Por Cora Rónai, Rio de Janeiro Sempre houve livros sobre livros, mas não me lembro de uma época em que houvesse tantos livros sobre livreiros, livrarias e bibliotecas. Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos. Fui juntando os que me pareciam meio irmãos, e logo tinha mais de dez volumes empilhados. Estendi a pesquisa à internet — e acabei comprando mais dois, como se ainda tivesse espaço sobrando em casa. Mas reparem só: “A livraria mágica de Paris”, “O segredo da livraria de Paris”, “A biblioteca de Paris”, “A livreira de Paris”. Depois há Londres: “A biblioteca secreta de Londres”, “A última livraria de Londres”. E “A pequena livraria dos sonhos”, “A livraria dos achados e perdidos”, “A biblioteca da meia-noite”, “O diário de um livreiro”, “O passeador de livros”. E nem falo de livros mais antigos, como “O livreiro de Cabul”, ou “84, Charing Cross Road”, que deu origem ao filme “Nunca te vi, sempre te amei”, e que continua sendo o meu livro favorito sobre livros, livreiros e livrarias. O fenômeno não é apenas ocidental. “Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong” vendeu mais de 250 mil exemplares na Coreia do Sul, e “O que você procura está na biblioteca” é um sucesso no Japão e nos países para os quais já foi traduzido (o Brasil não é um deles, por enquanto, mas escrevi o título em português porque não faria sentido usar alemão, francês ou inglês; em Portugal ele se chama “O que procuras está na biblioteca”). Eles têm capas parecidas, sobretudo os que se passam em Paris e Londres, e que compõem um subgênero ambientado na Segunda Guerra: as suas capas são nostálgicas, com cenas que poderiam ter saído de filmes de época. A de “A livraria mágica de Paris” é luxuosa, com verniz, filetes dourados, corte pintado de rosa. “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho, mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante). Ainda não li boa parte da pilha; folheei alguns, estou pelo meio de dois ou três. Todos têm uma enorme quantidade de resenhas positivas na Amazon, mas isso não significa necessariamente que sejam bons: é normal que pessoas que gostam de livros se sintam atraídas por livros que falam sobre livros, coletivos de livros e... pessoas que gostam de livros. Apesar das coincidências de títulos, eles são animais distintos. “A livreira de Paris” é uma história de Sylvia Beach, da Shakespeare and Company e da antológica edição de “Ulisses”; “O diário de um livreiro” conta as aventuras do proprietário do maior sebo da Escócia. Já “A pequena livraria dos sonhos” e “A livraria dos achados e perdidos” são sessões da tarde em papel, romances ligeiros para quem quer ler na praia sem pensar muito. E vejam que coincidência: eu estava fotografando todos esses livros para o meu Instagram quando chegou um pacote vindo de Santos. Era “Um intrépido livreiro dos trópicos: crônicas, causos e resmungos”, de José Luiz Tahan, o destemido proprietário da Livraria Realejo. Não estou dizendo?

Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2023/09/07/virou-moda.ghtml . Acesso em 06/09/2023

Leia o trecho a seguir, extraído do 6º parágrafo, para responder à questão: “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho , mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante) Com relação às classes, as palavras destacadas são respectivamente:

A substantivo – preposição – preposição
B substantivo – preposição – conjunção
C substantivo – conjunção – preposição
D adjetivo – preposição – conjunção
E adjetivo – conjunção – preposição
Texto associado
Leia o Texto 1: América Latina tem número recorde de migrantes menores de idade, alerta Unicef Menores de 11 anos representam 91% das crianças e adolescentes que frequentemente viajam desacompanhados Nova York – A América Latina e o Caribe estão enfrentando “uma das maiores e mais complexas crises” de migração infantil do mundo, com quantidades recordes de crianças cruzando seus principais pontos de trânsito, alertou o Unicef nesta quarta-feira (6). Cerca de 25% dos migrantes na região são menores de idade, em comparação com 15% globalmente, de acordo com um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância, que aponta a pobreza, a violência e a degradação do meio ambiente como causas do êxodo em massa. Os menores de 11 anos representam 91% das crianças e adolescentes que frequentemente viajam desacompanhados pelos três principais pontos de trânsito de migração: a perigosa e inóspita selva do Darién, entre Colômbia e Panamá, o norte da América Central e o México, de acordo com o relatório “O rosto em transformação da infância migrante na América Latina e no Caribe”. A situação da infância migrante na região “não tem parâmetro por sua complexidade e magnitude”, alertou o diretor-regional do Unicef para a América Latina e o Caribe, Gary Conille, durante coletiva de imprensa. Trata-se, disse ele, de um “problema continental”, que exige uma “resposta unificada”. A pobreza, as consequências socioeconômicas da pandemia de covid-19, a violência de quadrilhas armadas, os impactos de desastres naturais, exacerbados pelas mudanças climáticas, e o desejo de se reunir com suas famílias explicam esse êxodo. Os menores desacompanhados correm mais riscos de serem alvo de traficantes, criminosos, quadrilhas organizadas e outras pessoas que desejam explorá-los, feri-los, se viajarem sozinhos ou em pequenos grupos, segundo o relatório. Independentemente de serem migrantes ou solicitantes de asilo, “estas crianças estão expostas a um enorme nível de riscos” e o “tratamento deveria ser padronizado, sistemático”, disse Conille. Nos primeiros seis meses de 2023, mais de 40.000 menores e adolescentes cruzaram a selva do Darién. Por sua vez, o Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos registrou no primeiro semestre deste ano 83.000 menores, em comparação com 149.000 em 2021 e 155.000 no ano seguinte.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2023/09/6704354-america-latinatem-numero-recorde-de-migrantes-menores-de-idade-alerta-unicef.html. Acesso em 06/09/2023

No trecho “Cerca de 25% dos migrantes na região são menores de idade, em comparação com 15% globalmente ” (2º parágrafo), as palavras destacadas são respectivamente:

A adjetivo – conjunção - adjetivo
B adjetivo – preposição – advérbio
C substantivo – preposição – advérbio
D substantivo – conjunção – conjunção
E substantivo – preposição – conjunção
Texto associado
A galinha dos ovos de ouro Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa: — Olha só! Ficaremos ricos! Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor. No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que ele também vendeu. A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele ficava cada vez mais rico e ganancioso. Certo dia teve uma ideia e disse: — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um tesouro dentro dela! E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro. (Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “ele” (l. 01) é classificada como:

A Substantivo.
B Pronome.
C Artigo.
D Adjetivo.
E Verbo.
Texto associado
A galinha dos ovos de ouro Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa: — Olha só! Ficaremos ricos! Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor. No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que ele também vendeu. A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele ficava cada vez mais rico e ganancioso. Certo dia teve uma ideia e disse: — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um tesouro dentro dela! E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro. (Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “rico” (l. 13) é classificada como:

A Substantivo.
B Artigo.
C Adjetivo.
D Pronome.
E Verbo.
Texto associado
Como a qualidade de sono afeta a sua saúde? Durante __ sono, é possível repor energias e regular o metabolismo, fatores essenciais para manter corpo e mente saudáveis. Dormir bem é um hábito que deve ser incluído na rotina de todos Especialistas recomendam em média 8 horas de sono por dia, sem interrupções. Esse número pode variar de acordo com a idade de cada indivíduo e as necessidades de desenvolvimento de seu corpo, de acordo com o indicado. A longo prazo, a má qualidade do sono pode ter efeitos de maior alcance em sua saúde geral: aumenta o risco cardiovascular, colocando você em maior risco de ter problemas como derrames e infartos. Noites mal dormidas também estão associadas a pressão alta, diabetes e obesidade. Além dos problemas de saúde física, a má qualidade do sono é um fator que contribui para os problemas de saúde mental, como depressão, cansaço emocional, falta de concentração e mudanças de humor. Não faz mal repetir e insistir: dormir bem é o segredo da boa saúde e da felicidade. Abaixo, veja alguns hábitos que podem ajudar você a criar uma boa noite de sono. • Pratique a boa “higiene do sono”: tenha um horário definido para ir dormir e acordar e não deixe de segui-lo. • Evite os dispositivos eletrônicos pelo menos 2 horas antes de ir dormir. Também é bom diminuir as luzes da casa nesse período. Isso ajudará a dizer para o seu cérebro que está perto da hora de dormir. • Faça exercícios físicos diariamente, mas não muito tarde. • Prepare um jantar leve ao entardecer, pois muito tarde pode interferir no sono. (Disponível em: https://www.hospitalanchieta.com.br/como-a-qualidade-de-sono-afeta-a-sua-saude/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho “ Faça exercícios físicos diariamente”, a palavra sublinhada é:

A Substantivo.
B Verbo.
C Pronome.
D Adjetivo.
E Artigo.
Texto associado
Como a qualidade de sono afeta a sua saúde? Durante __ sono, é possível repor energias e regular o metabolismo, fatores essenciais para manter corpo e mente saudáveis. Dormir bem é um hábito que deve ser incluído na rotina de todos Especialistas recomendam em média 8 horas de sono por dia, sem interrupções. Esse número pode variar de acordo com a idade de cada indivíduo e as necessidades de desenvolvimento de seu corpo, de acordo com o indicado. A longo prazo, a má qualidade do sono pode ter efeitos de maior alcance em sua saúde geral: aumenta o risco cardiovascular, colocando você em maior risco de ter problemas como derrames e infartos. Noites mal dormidas também estão associadas a pressão alta, diabetes e obesidade. Além dos problemas de saúde física, a má qualidade do sono é um fator que contribui para os problemas de saúde mental, como depressão, cansaço emocional, falta de concentração e mudanças de humor. Não faz mal repetir e insistir: dormir bem é o segredo da boa saúde e da felicidade. Abaixo, veja alguns hábitos que podem ajudar você a criar uma boa noite de sono. • Pratique a boa “higiene do sono”: tenha um horário definido para ir dormir e acordar e não deixe de segui-lo. • Evite os dispositivos eletrônicos pelo menos 2 horas antes de ir dormir. Também é bom diminuir as luzes da casa nesse período. Isso ajudará a dizer para o seu cérebro que está perto da hora de dormir. • Faça exercícios físicos diariamente, mas não muito tarde. • Prepare um jantar leve ao entardecer, pois muito tarde pode interferir no sono. (Disponível em: https://www.hospitalanchieta.com.br/como-a-qualidade-de-sono-afeta-a-sua-saude/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta flexão de plural escrita de forma INCORRETA.

A Emocional – emocionais.
B Concentração – concentraçãos.
C Felicidade – felicidades.
D Maior – maiores.
E Período – períodos.
Texto associado
Texto 1 – Estudo revela novo alvo para busca de terapias contra doença de Parkinson [fragmento] Experimentos com camundongos feitos na USP mostraram que a micróglia, um tipo de célula imunológica presente no sistema nervoso central, ajuda a limitar a perda de neurônios Agência Fapesp Estudo conduzido no Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo (ICB-USP) revelou um possível mecanismo protetor contra a doença de Parkinson. Em camundongos, foi observado que a micróglia, um tipo de célula imunológica do sistema nervoso que compõe a chamada glia – conjunto diversificado de células que dá suporte ao funcionamento dos neurônios – pode limitar a perda de capacidade motora e a morte neuronal. Todos os testes foram conduzidos em animais que receberam 6-hidroxidopamina, uma toxina indutora de sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson, aplicada diretamente no cérebro. Antes, metade dos animais teve as micróglias praticamente eliminadas por uma substância, chamada PLX5622. O grupo que manteve essas células registrou perdas menos significativas de neurônios e de movimento quando comparado aos demais roedores. "Esses resultados sugerem um possível alvo para o tratamento da doença no futuro, quando descobrirmos mecanismos capazes de ativar a micróglia de maneira benéfica", disse a doutoranda Carolina Parga à assessoria de imprensa do ICB-USP. Ela é primeira autora de um artigo publicado no Journal of Neuroimmunology. [...] A descoberta contradiz o que os próprios pesquisadores do ICB e outros estudiosos da área haviam visto anteriormente sobre essas células. Até então acreditava-se o contrário, pois, quando elas eram bloqueadas por fármacos, os sintomas do Parkinson eram mitigados. "A hipótese mais provável para explicar essa diferença nos resultados é a atuação dos dois fenótipos da micróglia, algo já identificado anteriormente na literatura científica. Uma característica, a positiva, que protege contra a perda neuronal, talvez se manifeste no início da doença, e a outra característica, a negativa, que impulsiona essa perda neuronal, vai predominando à medida que a doença vai evoluindo; o mesmo pode ocorrer em outras doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer e algumas formas de epilepsia", detalha Luiz Roberto Giorgetti de Britto, coordenador do estudo pelo Laboratório de Neurobiologia Celular do ICB. [...] "Isso reforça a importância de desenvolvermos formas de diagnósticos mais assertivas para as doenças neurodegenerativas, para assim chegarmos a soluções terapêuticas. Pois trata-se de doenças que podem estar ativas durante décadas antes do diagnóstico, que em geral se dá só após a manifestação de sintomas, mas sendo mitigadas pela micróglia e outros mecanismos", complementa. MUDANÇAS GENÉTICAS No estudo também foram identificados dois genes que podem estar relacionados à doença de Parkinson. Esses genes apresentavam menor expressão apenas nos grupos em que as micróglias foram eliminadas."São dois genes relacionados à transmissão por dopamina [substância que influencia nossas emoções, aprendizado e locomoção, além de outras funções] entre alguns grupos de neurônios do sistema nervoso, o que sugere que a micróglia pode ser responsável pela modulação da expressão de genes que atuam nesses processos. Isso ajuda a explicar como a sua ausência resulta na perda de neurônios, o que causa a diminuição de dopamina, o fator responsável pelas alterações motoras", aponta Parga. Esse conhecimento é promissor principalmente para a pequena parcela de casos de Parkinson e Alzheimer que tem causas genéticas, um total de 5% a 7% dos diagnósticos. "Conhecendo melhor o comportamento desses genes talvez possamos, no futuro, antecipar o diagnóstico da doença, além de propor terapias que consistem na manipulação deles", afirma Britto. O Laboratório de Neurobiologia Celular agora se aprofunda nos resultados obtidos e nas hipóteses levantadas e também estuda as possíveis implicações da micróglia em modelos animais da doença de Alzheimer. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2023/06/ estudo-revela-novo-alvo-para-a-busca-de-terapias-contra-adoenca-de-parkinson.shtml

"Esses resultados sugerem um possível alvo para o tratamento da doença no futuro, quando descobrirmos mecanismos capazes de ativar a micróglia de maneira benéfica" (Texto 1, 4º parágrafo) "Isso reforça a importância de desenvolvermos formas de diagnósticos mais assertivas para as doenças neurodegenerativas, para assim chegarmos a soluções terapêuticas.” (Texto 1, 7º parágrafo) No contexto das passagens acima, as palavras que melhor poderiam substituir os adjetivos sublinhados, preservando o significado original, são, respectivamente:

A eventual e insistentes;
B iminente e asseverativas;
C crível e declarativas;
D exequível e sutis;
E potencial e categóricas.